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Monismo (do grego μόνος mónos, "sozinho, único") é o nome dado às teorias filosóficas que defendem a unidade da realidade como um todo (em metafísica) ou a identidade entre mente e corpo (em filosofia da mente) por oposição ao dualismo ou ao pluralismo, à afirmação de realidades separadas.

As raízes do monismo [1] na filosofia ocidental estão nos filósofos pré-socráticos, como Zenão de Eleia, Tales de Mileto, Parmênides.

Baruch Espinoza é o filósofo monista por excelência, pois defende que se deve considerar a existência de uma única coisa, a substância, da qual tudo o mais são modos. Hegel defende um monismo semelhante, dentro de um contexto de absolutismo racionalista. Como exemplo atual, podemos citar a psicologia comportamental, que compreende a mente como uma construção hipotética.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Clemente. «Breve História do Monismo». www.gilsonfreire.med.br. Consultado em 10 de julho de 2018 
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