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Liga dos Campeões da UEFA

Principal competição europeia de futebol, organizada pela UEFA.
(Redirecionado de UEFA Champions League)
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UEFA Champions League
Liga dos Campeões da UEFA
116px-UEFA Champions League logo 2 svg.png
Logótipo da Liga dos Campeões da UEFA
Dados gerais
Organização UEFA
Edições 63
Outros nomes Copa dos Campeões da Europa
Local de disputa União Europeia Europa
Sistema Grupos e Eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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A Liga dos Campeões da UEFA (em inglês: UEFA Champions League), é uma competição anual de clubes de futebol a nível continental, organizada pela União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) e disputada por clubes europeus. É um dos torneios mais prestigiados do mundo e a competição de clubes mais prestigiada no futebol europeu, desempenhada pelos campeões das competições nacionais das mais fortes associações nacionais da UEFA. A final da Liga dos Campeões da UEFA é o evento esportivo anual mais visto em todo o mundo. A final da edição de 2012–13 teve o maior número de audiência até o momento, atraindo 360 milhões de telespectadores.[1]

Introduzido em 1992, a competição é a sucessora da Taça dos Clubes Campeões Europeus (português europeu) ou Copa dos Clubes Campeões Europeus (português brasileiro), que havia sido disputada desde 1955, acrescentando uma fase de grupos à competição, permitindo a participação vários participantes de diversos países [2] A edição de 1992–93 foi inicialmente um torneio que havia apenas grupos, aberto apenas ao clube campeão de cada país. Durante a década de 1990, o formato foi expandido, incorporando uma fase pré qualificatória para incluir clubes que terminaram vice-campeão dos seus campeonatos nacionais.[2] Embora a maioria dos campeonatos nacionais da Europa apenas o campeão nacional possa participar, os campeonatos nacionais mais fortes oferecem quatro vagas para a competição[3] e fornecerá até cinco vagas na temporada 2015–16 em diante.[4] Os clubes que não se qualificam para a Liga dos Campeões, podem ser elegíveis para a Liga Europa da UEFA.

No seu formato atual, a Liga dos Campeões começa em meados de julho com três rodadas de qualificação e uma rodada de play-off. As dez equipes sobreviventes entram na fase de grupos, juntando outras 22 equipes previamente qualificadas. As 32 equipes são colocadas em oito grupos de quatro equipes e jogam em um sistema ida e volta. As oito equipes que ficarem na primeira colocação em cada grupo e as oito que ficarem na segunda colocação de cada grupo, avançam para a fase eliminatória que culmina com a partida final em maio.[5] O vencedor da Liga dos Campeões se qualifica para a Supercopa da UEFA e para a Copa do Mundo de Clubes da FIFA.[6][7]

O Real Madrid é o clube mais bem sucedido da história da competição, tendo ganho o torneio 13 vezes, incluindo as primeiras cinco temporadas. Os clubes espanhóis acumularam o maior número de vitórias (18 vitórias), seguido da Inglaterra e Itália (12 vitórias cada).[8] A competição foi conquistada por 22 clubes diferentes, 12 dos quais ganhou mais de uma vez. A única equipe tricampeã consecutiva desde que a competição adotou o molde atual (na temporada 1992-93, como UEFA Champions League) foi o Real Madrid garantindo seu décimo terceiro título ao derrotar o Liverpool por 3-1 na final de 2017-2018. Assim, eles se tornaram a primeira equipe na história da Liga dos Campeões da UEFA a defender o seu título com sucesso.

Índice

HistóriaEditar

Ao longo da história, várias tentativas foram criadas para tentar iniciar um torneio que reunisse os melhores clubes europeus. O primeiro torneio pan-europeu foi o Challenge Cup , uma competição entre clubes no Império Austro-Húngaro. A Mitropa Cup, uma competição inspirada na Copa Challenge, foi criada em 1927, uma ideia do austríaco Hugo Meisl, e foi disputada entre clubes da Europa Central. Em 1930, a Coupe des Nations, a primeira tentativa de criar uma copa para clubes campeões nacionais da Europa, foi jogada e organizada pelo clube suíço Servette. Realizada em Genebra, reuniu dez campeões de todo o continente. O torneio foi conquistado pela Újpest da Hungria. As nações latino-européias se uniram para formar a Copa Latina em 1949. Até que finalmente em 1955 foi criado uma nova competição, que viria a ser a principal competição de clubes da Europa.

