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Campeonato Catarinense de Futebol

O Campeonato Catarinense de Futebol, chamado também de Campeonato Catarinense, é a principal competição de futebol de Santa Catarina. Atualmente é organizado pela Federação Catarinense de Futebol, responsável pelo futebol profissional no estado. O campeonato é disputado desde 1924 e é considerado um dos mais equilibrados do país.[1]

Campeonato Catarinense de Futebol‎
Dados gerais
Organização FCF
Edições 92 desde 1924 (93 anos)
Local de disputa  Santa Catarina
Número de equipes 10
Sistema Misto (turno e returno classificatório para fase eliminatória)
Divisões
Série ASérie BSérie C
Soccerball current event.svg Edição atual
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Teve como primeiro campeão o Avaí Futebol Clube, e seu atual campeão é a Associação Chapecoense de Futebol, vencedor da edição de 2017. O clube que detém mais conquistas é o Figueirense com 17 títulos, seguido do Avaí com 16 títulos, Joinville com 12 títulos, Criciúma com 10 títulos e a Chapecoense com 6 títulos. Esses cinco clubes, são responsáveis por boa parte das conquistas do Campeonato Catarinense, a rivalidade entre eles está marcada na história desta competição.[2]

Outros 18 clubes já venceram a principal divisão do futebol Catarinense, que contou com a participação de 125 clubes diferentes ao longo da sua história. A maioria destes clubes estão desativados nos dias atuais. Desde 1972, o campeonato é dominado pelos cinco grandes – Avaí, Chapecoense, Criciúma, Figueirense e Joinville –, que ganharam todos os campeonatos desde então, exceto um (o de 1992, vencido pelo Brusque), e disputaram todas as finais entre si, exceto em dez ocasiões. Nos últimos 92 anos (desde 1924), a Série A não teve campeão definido em dois anos. Em 1933 o torneio não foi concluído e em 1946 o torneio não foi realizado.

Atualmente, a Série A é disputado por 10 equipes e normalmente realizado entre os meses de janeiro e meados de maio.

Índice

IntroduçãoEditar

 Ver artigo principal: Federação Catarinense de Futebol

Fundada em 12 de abril de 1924 com o nome de Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres, a história da regulamentação do futebol em Santa Catarina começou na Rua Esteves Júnior, no Centro da Capital, no Gymnasio Catharinense, atual Colégio Catarinense, berço da educação e da prática desportiva, onde se reuniram os representantes do Atlético Florianópolis, Figueirense, Internato, Trabalhista e Avaí, para registrar a ata de fundação da atual, Federação Catarinense de Futebol.

No princípio, a entidade organizava campeonatos das modalidades de atletismo, tiro ao alvo e também de futebol. O primeiro presidente da então Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres foi Luiz Alves de Souza (1924-1927). Mais tarde, já em 1927, a entidade teve seu nome modificado para Federação Catarinense de Desportos.

Com a consolidação do futebol como o esporte das multidões e a com evolução das demais modalidades de práticas esportivas e a consequente criação de entidades regulamentadoras específicas para cada uma, em 1951 a Federação Catarinense de Desportos tornou-se a Federação Catarinense de Futebol.

A história do futebol de Santa Catarina traz consigo grandes momentos protagonizados por tradicionais clubes e clássicos municipais que foram surgindo nos maiores centros do Estado. Estes jogos entre equipes da mesma cidade se tornaram grandes clássicos, que ganharam reconhecimento e fama ao longo dos tempos pelo ótimo nível das equipes.

No Norte, em Joinville, América vs. Caxias, no Vale do Itajaí em Blumenau, Olímpico vs. Palmeiras, em Itajaí, Almirante Barroso vs. Marcílio Dias, em Brusque, Paysandu vs. Carlos Renaux. Seguindo para o Sul, em Criciúma, com Próspera, Metropol e Comerciário. No litoral Sul, em Tubarão, Ferroviário vs. Hercílio Luz, no Planalto Serrano, nas cores do Internacional de Lages, no Oeste, em Chapecó, com a Chapecoense.

Com o passar dos anos e a evolução para o profissionalismo, muitas equipes pioneiras no futebol catarinense ficaram para trás, mas também surgiram imensas alegrias com o aparecimento de clubes que representam uma realidade de conquistas para os torcedores catarinenses como: Criciúma Esporte Clube (1978), Joinville Esporte Clube (1976) e Associação Chapecoense de Futebol (1973).

A ascensão destas três agremiações e o fortalecimento da dupla da Capital são responsáveis pelo desempenho honroso do futebol catarinense no cenário nacional no século XXI.[3]

Atualmente, o que se verifica desde 1972, o campeonato é dominado pelos cinco grandes – Avaí, Chapecoense, Criciúma, Figueirense e Joinville –, que ganharam todos os campeonatos desde então, exceto um (o de 1992, vencido pelo Brusque), e disputaram todas as finais entre si, exceto em dez ocasiões.

