Roberto Carlos da Silva Rocha

futebolista brasileiro
(Redirecionado de Roberto Carlos da Silva)

Roberto Carlos da Silva Rocha, mais conhecido apenas como Roberto Carlos (Garça, 10 de abril de 1973), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral-esquerdo. É considerado por alguns como o melhor de sua geração na posição, e também o lateral-esquerdo mais ofensivo da história.[1][2]

Roberto Carlos
Roberto Carlos
Roberto Carlos em 2011 pelo Anzhi
Informações pessoais
Nome completo Roberto Carlos da Silva Rocha
Data de nasc. 10 de abril de 1973 (48 anos)
Local de nasc. Garça, São Paulo, Brasil
Nacionalidade brasileiro
espanhol
Altura 1,68 m
canhoto
Informações profissionais
Equipa atual aposentado
Posição lateral-esquerdo
Clubes profissionais
Anos Clubes
1991–1992
1992
1993–1995
1995–1996
1996–2007
2007–2009
2010–2011
2011–2012
2015
União São João
Atlético Mineiro (emp.)
Palmeiras
Internazionale
Real Madrid
Fenerbahçe
Corinthians
Anzhi Makhachkala
Delhi Dynamos
Seleção nacional
1992–2006 Brasil
Times/Equipas que treinou
2012
2013–2014
2015
2015
Anzhi Makhachkala (auxiliar técnico)
Sivasspor
Akhisar Belediyespor
Delhi Dynamos (jogador-treinador)
Medalhas
Jogos Olímpicos
Bronze Atlanta 1996 Equipe
Última atualização: 6 de agosto de 2021

Conquistou ao longo de sua carreira uma história pela Seleção Brasileira, sendo titular absoluto na lateral esquerda durante as Copas do Mundo FIFA de 1998, 2002 (quando fez parte do elenco pentacampeão mundial) e de 2006.

Teve passagens importantes e vitoriosas também pelo Palmeiras, onde disputou 185 partidas e foi bicampeão do Campeonato Brasileiro, e pelo Real Madrid, onde atuou em mais de 500 jogos e foi campeão nacional, da Liga dos Campeões da UEFA e da Copa Intercontinental, entre outras competições de destaque.

Com 1,68 m de altura, destacava-se por puxar contra-ataques muito velozes e pelo seu potente e veloz chute com a perna esquerda, cobrando faltas que levavam sempre muito perigo à meta adversária, tanto que contabiliza 38 gols de falta em toda sua carreira.[3] Um exemplo é o famoso gol que marcou em um amistoso contra a França, onde a bola fez uma curva incrível.[4] Além disso, desempenhava muito bem seu papel defensivo, voltando para ajudar a zaga nos ataques oponentes.

Junto com Christian Karembeu, Sami Khedira e Raphaël Varane, Roberto Carlos faz parte do grupo de jogadores que conquistaram a Champions League e a Copa do Mundo no mesmo ano.[5]

Roberto Carlos foi nomeado na equipe All-Star da Copa do Mundo da FIFA em 1998 e 2002, foi escolhido para o Time dos Sonhos da Copa do Mundo FIFA e, em 2004, foi nomeado para o FIFA 100, uma lista elaborada por Pelé com os melhores jogadores vivos do mundo.[6]

InfânciaEditar

Nascido em uma fazenda de café, em Garça, interior de São Paulo, Roberto Carlos é filho de lavradores. Seu nome é uma homenagem ao cantor Roberto Carlos, do qual seu pai e o próprio lateral são fãs. Em 1981 foi morar em Cordeirópolis, também interior paulista, e, jogando por um time de uma fábrica de aguardentes, foi convidado para atuar, pela cidade, nos Jogos Abertos do Interior. Sete anos depois, em 1988, Roberto iniciaria sua carreira no União São João, de Araras, São Paulo.[7]

Carreira como jogadorEditar

InícioEditar

Roberto Carlos começou sua carreira de futebol no União São João, da cidade de Araras. Com apenas 16 anos de idade, passou a atuar como lateral-esquerdo titular da equipe e, em virtude do bom futebol, foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-20.

