Partido Novo

partido político brasileiro
Partido Novo
Número eleitoral 30
Presidente Eduardo Ribeiro[1]
Vice-presidente Ricardo Taboaço
Secretário administrativo Guilherme Enck
Secretário de finanças Moisés Jardim
Fundação 12 de fevereiro de 2011 (9 anos)
Registro 15 de setembro de 2015 (5 anos)[2]
Ideologia
Espectro político Direita[8][9]
Membros (2020) 41 638 filiados[10]
Governadores (2020)[11]
1 / 27
Prefeitos (2016)[12]
0 / 5 568
Senadores (2020)[11]
0 / 81
Deputados federais (2020)[11]
8 / 513
Deputados estaduais (2018)[11]
13 / 1 024
Vereadores (2020)[13]
29 / 56 810
Cores      Branco

     Laranja

     Verde

Página oficial
novo.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Novo (NOVO) é um partido político brasileiro de direita[8][14] alinhado às ideias do liberalismo econômico.[3][15] Fundado em 2011 por 181 pessoas sem carreira política,[4][16][17] teve seu registro deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de Setembro de 2015 e tem o 30 como número eleitoral.[18] Em outubro de 2020 o partido possuía 41.638 filiados.[19]

Dentre os posicionamentos do partido, recebeu destaque[20] a não utilização de dinheiro público, mantendo-se através de doações e contribuição dos filiados.[21][22] Segundo o partido, que diz rejeitar rótulos políticos,[3][23] seu principal posicionamento consiste na defesa da democracia e das liberdades individuais, com incentivo ao empreendedorismo e à participação do cidadão na política, com atuação do Estado nas áreas de educação básica, saúde, segurança, infraestrutura e preservação da moeda.[14][23] Segundo os fundadores, o partido tem como princípio a defesa da liberdade econômica.[24]

Em sua estreia, nas eleições de 2016, elegeu quatro vereadores, em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, e Belo Horizonte.[25] Para as eleições de 2018 houve 409 candidatos em 18 estados e no Distrito Federal,[26][27] elegendo 11 deputados estaduais e 8 federais (3 em São Paulo, 2 em Minas Gerais, os demais do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) no primeiro turno. Na candidatura à presidência, João Amoêdo ficou com quase 3% dos votos válidos, em 5° lugar, atrás de Geraldo Alckmin, Ciro Gomes, Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, e à frente de Marina Silva e Henrique Meirelles.[28]

HistóriaEditar

Fundação e registroEditar

O partido foi fundado em 12 de fevereiro de 2011 por 181 cidadãos de 35 profissões diferentes e oriundos de dez estados da Federação.[14][29] Segundo Amoêdo, em declaração feita à Infomoney, a ideia de formar um novo partido frente aos existentes é que nenhum deles defenderia as ideias do partido novo, e que "para atrair pessoas engajadas, com vontade de mudar, seria mais fácil começar do zero."[30]

As despesas ligadas à criação do partido, de cerca de cinco milhões de reais,[31] receberam aporte significativo de seu fundador João Amoêdo (4,5 milhões de reais), além de doações importantes de Pedro Moreira Salles (cem mil reais) e Cecília Sicupira, mulher do empresário Carlos Alberto Sicupira.[32] Segundo a revista Valor Econômico, os principais financiadores do partido "gravitam em torno do Itaú Unibanco" e incluem, além de Amoêdo e Moreira Salles, o ex-presidente do conselho diretivo de banco, Fernão Bracher, o vice-presidente do banco, Eduardo Mazzilli de Vassimon, o presidente da Fundação Itaú Social e ex-presidente do Banco Santander Brasil, Fábio Barbosa, o fundador e acionista da Porto Seguro (empresa na qual o Itaú Unibanco tem participação), Jayme Garfinkel, e o ex-presidente do Unibanco, Israel Vainboim.[33][34]

