Novo Basquete Brasil

Campeonato Brasileiro de Basquete
Disambig grey.svg Nota: "NBB" redireciona para este artigo. Para outros significados, veja NBB (desambiguação).

O Novo Basquete Brasil (NBB) é uma competição brasileira de basquetebol masculino, organizado pela Liga Nacional de Basquete e chancelado pela Confederação Brasileira de Basketball. É considerado o Campeonato Brasileiro de Basquete Masculino, substituindo o antigo Campeonato Nacional de Basquete.[1] O NBB é reconhecido pela FIBA (Federação Internacional de Basquete) como a liga de basquete do Brasil.

Novo Basquete Brasil (NBB)
Temporada ou competição atual:
Basketball current event.svg Novo Basquete Brasil de 2020–21
NBB logo 2.png
Esporte Basquete
Fundada 1 de agosto de 2008
CEO Lula Ferreira
Temporada inaugural 2009
País(es)  Brasil
Continente União Sul-Americana de Nações América do Sul
FIBA Américas
Equipes 16
Atual campeão Rio de Janeiro Flamengo (6.º título)
Maior campeão Rio de Janeiro Flamengo (6 títulos)
TV TV Cultura (TV aberta)
DAZN (Streaming)
ESPN (TV Fechada)
Site oficial lnb.com.br

A Liga Nacional de Basquete (LNB) foi fundada no dia 1 de agosto de 2008 mantendo sede em São Paulo e conta, atualmente, com 20 clubes filiados. O Novo Basquete Brasil foi criado pela LNB, presidida atualmente por Lula Ferreira.[2][3]

HistóriaEditar

Torneios AnterioresEditar

Taça BrasilEditar

 Ver artigo principal: Taça Brasil de Basquete

A Taça Brasil foi o primeiro torneio oficial de basquete do Brasil, criado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), realizando 24 edições[4][5] entre 1965 e 1989, sendo conquistado por oito times diferentes, e o principal campeão sendo o Sírio, com sete títulos.

Campeonato Nacional de BasqueteEditar

Em 1990, a Taça Brasil mudou de nome para Campeonato Nacional de Basquete, com um formato mais organizado de uma temporada por ano. O campeonato foi conquistado por 11 times diferentes, sendo o Franca o principal campeão, com seis títulos. O formato perdurou até 2008.

Novo Basquete Brasil: Primeiros Anos (14 e 15 equipes)Editar

 
Logo do NBB utilizado até a nona edição da competição.

O Novo Basquete Brasil foi criado pela LNB. A Liga Nacional de Basquete foi lançada em dezembro de 2008, reunindo as principais lideranças e os mais representativos clubes do basquete brasileiro, com o objetivo de reconduzir o esporte ao posto de segundo mais popular do Brasil, atrás apenas do futebol. Baseada no que há de mais moderno e bem-sucedido no conceito de gestão esportiva no mundo, a LNB traz ao país a ideia consagrada na NBA: uma liga independente, gerida pelos próprios clubes. Começou sendo presidida por Kouros Monadjemi. A LNB contava, na primeira temporada, com 15 clubes associados, que participam do NBB, que é chancelado pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB), sendo reconhecido como o Campeonato Brasileiro de Basquete. Os jogos acontecem de acordo com as regras da FIBA.

A primeira edição do NBB começou no dia 28 de Agosto de 2008 e terminou no dia 18 de julho de 2009, sendo disputada por 15 franquias.[6] O campeão foi o time do Flamengo, que terminou em 1.º lugar na fase de classificação e venceu Pinheiros (quartas) e Joinville BA (semifinal) em três jogos e o Lobos Brasília em cinco jogos, na primeira final do NBB. Marcelinho Machado foi eleito o Jogador Mais Valioso.

A segunda temporada do NBB teve as baixas dos times de Limeira e Saldanha da Gama e a adição do ADL/Londrina. O título acabou nas mãos do vice-campeão da temporada anterior, o Lobos Brasília, que repetiu as finais da temporada anterior e levou da mesma forma que o adversário anteriormente (3-2) para ser o campeão do NBB 2009-10, mas o prêmio de Jogador Mais Valioso da temporada regular acabou com o mesmo da temporada anterior, Marcelinho Machado.