Atlético MineiroEditar

Em 1992, mais precisamente no mês de agosto, a então revelação do União São João de Araras, ainda com 19 anos, foi levada para participar de uma excursão na Europa com o time do Atlético.[8][9] O Galo viajou com uma equipe mista para a disputa dos amistosos, pois estava priorizando a disputa da primeira Copa Conmebol. A excursão serviu de teste para diversos jogadores, e aqueles que se destacassem poderiam ser integrados em definitivo ao grupo principal. Roberto Carlos não participou dos dois primeiros jogos, realizados na Itália, contra Lazio e Torino, em ambos o Atlético perdeu por 2 a 0. O primeiro jogo pelo Galo foi em Lérida (Espanha), no dia 27 de agosto, em partida válida pelo Troféu Cidade de Lérida. O time mineiro perdeu por 2 a 1 para o Lleida, com Roberto Carlos atuando os 90 minutos. Nos dois jogos seguintes, realizados em Logronho, o lateral também atuou os 90 minutos: em 29 de agosto o Atlético perdeu por 2 a 1 para o Logroñés, e no dia seguinte foi novamente derrotado, desta vez por 3 a 1 para o Athletic Bilbao; as partidas foram válidas pelo Troféu Cidade de Logroño.[10]

Antes de se retirar do futebol, Roberto Carlos agradeceu ao Atlético pela oportunidade:

PalmeirasEditar

Despertou a atenção dos grandes clubes brasileiros e foi contratado em 1993 pelo Palmeiras, que amparado pelo contrato de cogestão com a multinacional Parmalat, montou uma equipe repleta de craques para por fim a um tabu de 16 anos sem títulos. No mesmo ano, ajudou a equipe a quebrar o jejum de conquistas. Foram três títulos no mesmo ano: o Campeonato Paulista, o Torneio Rio São Paulo e o Campeonato Brasileiro. Em 1994, conquistou o bicampeonato paulista e brasileiro pela equipe alviverde. Disputou 185 jogos, marcando 20 gols em sua passagem pelo Palmeiras.

Seu último jogo pelo Palmeiras foi na decisão do Campeonato Paulista de 1995.[12]

InternazionaleEditar

Sua excepcional passagem pelo Palmeiras acabou despertando a cobiça do futebol europeu. Em meados de 1995, Roberto Carlos seguiu para a Itália, onde havia acertado com a Internazionale por 7 milhões de dólares, uma quantia considerável à época.[13]

O brasileiro chegou com moral à Inter de Milão. Na Itália, todos já haviam ouvido falar de suas perigosas subidas ao ataque, além do potente chute de perna esquerda e da velocidade. O problema é que o inglês Roy Hodgson, técnico do clube nerazzurri naquela época, achou que essas eram as características ideais para um atacante, e passou a usar o brasileiro como ponta-esquerda, o que acabou fazendo com que Roberto Carlos não rendesse o esperado.[14]

"Meu problema na Inter era o Hodgson. Ele queria que eu jogasse como atacante, quando na verdade eu era defensor. Eu prefiro ter espaço na minha frente para correr ao invés de ser um ponta e ficar lá na frente. Para mim, sempre foi melhor ter 80 metros de campo para jogar do que 20. Eu não gostava do sistema e da posição que Hodgson queria que eu jogasse. Ele me queria bem na linha de frente, rígido e parado. A Copa América (de 1995) estava chegando e eu estava jogando de lateral-esquerdo na Seleção, então queria jogar nessa posição na Inter também. Então, tive que ir embora, porque não podia atrapalhar minhas chances de jogar pelo Brasil."
Roberto Carlos, em entrevista à ESPN Brasil, sobre sua curta passagem na Inter de Milão.