O partido angariou 497 mil certidões reconhecidas em cartório, dando entrada em Julho de 2014 ao pedido de registro no Tribunal Superior Eleitoral.[35] Em 26 de Junho de 2015, o TSE confirmou que não houve duplicidade nas assinaturas de apoio.[36] Em 15 de setembro de 2015, o partido teve seu registro definitivo aprovado após apresentar 492 414 assinaturas de eleitores apoiando sua criação.[37] Também comprovou a fundação de nove diretórios estaduais (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Rio Grande do Norte), outro requisito previsto por lei.[37][38]

OrganizaçãoEditar

Programa partidárioEditar

O programa do partido foca na defesa de um Estado democrático que preserve liberdades individuais, incentive o empreendedorismo, a concorrência, e a participação do cidadão na vida política, bem como a atuação do Estado nas áreas de educação básica, saúde, segurança, infraestrutura e preservação da moeda,[14][23] sendo suas ideias alinhadas ao liberalismo econômico.[39] O objetivo principal, segundo os fundadores, é de assegurar a liberdade econômica, bem como de "acabar com os privilégios" ao invés de "proteger uma elite".[24]

Dentre outros posicionamentos, recebeu destaque[20] a não utilização do fundo partidário em campanhas, sendo o partido mantido exclusivamente por seus filiados e doadores.[21][22]

Outros posicionamentos incluem o fim do tempo de propaganda gratuito na televisão, a redução do protecionismo econômico,[40] o fim do voto obrigatório e o fim do fundo partidário; defendendo, portanto, o financiamento exclusivamente privado de campanha.[41] Outras propostas incluem a contrariedade a programas de cotas nas universidades,[42] e a defesa de uma flexibilização para o porte de armas.[43] O partido não possui posição fixa sobre a descriminalização do aborto e das drogas,[44] sendo tais posicionamentos de livre escolha dos candidatos.[45] O partido posiciona-se favoravelmente ao casamento homoafetivo.[45]

Amoêdo, fundador do partido, afirma que não gosta das rotulações políticas, o que seria demonstrado nas propostas defendidas pela sigla.[4] Amoêdo defende a redução da carga tributária e da interferência do Estado na vida das pessoas, bem como a privatização de empresas estatais (como a Petrobrás e o Banco do Brasil)[14][37][46] afirmando que as empresas devem ser geridas pela iniciativa privada.[4] Em entrevistas, aponta que o partido busca uma diminuição da carga tributária aliada ao corte de custos do Estado em áreas de grande impacto, mas reconhece a importância de programas sociais do governo, como o Bolsa Família, que possui influência mínima no orçamento comparado com outras políticas dos últimos governos.[15][47]

Filiação e candidaturaEditar

Segundo o partido, o processo de filiação e candidatura incorpora:[48]

  • Ficha limpa: filiados e candidatos devem preencher os pré requisitos da lei Ficha Limpa;
  • Limitação ao "carreirismo político": é vedado ao filiado eleito para cargo no Poder Legislativo que se candidate a mais de uma reeleição consecutiva para o mesmo cargo;
  • Gestão independente: a gestão partidária não pode ser feita por candidato ou por ocupante de cargo eletivo;
  • Compromisso de cumprimento do mandato parlamentar: a renúncia a mandato eletivo para concorrer a cargo diverso ou ocupar cargo no Executivo, sem o aval do Diretório, é considerado ato de indisciplina partidária;
  • Vinculação do candidato às suas propostas: definição prévia do Compromisso de Gestão e do Compromisso de Atuação Legislativa prevendo metas a serem cumpridas;
  • Inexistência de cobrança percentual do salário do mandatário: a contribuição partidária mínima é igual para filiados e candidatos eleitos.

O partido pretendeu estabelecer um processo seletivo como requisito à candidatura, que incluía prova online e entrevista presencial para testar os conhecimentos do candidato.[49][50][51] Todavia, esse dispositivo foi negado pelo Tribunal Superior Eleitoral, por entender que a candidatura deve ser definida em convenção partidária, e não por comissões.[52]

PresidentesEditar

Nome Mandato Notas e Referências
Início Fim
João Amoêdo 12 de fevereiro de 2011 (fundação) 4 de julho de 2017 [53]
Ricardo Taboaço 4 de julho de 2017 25 de julho de 2017 [53]
Moisés Jardim 25 de julho de 2017 30 de janeiro de 2019 [1]
João Amoêdo 30 de janeiro de 2019 5 de março de 2020 [54]
Eduardo Ribeiro 5 de março de 2020 atualidade [55]