A Taça dos Clubes Campeões Europeus (português europeu) ou Copa dos Clubes Campeões Europeus (português brasileiro) foi inspirada no Campeonato Sul-Americano de Campeões e na Copa Rio.[9] Jacques Ferran e Gabriel Hanot, ambos jornalistas franceses do L'Équipe, cobriram a competição sul-americana.[10] O documento da UEFA sobre a história da Copa dos Campeões da Europa confirma que Jacques Ferran e Gabriel Hanot foram os idealizadores da competição continental europeia.[11] Em entrevista à reportagem do programa de TV esportivo Globo Esporte de 10 de maio de 2015, Jacques Ferran confirmou que o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948 foi a inspiração da Copa dos Campeões da Europa:[12]

Como a Europa, que queria estar à frente do resto do mundo, não era capaz de realizar uma competição nos moldes do Campeonato Sul-Americano de 1948? Precisávamos seguir este exemplo.
 
Jacques Ferran.

ClassificaçãoEditar

 Ver artigo principal: Coeficientes da UEFA
 
Mapa dos países da UEFA cujos times alcançaram a fase de grupos da Liga dos Campeões da UEFA
  País membro da UEFA que foi representado em fase de grupos
  País membro da UEFA que não foi representado na fase de grupos

Desde a temporada de 2009-10, a competição começa com uma fase de grupos com jogos de ida e volta, que é precedida por rodadas de qualificação para equipes que não recebem entrada direta no torneio propriamente dito. As rodadas de qualificações são divididas entre as equipes qualificadas em virtude de serem campeões da liga e as qualificadas do 2º ao 4º no seu campeonato nacional.

O número de equipes que cada associação tem para a competição baseia-se nos coeficientes da UEFA das associações membros. Esses coeficientes são gerados pelos resultados dos clubes que representam cada associação durante as últimas temporadas da Liga dos Campeões e da Liga Europa. Quanto maior o coeficiente de uma associação, mais equipes representam a associação na Liga dos Campeões e menos nas rodadas de qualificação.

Cinco dos dez lugares restantes da qualificação são concedidos aos vencedores de um torneio de quatro turnos entre os restantes 40 ou 39 campeões nacionais, nos quais os campeões de associações com coeficientes mais altos recebem adeus para rodadas posteriores. Os outros cinco são concedidos aos vencedores de um torneio de qualificação de duas rodadas entre os 15 clubes das associações classificadas 1 a 15, que se qualificaram com base em terminar segundo, terceiro ou quarto em sua respectiva liga nacional.

Além de critérios esportivos, qualquer clube deve ser licenciado por sua associação nacional para participar da Liga dos Campeões. Para obter uma licença, o clube deve atender a determinados requisitos de estádios, infra-estrutura e finanças.

Na temporada 2005-06, Liverpool e Petržalka Akadémia se tornaram as primeiras equipas a chegarem à fase de grupos da Liga dos Campeões depois de jogar nas três rodadas de qualificação. Na temporada 2008-09, BATE Borisov e Anorthosis Famagusta alcançaram o mesmo feito. O Real Madrid mantém o recorde de participações consecutivas na fase de grupos, tendo se qualificado 21 vezes seguidas (1997-presente). Eles são seguidos pelo Arsenal em 19 (1998-2016) e Manchester United em 18 (1996-2013).

Entre 2003 e 2008, nenhuma diferenciação foi feita entre campeões e não campeões em qualificação. As 16 maiores equipes classificadas se espalham pelas maiores ligas domésticas qualificadas diretamente para a fase de grupos do torneio. Antes disso, três rodadas preliminares de eliminatórias diminuíram as equipes restantes, com equipes diferentes começando em rodadas diferentes.

Uma exceção ao sistema de qualificação europeu usual aconteceu em 2005, depois que o Liverpool venceu a Liga dos Campeões no ano anterior, mas não terminou em um lugar de qualificação da Liga dos Campeões na Premier League naquela temporada. A UEFA deu uma dispensa especial para o Liverpool entrar na Liga dos Campeões, dando a Inglaterra cinco vagas. A UEFA posteriormente decidiu que o campeão em atividade qualifica-se para a competição no ano seguinte, independentemente da colocação da liga doméstica. No entanto, para as ligas com quatro participantes na Liga dos Campeões, isso significou que, se o vencedor da Liga dos Campeões ficasse fora dos quatro melhores da liga doméstica, seria qualificado à custa da equipe do quarto colocado no campeonato. Até 2015-16, nenhuma associação poderia ter mais de quatro participantes na Liga dos Campeões. Em maio de 2012, o Tottenham terminou em quarto lugar na Premier League de 2011-12 , dois lugares à frente do Chelsea, mas não conseguiu se qualificar para a Liga dos Campeões da UEFA de 2012-13, depois que o Chelsea venceu a final de 2012. O Tottenham foi transferido a Liga Europa da UEFA de 2012-13.