HistóriaEditar

Década de 1920: O inícioEditar

 
Time do Caxias, campeão do Campeonato Catarinense de 1929.

A primeira edição do Campeonato Catarinense foi disputada em 1924. Na época, o campeonato era conhecido como Campeonato Citadino de Florianópolis, visto que tal competição foi disputada por times de Florianópolis. Anos depois veio a ser homologado pela Federação Catarinense de Futebol como campeonato estadual. O mesmo ocorreu nos anos de 1925, 1926, 1934, 1935 e 1936. Ainda hoje, grande parte dos torcedores dos demais clubes do estado protestam sobre esta decisão.

Nesta década, foram disputados seis edições. O Avaí conquistou as edições de 1924, 1926, 1927 e 1928, o Externato em 1925 e o Caxias em 1929. Destaca-se também o Brasil Football Club, vice-campeão em 1927 e 1928.

Em 15 de agosto de 1927 a Liga Santa Catarina de Desportos Terrestres (LSCDT) passou a chamar-se Federação Catarinense de Desportos (FCD). No ano de 1927 os clubes do interior se interessaram em filiar-se a FCD, como o Brasil Football Club e o América de Joinville. O Avaí campeão da FCD teve que colocar o título em jogo contra o campeão do interior. O América de Joinville desistiu de filiar-se e o jogo programado para decisão do interior entre Brasil e América não aconteceu, assim, a FCD decidiu homologar o título de campeão do interior ao Brasil Football Club.

Década de 1930: Domínio da capital e o primeiro título de ItajaíEditar

 
Time do Lauro Müller, campeão do Campeonato Catarinense de 1931.

Na década de 1930, começa a surgir os clubes clássicos em Santa Catarina, mas que hoje em dia grande parte estão desativados. Também foi uma década de domínio da capital. Avaí, Figueirense e Atlético Catarinense conquistaram 7 das 10 edições. Desta vez, com destaque ao Figueirense com 5 títulos (1932, 1935, 1936, 1937 e 1939).

O primeiro título de Itajaí aconteceu na edição de 1931, que terminou apenas no dia 31 de janeiro de 1932. A final seria contra o Atlético Catarinense, da Capital. Seria porque o time de Florianópolis não apareceu. A equipe ficou irritada porque a partida decisiva foi adiada em uma semana. A diretoria do Atlético, que já não estava em sintonia com a Federação Catarinense de Desportos, resolveu não aparecer e o Lauro Müller venceu por WO. O Atlético acabou punido e o Caxias, de Joinville, foi considerado o vice-campeão.[4]

Em 1935, uma disputa fora dos gramados ocorreu entre a Federação Catarinense de Desportos (Florianópolis) e Associação Catarinense de Desporto (Joinville). Como o campeonato da capital de 1934 foi homologado estadual pela FCD, os clubes de Joinville se mobilizaram e fundaram uma nova liga no estado: a ACD - Associação Catarinense de Desportos, entidade não reconhecida pela FCD. Ambas as entidades tinham um objetivo idêntico: organizar o "verdadeiro" campeonato catarinense. Então neste ano foram organizados dois campeonatos, o da FCD contra equipes de Florianópolis e o da ACD equipes Joinvilenses. Somente em 1937 a ACD se filiou a FCD, tendo seus campeonatos de 1935 e 1936 reconhecidos como citadinos e não estaduais. Em 13 de Janeiro de 1942 a ACD mudou o nome para Liga Joinvilense de Futebol (LJF).[5]

Década de 1940: O interior surge ao futebol catarinenseEditar

 
Time do Lauro Müller.

A partir de meados da década de 1940, o interior catarinense se tornou hegemônico, equipes de fora da capital se adequaram mais rapidamente à realidade do profissionalismo, caso clássico do Grêmio Esportivo Olímpico e do América de Joinville, ambos campeões catarinense. Desde então, começa surgir a força do interior catarinense. Contudo, entre as 10 edições disputadas, 5 foram vencidas pelas equipes de Florianópolis. Assim como na década de 1920, destaca-se o Avaí com 4 conquistas.

