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IP 2 - Itinerários Principais de Portugal
IP 2
564
Cruza com:
 A 2 ,  A 4 ,  A 6 ,  A 22   A 23 ,  A 25 ,  IC 5 , N 2, N 4, N 18,
N 102, N 114, N 118, N 122*, N 123, N 214, N 216, N 222, N 226, N 233, N 241, N 245, N 246, N 254*, N 256, N 258, N 359, N 364, N 384, N 391,*

O  IP 2  - Itinerário Principal n.º 2 é um Itinerário Principal da Rede Rodoviária Fundamental de Portugal.

Incluído pela primeira vez no Plano Rodoviário Nacional (PRN) de 1985, pretendia-se que o IP 2 se constituísse como uma ligação em formato de via rápida entre o norte e o sul de Portugal pelo interior do país, entre Bragança e Faro, passando pelas principais capitais de distrito (Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja). No entanto, mais de vinte anos depois, este itinerário principal está longe de estar concluído, com alguns troços em serviço, outros em construção/projecto cuja função é assegurada por estradas nacionais e outros que, com a necessidade de adequar as novas vias ao tráfego previsto, foram construídos com perfil de autoestrada e integrados na rede de autoestradas, a saber:

Descontando os troços referidos acima, que se encontram integrados na rede de auto-estradas, actualmente apenas 176 dos quase 390 km previstos para o IP 2 se encontram em serviço.

Nos restantes troços, o IP2 está maioritariamente assinalado como tal e construído no perfil de via rápida:

  • entre o nó da A4 em Amendoeira (Macedo de Cavaleiros) e Junqueira (Torre de Moncorvo) foi construído de raíz como via rápida sinalizada como IP2, estando integrado na Concessão Douro Interior
  • entre Junqueira e o Pocinho (Foz Côa) está sinalizado como EN 102, e utiliza parcialmente o traçado original da estada nacional, à excepção das variantes construídas com a conclusão das barragens do Pocinho e do Baixo Sabor
  • o atravessamento do Rio Douro é efectuado pela Barragem do Pocinho, construída em 1982
  • entre Pocinho e Celorico da Beira foi construído de raíz como via rápida sinalizada como IP2, estando integrado na Concessão Douro Interior
  • entre Gardete (Vila Velha de Ródão) e Alpalhão (Nisa) é uma variante, sinalizada como IP2, sem atravessamento de localidades.Cruza o rio Tejo pelo coroamento da Barragem de Fratel
  • entre Alpalhão e Portalegre está sinalizado como EN 18 e utiliza o traçado original da estrada nacional, com atravessamento de localidades
  • entre Portalegre e Estremoz está sinalizado como IP2 e resulta da requalificação da EN 18 com variantes às localidades
  • entre o nó de Évora nascente da A6 e o cruzamento com a estrada de Reguengos (EN 256), utiliza o antigo traçado da EN 18, atravessando a cidade
  • entre o cruzamento com a estrada de Reguengos e Beja está sinalizado como IP2 e resulta da requalificação da EN 18 com variantes em vários troços
  • entre Beja e Trindade está sinalizado como IP2 e resulta da requalificação da EN 122
  • entre Trindade e Castro Verde está sinalizado como IP2 e resulta da requalificação da EN 391
  • entre Castro Verde e Ourique está sinalizado como IP2 e resulta da requalificação da EN123

Antes da construção da A23, os troços Fratel-Castelo Branco da EN 3 e a variante à EN 18 na Covilhã também estavam sinalizados como IP2.

O IP 2 a NorteEditar

 
Nó de Vila Franca das Naves no IP 2, sentido sul-norte.

Apesar das mais diversas promessas relativas à construção de uma ligação rápida entre o distrito de Bragança e a Beira Interior, só muito recentemente tal aspiração se tornou realidade. O primeiro troço do IP 2, inaugurado a 16 de Setembro de 1989,[1] ligava o Pocinho e a Ponte do Sabor, ao longo da margem dos rios Douro e Sabor. Este troço, que colmatava a não-existência da estrada nacional 102 e que passou a evitar a sinuosa passagem por Torre de Moncorvo, obrigatória até à sua abertura, foi entretanto integrado na mesma N 102, devido à inexistência de limitações de circulação.