Em maio de 2013, foi decidido que, a partir da temporada 2015-16 (e continuando pelo menos para o ciclo de três anos até a temporada 2017-18), os vencedores da Liga Europa da UEFA da temporada anterior se qualificaria para a Liga dos Campeões da UEFA, entrando pelo menos na rodada de play-off e entrando na fase de grupos se a vaga reservada para os titulares dos campeões da Liga dos Campeões não fosse usado. O limite anterior de um máximo de quatro equipes por associação foi aumentado de quatro para cinco, o que significa que uma equipe de quarta posição de uma das três principais associações classificadas só teria que ser transferida para a Liga Europa se alguma equipe do campeonato nacional fosse campeão da Liga dos Campeões.

As três principais ligas da Europa tem vagas para quatro equipes na Liga dos Campeões. Michel Platini, o presidente da UEFA, propôs ter um lugar nas três principais ligas e alocá-lo aos vencedores da Copa da Nação. Esta proposta foi rejeitada em uma votação na reunião do Conselho de Estratégia da UEFA. Na mesma reunião, no entanto, foi acordado que a equipe de terceira colocada nas três principais ligas receberia qualificação automática para a fase de grupos, em vez de entrar na terceira rodada de qualificação, enquanto a equipe do quarto colocado entraria no play-off para não campeões, garantindo um oponente de uma das 15 principais ligas da Europa. Isso fazia parte do plano da Platini para aumentar o número de equipes que se qualificavam diretamente na fase de grupos, ao mesmo tempo em que aumentava o número de equipes de países de baixa classificação na fase de grupos.

TorneioEditar

O torneio começa com uma fase de grupos de 32 equipes, divididas em oito grupos. Os grupos são definidos através de sorteio, sendo que equipes do mesmo país não podem cair em grupos iguais. Cada equipe se encontra com os outros em sua casa e fora em um formato de ida e volta. A equipe vencedora e segundo colocado de cada grupo passam para a próxima rodada. A equipe que fica na terceira colocação entra na Liga Europa da UEFA.

Para este estágio, a equipe vencedora de um grupo joga contra os vice-campeões de outro grupo, e os times da mesma associação podem se enfrentar um contra o outro. A partir das quartas de final, o sorteio é inteiramente aleatório, sem proteção de associação. O torneio usa a regra do gol fora de casa: se a pontuação agregada dos dois jogos estiver empatada, então a equipe que marcou mais golos no estádio do seu oponente avança.

A fase de grupos ocorre de setembro a dezembro, enquanto o mata-mata começa em fevereiro. O sistema de mata-mata também é de ida e volta, com exceção da final. A final geralmente ocorre nas últimas duas semanas de maio.

Distribuição de vagas (de 2015-16)Editar

A partir da edição de 2015-16, o campeão da Liga dos Campeões inicia na rodada dos playoffs. O número máximo de equipes que uma associação pode acessar no torneio também foi aumentado de quatro para cinco.

Equipas que entram nesta rodada Equipas que avançaram da rodada anterior
Primeira rodada de qualificação
(8 equipes)
  • 8 campeões das associações 47-54
Segunda pré-eliminatória
(34 equipes)
  • 4 vencedores da primeira pré-eliminatória
Terceira fase de qualificação Campeões
(20 equipas)
  • 3 campeões das associações 13–15
  • 17 vencedores da segunda pré-eliminatória
Não campeões
(10 equipas)
  • 9 vice-campeões das associações 7-15
  • 1 equipa terceiro colocada da associação 6
Play-off Campeões
(10 equipas)
  • 10 vencedores da terceira ronda de qualificação para campeões
Não campeões
(10 equipas)
  • 5 vencedores da terceira ronda de qualificação para não campeões
Fase de grupos
(32 equipes)
  • 12 campeões das associações 1-12
  • 6 vice-campeões das associações 1-6
  • 3 equipas terceira colocadas das associações 1-3
  • Detentores da Liga dos Campeões da UEFA
  • 5 vencedores da ronda do play-off para os campeões
  • 5 vencedores da ronda de play-off para não campeões
Fase final
(16 equipes)
  • 8 vencedores da fase de grupos
  • 8 segundo colocados da fase de grupos
↑UEL : Os detentores da Liga Europa podem ser promovidos para a fase de grupos se o vencedor da Liga dos Campeões se classificarem para a fase de grupos através da sua liga doméstica. Se o vencedor da Liga dos Campeões vierem de uma associação classificada em 13º ou menor e não se qualificaram para a rota não-campeã com base em sua performance doméstica, os detentores da Liga Europa entrarão na rodada de play-off para os campeões. A lista de acesso é ajustada de acordo para garantir um máximo de dez equipes na rodada de play-off de cada fluxo.
↑UCL : Se ambos os vencedores da Liga dos Campeões e da Europa League são da mesma associação classificados 1 a 3 e nem se qualificam para a Liga dos Campeões através da sua liga doméstica, a equipe do quarto colocado se qualifica para a Liga Europa.