A decisão do Estadual de 1942, teve como finalistas América-SC, de Joinville, e Avaí. Porém, o jogo final nunca aconteceu e o Leão ficou com a taça por conta de um decreto. Os jogadores do time joinvilense foram impedidos de jogar pelo batalhão do exército de viajar para a partida decisiva porque o América tinha no elenco atletas que faziam partida do 13º Batalhão de Caçadores. Assim, o time do Norte do Estado tentou realizar a partida em outra data, ou mesmo em Joinville — onde os jogadores que serviam o exército poderiam jogar —, mas a FCF não cedeu e decretou o Avaí campeão.[6]

A edição de 1946, não foi disputada, pois a Federação Catarinense de Desportos foi suspensa pela Confederação Brasileira de Futebol, por recusar-se a jogar com sua seleção estadual em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro de Seleções. A Federação Catarinense ficou impedida de realizar competições oficiais pelo período de 1 ano. Antes de concluir a pena, houve o perdão da Confederação Brasileira, mas não havia tempo hábil para as disputas do Campeonato estadual. A grande reclamação dos catarinenses foi que o árbitro anulou um gol legítimo de Saulzinho.[7]

Década de 1950: Domínio do interiorEditar

A década de 50 foi marcada pelo domínio do interior e o surgimento de equipes tradicionais no cenário estadual. Dentre todas as edições, apenas uma foi vencida pela capital, a de 1959 pelo Paula Ramos. Destaca-se a cidade de Joinville na qual conquistou 5 dos 10 títulos. O Carlos Renaux sagrou-se campeão nas edições de 1950 e 1953, o América de Joinville em 1951 e 1952, o Caxias em 1954 e 1955, o Operário em 1956 e o Hercílio Luz em 1957 e 1958.

Década de 1960: Criciúma desponta no cenário estadualEditar

Foi marcada pela aparição de Criciúma no cenário futebolístico estadual, através do Metropol. O clube ganhou as edições de 1960, 1961, 1962 ,1967 e 1969. Além do Metropol, o Criciúma Esporte Clube ganhou a edição de 1968. Criciúma assim como Florianópolis e Joinville despontava como uma potência do futebol Catarinense.

Além destas equipes, sagraram-se campeões nesta década o Grêmio Esportivo Olímpico em 1964, Inter de Lages em 1965, SER Perdigão em 1966 e o Clube Náutico Marcílio Dias em 1963. Além do título de 1963, o Marcílio Dias também foi vice campeão em 4 ocasiões: 1960, 1961, 1962 e 1967.

Década de 1970: O surgimento dos grandes clubesEditar

A década de 1970 foi uma das mais importantes e decisivas para a história do futebol Catarinense. Foi nessa década que grandes equipes da atualidade apareceram e tiveram seus primeiros títulos. Em 1976, após a fusão das duas equipes profissionais de Joinville, o Caxias Futebol Clube e o América Futebol Clube, clubes que juntos já somavam 18 finais de Campeonato Catarinense, nasceu o Joinville Esporte Clube, que no mesmo ano de nascimento já conquistou seu primeiro título estadual. Além de 1976, o JEC conquistou os títulos de 1978 e 1979.

Em 1977, a Associação Chapecoense de Futebol surge para o estado sagrando-se campeã Catarinense do mesmo ano e sendo vice campeã do ano seguinte.

Em 1978, ocorre um dos mais polêmicos títulos do estado. O Avaí ficou tão irritado com um pênalti marcado a favor do Joinville, que decidiu abandonar o Catarinense de 1978. O artigo 50 do regulamento do torneio, que tratava do assunto, não esclarecia o que aconteceria com os pontos das partidas que o Leão ainda iria disputar. O JEC terminou em primeiro, porém, a Chapecoense considerou os pontos ganhou do jogo que não teve contra o Avaí e também se proclamou campeã. O caso foi acabar no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Depois de quatro meses de disputa o advogado Waldomiro Falcão conseguiu levar o título para o Tricolor do Norte.

Década de 1980: Octacampeonato do JoinvilleEditar

Nesta década, o Joinville se consolidou como um dos principais clubes do estado. Das 10 edições, 6 foram conquistados pelo recém fundado JEC. Foram 8 títulos seguidos (1978-1985), sendo a única equipe octacampeã de Santa Catarina. Além do Joinville, o Criciúma foi vencedor em 1986 e 1989, além de ter sido vice-campeão 4 vezes. O Avaí ficou com a edição de 1988.[8]

Década de 1990: Polêmicas e rivalidades mais acirradasEditar

Com o Criciúma ganhando 5 edições (1990, 1991, 1993, 1995 e 1998) e sendo vice-campeão em 1994, marcou a retomada de Criciúma ao cenário estadual.

No ano de 1996, houve uma das decisões mais polêmicas, por diversas vezes mudou-se a partida que iria apontar o campeão catarinense. Com direito a gol anulado nos últimos segundos, batalhas judiciais e diversas datas marcadas para a grande final, que só foi acontecer em dezembro.