O primeiro troço do IP 2 com perfil de via rápida viria a abrir ao tráfego já em 2002: 11 km entre o então IP 4 em Macedo de Cavaleiros e Vale Benfeito. O prolongamento para sul só viria a ganhar forma em 2008, quando o Governo lançou as bases para a denominada concessão rodoviária do Douro Interior, ganha pela Ascendi, que para além da construção dos 105 km do IP 2 até Celorico da Beira englobou a construção do IC 5 entre Murça e Miranda do Douro. Já com a concessão contratualizada e com as obras a decorrer nalguns troços, um retrocesso: o troço entre Junqueira (Vila Flor) e o Pocinho (Foz Côa) acabaria por ser retirado da concessão e suspenso devido ao parecer desfavorável dado pela Agência Portuguesa do Ambiente ao projecto. As obras dos restantes troços acabariam por ficar concluídas em 2011, reduzindo o tempo de viagem entre Bragança e a Guarda em mais de 40 minutos.

Relativamente aos troços que faltam concluir, o troço Junqueira-Pocinho encontra-se novamente em projecto, com vista a encontrar uma alternativa viável ambientalmente à travessia do Douro junto ao Pocinho, razão pela qual o anterior projecto foi chumbado. As hipóteses em cima da mesa incluem uma nova travessia, afastada do local inicialmente proposto, e o aproveitamento do troço da N 102 entre o Pocinho e a Ponte do Sabor. Com que então foi pouco informado, mas que é verdade, foi inaugurada em 2013 uma nova travessia da Ponte do Rio Sabor, juntamente com a construção da Barragem do Baixo Sabor, em virtude de facilitar a travessia do rio Sabor, assim evitando curvas e más condições para os veículos pesados. Esta variante tem perfil de via rápida e é designada IP2. Já o troço teoricamente mais a norte deste itinerário principal, entre Bragança e a fronteira luso-espanhola no Portelo, em pleno Parque Natural de Montesinho, foi descartado de há alguns anos a esta parte devido às enormes condicionantes ambientais, e nem a ideia de construir uma ligação com perfil de autoestrada entre Bragança e León (Espanha) parece ter potencial para passar disso mesmo num futuro próximo.

Estado dos Troços: Macedo de Cavaleiros - Celorico da BeiraEditar

Troço Estado (2016) Extensão Concessão
Macedo de Cavaleiros (  A 4  ) – Vale Benfeito Em serviço (2002)
11,7
Douro Interior
Vale BenfeitoBornes Em serviço (07/2011)
2,5
Douro Interior
Bornes - Junqueira (Vila Flor) Em serviço (12/2011)
26,0
Douro Interior
Junqueira (Vila Flor) – Pocinho Em projecto/serviço parcialmente sem formato de IP

(09/1989) entre o Pocinho e a Ponte do Sabor
(12/2013) junto à 2ª Barragem do Baixo Sabor

17
Infraestruturas
de Portugal
PocinhoLongroiva Em serviço (09/2011)
18,3
Douro Interior
Longroiva (Mêda) - Trancoso Em serviço (07/2011)
26,7
Douro Interior
TrancosoCelorico da Beira (  A 25  ) Em serviço (12/2010)
14,3
Douro Interior

PerfilEditar

Troço Perfil Extensão
Amendoeira - Macedo de Cavaleiros
 
2 km
Macedo de Cavaleiros - Junqueira
 
38 km
(Junqueira) - (Pocinho)
 
(17) km
Pocinho - Trancoso
 
44 km
Trancoso - Celorico da Beira
 
15 km

O troço central (Beira Interior)Editar

Ver artigo principal: A 23

Na Beira Interior, os trabalhos para melhorar as acessibilidades no eixo até então servido exclusivamente pelo traçado original da Estrada Nacional 18 concentraram-se primeiramente na construção de variantes às principais cidades. Ainda nos anos 70, foi construída a Variante da Covilhã, entre o Teixoso e Tortosendo, que, em conjunto com o alargamento da E.N. 18 no concelho do Fundão, permitiu a criação de um eixo de ligação rápida transversal entre os concelhos da Covilhã e do Fundão.