Distribuição futura (a partir de 2018-19)Editar

Em agosto de 2016, a UEFA anunciou mudanças na lista de acesso do torneio, impulsionada para evitar a criação da Super League européia. Os quatro melhores clubes das quatro principais associações nacionais receberão qualificação garantida automaticamente para a fase de grupos. Os titulares da Liga Europa também serão automaticamente qualificados para a fase de grupos. No entanto, o plano aprovado pela UEFA causou indignação entre associações menores. Após a sua eleição como novo presidente da UEFA, Aleksander Čeferin disse que irá rever o novo sistema. Em dezembro de 2016, a UEFA confirmou que o plano continuará.

Sendo assim, do primeiro ao quarto colocado dos campeonatos desses países, Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra entrarão diretamente na fase de grupos.

HinoEditar

 Ver artigo principal: Hino da Liga dos Campeões da UEFA

O hino da Liga dos Campeões da UEFA, foi escrito por Tony Britten e é uma adaptação do Zadok the Priest de George Frideric Handel (um dos seus hinos da coroação). Em 1992, a UEFA fez o pedido a Britten para organizar um hino, o arranjo foi realizada pela Orquestra Filarmônica Real de Londres e cantada pela Academy of Saint Martin in the Fields. O coro contém as três línguas oficiais usadas pela UEFA: inglês, alemão e francês. O coro do hino é tocado antes de cada jogo, bem como no início e no final das transmissões de televisão das partidas. O hino completo tem cerca de três minutos de duração e tem dois versos curtos além do coro. Na final de 2009 em Roma, o tenor Andrea Bocelli entoou o hino da Liga dos Campeões, no ano seguinte foi a vez de Juan Diego Flórez na final de 2010. A banda All Angels atuou no final de 2011. Jonas Kaufmann foi o tenor da final da Liga dos Campeões da UEFA de 2012, enquanto David Garrett tocava com o violão. O hino nunca foi lançado comercialmente em sua versão original.

Letra

Ces sont les meilleures équipes
Sie sind die allerbesten Mannschaften
The main event
Die Meister
Die Besten
Les Grandes Équipes
The Champions
Une grande réunion
Eine große sportliche Veranstaltung
The main event
Ils sont les meilleurs
Sie sind die Besten
These are the champions

Die Meister

Die Besten

Les grandes équipes

The champions!

Nota: na versão editada transmitida na televisão antes e depois dos jogos, são usados apenas os versos que estão em itálico.

PremiaçãoEditar

Troféus e medalhasEditar

 Ver artigo principal: European Cup
 
O troféu cedido até a temporada de 1966.
 
O troféu cedido nas edições atuais.

Todos os anos, a equipe vencedora conquista a Taça dos Clubes de Campeões da Europa, cuja versão atual foi concedida desde 1992. Qualquer time que ganhe a Liga dos Campeões três anos consecutivos ou cinco vezes em geral ganha o direito de manter um réplica perfeita do troféu (a UEFA mantém o original sempre). Seis clubes ganharam esta honra: Real Madrid, Ajax, Bayern de Munique, AC Milan, Liverpool e Barcelona. Desde então, em vez disso, o clube que ganha três anos consecutivos ou cinco em geral recebe um distintivo comemorativo para usar permanentemente em seu uniforme.

O troféu atual tem 74 cm de altura, é de prata e pesa 11 kg. Foi desenhado por Jörg Stadelmann, joalheiro de Berna, na Suíça, depois que o original foi entregue ao Real Madrid em 1966, em reconhecimento dos seus seis títulos até à data. O troféu custa 10 mil francos suíços.

A partir da temporada 2012-13, 40 medalhas de ouro são cedidas aos vencedores da Liga dos Campeões e 40 medalhas de prata ao segundo classificado.

Prêmio em dinheiroEditar

A partir de 2016-17, o montante fixo de prêmios pagos aos clubes é o seguinte:

  • Primeira pré-eliminatória: €220.000
  • Segunda pré-eliminatória: €320.000
  • Terceira pré-eliminatória dos perdedores: €420.000
  • Perdedoras do play-off: €3.000.000
  • Vencedores do play-off: €2.000.000
  • Fase de grupos: €12.700.000
  • Vitória na fase de grupo: €1.500.000
  • Empate na fase de grupo: €500.000
  • Classificados às Oitavas de final: €6.000.000
  • Classificados às Quartas de final: €6.500.000
  • Classificados às Semifinais: €7.500.000
  • Vice-campeão: €11.000.000
  • Campeão: €15.500.000

Isto significa que, na melhor das hipóteses, um clube pode ganhar € 57.200.000 de prémios em dinheiro ao abrigo desta estrutura, sem contar as partes das rodadas de qualificação e a ronda de eliminação.

Uma grande parte da receita distribuída da UEFA Champions League está ligada ao "pool de mercado", cuja distribuição é determinada pelo valor do mercado de televisão em cada país. Para a temporada 2014-15, a Juventus , que foi o segundo classificado, ganhou quase 89,1 milhões de euros no total, dos quais 30,9 milhões de euros foram prêmios em dinheiro, em comparação com os 61,0 milhões de euros obtidos pelo Barcelona, ​​que venceu o torneio e foram premiados € 36,4 milhões em prêmios em dinheiro.