AtuaçãoEditar

Financiamento públicoEditar

Uma das bandeiras do partido que recebeu destaque é a não utilização de dinheiro público em campanhas.[20] Nas eleições de 2018 o partido foi o único a não utilizar o fundo eleitoral de R$1,7 bilhões, sendo os recursos devolvidos ao Tesouro Nacional,[56] e o mesmo nas eleições municipais de 2020, onde foi disponibilizado aos partidos um fundo de R$2 bilhões, e a cota de R$36,5 milhões do Novo retornada ao Tesouro Nacional.[57][58]

O partido se propôs também a reduzir os custos de mandato, não utilizando o fundo partidário para financiamento das atividades regulares,[21][22] e afirma manter os recursos guardados enquanto não puderem ser devolvidos ao Tesouro - a lei permite apenas a redistribuição aos outros partidos, e uma proposta de Van Hatten, à época do Novo, para devolução ao Tesouro, foi rejeitada pela Câmara.[59] No que tange a verba parlamentar, o partido foi o que menos gastou em 2019,[60] afirmando uma economia de R$17 milhões na bancada federal.[61] Nas assembleias estaduais, em 2019 apresentou economia de verba em São Paulo,[62] Minas,[63] e Rio Grande do Sul.[64] Apesar disso, alguns parlamentares do Novo tiveram gastos mais elevados que os demais, além de utilizarem benefícios como o auxílio-moradia, ao contrário do que foi divulgado em campanha eleitoral[65]. Após cobrança de apoiadores e filiados com relação aos deputados que utilizavam benefícios parlamentares, o partido lançou uma resolução para proibir que seus deputados usufruam do auxílio-moradia, obrigando-os a renunciarem o auxílio.[66]

Governo BolsonaroEditar

No segundo turno das eleições, o Novo declarou em nota que não apoiaria Bolsonaro, nem Haddad, mas enfatizou críticas ao PT[67], enquanto Zema, candidato ao governo de Minas, declarou apoio a Bolsonaro[68]. Logo após o início do mandato parlamentar, o até então candidato à presidência da Câmara, o deputado Marcel Van Hattem, do Novo, afirmou que o partido manteria a posição de independência em relação ao governo Jair Bolsonaro.[69]

Em entrevista ao UOL, João Amoêdo, ex-candidato a presidência da república pelo partido NOVO e uma das principais lideranças do partido, também assumiu ter votado em Bolsonaro como voto oposicionista ao Partido dos Trabalhadores[70]. Em artigo escrito pelo próprio João Amoêdo no jornal Folha de S.Paulo logo após o primeiro turno das eleições de 2018, o ex-candidato afirmou "voto contra o PT, mas não em algo que acredito" [71]. O Novo passou a ter um membro na equipe ministerial do governo quando o Ricardo Salles foi nomeado para o Ministério do Meio Ambiente[70]. Salles foi expulso do partido em maio de 2020. Na nota do comitê de ética do partido, consta que a causa da expulsão se deve ao ministro ter aceitado ser Ministro do Meio Ambiente a convite do Presidente Jair Bolsonaro, com relação ao qual o Partido Novo toma posição independente, sem qualquer aviso prévio ou autorização da sigla.[72]

No legislativo, até maio de 2019 o Novo votou com o governo na maioria das pautas, votando contra em apenas uma.[73] Segundo Van Hattem, líder do partido na câmara, e Amoêdo, então presidente, o alinhamento se daria pelo apoio do Novo ao projeto econômico do governo Bolsonaro, capitaneado por Paulo Guedes. Com o alinhamento nas votações, em 2019 o partido conquistou espaço no governo, sendo até mesmo alvo de "ciúme" de alguns deputados do PSL, que apontaram que a cúpula do governo Bolsonaro tinha diálogos próximos e dava preferência aos membros do Novo, que era "queridinho" do governo[74]. As discordâncias aparecem em pautas culturais que não são reguladas pelo partido, como aborto.[75] Entretanto, olhando-se dados mais atualizados, em Setembro de 2020, o apoio do Novo ao governo Bolsonaro caiu, sendo o 5º partido que mais votou de acordo com as pautas do governo empatando com o PSDB[76].