Mesmo assim, logo em sua primeira partida no novo clube, Roberto Carlos marcou o gol da vitória sobre o Vicenza por 1 a 0. Ao todo, foram 34 jogos e sete gols marcados.

Massimo Moratti, presidente do clube à época, arquitetou uma transferência até hoje lembrada na Itália: trocou Roberto Carlos, então com 23 anos, com o Real Madrid pelo atacante Iván Zamorano, à época com 30 anos, e mais uma compensação financeira.[15]

Real MadridEditar

Atuou pelo Real Madrid durante onze anos, e atingiu o auge de sua carreira neste clube, jogando um total de 584 partidas e marcando 71 gols.[16]

Neste período, Roberto conquistou importantes títulos e notoriedade na Seleção Brasileira, onde também foi titular absoluto. Fez parte da era dos Galácticos, ao lado de estrelas como Zinédine Zidane, David Beckham, Raúl, Iker Casillas, Luís Figo e Ronaldo. Foi no Real que fez um de seus gols mais memoráveis: o chamado "Gol Impossível" na partida contra o Tenerife, pelo Campeonato Espanhol de 1997–98, em que acertou um potente e veloz chute da linha de fundo, a um ângulo de 179º da trave.[17]

Com o Real, faturou três vezes a Liga dos Campeões da UEFA: 1997–98, 1999–00 e 2001–02. Sempre fundamental ao time, foi votado pela UEFA como o melhor lateral-esquerdo em 2002 e 2003.

Em janeiro de 2006, estabeleceu o novo recorde de estrangeiro com mais partidas pela La Liga, quebrando o recorde anterior de 329 partidas do argentino Alfredo Di Stéfano.

Sendo um dos jogadores mais consistentes do elenco e um dos que há mais tempo estavam no clube, Roberto Carlos foi duramente criticado por errar num jogo contra o Bayern de Munique, válido pelas oitavas-de-final da Liga dos Campeões de 2006–07, que resultou no gol mais rápido da história do torneio, marcado por Roy Makaay, com menos de um minuto de jogo. O fato culminou na desclassificação do Real Madrid.[18]

Insatisfeito e desgastado com a torcida, no dia 9 de março de 2007 ele anunciou que não renovaria seu contrato.[19] Em sua última temporada pelo clube, conquistou o título da La Liga de 2006–07, o quarto título espanhol durante sua passagem pelo Real.[20] Roberto deixou a equipe com o posto de estrangeiro com mais partidas pelo clube, com 527 jogos no total. Posteriormente acabou sendo superado pelo brasileiro Marcelo e pelo francês Karim Benzema.

FenerbahçeEditar

 
Roberto Carlos em 2007

Aos 34 anos e com pouco mercado nos grandes centros europeus de futebol, no dia 5 de junho de 2007 Roberto Carlos assinou um contrato de dois anos com o Fenerbahçe, da Turquia.[21] Foi apresentado oficialmente no estádio do clube, frente à milhares de fãs.[22][23]

Em sua primeira partida oficial com o Fener, venceu um dos grandes rivais do clube, o Beşiktaş. Marcou seu primeiro gol pela equipe durante uma partida contra o Sivasspor, em 25 de agosto. O gol foi feito após uma cabeçada, e este se tornou apenas o terceiro gol de cabeça em toda a sua carreira.