PatrocínioEditar

 
O logotipo da competição é exibido no centro do campo antes de cada partida da Liga dos Campeões.

Como a Copa do Mundo da FIFA, a Liga dos Campeões da UEFA é patrocinada por um grupo de corporações multinacionais, em contraste com o único patrocinador principal, tipicamente encontrado nas ligas nacionais. Quando a Liga dos Campeões foi criada em 1992, foi decidido que um máximo de oito empresas deveriam patrocinar o evento, sendo cada corporação atribuída quatro placas publicitárias ao redor do perímetro do campo, bem como a colocação de logotipos em pré e entrevistas pós-jogo e um certo número de ingressos para cada partida. Isso, combinado com um acordo para garantir que os patrocinadores do torneio tenham prioridade em propagandas de televisão durante as partidas, assegurou que cada um dos patrocinadores principais do torneio recebeu exposição máxima.[13]

 
As propagandas de apostas estão proibidas na Turquia. Em 9 de abril de 2013, o Real Madrid (cujos patrocinadores de camisa eram Bwin na época) foi forçado a usar camisas sem patrocínio enquanto jogava contra o Galatasaray em Istambul.

Na fase de mata-mata de 2012-13, a UEFA usou painéis publicitários de LED instalados em estádios, incluindo o estágio final. A partir da temporada de 2015-16, a UEFA usou da rodada de play-off até a final.

Os principais patrocinadores principais do torneio são:

A Adidas é patrocinadora secundária e fornece a bola de partida oficial e o uniforme do árbitro, assim como para todas as competições da UEFA. O FIFA (série) da EA Sports se tornou um patrocinador secundário como o jogo oficial da Liga dos Campeões a partir da Liga dos Campeões da UEFA de 2018–19.

Os clubes individuais podem usar camisas com publicidade. No entanto, apenas um patrocínio é permitido, além do fabricante do kit (as exceções são feitas para organizações sem fins lucrativos), que podem ser exibidas na frente da camisa, incorporadas com o patrocinador principal ou em seu lugar; ou na parte de trás, abaixo do número do esquadrão ou na área do colarinho.

Se os clubes desempenham uma partida em um país onde a categoria de patrocínio relevante é restrita (como a restrição da publicidade de álcool na França), eles devem remover esse logotipo de suas camisetas.

Cobertura da mídiaEditar

A competição atrai uma grande audiência de televisão, não apenas na Europa, mas em todo o mundo. A final do torneio foi, nos últimos anos, o evento esportivo anual mais assistido no mundo. A final de 2013 foi a final mais vista até agora, atraindo 360 milhões de telespectadores.

No BrasilEditar

A transmissão da Liga dos Campeões da UEFA começou de maneira tímida no Brasil. Uma vez que, nos anos 70, a Embratel chegasse a disponibilizar sinal de satélite para transmissões da competição, nenhuma emissora de TV na época solicitou à empresa estatal autorização para exibir as partidas devido à então baixa popularidade do certame no país.[14] Coube a TVS do Rio de Janeiro, de propriedade do empresário Silvio Santos, realizar a primeira exibição da história da televisão brasileira de uma partida da Champions em maio de 1979: o jogo da final entre Nottingham Forest e Malmö foi mostrado na grade do canal em videotape as 19h30m do horário de Brasília no dia 30 de maio daquele ano.[14]

A primeira transmissão ao vivo de uma partida da UEFA Champions League na TV brasileira só ocorreu em 1984, quando a Rede Globo exibiu às 15h (horário de Brasilia) do dia 30 de maio a final do torneio daquele ano entre Liverpool da Inglaterra e Roma da Itália.[14] Desde então, a emissora carioca passou a exibir todas as finais da competição até o ano de 1995, quando decidiu não adquirir mais os direitos de exibição do torneio.[14] Após a desistência da Globo, outros canais começaram a transmitir partidas da Champions naquela década, como a TV Cultura e a extinta Rede Manchete.[14]

Desde a temporada 2003/2004, os direitos de transmissão pertencem à empresa de marketing e mídia TopSports Ventures. As temporadas 2003/2004 e 2004/2005 foram transmitidas pela RedeTV!. Por causa de uma briga judicial envolvendo Topsports e RedeTV!, a temporada 2005/2006, por sua vez, foi transmitida pela Band. A Rede Record transmitiu as temporadas 2006/2007,2007/2008 e 2008/2009 juntamente com a outra emissora do grupo, a Record News.