Dentro das principais lideranças do partido, há correntes de apoio e de oposição a Bolsonaro dentro do partido, mais notavelmente nas pessoas de Zema e Amoêdo, respectivamente. Enquanto Amoedo criticava Bolsonaro ferrenhamente, Zema o apoiava publicamente.[77][78] Seja como for, a questão sobre um racha interno na sigla[75] por conta da aproximação ao bolsonarismo[79] aumentou em outubro, especialmente pela suspensão de Filipe Sabará[80] da disputa à prefeitura de São Paulo.[81]

Participação e desempenho eleitoraisEditar

Eleições municipais de 2016Editar

Em sua estreia, o partido NOVO lançou 142 candidatos a Câmara de vereadores em todo o Brasil e apenas um candidato para a prefeitura na cidade do Rio de Janeiro, com a candidata Carmen Migueles que conquistou 38.512 votos com 1,27% dos votos validos, não sendo eleita. [82]

O NOVO elegeu quatro vereadores em quatro capitais, sendo eles, Janaína Lima em São Paulo, Leandro Lyra no Rio de Janeiro, Mateus Simões em Belo Horizonte e Felipe Camozzato em Porto Alegre,[25][83] sem a utilização de fundo partidário,[21][22] os quais tiveram como pauta a redução da verba de gabinete, obtendo economia de R$1 milhão por ano, em um dos casos.[14][83] No início de 2017, o partido figurava-se em primeiro na lista dos mais curtidos do Brasil no Facebook.[51][84]

Eleições gerais de 2018Editar

Em 2018, foi anunciado o ex-presidente do partido João Amoêdo à presidência da república e de Christian Lohbauer à vice-presidência.[51][85] Em 23 de maio de 2018, o NOVO trouxe o engenheiro e CEO do Clube de Regatas do Flamengo Fred Luz para a função de marketing da campanha de Amoêdo à presidência.[86][87][88] Amoêdo ficou em quinto lugar com quase 3% dos votos válidos, atrás de Geraldo Alckmin e à frente de Marina Silva e Henrique Meirelles.

Nas eleições parlamentares, o partido lançou candidatos a senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais,[26][27] elegendo 11 deputados estaduais, 1 distrital, e 8 federais no primeiro turno.[89] Para o governo estadual, o partido lançou 5 candidatos, dentre eles Rogério Chequer no estado de São Paulo, Marcelo Trindade no Rio de Janeiro, Romeu Zema em Minas Gerais, Mateus Bandeira no Rio Grande do Sul e Alexandre Guerra no Distrito Federal.[26] Zema ficou em primeiro lugar na disputa mineira com 43% dos votos válidos,[90] e no segundo turno, foi eleito o primeiro governador da história do partido, com 71,8% dos votos válidos.[91]

Eleições municipais de 2020Editar

Durante a campanha que antecedeu as eleições municipais de 2020, o partido apresentou um número reduzido de candidaturas,[92] fazendo-se representar por trinta candidatos a prefeito e 620 candidatos a vereador.[92] O número restrito de candidaturas foi objeto de criticas por parte de Romeu Zema e de sua equipe, que apontaram a seletividade do partido como uma barreira.[93][92][94] Essa mesma seletividade, embora considerada louvável, foi relacionada a uma dificuldade do partido em renovar-se e à sua tendência a manter-se "uma legenda de ricos, brancos e diplomados".[92] De fato, a renda média dos candidatos do partido foi a maior dentre todos os partidos políticos do país, tanto para prefeito (4,3 milhões de reais) quanto para vereador (1,1 milhão de reais),[95] muito acima da dos partidos em segunda colocação (respectivamente dois milhões e 324 mil reais).[95]