Assim, começou a dominância do Lobos Brasília, que viria a ganhar mais dois títulos, dessa vez sobre os paulistas Franca (2011) e São José (2012), também elegeu o Jogador Mais Valioso da temporada regular do NBB 2010-11, Guilherme Giovannoni, já o JMV do NBB 2011-12, acabou nas mãos do vice-campeão Murilo Becker. A temporada 2010-11 marcou a volta do Limeira à competição, e a saída do ADL/Londrina após apenas um ano, além da entrada do Unitri/Uberlândia. Já a temporada de 2011-12, teve a saída do Assis para a entrada do Tijuca. Nas duas competições o campeonato voltou a ter 15 equipes.

A partir do ano de 2011, também começou a ser realizada a Liga de Desenvolvimento de Basquete, vencido pelo Flamengo em 2011 e 2013, pelo Bauru em 2012, pelo Basquete Cearense em 2014, pelo Pinheiros em 2015, 2018 e 2019, pelo Franca em 2016, e pelo Paulistano em 2017.

18 equipes e volta de times tradicionaisEditar

Foi anunciado que a temporada 2012-13 do NBB teria a participação de 18 equipes. A Supercopa Brasil de Basquete acabou se tornando uma 2.ª divisão da liga, e os finalistas Palmeiras e Mogi das Cruzes ingressaram na liga, junto com o Basquete Cearense (primeiro representante do Nordeste no NBB) e o Suzano Basquete. A temporada teve como campeão o time do Flamengo, que conquistou seu segundo título, também levando o Jogador Mais Valioso da temporada, com o ala Marquinhos. Nas três temporadas seguintes, o Flamengo enfileirou mais três títulos ao bater o Paulistano (NBB 2013-14) e o Bauru (NBB 2014-15 e NBB 2015-16). Na temporada 2016-17, o Bauru se tornou o primeiro time paulista a ser campeão do NBB, após bater o Paulistano na decisão. No ano seguinte (2017-18), o Paulistano conquistou o título, depois de derrotar o Mogi das Cruzes. Na temporada 2019-20 o Flamengo voltou a ser campeão, derrotando o Franca na final.

A popularização do NBB têm se tornado um estímulo para os clubes tradicionais retornarem ao basquete, a exemplo do próprio Palmeiras, que disputou quatro edições no NBB (uma em parceria com o Araraquara). Após a criação da Liga Ouro, torneio de acesso ao Novo Basquete Brasil, em 2014, outros clubes ligados ao futebol, mas com história no basquete, como Vasco da Gama, Botafogo e Corinthians também retornaram à modalidade por esta via, além do Rio Claro, tradicional equipe do estado de São Paulo.

TransmissãoEditar

Nos dez primeiros anos, a Rede Globo foi a principal parceira de mídia e transmissões de jogos, que ocorriam em sua grande maioria no canal fechado SporTV. Algumas edições dos Jogos das Estrelas e também alguns jogos das finais, principalmente quando foram realizados em jogo único, tiveram transmissão na TV aberta pela Globo.[7] Em dezembro de 2015, a RedeTV! assinou contrato para transmitir as partidas aos sábados.[8][9] Em 2 de novembro de 2016 a Rede Bandeirantes anunciou a transmissão dos jogos a partir da temporada 2016-17, substituindo a RedeTV! na tv aberta.[10]

No dia 1 de outubro de 2018, a LNB, organizadora do NBB, anunciou uma parceria com a ESPN, o Band Sports e o Fox Sports para a transmissão do campeonato na TV fechada. A Band seguiu com o direito de transmissão na TV aberta. O Grupo Globo, depois de dez anos de parceria, não renovou o contrato.[11] Além disso, as páginas da NBB no Facebook e no Twitter também transmitem alguns jogos. Com o acerto com o DAZN, serviço de streaming, em 2019, a quantidade de partidas exibidas ao público passou a ser de 100%.[12][13]

EdiçõesEditar

 Ver artigo principal: NBB Finais
Ano Campeão Placar(es) Vice 3.º lugar 4.º lugar
2008–09
Detalhes
 