A véspera da final, marcada para o dia 13 de julho, o Joinville ficou hospedado em um hotel que ficava bem no centro da cidade de Chapecó. Durante a noite, um grupo de torcedores da Chapecoense ficou soltando fogos perto do hotel. A polícia foi chamada, dava uma volta próximo do local e, quando ia embora, os fogos retornavam. Assim seguiu durante toda a madrugada. Na manhã seguinte, o então presidente do Joinville, Vilson Florêncio, decidiu deixar Chapecó e não ir a campo, pelas condições emocionais do time e por temer pela segurança física dos seus atletas. O árbitro Dalmo Bozzano, então, declarou a Chapecoense vencedora por W.O.

O Joinville recorreu da decisão do árbitro e pediu um novo jogo, em campo neutro. Depois de batalhas judiciais, uma nova decisão foi marcada para o dia 18 de dezembro. No entanto, o duelo ocorreu no Oeste do Estado. A Chape havia perdido o primeiro jogo por 2 a 0 e precisava vencer para levar a decisão para a prorrogação. Fez 1 a 0 no tempo normal, com Marquito, e chegou aos 2 a 0 na prorrogação, com Gilmar Fontana, e ficou com a taça.[9]

A partir daí, podemos ver a superioridade de 5 equipes: Figueirense, Avaí, Criciúma, Joinville e a Chapecoense. A Chapecoense foi vice em 1991 e 1995, e ganhou a edição de 1996. O Brusque foi o campeão em 1992. Destaca-se também o Tubarão F.C, vice em duas oportunidades (1997 e 1998).

Década de 2000: O jejum de títulos no Norte do estadoEditar

Começou com dois títulos do JEC, porém, após tais conquistas, o clube entra em um jejum de 16 anos.[10] O Figueirense ganhou 5 títulos, sendo tri em (2002, 2003 e 2004). O Avaí em 2009, Criciúma em 2005 e a Chapecoense em 2007, ganharam apenas um.

Grandes destaques foram os vices campeonatos de Atlético Ibirama em 2004 e 2005 e do Caxias em 2002, depois de anos de inatividade.

O título da Chapecoense em 2007, foi o início da história do clube, tanto em âmbito estadual como nacional.

Década de 2010: A superioridade dos 5 grandesEditar

Neste século, podemos notar a superioridade de 3 equipes: a Chapecoense que conquistou as edições de 2011, 2016 e 2017, o Figueirense com o bicampeonato em 2014-2015 e o Avaí em 2010 e 2012. Além destas equipes, destaca-se o Criciúma campeão em 2013 e o Joinville que foi vice campeão em 4 oportunidades (2010, 2014, 2015 e 2016).[11]

Fórmula de disputaEditar

Ao longo da história, o Campeonato Catarinense já adotou diversas fórmulas de disputa devido ao calendário de jogos. Atualmente, conforme o regulamento, é disputado em Turno, Returno e Final.

No turno, os dez clubes participantes se enfrentam em jogos de ida. A equipe que obtiver a melhor classificação desta fase será declarada campeã do turno e estará classificada para a Final.

No returno, os dez clubes participantes se enfrentam em jogos de volta, com inversão do mando de campo da tabela da 1ª fase. A equipe que obtiver a melhor classificação desta fase será declarada campeã do returno e estará classificada para as Final.

A Final do Campeonato Catarinense será disputada em mata-mata em jogos de ida e volta.

Será mandante do jogo de volta (segunda partida) o clube que obtiver o melhor desempenho na classificação geral do campeonato. Caso uma mesma associação for campeã das 1ª e 2ª Fases (turno e returno), será considerado campeão do torneio, sem necessidade de final.

As duas equipes que somarem menos pontos somando-se as duas fases (turno e returno), serão rebaixadas para o Campeonato Catarinense de Futebol - Série B.

CampeõesEditar

Clube com mais títulos
Figueirense Futebol ClubeAvaí Futebol ClubeFigueirense Futebol ClubeAvaí Futebol ClubeFigueirense Futebol ClubeAvaí Futebol ClubeAvaí Futebol Clube 
Edições Ano Campeão Vice-campeão Artilheiro Gols
Campeonato Catarinense
1924
Detalhes
 