Pouco mais de dois anos depois, no dia 7 de outubro de 2009, Roberto anunciou que deixaria o Fenerbahçe após o final de seu contrato em dezembro do mesmo ano. Ele se ofereceu para retornar ao Real Madrid e jogar gratuitamente, embora também houvesse interesse de vários clubes do futebol brasileiro. Jogou sua última partida pelo clube no dia 17 de dezembro, sendo ovacionado e aplaudido de pé pelos torcedores turcos após o fim da partida.[24]

CorinthiansEditar

 
Apresentação de Roberto Carlos no Corinthians

No dia 18 de novembro de 2009, após várias especulações sobre seu destino, Roberto Carlos foi anunciado como o primeiro grande reforço do Corinthians para a Copa Libertadores da América de 2010.[25] Foi atraído ao Corinthians devido ao seu projeto para montar um time forte em 2010. Assinou o contrato e foi apresentado no dia 4 de janeiro.[26]

Estreou no dia 20 de janeiro, na vitória por 2 a 1 sobre o Bragantino, em partida válida pelo Campeonato Paulista.[27] Apesar da idade avançada, Roberto Carlos vinha mostrando um excelente preparo físico e tendo atuações muito elogiadas no clube paulista, fato que culminou em várias especulações sobre seu retorno a Seleção Brasileira. Entretanto, não foi convocado.

Começou bem o ano de 2011, seu segundo pelo Timão: no dia 16 de janeiro, marcou um gol olímpico na estreia do Corinthians pelo Campeonato Paulista, contra a Portuguesa.[28] Entretanto, após a precoce eliminação na primeira fase da Copa Libertadores, em 11 de fevereiro, Roberto Carlos anunciou sua saída do Corinthians. Segundo a versão do jogador, por ter recebido ameaças vindas de alguns torcedores, ele optou por fazer uma rescisão amigável com o clube, alegando que esta seria a melhor decisão para ele e sua família.[29][30]

Anzhi MakhachkalaEditar

 
Roberto Carlos em agosto de 2011

No dia seguinte, em 12 de fevereiro, Roberto Carlos acertou por dois anos com o Anzhi Makhachkala, da Rússia, num contrato de 15 milhões de reais/ano.[31] Apesar de recém-chegado ao time, recebeu a faixa de capitão.

Em uma de suas primeiras partidas pelo Anzhi, contra o Zenit, foi alvo de racismo. Ainda antes do início da partida, durante o aquecimento dos jogadores, um fotógrafo flagrou um torcedor adversário mostrando uma banana para o jogador.[32] Em junho, o episódio se repetiu: próximo ao final de uma partida contra o Krylya Sovetov, quando a vitória do Anzhi por 3 a 0 já estava praticamente definida, um torcedor lançou uma banana perto de Roberto Carlos, que a pegou do chão, mostrou ao árbitro, tirou a braçadeira de capitão e se retirou de campo.[33]

Em entrevista no dia seguinte ao jogo, Roberto Carlos se mostrou indignado e chegou até a alegar que não tem mais vontade de voltar a jogar pelo clube:

No dia 28 de setembro de 2011, o treinador Gadzhi Gadzhiev foi demitido; em seu lugar Roberto Carlos assumiu interinamente a função de treinador, além de continuar como jogador na equipe russa.[35][36]

AposentadoriaEditar

No dia 1 de agosto do ano seguinte, o lateral anunciou oficialmente sua aposentadoria aos 39 anos de idade, assumindo a função de diretor de futebol do Anzhi.[37][38] Antes, já havia iniciado sua carreira também como auxiliar técnico do clube.

Seleção NacionalEditar

 
Roberto Carlos durante treinamento da Seleção Brasileira

É o segundo jogador que mais vezes vestiu a camisa canarinho; tem um total de 126 jogos pela Seleção Brasileira, perdendo apenas para Cafu, com 149, e ajudou seu país a conquistar a Copa do Mundo FIFA de 2002, após ser vice em 1998.

Marcou o gol mais bonito de sua carreira no dia 3 de junho de 1997, ao cobrar uma falta a 35 metros de distância do gol, na partida em que a Seleção Brasileira empatou com a Seleção Francesa por 1 a 1 na partida de abertura do Torneio da França. A curva feita pela bola foi tanta que já foi objeto de inúmeros estudos científicos. Este lance ficou conhecido como Banana Shot.[39][40]

Na Copa do Mundo FIFA de 2006, após a derrota por 1 a 0 para a França nas quartas de final, Roberto Carlos foi muito criticado, na época, por não ter marcado Thierry Henry enquanto "arrumava seu meião" no lance do gol que culminou na eliminação do Brasil.[41] Roberto chegou a afirmar que nunca mais jogaria pela Seleção, mas se ofereceu em uma entrevista caso a Seleção precisasse de um lateral-esquerdo experiente.