Durante a campanha, pesquisas de intenção indicaram dificuldades do partido em angariar suporte junto ao eleitorado, e que isso estaria relacionado a turbulências internas do partido.[96] O candidato do NOVO à prefeitura de São Paulo, Filipe Sabará, foi expulso do partido por conta de incidentes progressivos que incluiram o apoio ao governo de Jair Bolsonaro, elogios a Paulo Maluf, mentir em seu currículo e irregularidades em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral.[96][94]

Como resultado, foram eleitos 29 vereadores, mas nenhum prefeito no primeiro turno.[97][93] Um candidato a prefeito, Adriano Silva disputará o segundo turno em Joinville, Santa Catarina.[94] Embora o resultado tenha sido ligeiramente superior ao das eleições municipais de 2016, ele foi alvo de críticas por baixo desempenho, inclusive por Amoedo, que lamentou o baixo aproveitamento da legenda no pleito.[93][94][97]

Eleições presidenciaisEditar

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato(a) a Vice-Presidente Coligação Votos % Colocação
2018   João Amoêdo Christian Lohbauer Sem coligação 2.679.596
2,5 / 100

Participação em eleições parlamentares federaisEditar

Quantidade, por legislatura, de congressistas eleitos pelo Partido NOVO para cada uma das duas casas do Congresso Nacional:

Câmara dos Deputados[98]
Legislatura Bancada % ±
56.ª (2019–2023)
8 / 513
1,56   8[99]
Senado Federal[100]
Legislatura Bancada % ±
56.ª (2019–2023)
0 / 81
0,00   0[101]

Esses números representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente. Entre os senadores, foram incluídos aqueles que não concorreram por ainda estarem na metade de seus mandatos.

Nas eleições de 2018, o partido elegeu, em São Paulo, os deputados Alexis Fonteyne, Adriana Ventura e Vinicius Poit; Tiago Mitraud e Lucas Gonzalez em Minas Gerais, Paulo Ganime no Rio de Janeiro; Marcel van Hattem como mais votado no Rio Grande do Sul e Gilson Marques em Santa Catarina.[102]

Participação em eleições estaduaisEditar

Quantidade, por eleição geral, de governadores e deputados estaduais e distritais eleitos pelo Partido NOVO:

Ano Eleitos % Var.
Unidades federativas
2018
1 / 27
3,70   1[103]
Ano Eleitos % Var.
Assembleias legislativas
2018
12 / 1 059
1,13   12

Esses números representam o início dos mandatos, desconsiderando, por exemplo, candidaturas cassadas.

Participação em eleições municipaisEditar

Quantidade, por eleição municipal, de prefeitos e vereadores eleitos pelo Partido NOVO:[13]

Ano Eleitos % Var.
Prefeituras
2016
0 / 5 565
0,00   0
2020
0 / 5 565
0,00   0
Ano Eleitos % Var.
Câmaras de vereadores
2016
4 / 56 810
0,01   4
2020
29 / 56 810
0,05   25