Avaí
 
Trabalhista
não disponível
1925
Detalhes
 
Externato
 
Avaí
não disponível
1926
Detalhes
 
Avaí
 
Internato
não disponível
1927
Detalhes
 
Avaí
 
Brasil
não disponível
1928
Detalhes
 
Avaí
 
Brasil
não disponível
1929  
Caxias
 
Adolfo Konder
Raul
(Caxias)
3
1930
Detalhes
 
Avaí
 
Marcílio Dias
Periquito
(Avaí)
3
1931  
Lauro Müller
 
Caxias
Cylo (CAX)
Rebello (LAM)
2
1932  
Figueirense
 
Brasil
não disponível
10ª 1934  
Atlético Catarinense
 
Iris
Leal
(Atlético Catarinense)
10
11ª 1935  
Figueirense
 
Iris
Calico
(Figueirense)
9
12ª 1936  
Figueirense
 
Iris
não disponível
13ª 1937  
Figueirense
 
Caxias
Abreu (PER)
Otto (CAX)
Raul (CAX)
2
14ª 1938  
CIP
 
São Francisco
Nhonhô
(Atlético São Francisco)
5
15ª 1939  
Figueirense
 
Pery Ferroviário
Neri
(Figueirense)
4
16ª 1940  
Ypiranga
 
Avaí
Bujão (YPI)
Saul (AVA)
3
17ª 1941  
Figueirense
 
Caxias
Nhonhô
(Caxias)
6
18ª 1942
Detalhes
 
Avaí
 
América
Bráulio (AVA)
Dirceu (ACR)
Foguinho (HLU)
Saul (AVA)
3
19ª 1943
Detalhes
 
Avaí
 
América
Saul
(Avaí)
6
20ª 1944
Detalhes
 
Avaí
 
Marcílio Dias
Felipinho (AVA)
Teixeirinha (PAL)
9
21ª 1945
Detalhes
 
Avaí
 
Caxias
Saul
(Avaí)
6
22ª 1947  
América
 
Palmeiras
Nicácio
(América)
5
23ª 1948  
América
 
Paula Ramos
Zabot
(América)
8
24ª 1949  
Olímpico
 
Avaí
Juarez (OLI)
Nicolau (OLI)
9
25ª 1950  
Carlos Renaux
 
Figueirense
Gil
(Figueirense)
6
26ª 1951  
América
 
Avaí
Bastinho
(América)
9
27ª 1952  
América
 
Carlos Renaux
Renê
(América)
12
28ª 1953
Detalhes
 
Carlos Renaux
 
América
Otávio
(Carlos Renaux)
11
29ª 1954
Detalhes
 
Caxias
 
Tubarão F.C.
Juarez
(Caxias)
18
30ª 1955  
Caxias
 
Palmeiras
Didi
(Caxias)
6
31ª 1956  
Operário
 
Paysandu
Den
(Operário)
13
32ª 1957
Detalhes
 
Hercílio Luz
 
Carlos Renaux
não disponível
33ª 1958  
Hercílio Luz
 
Carlos Renaux
Petrusky
(Carlos Renaux)
20
34ª 1959
Detalhes
 
Paula Ramos
 
Caxias
não disponível
35ª 1960
Detalhes
 
Metropol
 
Marcílio Dias
Noberto Hoppe
(Caxias)
9
36ª 1961
Detalhes
 
Metropol
 
Marcílio Dias
não disponível
37ª 1962  
Metropol
 
Marcílio Dias
não disponível
38ª 1963
Detalhes
 
Marcílio Dias
 
Almirante Barroso
não disponível
39ª 1964  
Olímpico
 
Inter de Lages
não disponível
40ª 1965
Detalhes
 
Inter de Lages
 
Metropol
Idézio
(Metropol)
24
41ª 1966  
SER Perdigão
 
Comercial
Norberto Hoppe
(Caxias)
33
42ª 1967  
Metropol
 
Marcílio Dias
Téquio
(Marcílio Dias)
19
43ª 1968
Detalhes
 
Criciúma
 
Caxias
Selmar
(Próspera)
10
44ª 1969  
Metropol
 
América
não disponível
45ª 1970  
Tubarão F. C.
 