Carreira como treinadorEditar

Anzhi MakhachkalaEditar

 
Roberto Carlos no comando do Anzhi em 2012

Roberto Carlos teve uma breve passagem como treinador interino do Anzhi Makhachkala no início de 2012. Mais tarde ele criticou o clube, renunciando seu cargo ao lado gerente Guus Hiddink.[42]

SivassporEditar

Em junho de 2013 foi anunciado como técnico do Sivasspor, da Turquia, para a disputa da Süper Lig. Após uma boa primeira temporada, quando o clube terminou a temporada em quinto lugar do campeonato nacional. No dia 21 de dezembro de 2014, Roberto acertou sua rescisão de contrato, após um péssimo começo na temporada 2014–15, deixando o clube na penúltima colocação do Campeonato Turco.[43] Em virtude de seu bom desempenho pelo Sivasspor na temporada 2013–14, Roberto foi eleito o melhor treinador da Turquia em 2014.[44]

Akhisar BelediyesporEditar

No dia 2 de janeiro de 2015, Roberto Carlos foi anunciado pelo Akhisar Belediyespor, também da Turquia.[45]

Al-ArabiEditar

No dia 2 de junho de 2015 foi anunciado como novo técnico do Al-Arabi, do Catar, pretendendo contribuir para o crescimento do futebol no país que será sede da Copa do Mundo FIFA de 2022.[46] Porém, não chegou a atuar como treinador da equipe.

Delhi DynamosEditar

No dia 5 de julho de 2015, o brasileiro mandou uma mensagem em inglês para a torcida do Delhi Dynamos, dizendo estar animado com o projeto no futebol indiano. Depois, falou através de seu Instagram:

Quero informar que sou o novo treinador do Delhi Dynamos, na Índia. Um projeto interessante de um clube em crescimento. Muito feliz por fazer parte desse clube.

O acerto com o clube indiano ocorreu cerca de um mês depois que o treinador foi anunciado como novo comandante do Al Arabi, do Catar. A princípio, ele havia assinado por três temporadas, mas acabou não exercendo o cargo no clube.[47] No Delhi, chegou com a função de jogador-treinador.[48]

Estatísticas como treinadorEditar

Atualizadas até 4 de dezembro de 2015.

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas
Sivasspor 60 23 9 28
Akhisar Belediyespor 18 5 6 7
Delhi Dynamos 16 7 4 5

Conquistas e recordesEditar

Em 1997, Roberto Carlos foi o segundo colocado no prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA, atrás apenas do seu compatriota Ronaldo.[49]

Em março de 2004, foi apontado por Pelé como um dos 125 maiores jogadores de futebol vivos, na lista denominada FIFA 100. Ainda neste ano, recebeu a cidadania espanhola mas manteve também a sua brasileira.

Em testes realizados pelo Real Madrid em 2006, quando tinha 33 anos, o lateral realizou 100m em 10s9 e ganhou o status de jogador mais rápido daquele elenco e um dos mais rápidos do futebol mundial.