Flamengo
3 – 2  
Lobos Brasília
 
Minas
 
Joinville BA
2009–10
Detalhes
 
Lobos Brasília
3 – 2  
Flamengo
 
Franca
 
Minas
2010–11
Detalhes
 
Lobos Brasília
3 – 1  
Franca
 
Pinheiros
 
Flamengo
2011–12
Detalhes
 
Lobos Brasília
78 – 62
(jogo único)
 
São José
 
Pinheiros
 
Flamengo
2012–13
Detalhes
 
Flamengo
77 – 70
(jogo único)
 
Unitri/Uberlândia
 
Bauru
 
São José
2013–14
Detalhes
 
Flamengo
78 – 73
(jogo único)
 
Paulistano
 
São José
 
Mogi das Cruzes
2014–15
Detalhes
 
Flamengo
2 – 0  
Bauru
 
Limeira
 
Mogi das Cruzes
2015–16
Detalhes
 
Flamengo
3 – 2  
Bauru
 
Mogi das Cruzes
 
Lobos Brasília
2016–17
Detalhes
 
Bauru
3 – 2  
Paulistano
 
Universo/Vitória
 
Pinheiros
2017–18
Detalhes
 
Paulistano
3 – 1  
Mogi das Cruzes
 
Flamengo
 
Bauru
2018–19
Detalhes
 
Flamengo
3 – 2  
Franca
 
Mogi das Cruzes
 
Botafogo
2019–20
Detalhes
Temporada cancelada devido à pandemia de COVID-19[14]

TítulosEditar

Por equipeEditar

Clube Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
  Flamengo 6 (2008-09, 2012-13, 2013-14, 2014-15, 2015-16 e 2018-19) 1 (2009-10) 1 (2017-18) 2 (2010-11 e 2011-12)
  Lobos Brasília 3 (2009-10, 2010-11 e 2011-12) 1 (2008-09) 0 1 (2015-16)
  Bauru 1 (2016-17) 2 (2014-15 e 2015-16) 1 (2012-13) 1 (2017-18)
  Paulistano 1 (2017-18) 2 (2013-14 e 2016-17) 0 0
  Franca 0 2 (2010-11 e 2018-19) 1 (2009-10) 0
  Mogi das Cruzes 0 1 (2017-18) 2 (2015-16 e 2018-19) 2 (2013-14 e 2014-15)
  São José 0 1 (2011-12) 1 (2013-14) 1 (2012-13)
  Unitri/Uberlândia 0 1 (2012-13) 0 0
  Pinheiros 0 0 2 (2010-11 e 2011-12) 1 (2016-17)
  Minas 0 0 1 (2008-09) 1 (2009-10)
  Limeira 0 0 1 (2014-15) 0
  Universo/Vitória 0 0 1 (2016-17) 0
  Joinville BA 0 0 0 1 (2008-09)
  Botafogo 0 0 0 1 (2018-19)

Por federaçãoEditar

Estado Títulos Vices 3.º lugar 4.º lugar
  Rio de Janeiro 6 1 1 3
  Distrito Federal 3 1 0 1
  São Paulo 2 8 8 5
  Minas Gerais 0 1 1 1
  Bahia 0 0 1 0
  Santa Catarina 0 0 0 1