Olímpico
não disponível
46ª 1971
Detalhes
 
América
 
Próspera
não disponível
47ª 1972
Detalhes
 
Figueirense
 
Avaí
Marcos
(América)
20
48ª 1973
Detalhes
 
Avaí
 
Juventus
Toninho
(Avaí)
18
49ª 1974
Detalhes
 
Figueirense
 
Inter de Lages
Marcos
(Figueirense)
13
50ª 1975
Detalhes
 
Avaí
 
Figueirense
Juti
(Avaí)
28
51ª 1976
Detalhes
 
Joinville
 
Juventus
Fontan (JOI)
Tonho (JOI)
14
52ª 1977
Detalhes
 
Chapecoense
 
Avaí
Ademir
(Comerciário)
27
53ª 1978
Detalhes
 
Joinville
 
Chapecoense
Ademir
(Criciúma)
19
54ª 1979
Detalhes
 
Joinville
 
Figueirense
Jorge
(Chapecoense)
23
55ª 1980
Detalhes
 
Joinville
 
Criciúma
Nunes
(Rio do Sul E.C)
25
56ª 1981
Detalhes
 
Joinville
 
Criciúma
Zé Carlos Paulista
(Joinville)
18
57ª 1982
Detalhes
 
Joinville
 
Criciúma
Paulinho Cascavel
(Criciúma)
18
58ª 1983
Detalhes
 
Joinville
 
Figueirense
Albeneir
(Figueirense)
23
59ª 1984
Detalhes
 
Joinville
 
Figueirense
Paulinho Cascavel
(Joinville)
27
60ª 1985
Detalhes
 
Joinville
 
Avaí
Jorge Veras
(Criciúma)
21
Primeira Divisão
61ª 1986
Detalhes
 
Criciúma
 
Marcílio Dias
Wagner
(Jonville)
16
62ª 1987
Detalhes
 
Joinville
 
Criciúma
Ronaldo
(Chapecoense)
16
63ª 1988
Detalhes
 
Avaí
 
Blumenau
Joel
(Marcílio Dias)
18
64ª 1989
Detalhes
 
Criciúma
 
Joinville
Nardella
(Jonville)
19
65ª 1990
Detalhes
 
Criciúma
 
Joinville
Soares
(Criciúma)
14
66ª 1991
Detalhes
 
Criciúma
 
Chapecoense
Toto
(G.E Juventus)
19
67ª 1992
Detalhes
 
Brusque
 
Avaí
Zé Mello
(Inter de Lages)
16
68ª 1993
Detalhes
 
Criciúma
 
Figueirense
Severino Barbosa
(Concórdia E.C)
23
69ª 1994
Detalhes
 
Figueirense
 
Criciúma
Alaor
(G.E Juventus)
21
70ª 1995
Detalhes
 
Criciúma
 
Chapecoense
Paulo Rink
(Chapecoense)
23
71ª 1996
Detalhes
 
Chapecoense
 
Joinville
Marcos Paulo
(Joinville)
11
72ª 1997
Detalhes
 
Avaí
 
Tubarão F.C
Jacaré (AVA)
Luiz Carlos (JOI)
13
73ª 1998
Detalhes
 
Criciúma
 
Tubarão F.C
Rogério
(Tubarão F.C)
16
74ª 1999
Detalhes
 
Figueirense
 
Avaí
Genílson
(Figueirense)
26
75ª 2000
Detalhes
 
Joinville
 
Marcílio Dias
Ézio
(Figueirense)
16
76ª 2001
Detalhes
 
Joinville
 
Criciúma
Mahicon Librelato
(Criciúma)
19
77ª 2002
Detalhes
 
Figueirense
 
Criciúma
Tiago Freitas
(Atlético de Ibirama)
10
78ª 2003
Detalhes
 
Figueirense
 
Caxias
Delmer
(Criciúma)
10
Série A1
79ª 2004
Detalhes
 
Figueirense
 
Hermann Aichinger
Ricardo (GUA)
Vicente (CAX)
6
80ª 2005
Detalhes
 
Criciúma
 
Hermann Aichinger
Paty
(Atlético de Ibirama)
9
Divisão Principal
81ª 2006
Detalhes
 
Figueirense
 
Joinville
Cícero
(Figueirense)
11
82ª 2007
Detalhes
 
Chapecoense
 
Criciúma
Maurício Duarte
(Atlético de Ibirama)
16
83ª 2008
Detalhes
 
Figueirense
 
Criciúma
Vandinho
(Avaí)
21
84ª 2009
Detalhes
 
Avaí
 
Chapecoense
Bruno Cazarine
(Chapecoense)
17
85ª 2010
Detalhes
 
Avaí
 
Joinville
Willian
(Figueirense)
13
86ª 2011
Detalhes
 
Chapecoense
 
Criciúma
Lima
(Joinville)
17
87ª 2012
Detalhes
 
Avaí
 
Figueirense
Aloísio (FIG)
Rafael Costa (MET)
14
88ª 2013
Detalhes
 
Criciúma
 
Chapecoense
Rafael Costa
(Metropolitano)
12
Série A
89ª 2014
Detalhes
 
Figueirense
 
Joinville
Régis
(Chapecoense)
8
90ª 2015
Detalhes
 
Figueirense [FIG]
 
Joinville
Vitinho
(Guarani de Palhoça)
11
91ª 2016
Detalhes
 
Chapecoense
 
Joinville
Bruno Rangel
(Chapecoense)
10
92ª 2017
Detalhes
 
Chapecoense
 
Avaí
Rentería (CAT)
Jonatas Belusso (BRU)
11
93ª 2018
Detalhes
    não disponível
  • FIG ^ O Joinville Esporte Clube, que chegou em primeiro no hexagonal final e teve o direito de decidir o campeonato em casa, foi penalizado com a perda de pontos pela escalação de um jogador irregular. Ao descumprir o regulamento, os mandos da final do campeonato foram invertidos e os dois empates, conforme regimento da competição, deram legitimidade ao título de 2015 ao Figueirense Futebol Clube.
  • Nos últimos 92 anos (desde 1924), a Série A não teve campeão definido em dois anos. Em 1933 o torneio não foi concluído e em 1946 o torneio não foi realizado.