Fundação NovoEditar

A Fundação Novo é uma think tank ligada ao partido que tem com principais objetivos elaborar propostas para programas de governo; desenvolver estudos de políticas públicas, conduzir atividades de educação política, e realizar convênios e parcerias com outras instituições no Brasil e no exterior.[104] Atualmente é presidida por Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real.[105][106][107]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b Site Partido Novo (21 de setembro de 2017). «Composição do diretório nacional do NOVO». Assume a presidência Moisés Jardim 
  2. «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Consultado em 7 de Novembro de 2015 
  3. a b c «Pró-liberalismo e privatizações, partido Novo rejeita rótulo de direita». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de Março de 2017 
  4. a b c d PINHEIRO, Joel (26 de Setembro de 2014). «Conversamos com João Amoedo, fundador do partido Novo». Spotniks (revista online). JOÃO AMOEDO: A gente tem dito o seguinte: o Novo começou sem políticos [fonte confiável?]
  5. «Partido Novo, o intruso liberal na política brasileira». Como a legenda furou o bloqueio das forças políticas tradicionais e se habilitou a participar do jogo eleitoral do país 
  6. «Posicionamentos - Partido Novo seus posicionamentos e ideais». PARTIDO NOVO 
  7. Favaro, Cristian (22 de maio de 2018). «João Amoêdo se diz 'liberal na economia', mas 'conservador nos costumes'». O Estado de S. Paulo. Consultado em 23 de maio de 2019. Cópia arquivada em 23 de maio de 2019 
  8. a b J. P. (3 de Abril de 2014). «The loneliness of the right-wing legislator». The Economist. ...Ronaldo Caiado, a member of the Democrats, one of two right-wing parties in Congress (the other disguises itself under the name the Progressive Party). Mr Caiado bashes government bloat, talks tough on crime and preaches traditional morals. His is a lonely lot in Brazil’s legislature. Reinforcements may be on the way. João Amoêdo is founder and chairman of a freshly minted political outfit called Novo (“New”). Its platform of free markets, a minimal state, low taxes and individual liberties (including the right to bear arms) looks outlandish in comparison with the Brazilian political ideal of “tropical Sweden”, to use Mr Unger’s phrase. Mr Amoêdo, a financier in his day job, even dares utter the word “privatisation” in the context of national champions such of Petrobras, the state-controlled oil giant.(...) 
  9. Eduardo Maretti (24 de Setembro de 2015). «Partido Novo assume eleitorado de direita e Rede, de Marina, é a 34ª legenda no país». Rede Brasil Atual. "O Partido Novo é uma legenda que não só representa a direita, como não esconde sua posição. Enquanto outras agremiações conservadoras não assumem claramente o espectro em que atuam, se posicionando como uma direita envergonhada, o Novo não nega o que é." Prof. Maria do Socorro Sousa Braga, da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). 
  10. «Número de filiados» 
  11. a b c d «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  12. «Resultados - Tribunal Superior Eleitoral» 
  13. a b «NOVO elege 29 vereadores em 19 cidades». Partido Novo. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2020. O NOVO participou das eleições municipais de 2020 elegendo 29 candidatos em 19 municípios. Em 2016, sua primeira participação, o NOVO esteve em 5 municípios e elegeu 4 vereadores. 
  14. a b c d e f «O que João Amoêdo pode fazer no Planalto». ISTOÉ DINHEIRO. 15 de Dezembro de 2017 
  15. a b Pinheiro, Leo. «Desilusão com a política pode ajudar Novo a crescer, diz presidente da sigla». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de Outubro de 2015. O país não cresce porque a carga tributária é tão grande, que ninguém consegue investir, ninguém consegue produzir... O governo teria que pensar numa reforma realmente estrutural, teria que dizer o seguinte: eu parto do pressuposto de que não dá para aumentar mais nenhum imposto. Se essa é a realidade, vou olhar para dentro de casa –o que dá para fazer? O que a gente pode cortar? O que a gente pode rever? E aí fazer realmente cortes estruturais... Nós achamos que alguns programas são importantes e válidos, como o Bolsa Família 
  16. «Fundadores do Partido Novo - Origens, ideais e objetivos». PARTIDO NOVO 
  17. Fernanda Krakovics (21 de Abril de 2017). «Bernardinho troca PSDB pelo Partido Novo». O Globo. A legenda acrescenta ainda que "esse grupo de pessoas nunca havia se candidatado a nenhum cargo eletivo" 
  18. RAMALHO, Renan (15 de Setembro de 2015). «TSE aprova registro do Partido Novo, 33ª legenda no país». G1 