TítulosEditar

Como jogadorEditar

Palmeiras
Real Madrid
Fenerbahçe
Seleção Brasileira

Prêmios individuaisEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Como Roberto Carlos encantou os fãs do futebol». LANCE!. 22 de setembro de 2020. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  2. Carlos Ramos. «Um foguete chamado Roberto Carlos». oGol. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  3. «Quantos gols Roberto Carlos marcou na carreira?». Goal.com. 10 de abril de 2020. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  4. Felipe Lobo (3 de junho de 2017). «Só a física explica: há 20 anos, Roberto Carlos marcava AQUELE gol de falta». Trivela. Consultado em 13 de junho de 2021 
  5. «Varane entra em grupo de campeões da Copa e Champions no mesmo ano». ESPN.com.br. 15 de julho de 2018. Consultado em 13 de junho de 2021 
  6. a b «Lista de craques de Pelé para Fifa tem maioria brasileira». BBC Brasil. 4 de março de 2004. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  7. «ROBERTO CARLOS: brilhou no Palmeiras, Real Madrid e Seleção Brasileira». Memórias do Esporte. 8 de abril de 2021. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  8. «Roberto Carlos da Silva». Galo Digital. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  9. Gabriel Pazini (4 de outubro de 2013). «Roberto Carlos se diz triste por não ter jogado pelo Atlético e agradece o clube». O Tempo. Consultado em 5 de julho de 2021 
  10. «Apesar de curta passagem, Roberto Carlos mostra gratidão ao Galo em retrospectiva». Superesportes. 18 de junho de 2015. Consultado em 5 de julho de 2021 
  11. «Roberto Carlos agradece ao Galo». Superesportes. Consultado em 3 de setembro de 2015 
  12. «20 anos da final do Campeonato Paulista de 1995. Relembre!». Terceiro Tempo. 6 de agosto de 2015. Consultado em 5 de julho de 2021 
  13. Caio Dellagiustina. «Roberto Carlos, um dos grandes desperdícios da história da Inter». Calciopédia. Consultado em 5 de julho de 2021 
  14. «Por que Roberto Carlos não deu certo na Inter de Milão? O motivo tem nome e sobrenome». ESPN.com.br. 10 de janeiro de 2018. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  15. «Top 10- Trocas da Inter de Milão». Goal.com. 28 de julho de 2009. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  16. «Opinião: Roberto Carlos foi espetacular em mais de uma década no Real Madrid». Torcedores.com. 1 de julho de 2015. Consultado em 5 de julho de 2021 
  17. Leandro Stein (21 de fevereiro de 2018). «Há exatos 20 anos, Roberto Carlos anotava seu gol impossível contra o Tenerife». Trivela. Consultado em 13 de junho de 2021 
  18. «Ídolo do Bayern lembra reação de Roberto Carlos em gol aos 10s: "Culpou o gramado!"». Goal.com. 31 de março de 2021. Consultado em 5 de julho de 2021 
  19. «Roberto Carlos vai deixar o Real Madrid ao final da temporada». O Globo. 9 de março de 2007. Consultado em 9 de outubro de 2019 
  20. «Real Madrid vence de virada e é campeão espanhol». Estadão. 18 de junho de 2007. Consultado em 5 de julho de 2021 
  21. «Roberto Carlos troca o Real Madrid pelo Fenerbahce». UOL. 5 de junho de 2007. Consultado em 5 de julho de 2021 
  22. «Roberto Carlos é apresentado e assina por dois anos com o Fenerbahce». O Globo. 19 de junho de 2007. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  23. «Roberto Carlos assina com Fenerbahce e veste camisa do time». UOL. 19 de junho de 2007. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  24. «Fenerbahce oficializa saída de Roberto Carlos, a caminho do Corinthians». UOL. 17 de dezembro de 2009. Consultado em 5 de julho de 2021 