Equipes atuaisEditar

Equipe Cidade Estado Em 2019-20 Ginásio Capacidade Títulos do NBB (último)
Bauru Bauru   SP 12.º (NBB 2019-20) Panela de Pressão 2 000 1 (2016–17)
Brasília Basquete Brasília   DF 11.º (NBB 2019-20) ASCEB
Nilson Nelson
1 100
16 000
0 (não possui)[BRA]
Campo Mourão Campo Mourão   PR - Belin Carolo 4 500 0 (não possui)
Caxias do Sul Caxias do Sul   RS - Ginásio Vasco da Gama 850 0 (não possui)
Cerrado Basquete Brasília   DF - Ginásio Iesplan 2 000 0 (não possui)
Corinthians São Paulo   SP 7.º (NBB 2019-20) Ginásio Wlamir Marques 7 000 0 (não possui)
Flamengo Rio de Janeiro   RJ 1.º (NBB 2019-20) Tijuca Tênis Clube
Arena Carioca 1
4 000
6 000
6 (2018–19)
Fortaleza/Basquete Cearense Fortaleza   CE 15.º (NBB 2019-20) Centro de Formação Olímpica
Ginásio Paulo Sarasate
17 000
8 822
0 (não possui)
Franca Franca   SP 2.º (NBB 2019-20) Pedrocão 7 000 0 (não possui)
Minas Belo Horizonte   MG 4.º (NBB 2019-20) Juscelino Kubitschek 4 000 0 (não possui)
Mogi das Cruzes Mogi das Cruzes   SP 5.º (NBB 2019-20) Hugo Ramos 5 000 0 (não possui)
Pato Basquete Pato Branco   PR 16.º (NBB 2019-20) Ginásio do Sesi 1 000 0 (não possui)
Paulistano São Paulo   SP 11.º (NBB 2019-20) Antônio Prado Júnior 1 500 1 (2017–18)
Pinheiros São Paulo   SP 6.º (NBB 2019-20) Henrique Villaboim 824 0 (não possui)
São Paulo São Paulo   SP 3.º (NBB 2019-20) Ginásio do Morumbi 1 900 0 (não possui)
Unifacisa Campina Grande   PB 10.º (NBB 2019-20) Arena Unifacisa 2 000 0 (não possui)
Nota
  • BRA. ^ Depois de três anos de união com a Universo, o Brasília Basquete encerrou a parceira e agora disputa o NBB de forma independente. A equipe não carrega consigo os resultados do antigo time brasiliense (Lobos Brasília).

TemporadaEditar

Temporada RegularEditar

A temporada regular do NBB geralmente começa em meados de novembro - em sua temporada inaugural começou em janeiro - e vai até meados de abril, com uma pausa para o Jogo das Estrelas em fevereiro ou março. O Jogo das Estrelas é realizado desde a primeira temporada do NBB (em 2009). No evento, são realizadas competições de enterradas, arremessos de três pontos, habilidades (incluído em 2011) e o próprio jogo com as estrelas da temporada.

A temporada regular funciona em um sistema onde todos os times se enfrentam duas vezes (turno e returno), com os quatro principais times se classificando para as quartas de final automaticamente, e os oitos próximos na classificação (5.º ao 12.º colocados) decidem as outras quatro vagas disputando as oitavas de final.

Copa Super 8Editar

A partir da edição 2018-2019 do NBB, entre o primeiro e o segundo turno da temporada regular acontece a Copa Super 8. O torneio reúne as oito melhores equipes do 1.º turno, que se enfrentam em cruzamento olímpico: 1.º x 8.º, 2.º x 7.º, 3.º x 6.º e 4.º x 5.º. Os confrontos são eliminatórios em partida única sediada na casa da equipe de melhor campanha. O campeão garante uma vaga para a Champions League Américas, competição que substitui a Liga das Américas.[15]

PlayoffsEditar

Os playoffs começam logo após o fim da temporada regular, com as oitavas de final entre os times que ficaram entre 5.º e 12.º na tabela, onde o melhor colocado enfrenta o pior e assim por diante, buscando as quatro vagas restantes para as quartas, em confrontos de cinco jogos. Na sequência, são disputadas as quartas de final entre os quatro primeiros colocados da fase de classificação e os times que venceram as suas séries oitavas de final. Após as oitavas são disputadas as semifinais para deicir os dois finalistas. Tanto as quartas quanto as semifinais são em melhor de cinco jogos.

A grande final decide o campeão da temporada do NBB, até 2011 era decidida em cinco jogos, mas por questões financeiras e para fins de transmissão em rede aberta, a final passou a ser decidida em apenas um jogo, com uma transmissão da Rede Globo. Na temporada 2014-15, a final foi em melhor de três jogos. Atualmente é decidida em cinco jogos.

Os dois primeiros colocados ao término do NBB se classificam para a Champions League Américas, já o 3.º, 4.º e 5.º colocados vão para a Liga Sul-Americana.