  19. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 11 de novembro de 2020 
  20. a b c
  21. a b c d Marcelo Godoy (19 de Março de 2017). «'O atual Congresso deseja se perpetuar'» (entrevista com João Amoêdo). Estadão. Quanto o Novo já recebeu do Fundo Partidário? Cerca de R$ 1,9 milhão. Quanto desse dinheiro o Novo gastou? Absolutamente nada. 
  22. a b c d Renan Rodrigues. «Partido Novo é contra Fundo Partidário e planeja se financiar só com doações de pessoas físicas». O Globo. Globo.com. Consultado em 5 de Outubro de 2016 
  23. a b c «Partido NOVO | Gestão e Cidadania». Partido NOVO. Consultado em 12 de Novembro de 2015. Cópia arquivada em 21 de Abril de 2017 
  24. a b FUCS, José (25 de Maio de 2014). «João Dionísio Amoedo: "A gente quer acabar com os privilégios"». Revista Época 
  25. a b Murilo Ramos. «Partido Novo elege vereadores em quatro capitais». Época. Globo.com. Consultado em 5 de Outubro de 2016 
  26. a b c «NOVO». candidatos.novo.org.br (em inglês). Consultado em 25 de setembro de 2018 
  27. a b «PSL mais que dobra número de candidatos e desbanca PT nas eleições 2018». G1 
  28. «João Amoêdo comemora desempenho do partido Novo nas eleições» 
  29. «Quem Somos: NOVO». novo.org.br. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 22 de setembro de 2017 
  30. UELLER, Leonardo Pires (13 de Junho de 2014). «Com a cara do mercado? Partido Novo surge para dar voz aos liberais do Brasil». Infomoney 
  31. Kroehn, Márcio (15 de dezembro de 2017). «Uma face nova na política». ISTOÉ Dinheiro. Consultado em 19 de agosto de 2018 
  32. «Candidato do Novo, João Amoêdo defende privatização de todos os serviços públicos do país». BBC. 27 de abril de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018 
  33. Fernandes, Maria Cristina (26 de setembro de 2016). «Maiores financiadores do partido Novo têm origem no Itaú Unibanco». Valor Econômico. Consultado em 28 de agosto de 2018 
  34. Fernandes, Maria Cristina (30 de setembro de 2016). «Maiores financiadores do partido Novo têm origem no Itaú Unibanco». Federação dos Bancários do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Consultado em 1 de setembro de 2018 
  35. BATISTA, Renata (28 de Julho de 2014). «'Partido Novo' pede registro no TSE e terá diretórios em nove Estados». Revista Valor 
  36. «TSE aprova registro do Partido Novo, legenda fundada em 2011 por empresários, médicos e advogados». Justiça em Foco. 15 de Setembro de 2015. a Coordenadoria de Registros Partidários do Tribunal constatou que não houve duplicidade entre as certidões apresentadas 
  37. a b c «TSE aprova registro do Partido Novo, 33ª legenda no país». Consultado em 16 de Setembro de 2015 
  38. «Plenário do TSE aprova pedido de registro do Partido Novo - Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 16 de Setembro de 2015 
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  40. «Em Cuiabá, empresários organizam partido NOVO». Consultado em 4 de Fevereiro de 2017 
  41. Partido Novo Visitado em 19 de Novembro de 2014. Brasília Capital.
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  43. Medeiros, Luiz Guilherme. «TSE aprova registro do Partido NOVO». Brasil Post. Consultado em 28 de Outubro de 2015 
  44. Germano, Paulo. «Novos partidos chegam ao cenário político prometendo bandeiras mais claras». Zero Hora. Consultado em 28 de Outubro de 2015 
  45. a b «João Amoêdo se diz 'liberal na economia', mas 'conservador nos costumes'». Estadão. 22 de Maio de 2018. O pré-candidato disse, entretanto, que temas polêmicos não estão fechados dentro do partido e que os filiados podem expressar suas opiniões livremente. "A união homoafetiva no Novo é uma definição do partido, como instituição. Somos todos favoráveis. A questão do aborto, até porque é um tema polêmico, nós deixamos isso a cada mandatário definir o que vai fazer. Teremos candidatos que são contra e candidatos que são a favor", disse. 
  46. «João Dionísio Amoedo: "A gente quer acabar com os privilégios"». Revista Época. Consultado em 21 de Maio de 2017. Para o presidente e fundador do Partido Novo, o país deve privatizar as empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil, para melhorar a gestão do setor público 
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  48. «NOSSOS DIFERENCIAIS». Partido Novo. Consultado em 18 de Novembro de 2014. Cópia arquivada em 21 de Abril de 2017 
  49. «Partido NOVO | Gestão e Cidadania». Partido NOVO. Consultado em 21 de setembro de 2017 
  50. Julio Cesar. «Partido NOVO completa um ano e participa de sua primeira eleição». O Diario 
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