Títulos por clubesEditar

Clube Campeão Anos dos Títulos Vice Anos dos Vices
  Figueirense (Florianópolis) 17 1932, 1935, 1936, 1937, 1939, 1941, 1972, 1974, 1994, 1999, 2002, 2003, 2004, 2006, 2008, 2014, 2015 7 1950, 1975, 1979, 1983, 1984, 1993, 2012
  Avaí (Florianópolis) 16 1924, 1926, 1927, 1928, 1930, 1942, 1943, 1944, 1945, 1973, 1975, 1988, 1997, 2009, 2010, 2012 10 1925, 1940, 1949, 1951, 1972, 1977, 1985, 1992, 1999, 2017
  Joinville (Joinville) 12 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1987, 2000, 2001 8 1989, 1990, 1996, 2006, 2010, 2014, 2015, 2016
  Criciúma (Criciúma) 10 1968, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1995, 1998, 2005, 2013 10 1980, 1981, 1982, 1987, 1994, 2001, 2002, 2007, 2008, 2011
  Chapecoense (Chapecó) 6 1977, 1996, 2007, 2011, 2016, 2017 5 1978, 1991, 1995, 2009, 2013
  América de Joinville (Joinville) 5 1947, 1948, 1951, 1952, 1971 4 1942, 1943, 1953, 1969
  Metropol (Criciúma) 5 1960, 1961, 1962, 1967, 1969 1 1965
  Caxias (Joinville) 3 1929, 1954, 1955 7 1931, 1937, 1941, 1945, 1959, 1968, 2003
  Carlos Renaux (Brusque) 2 1950, 1953 3 1952, 1957, 1958
  Olímpico (Blumenau) 2 1949, 1964 1 1970
  Hercílio Luz (Tubarão) 2 1957, 1958 0
  Marcílio Dias (Itajaí) 1 1963 8 1930, 1944, 1960, 1961, 1962, 1967, 1986, 2000
  Tubarão F. C. (Tubarão) 1 1970 3 1954, 1997, 1998
  Internacional de Lages (Lages) 1 1965 2 1964, 1974
  Paula Ramos (Florianópolis) 1 1959 1 1948
  Externato (Florianópolis) 1 1925 0
  Lauro Müller (Itajaí) 1 1931 0
  Atlético Catarinense (Florianópolis) 1 1934 0
  CIP (Itajaí) 1 1938 0
  Ypiranga (São Francisco do Sul) 1 1940 0
  Operário (Joinville) 1 1956 0
  SER Perdigão (Videira) 1 1966 0
  Brusque (Brusque) 1 1992 0
  Blumenau (Blumenau) 0 6 1927, 1928, 1932, 1947, 1955, 1988
  Iris (Florianópolis) 0 3 1934, 1935, 1936
  Juventus (Rio do Sul) 0 2 1973, 1976
  Atlético de Ibirama (Ibirama) 0 2 2004, 2005
  Trabalhista (Florianópolis) 0 1 1924
  Internato (Florianópolis) 0 1 1926
  Adolfo Konder (Florianópolis) 0 1 1929
  São Francisco (São Francisco do Sul) 0 1 1938
  Pery Ferroviário (Mafra) 0 1 1939
  Paysandu-SC (Brusque) 0 1 1956
  Almirante Barroso (Itajaí) 0 1 1963
  Comercial (Joaçaba) 0 1 1966
  Próspera (Criciúma) 0 1 1971
  • Equipes em itálico não estão mais ativas no futebol profissional.