Com realização de um acordo histórico junto à UEFA, a Rede Globo adquiriu os direitos de transmissão para os jogos de quarta-feira para as temporadas 2009/2010, 2010/2011, 2011/2012 e 2012/2013, sem necessidade de veicular na programação as publicidades dos parceiros da entidade. Em 2011 a emissora renovou seu contrato até a temporada 2014/2015. Antes, a TV Globo só transmitia os jogos a partir das quartas de final, enquanto que os restantes eram exibidos pela Rede Bandeirantes. Os direitos desta temporada também foram comercializados com o Esporte Interativo para transmissão de um jogo de terça-feira, e para a ESPN no sistema de TV fechada.

No dia 21 de novembro de 2014, foi anunciada a compra dos direitos para a TV fechada pelos canais Esporte Interativo, sendo anunciada também a transmissão de todos os jogos, seja na televisão como na internet até a temporada 2017/2018.

A partir da temporada 2016/2017, devido aos altos índices de audiência registrados, a TV Globo começou a transmitir a competição a partir das oitavas de final, independente de data ou horário, podendo transmitir um ou dois jogos por rodada. A transmissão escolhida das oitavas de final foi o jogo da volta entre Paris Saint-Germain e FC Barcelona, partida histórica que ficou conhecida como La Remontada da equipe catalã.

Alheia a toda problemática envolvendo os canais de televisão pelos direitos de transmissão da competição, a web radio brasileira Rede Esporte, passa a retransmitir a competição a partir da temporada 2006/2007, para acompanhar a cobertura e transmissão da Copa do Mundo FIFA de 2006 na Alemanha; E a partir de 2017/2018, a nova web rádio Sports Rádio Brasil assume a transmissão da competição em lugar da antiga emissora.

Emissoras de TV : Esporte Interativo, Rede Globo, Rede Bandeirantes

Emissora de Rádio : Rádio Bandeirantes, Rádios Globo/CBN

Em PortugalEditar

Desde o lançamento do canal, os direitos de transmissão da Liga dos Campeões na televisão paga foram sempre pertencentes à Sport TV, embora Pais do Amaral (em 2011) e a BTV (em 2014) já tenham tentado tirar os direitos de transmissão, mas sem sucesso. Por sua vez, os direitos de transmissão em sinal aberto foram pertencentes à RTP desde a sua primeira edição até 2012, ano em que os direitos para o triénio 2012/2015 foram adquiridos pela TVI, tendo as transmissões começado com o jogo Braga e Udinese. Durante a sua exibição no canal de Queluz de Baixo, as transmissões foram extremamente criticadas por diversas razões, entre as quais a falta de imparcialidade dos comentadores e o facto do canal emitir os jogos em 4:3. No final de 2014, a estação pública recuperou os direitos da competição de forma controversa, principalmente pelo valor oferecido pela reaquisição dos direitos, o que causou a destituição de Alberto da Ponte. Por outro lado, a reaquisição dos direitos foi bem recebida pelos telespectadores, especialmente pelo facto dos jogos passarem a ser emitidos em 16:9 em sinal aberto e em HD nas plataformas pagas. As transmissões da Liga dos Campeões para o triénio 2015/2018 contam com transmissão em direto na RTP1, na Antena 1 e na RTP Play, tendo sido retomadas com o jogo Sporting CP e CSKA Moscovo.

A partir da época 2018-19 a competição terá transmissão em exclusivo num novo canal, a Eleven Sports.[15] A empresa britânica comprou os direitos para TV paga e nenhum canal em sinal aberto fez uma proposta à UEFA por achar os preços demasiado elevados.[16] Contudo, a 20 de julho de 2018 foi anunciado que a TVI iria transmitir um jogo por jornada/mão em sinal aberto depois de ter feito um acordo de sublicenciamento com a Eleven Sports, um acordo firmado a 1 de agosto de 2018.[17][18]