PrêmiosEditar

Premiações individuaisEditar

Seleção do NBBEditar

 Ver artigo principal: Seleção do NBB
# Ano Armador Ala-armador Ala Ala-pivô Pivô
1 2008–09    Larry Taylor
(Bauru)
  Alex Garcia
(Lobos Brasília)
  Marcelinho Machado
(Flamengo)
  Murilo Becker
(Minas)
  Rafael "Bábby" Araújo
(Flamengo)
2 2009–10   Fúlvio
(São José)
  Alex Garcia
(Lobos Brasília)
  Marcelinho Machado
(Flamengo)
  Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
  Murilo Becker
(Minas)
3 2010–11    Larry Taylor
(Bauru)
  Alex Garcia
(Lobos Brasília)
  Marquinhos
(Pinheiros)
  Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
  Murilo Becker
(São José)
4 2011–12   Fúlvio
(São José)
  Alex Garcia
(Lobos Brasília)
  Marquinhos
(Pinheiros)
  Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
  Murilo Becker
(São José)
5 2012–13   Fúlvio
(São José)
  Robert Day
(Unitri/Uberlândia)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Rafael Mineiro
(Pinheiros)
  Caio Torres
(Flamengo)
6 2013–14   Nicolás Laprovittola
(Flamengo)
  David Jackson
(Limeira)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Jefferson William
(São José)
  Paulão
(Franca)
7 2014–15   Ricardo Fischer
(Bauru)
  Alex Garcia
(Bauru)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Guilherme Giovannoni
(Lobos Brasília)
  Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
8 2015–16   Davi Rossetto
(Basquete Cearense)
  Alex Garcia
(Bauru)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Caio Torres
(Paulistano)
  Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
9 2016–17   Fúlvio
(Lobos Brasília)
  Alex Garcia
(Bauru)
  Desmond Holloway
(Pinheiros)
  Jefferson William
(Bauru)
  Lucas Mariano
(Lobos Brasília)
10 2017–18   Elinho
(Paulistano)
  Cauê Borges
(Caxias do Sul)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Tyrone
(Mogi das Cruzes)
  Rafael Hettsheimeir
(Bauru)
11 2018–19   Franco Balbi
(Flamengo)
  David Jackson
(Franca)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Lucas Dias
(Franca)
  J.P. Batista
(Mogi das Cruzes)
12 2019–20   Georginho
(São Paulo)
  André Goés
(Mogi das Cruzes)
  Marquinhos
(Flamengo)
  Devon Scott
(Minas)
  Rafael Hettsheimeir
(Franca)

Quinteto de defesaEditar

Histórico das equipesEditar

# Posição final nesta temporada Não participou nesta temporada C Equipe participou da temporada 2019–20, que foi cancelada devido à pandemia de COVID-19.[14]
Equipe 2008–09 2009–10 2010–11 2011–12 2012–13 2013–14 2014–15 2015–16 2016–17 2017–18 2018–19 2019–20[nota 1] 2020–21 Participações
  Araraquara[nota 2] 12.º 10.º 11.º 14.º 4
  Assis 11.º 9.º 15.º 3
  Basquete Cearense[nota 3] 9.º 11.º 14.º 6.º 11.º 8.º 8.º C (15.º) P 9
  Bauru 6.º 8.º 5.º 6.º 3.º 7.º 2.º 2.º 1.º 4.º 7.º C (12.º) P 13
  Bira 15.º 1
  Botafogo 12.º 4.º C (8.º) 3
  Brasília Basquete[nota 4] 11.º C (13.º) P 3
  Campo Mourão 10.º 14.º P 3
  Caxias do Sul 11.º 15.º 6.º P 4
  Cerrado Basquete P 1
  Corinthians 6.º C (7.º) P 3
  Espírito Santo 10.º 12.º 14.º 15.º 16.º 17.º 6
  Flamengo 1.º 2.º 4.º 4.º 1.º 1.º 1.º 1.º 5.º 3.º 1.º C (1.º) P 13
  Fortaleza EC[nota 3] P 1
  Franca 7.º 3.º 2.º 8.º 6.º 8.º 5.º 9.º 7.º 5.º 2.º C (2.º) P 13
  Joinville/AABJ 13.º 14.º 2
  Joinville BA 4.º 5.º 7.º 7.º 15.º 5
  Liga Sorocabana 11.º 12.º 14.º 16.º 13.º 14.º 15.º 7
  Limeira 5.º 9.º 10.º 11.º 6.º 3.º 6
  Lobos Brasília 2.º 1.º 1.º 1.º 5.º 5.º 6.º 4.º 8.º 9
  Londrina/ADL 13.º 1
  Macaé 13.º 8.º 15.º 12.º 4
  Minas 3.º 4.º 10.º 13.º 10.º 15.º 9.º 10.º 13.º 7.º 10.º C (4.º) P 13
  Mogi das Cruzes 14.º 4.º 4.º 3.º 6.º 2.º 3.º C (5.º) P 9
  Palmeiras[nota 2] 10.º 13.º 12.º 12.º 3
  Pato Basquete C (16.º) P 2
  Paulistano 9.º 11.º 12.º 9.º 8.º 2.º 10.º 5.º 2.º 1.º 9.º C (11.º) P 13
  Pinheiros 8.º 6.º 3.º 3.º 7.º 9.º 11.º 7.º 4.º 9.º 5.º C (6.º) P 13
  Rio Claro 15.º 8.º C (9.º) 3
  Saldanha da Gama 14.º 14.º 13.º 3
  São José 13.º 7.º 8.º 2.º 4.º 3.º 7.º 14.º 12.º C (14.º) 10
  São Paulo C (3.º) P 2
  Suzano Basquete 18.º 1
  Tijuca 12.º 17.º 2
  Unifacisa C (10.º) P 2
  Unitri/Uberlândia 6.º 5.º 2.º 10.º 13.º 5
  Universo Basquete[nota 5] 12.º 3.º 10.º 11.º C (13.º) 5
  Universo/Goiânia 16.º 1
  Vasco da Gama 9.º 11.º 13.º 3
  Vitória[nota 6] 12.º 3.º 10.º 3