  25. Carlos Augusto Ferrari e Leandro Canônico (4 de janeiro de 2010). «Roberto Carlos chega ao Corinthians: 'Eu vim para cá para ganhar a Libertadores'». GloboEsporte.com. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  26. «Ex-jogador Neto afirma que Roberto Carlos é do Corinthians». OFuxico. 18 de novembro de 2009. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  27. «Corinthians vence na estreia de Roberto Carlos». Estadão. 21 de janeiro de 2010. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  28. Rafael Alaby (3 de agosto de 2018). «Último gol olímpico do Corinthians ocorreu há sete anos; relembre». Torcedores.com. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  29. Carlos Augusto Ferrari (11 de fevereiro de 2011). «Roberto Carlos está fora do Timão». GloboEsporte.com. Consultado em 5 de julho de 2021 
  30. Bruno Thadeu (13 de fevereiro de 2011). «Roberto Carlos deixa o Corinthians sem versão oficial e expõe amor e ódio da fiel». UOL. Consultado em 5 de julho de 2021 
  31. «Roberto Carlos acerta contrato de dois anos com time russo». GloboEsporte.com. 12 de fevereiro de 2011. Consultado em 13 de junho de 2021 
  32. «Roberto Carlos é vítima de insultos racistas antes de partida na Rússia». GloboEsporte.com. 22 de março de 2011. Consultado em 13 de junho de 2021 
  33. «Torcedores russos voltam a atirar bananas em Roberto Carlos». GloboEsporte.com. 22 de junho de 2011. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  34. «Russos se desculpam, mas Roberto Carlos diz não querer mais jogar». Terra. 23 de junho de 2011. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  35. «Anzhi demite treinador, e Roberto Carlos vira técnico-jogador do clube». GloboEsporte.com. 28 de setembro de 2011. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  36. «Anzhi demite Gadzhi Gadzhiev e Roberto Carlos assume como técnico-jogador». Trivela. 28 de setembro de 2011. Consultado em 13 de junho de 2021 
  37. Marcos Felipe (1 de agosto de 2012). «Roberto Carlos anuncia aposentadoria e quer despedida contra o Real Madrid». GloboEsporte.com. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  38. «Roberto Carlos encerra carreira marcada por vitórias em clubes e na seleção». VEJA. 1 de agosto de 2012. Consultado em 13 de junho de 2021 
  39. Francisco De Laurentiis e João Gabriel (3 de junho de 2017). «'Até hoje não sei como fiz aquele gol': há 20 anos, Roberto Carlos acertava o chute que desafiou a física». ESPN.com.br. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  40. «Banana Shot: um dos gols mais épicos da história do futebol». OneFootball. 30 de junho de 2020. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  41. «Roberto Carlos ajeita meia na hora do gol, e Pelé 'cutuca'». UOL. 1 de julho de 2006. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  42. Nicholas McGee (11 de setembro de 2013). «'Anzhi will collapse in two years' - Roberto Carlos» (em inglês). Goal.com. Consultado em 6 de agosto de 2021 
  43. «Após derrota em casa, Roberto Carlos deixa comando do Sivasspor». O Globo. 21 de dezembro de 2014. Consultado em 13 de junho de 2021 
  44. «Roberto Carlos é eleito o melhor técnico do ano na Turquia». UOL. 15 de dezembro de 2014. Consultado em 13 de junho de 2021 
  45. «Ex-lateral Roberto Carlos é anunciado como técnico do Akhisar e segue na Turquia». Superesportes. 2 de janeiro de 2015. Consultado em 13 de junho de 2021 
  46. «Agora no comando do Al-Arabi, Roberto Carlos quer Robinho e Ronaldinho». Torcedores.com. 2 de junho de 2015. Consultado em 13 de junho de 2021 
  47. «Roberto Carlos é confirmado como técnico de time da Superliga da Índia». GloboEsporte.com. 5 de julho de 2015. Consultado em 13 de junho de 2021 
  48. «Roberto Carlos será jogador e treinador em time da Índia». Terra. 9 de julho de 2015. Consultado em 13 de junho de 2021 
  49. Roberto Gozzi. «Melhor do mundo da FIFA de 1997 - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 5 de julho de 2021 
  50. «11 Leyenda el mejor once de la historia». Consultado em 25 de Fevereiro de 2021 
  51. «IFFHS ALL TIME WORLD MEN'S DREAM TEAM». Consultado em 22 de maio de 2021 

Ligações externasEditar

 
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