Em 1989, foi inaugurada a variante de Castelo Branco, em formato de via rápida com nós desnivelados, que foi então sinalizada como IP 2.

Daí até Gardete foi aproveitado o traçado original da E.N. 3, convertido em formato de via rápida, sendo a ligação ao Alentejo efectuada através do coromento da Barragem do Fratel.

A norte de Castelo Branco, o IP 2 só avançou muito mais tarde. Por se tratar de uma via estruturante na ligação entre as principais cidades da Beira Interior, foi projectado em formato de via rápida 2x2 vias com separador central. O primeiro troço a ser inaugurado nestas condições uniu Castelo Branco a Alcaria, no Fundão, tendo sido aberto ao tráfego em 1999. No entanto, o atravessamento da Serra da Gardunha era, por esta altura, efectuado através de um túnel único que servia os dois sentidos de circulação.

Durante o governo de António Guterres, decidiu abandonar-se o modelo de construção directa por parte da Junta Autónoma das Estradas e construir-se o troço em falta até à Guarda através de uma Parceria Público-Privada em modelo SCUT. Todo o IP 2 já construído em formato 2x2 foi incluído na concessão, que previa, para além da construção e conservação do troço Alcaria-Guarda, a construção de um novo troço de auto-estrada entre Castelo Branco norte e Silveira, bem como a duplicação do troço da E.N. 3 entre Silveira e Gardete (então sinalizado como IP 2) e a construção do Segundo Túnel da Gardunha. A via, que teria continuidade até ao nó de Torres Novas da A1 através do então denominado IP 6 (do qual faltava apenas construir o troço de 29 km entre Mouriscas e Gardete), foi integrada na concessão Beira Interior, atribuída em 1999 à empresa Scutvias até 2029.

Em 2002 foi inaugurado o troço Teixoso-Guarda e, em 2003, os troços Alcaria-Teixoso e Gardete-Castelo Branco, ficando assim concluída a A 23.

Na década de 2000, durante o governo de Durão Barroso, o troço do IP 2 incluído nesta concessão passou a ser classificado como auto-estrada, recebendo o nome de A 23, apesar de grande parte do seu percurso ter sido construído com perfil de via rápida, com condições de circulação incomparavelmente inferiores às das auto-estradas do litoral do país.

Em 2010, durante o governo de Passos Coelho, a A 23 passou a ter portagens.

Posteriormente, o troço de via rápida entre Castelo Branco e Fratel, que desde a construção da A 23 apenas funcionava como alternativa a esta, retomou o nome original de E.N. 3. Com esta medida, deixou de haver qualquer via sinalizada como IP 2 entre a Guarda e Fratel, embora alguns sinais noutras estradas ainda se refiram aos troços mais antigos com esta designação.

O IP 2 no AlentejoEditar

 
Ponte no IP 2 sobre a Barragem do Fratel.
 