CampeõesEditar


Por equipeEditar

Clube Títulos Vices Aprov.
  Real Madrid 13 (1955–56, 1956–57, 1957–58, 1958–59, 1959–60, 1965–66, 1997–98, 1999–00, 2001–02, 2013–14, 2015–16, 2016–17 e 2017–18) 3 (1961–62, 1963–64 e 1980–81) 81,25%
  Milan 7 (1962–63, 1968–69, 1988–89*, 1989–90, 1993–94*, 2002–03 e 2006–07) 4 (1957–58, 1992–93, 1994–95 e 2004–05) 63.3%
  Bayern Munique 5 (1973–74, 1974–75, 1975–76, 2000–01 e 2012–13) 5 (1981–82, 1986–87, 1998–99, 2009–10 e 2011–12) 50,0%
  Barcelona 5 (1991–92, 2005–06*, 2008–09, 2010–11 e 2014–15) 3 (1960–61, 1985–86 e 1993–94) 62,5%
  Liverpool 5 (1976–77, 1977–78, 1980–81*, 1983–84* e 2004–05) 3 (1984–85, 2006–07 e 2017–18) 62,5%
  Ajax 4 (1970–71, 1971–72*, 1972–73 e 1994–95*) 2 (1968–69 e 1995–96) 66.6%
  Manchester United 3 (1967–68, 1998–99* e 2007–08*) 2 (2008-09 e 2010-11) 60%
  Internazionale 3 (1963–64*, 1964–65 e 2009–10) 2 (1966-67 e 1971-72) 60%
  Juventus 2 (1984–85 e 1995–96) 7 (1972-73, 1982-83, 1996-97, 1997-98, 2002-03, 2014–15 e 2016–17) 22.2%
  Benfica 2 (1960–61 e 1961–62) 5 (1962-63, 1964-65, 1967-68, 1987-88 e 1989-90) 28.5%
  Porto 2 (1986–87 e 2003-04) 0 100%
  Nottingham Forest 2 (1978–79* e 1979–80) 0 100%
  Chelsea 1 (2011-12) 1 (2007-08) 50%
  Celtic 1 (1966–67) 1 (1969-70) 50%
  Borussia Dortmund 1 (1996–97) 1 (2012-13) 50%
  Hamburgo 1 (1982–83) 1 (1979-80) 50%
  Steaua Bucareste 1 (1985–86) 1 (1988-89) 50%
  Olympique Marselha 1 (1992–93*) 1 (1990-91) 50%
  Estrela Vermelha 1 (1990–91*) 0 100%
  PSV 1 (1987–88) 0 100%
  Feyenoord 1 (1969–70) 0 100%
  Aston Villa 1 (1981-82) 0 100%
  Atlético Madrid 0 3 (1973-74, 2013-14 e 2015-16) 0%
  Reims 0 2 (1955-56 e 1958-59) 0%
  Valencia 0 2 (1999-00 e 2000-01) 0%
  Monaco 0 1 (2003-04) 0%
  Panathinaikos 0 1 (1970-71) 0%
  Leeds United 0 1 (1974-75) 0%
  Saint Etienne 0 1 (1975-76) 0%
  Borussia Mönchengladbach 0 1 (1976-77) 0%
  Arsenal 0 1 (2005-06) 0%
  Fiorentina 0 1 (1956-57) 0%
  Eintracht Frankfurt 0 1 (1959-60) 0%
  Partizan 0 1 (1965-66) 0%
  Brugge 0 1 (1977-78) 0%
  Malmö 0 1 (1978-79) 0%
  Roma 0 1 (1983-84) 0%
  Sampdoria 0 1 (1991-92) 0%
  Bayer Leverkusen 0 1 (2001-02) 0%

Por paísEditar

País Títulos Vices Aprov.
  Espanha 18 13 58,06%
  Itália 12 16 42,8%
  Inglaterra 12 8 60%
  Alemanha 7 10 46,6%
  Países Baixos 6 2 75%
  Portugal 4 5 44,4%
  França 1 5 16,7%
  Sérvia 1 1 50%
  Roménia 1 1 50%
  Escócia 1 1 50%
  Bélgica 0 1 0%
  Grécia 0 1 0%
  Suécia 0 1 0%

Sede das finaisEditar

Por paísEditar

País Finais Cidades
  Itália
8
Milão (5), Roma (3)
  Inglaterra
8
Wembley (7), Manchester (1)
  Alemanha
8
Munique (4), Stuttgart (2), Gelsenkirchen (1), Berlim (1)
  Espanha
8
Madrid (5), Barcelona (2), Sevilha (1)
  França
5
Paris (3), Saint-Denis (2)
  Bélgica
4
Bruxelas (4)
  Áustria
4
Viena (4)
  Países Baixos
4
Roterdã (2), Amsterdã (2)
  Escócia
3
Glasgow (3)
  Grécia
3
Atenas (3)
  Portugal
2
Lisboa (2)
  Turquia
2
Istambul (2)
  Iugoslávia
1
Belgrado (1)
  Suíça
1
Berna (1)
  Rússia
1
Moscou (1)
  País de Gales
1
Cardiff (1)
  Ucrânia
1
Kiev (1)