NotasEditar

  1. Em parênteses, a posição da equipe ao término da fase de classificação, que serviu como colocação final, apesar de não ter sido declarado um campeão. O critério foi utilizado apenas para a distribuição de vagas em torneios internacionais.
  2. a b O Araraquara e o Palmeiras disputaram o NBB 2009-10 em parceria.
  3. a b O Basquete Cearense e o Fortaleza disputam o NBB em parceria desde a temporada 2020-21.
  4. Durante dois anos o Brasília Basquete participou do NBB em parceria com a Universo, detentora da vaga. A partir da temporada 2020-21, passou a disputar de forma independente.
  5. Após emprestar a sua vaga para o Unitri/Uberlândia, a Universo passou a ter um time próprio em 2015, participando do NBB durante três anos em parceria com o Vitória EC e dois com o Brasília Basquete.
  6. Devido a parceria com a Universo, detentora da vaga, o EC Vitória participou de três edições do NBB.

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Liga Nacional de Basquete»  Liga Nacional de Basquete.com.br, acessado em 23 de janeiro de 2009
  2. LNB.com.br
  3. «Vencedor como técnico e dirigente, Lula Ferreira assume presidência da LNB». lnb.com.br. Consultado em 28 de outubro de 2020 
  4. CBB. «Campeões da Taça Brasil». Consultado em 26 de abril de 2014. Arquivado do original em 18 de outubro de 2014 
  5. Folha de S. Paulo. «Nacional Masculino - Campeões». Consultado em 26 de abril de 2014 
  6. «Lançado o sopro de esperança»  Draft Brasil.net, acessado em 15 de dezembro de 2008
  7. LNB.com.br
  8. «NBB na RedeTV! | LNB». lnb.com.br. Consultado em 4 de dezembro de 2015 
  9. Boa Informação. «NBB e RedeTV! fecham parceria para transmissão de jogos da liga de basquete». Consultado em 2 de dezembro de 2015. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2016 
  10. «#NBBnaBand» 
  11. «NBB pulveriza transmissão e terá 75% dos jogos exibidos em seis plataformas». Folha de S.Paulo. 1 de outubro de 2018 
  12. «NBB: BandSports, ESPN e FOX Sports passam a transmitir torneio; SporTV sai». Esporteemidia. 1 de outubro de 2018. Consultado em 2 de novembro de 2018 
  13. «NBB CAIXA terá 100% dos jogos transmitidos». lnb.com.br. Consultado em 8 de outubro de 2019 
  14. a b «Clubes do NBB decidem, de forma unânime, pelo cancelamento da temporada 2019/2020 da competição». Liga Nacional de Basquete. 4 de maio de 2020. Consultado em 5 de maio de 2020 
  15. «Vem aí: Copa Super 8». lnb.com.br. Consultado em 6 de fevereiro de 2019 

Ligações externasEditar