IP2 nos arredores de Beja

A sul o IP 2 está ainda longe de estar construído como uma verdadeira via rápida. De facto, apenas 104 dos mais de 240 km previstos para esta estrada entre a A 23 no concelho de Vila Velha do Ródão e a A 2 em Castro Verde se encontram em serviço com um perfil condizente com o de um itinerário principal, nos quais não se contam os 29 km entre a A 23 e Alpalhão (Nisa), que atravessam a barragem do Fratel (na foto) e possuem intersecções a nível. Entre Alpalhão e Estremoz o percurso é efectuado pela N 18, passando por Portalegre, ainda que em grande parte do seu percurso esta esteja assinalada como IP 2. Para substituir todo este trajecto está projectada uma ligação nova, de 103 km, dos quais 47 terão perfil de auto-estrada (entre a A 23 e Portalegre) e os restantes serão resultantes do aproveitamento da estrada nacional entre Portalegre e Estremoz; no entanto, apesar de a sua construção já ter estado próxima de arrancar, a recente crise económica levou à suspensão da obra por tempo indeterminado. No entanto, devido à orografia plana do terreno tipicamente alentejano, grande parte das estradas que compõe o IP2, apenas necessitam de alargamentos, visto que são constituídas essencialmente por retas de grandes dimensões, com curvas mínimas. Por isso mesmo,foi muito mais importante ter-se construído o IP2, em formato de via rápida nas regiões a norte, com orografia de terrenos acidentada e com frequentes curvas, do que se ter construído a Sul. O principal problema do IP2 no Alentejo é o atravessamento de localidades, principalmente o atravessamento da cidade de Évora, o facto de grande parte dos nós de ligação não serem desnivelados e a passagem na Barragem do Fratel. A principal deficiência na rede viária que o IP 2 virá substituir encontra-se na cidade de Évora, onde actualmente a única alternativa para as ligações norte-sul é o atravessamento da cidade. Para colmatar esta lacuna encontra-se projetada uma variante de 22 km em perfil de auto-estrada entre o nó da A 6 e São Manços. Essa variante já esteve em obras, mas acabou por ser suspensa em 2011 e em 2016 a construção foi cancelada. A partir daí tem início um troço já em serviço até à Vidigueira. Entre a Vidigueira e São Matias estão concluídas as obras de reconversão da N 18 em itinerário principal, tal como acontece com o troço a sul de Beja até Castro Verde. Pelo meio, a variante de Beja, que terá uma extensão de 15 km em novo trajecto, encontra-se projectada mas não há indicação de que possa ser construída num futuro próximo.

O último troço do IP 2, que liga Castro Verde à autoestrada A 2, encontra-se em serviço desde 2007.

Estado dos Troços: Envendos - Castro VerdeEditar

Troço Estado (2016) Extensão Concessão
Gardete (  A 23  ) –Alpalhão Em serviço, parcialmente sem formato de IP
29,0
Infraestruturas de Portugal
Envendos (  A 23  ) – Portalegre Estudos concluídos e validados ambientalmente. Pendente de adjudicação
47
-
PortalegreEstremoz Estudos concluídos e validados ambientalmente. Pendente de adjudicação
56
-
Estremoz  A 6  Em serviço (1998)
2,6
Brisa
Évora (  A 6  ) - São Manços Construção cancelada por falta de financiamento
Abertura ao tráfego: --**--
22,4
--
São MançosVidigueira Em serviço (1995)
37,1
Baixo Alentejo
VidigueiraSão Matias Em serviço (04/2016)
17
Baixo Alentejo
Variante de Beja Estudos concluídos e validados ambientalmente. Pendente de adjudicação
14,7
-
BejaCastro Verde Em serviço (12/2016)
39,8
Baixo Alentejo
Castro Verde  A 2  ) Em serviço (2007)
8,0
Baixo Alentejo

PerfilEditar

Troço Perfil Extensão
Gardete - Amieira
 
9 km
Amieira - Alpalhão
 
20 km
Envendos - Portalegre (Projectado)
 
47 km
Portalegre - Estremoz (Projectado)
 
56 km
Estremoz -  A 6 
 
2 km
Évora - São Manços
 
X 22 km
São Manços - Vidigueira
 
37 km
Vidigueira - São Matias
 
17 km
Variante de Beja (Projectado)
 
15 km
Beja - Castro Verde
 
38 km
Castro Verde -  A 2 
 
8 km

Áreas de Serviço e de RepousoEditar

  •   Área de Repouso da Vidigueira - Fonte do Nicho (km 314)

Nós de LigaçãoEditar

Macedo de Cavaleiros - Junqueira (Vila Flor)Editar

Saída km Destinos Estrada que liga
  0 Amendoeira
zona industrial
N 15
  1 0 Porto / Vila Real / Mirandela
Quintanilha / Bragança
 A 4  (  35)
  2 1 Macedo de Cavaleiros
Mogadouro
N 216
  3 4 Macedo de Cavaleiros (sul) N 102
  4
(sentido N-S)
12 Grijó
Vale Benfeito
N 102
  5 14 Bornes
Vale Benfeito
N 102
  6
(sentido S-N)
23 Freixeda
Trindade
Mirandela
 M 578 
  6
(sentido N-S)
24 Trindade
Vila Flor por N 214
N 214
  7 33 Vila Real / Vila Flor
Lodões / Assares
 IC 5 
N 102
  8 36 Alfândega da Fé
Miranda do Douro
 IC 5 
  9 40 Junqueira N 102
  40 direcção
Torre de Moncorvo
Pocinho
Guarda
N 102