Por estádioEditar

 
O Estádio de Wembley, é o estádio que mais vezes recebeu a final da Liga dos Campeões da UEFA.
Estádio Finais Anos
Estádio de Wembley
7
1962–63, 1967–68, 1970–71, 1977–78, 1991–92, 2010–11, 2012–13
San Siro
4
1964–65, 1969–70, 2000–01, 2015–16
Santiago Bernabéu
4
1956–57, 1968–69, 1979–80, 2009–10
Estádio Rei Balduíno
4
1957–58, 1965–66, 1973–74, 1984–85
Praterstadion
4
1963–64, 1986–87, 1989–90, 1994–95
Olímpico de Roma
4
1976–77, 1983–84, 1995–96, 2008–09
Olímpico de Munique
3
1978–79, 1992–93, 1996–97
Olímpico de Atenas
3
1982–83, 1993–94, 2006–07
Parc des Princes
3
1955–56, 1974–75, 1980–81
Hampden Park
3
1959–60, 1975–76, 2001–02
Camp Nou
2
1988–89, 1998–99
Stade de France
2
1999–00, 2005–06
Neckarstadion
2
1958–59, 1987–88
Estádio De Kuip
2
1971–72, 1981–82
Olímpico Atatürk
2
2004–05, 2019–20
Olímpico de Amsterdã
1
1961–62
Estádio Wankdorf
1
1960–61
Nacional do Jamor
1
1966–67
Estrela Vermelha
1
1972–73
Ramón Sánchez Pizjuán
1
1985–86
Estádio San Nicola
1
1990–91
Estádio Old Trafford
1
2002–03
Arena AufSchalke
1
2003–04
Estádio Lujniki
1
2007–08
Allianz Arena
1
2011–12
Estádio da Luz
1
2013–14
Estádio Olímpico de Berlim
1
2014-15
Millennium Stadium
1
2016–17
Olímpico de Kiev
1
2017–18
Wanda Metropolitano
1
2018–19

ArtilheirosEditar

Estes são os 10 maiores artilheiros da história da Liga dos Campeões da UEFA:[19]

Atualizado até a temporada 2017-18.
Em negrito, os jogadores ativos na competição na temporada 2018-19[20]

 
Cristiano Ronaldo, o maior artilheiro da história da Liga dos Campeões.
Jogador País Gols Clube(s)
Cristiano Ronaldo   Portugal 120   Manchester United,   Real Madrid
Lionel Messi   Argentina 104   Barcelona
Raúl González   Espanha 71   Real Madrid,   Schalke 04
Ruud van Nistelrooy   Países Baixos 60   PSV Eindhoven,   Manchester United,   Real Madrid
Andriy Shevchenko   Ucrânia 59   Dínamo de Kiev,   Milan,   Chelsea
Karim Benzema   França 56   Lyon,   Real Madrid
Thierry Henry   França 51   Monaco,   Arsenal,   Barcelona
Filippo Inzaghi   Itália 50   Juventus,   Milan
Alfredo Di Stéfano   Argentina 49   Real Madrid
Zlatan Ibrahimovic   Suécia   Barcelona,   Milan,   PSG,   Manchester United

Os maiores campeõesEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Champions League final at Wembley drew TV audience of 360 million» (em inglês). Sportskeeda. 30 de maio de 2013. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  2. a b «Football's premier club competition» (em inglês). UEFA. 31 de janeiro de 2010. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  3. «Clubs» (em inglês). UEFA. 31 de janeiro de 2010. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  4. «UEFA Europa League further strengthened for 2015–18 cycle» (em inglês). UEFA. 24 de maio de 2013. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  5. «Matches» (em inglês). UEFA. 31 de janeiro de 2010. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  6. «Club competition winners do battle» (em inglês). UEFA. 31 de janeiro de 2010. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  7. «FIFA Club World Cuppublisher» (em inglês). FIFA. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  8. «European Champions' Cup» (em inglês). Rec.Sport.Soccer Statistics Foundation. 31 de janeiro de 2010. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  9. «Conheça um pouco mais sobre a história do Mundial do Tricolor». fluminense.com.br. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  10. «Entenda como mundial vencido pelo Palmeiras deu origem à Liga dos Campeões». UOL. 22 de julho de 2015. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  11. «UEFA: 50 Years of the European Cup» (PDF). UEFA. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  12. «Liga dos Campeões completa 60 anos, e Neymar ajuda a contar essa história». Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  13. «Patrocínios da Champions League». Liga dos Campeões da Europa. 11 de fevereiro de 2016 
  14. a b c d e «Como o futebol internacional era transmitido para o Brasil antes das TVs a cabo» [Trivela - Como o futebol internacional era transmitido para o Brasil antes das TVs a cabo] (em Portuguese). trivela.uol.com.br. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  15. «ELEVEN SPORTS ASSEGURA OS DIREITOS PORTUGUESES PARA A LIGA DOS CAMPEÕES DA UEFA E A LA LIGA» 
  16. «Champions sem 'borlas'» 
  17. «TVI, Eleven Sports e Nowo ultimam acordo para transmissão dos jogos da Liga dos Campeões em sinal aberto». tvi24. 20 de julho de 2018 
  18. «Liga dos Campeões está de volta à TVI». tvi24. 1 de agosto de 2018 
  19. «ALL-TIME RECORDS 1955-2017» (PDF). UEFA. Consultado em 29 de dezembro de 2017. 
  20. «2018–19 UEFA Champions League». Wikipedia (em inglês). 20 de agosto de 2018 

Ligações externasEditar