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Portal:Grande Porto

Portal do PRT.png Grande Porto
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Porto - Pont de Lluís I.JPG

Este portal é dedicado ao Grande Porto, uma metrópole multimunicipal portuguesa, constituída em subregião própria (NUTS III), parte da Região Norte.

O Grande Porto ocupa uma área total de 1.024 km², tem 1.392.189 habitantes (INE, 2007) e é constituído por onze concelhos: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Santo Tirso, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia. O Grande Porto não é inteiramente coincidente com a Área Metropolitana do Porto que é mais abrangente, incluindo também os municípios de Arouca, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Vale de Cambra e Trofa.

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Leça do Balio
Leça do Balio é uma freguesia do concelho de Matosinhos, com 8,88 km² de área e 15 673 habitantes (2001).

De acordo com várias escavações arqueológicas levadas a cabo na região, existem indícios da existência de monumentos megalíticos em freguesias vizinhas, o que poderá significar que Leça de Balio já era ocupada há milhares de anos, desde o período Neolítico. Indícios de um pequeno castro da idade do Ferro foram também encontrados na elevação de Recarei.

Encontram-se duas pontes de origem romana que comprovam a presença desta civilização, entre as quais a Ponte da Pedra (hoje de feição medieval), sobre o rio Leça, e outra próxima do Araújo, a Ponte dos Ronfos ou da Azenha (cujos vestigíos são mais evidentes). Da época romana também teria havido a Villa Decia e um templo dedicado a Júpiter, apontado no local onde hoje se situa o Mosteiro de Leça do Balio. A região foi sede do antigo couto de Leça do Balio que existiu entre 1123 e 1835. Era constituído pelas freguesias de Aldoar, Custóias, Infesta e Leça do Balio.

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Citação
Existe entre o Porto e Lisboa uma velha rivalidade que se define nas pitorescas designações ridicularizantes com que o azedume do vulgo nas duas terras reciprocamente se mutua.
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Almeida Garrett
Almeida Garrett (Porto, 4 de Fevereiro de 1799Lisboa, 9 de Dezembro de 1854) foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino e ministro português.

Participou da Revolução liberal do Porto de 1820, seguindo para o exílio na Inglaterra em 1823. Juntamente com Alexandre Herculano e Joaquim António de Aguiar, tomou parte no Desembarque do Mindelo e no Cerco do Porto em 1832 e 1833. A vitória do Liberalismo permitiu-lhe instalar-se novamente em Portugal, exercendo cargos políticos, distinguindo-se nos anos 30 e 40 como um dos maiores oradores nacionais.

Almeida Garrett dá início ao seu projecto de regeneração do teatro português, levando à cena Um Auto de Gil Vicente, Filipa de Vilhena e O Alfageme de Santarém, todas sobre temas da história de Portugal. Em 1844 é publicada a sua obra-prima, Frei Luís de Sousa.

Garrett publica o Romanceiro e o Cancioneiro Geral, colectâneas de poesias populares portuguesas, e O Arco de Santana. Esta obra seduz, não só pela recriação do ambiente medieval do Porto, mas sobretudo pela qualidade da prosa, desespartilhada das convenções anteriores e muito mais próxima da linguagem falada. A obra que se lhe seguiu deu expressão ainda mais vigorosa a estas tendências: Viagens na minha terra, livro híbrido em que impressões de viagem, de arte, paisagens e costumes se entrelaçam com uma novela romântica sobre factos contemporâneos do autor e ocorridos na proximidade dos lugares descritos.

Na poesia, Garrett não foi menos inovador. As duas colectâneas publicadas na última fase da sua vida (Flores sem fruto e, sobretudo Folhas caídas) introduziram uma espontaneidade e uma simplicidade praticamente desconhecidas na poesia portuguesa anterior.

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Muralha Primitiva (Porto).JPG

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