Pocinho - Celorico da BeiraEditar

Saída km Destinos Estrada que liga
  |   57 Pocinho
Bragança / Moncorvo
Vila Nova de Foz Côa
N 102
  12 67 Vila Nova de Foz Côa
Figueira de Castelo Rodrigo
São João da Pesqueira
N 102
N 222
  13 75 Chãs
Longroiva
Mêda
N 102
(N 331)
  14 85 Marialva
Mêda
N 102
(N 324)
  15 95 Cogula
Valdujo / Rabaçal
 M 591 
N 102
  16 104 Trancoso
Lamego
N 226
N 102
  17 111 Vila Franca das Naves
Pinhel
  18 115 Celorico da Beira
Baraçal
  19 118 Celorico da Beira / Viseu
Guarda / Covilhã
   A 25 

Gardete - AlpalhãoEditar

Saída km Destinos Estrada que liga
  149 Lisboa / Abrantes
Guarda / Castelo Branco

   A 23  (  15)

cruz. 149 Gardete N 359-7
  151 Barragem do Fratel
  | cruz.
(sentido N-S)
152 instalações/estaleiro
(Barragem do Fratel)
  20
(sentido S-N)
154 Monte Claro
Albarrol
N 359
  21 158 Amieira do Tejo  M 528 
  22 162 Abrantes / Gavião
Nisa / Arez
N 118
N 364
  162
cruz. 166 Comenda
acesso local
 M 529 
  166
  23 168 Tolosa
  24 172 Gáfete
  25 176 Alpalhão / Nisa
Crato
Castelo de Vide
N 18
N 245
N 246
  178 direcção
Portalegre
N 18


Évora - VidigueiraEditar

Saída km Destinos Estrada que liga
  Lisboa / Montemor
Elvas / Estremoz
(actual nó de Évora Nascente)
 A 6  (  6)
  X Évora (norte)
Azaruja
N 18
  X Évora (este)
S. Miguel de Machede
Redondo
N 254
  X Évora (sul) N 18
  281 proveniente de
Évora
N 18
  32 281 Reguengos de Monsaraz
Mourão
N 256
  33 286 São Manços
  34 293 Monte do Trigo
  35 305 Portel
Alqueva
Viana do Alentejo
N 384
  36 314 Santana
Mendro
  37 318 Vidigueira (norte)
  38 320 Vidigueira
Alvito
Moura
N 258
  39 326 Vidigueira (sul)
Vila de Frades
  40 331 Cuba
Selmes
N 258-1
 M 521 
  41 332 S. Matias
Apariça
  332 direcção
Beja
N 18

Beja - Castro VerdeEditar

Saída km Destinos Estrada que liga
  |   347 Beja N 122
  42 350 Santa Clara de Louredo
Penedo Gordo
 M 513 
  43 355 campo de tiro
  44 357 Cabeça Gorda
Mértola
Vila Real de Santo António
N 122
N 391
  45 360 Trindade
  46 366 Albernoa  M 529 
  47 369 acesso local
Cruz. 377 Entradas
Carregueiro
  48 386 Castro Verde (norte)
Aljustrel
Mértola
N 2
N 123
  49 388 Castro Verde (sul)
Almodôvar
N 2
  50 392 Piçarras
  51 394 Lisboa / Aljustrel
ALGARVE / Almodôvar
 A 2 
  direcção
Ourique /  IC 1 
N 123

Estudos de TraçadoEditar

  1. Relatório do Projecto de Execução do IP 2 - Valbenfeito / Junqueira: [1]
  2. Resumo Não-Técnico do EIA do IP 2 - A 23 / Portalegre / A 6: [2]
  3. Relatório do Projecto de Execução do IP 2 - Évora (A 6) / São Manços: [3]
  4. Resumo Não-Técnico do EIA do IP 2 - Variante Poente de Beja: [4]

Referências