Títulos por cidadesEditar

Cidade Títulos Vices Total (clubes) Média (por clube)
  Florianópolis 36 24 60 (9) 6.67
  Joinville 21 19 40 (4) 10.0
  Criciúma 15 12 27 (3) 9.00
  Chapecó 6 5 11 (1) 11.00
  Itajaí 3 9 12 (4) 3.00
  Brusque 3 4 7 (3) 2.34
  Tubarão 3 3 6 (2) 1.67
  Blumenau 2 7 9 (2) 4.50
  Lages 1 2 3 (1) 3.00
  São Francisco do Sul 1 1 2 (2) 1.00
  Videira 1 0 1 (1) 1.00
  Rio do Sul 0 2 2 (1) 2.00
  Ibirama 0 2 2 (1) 2.00
  Mafra 0 1 1 (1) 1.00
  Joaçaba 0 1 1 (1) 1.00

EstatísticasEditar

Treinadores campeõesEditar

Final Treinador vencedor Clube
1980   BRA Natanael Ferreira   JOI Joinville
1981   BRA Diede Lameiro   JOI Joinville
1982   BRA Joel Castro Flores   JOI Joinville
1983   BRA Velha   JOI Joinville
1984   BRA Jorge Ferreira   JOI Joinville
1985   BRA João Francisco   JOI Joinville
1986   BRA Zé Carlos   CRI Criciúma
1987   BRA Eduardo Antunes   JOI Joinville
1988   BRA Sérgio Lopes   AVA Avaí
1989   BRA Levir Culpi   CRI Criciúma
1990   BRA João Francisco   CRI Criciúma
1991   BRA Lori Sandri   CRI Criciúma
1992   BRA Joubert Pereira   BRU Brusque
1993   URU Sérgio Ramírez d'Ávila   CRI Criciúma
1994   BRA Lula Pereira   FIG Figueirense
1995   BRA Luiz Gonzaga Milioli   CRI Criciúma
1996   BRA Joel Castro Flores   CHA Chapecoense
1997   BRA Luiz Gonzaga Milioli   AVA Avaí
1998   BRA Vacaria   CRI Criciúma
1999   BRA Abel Ribeiro   FIG Figueirense
2000   BRA Arthur Neto   JOI Joinville
2001   BRA Arthur Neto   JOI Joinville
2002   BRA Roberval Davino   FIG Figueirense
2003   BRA Vagner Benazzi   FIG Figueirense
2004   BRA Dorival Júnior   FIG Figueirense
2005   BRA Luiz Carlos Barbieri   CRI Criciúma
2006   BRA Adílson Batista   FIG Figueirense
2007   BRA Agenor Piccinin   CHA Chapecoense
2008   BRA Alexandre Gallo   FIG Figueirense
2009   BRA Silas   AVA Avaí
2010   BRA Péricles Chamusca   AVA Avaí
2011   BRA Mauro Ovelha   CHA Chapecoense
2012   BRA Hemerson Maria   AVA Avaí
2013   BRA Vadão   CRI Criciúma
2014   BRA Vinícius Eutrópio   FIG Figueirense
2015   BRA Argel Fucks   FIG Figueirense
2016   BRA Guto Ferreira   CHA Chapecoense
2017   BRA Vagner Mancini   CHA Chapecoense

ArtilheirosEditar

Ano Jogador Clube Gols
1929   Raul   Caxias-SC 3
1930   Periquito   Avaí 3
1931   Cylo   Caxias-SC 2
  Rebello     Lauro Müller
1934   Leal   Atlético Catarinense 10
1935   Calico   Figueirense 9
1937   Abreu   Pery Ferroviário 2
  Otto   Caxias-SC
  Raul   Caxias-SC
1938   Nhonhô   São Francisco 5
1939   Neri   Figueirense 4
1940   Saul   Avaí 3
  Bujão   Ypiranga
1941   Nhonhô   Caxias-SC 6
1942   Saul   Avaí 3
  Bráulio   Avaí
  Foguinho   Hercílio Luz
  Dirceu   Carlos Renaux
1943   Saul   Avaí 6
1944   Felipinho   Avaí 9
  Teixerinha   Blumenau
1945   Saul   Avaí 6
1947   Nicácio   América-SC 5
1947   Zabot   América-SC 8
1949   Juarez   Olímpico 9
  Nicolau   Olímpico
1950   Gil   Figueirense 6

Maiores goleadasEditar

Abaixo segue a lista das maiores goleadas da história do Campeonato Catarinense.[12]

# Data Ano Mandante Visitante Estádio
1 1945 Avaí   21 3 Paula Ramos
2 20 de janeiro 1963 Metropol   12 1   Flamengo EC Estádio Euvaldo Lodi
3 9 de maio 1937 Figueirense   10 2   Iris Orlando Scarpelli
4 22 de março 1964 Inter de Lages   9 1   Tamandaré Vidal Ramos Júnior
5 11 de junho 1995 Atlético de Ibirama   1 9   Avaí Estádio Hermann Aichinger
6 28 de março 2013 Criciúma   8 0   Juventus de Jaraguá Estádio Heriberto Hülse
7 19 de março 2017 Chapecoense   7 0   Atlético Tubarão Arena Condá
8 18 de março 2012 Criciúma   7 0   Camboriú Estádio Heriberto Hülse
9 6 de dezembro 1925 Avaí   7 1   Figueirense Ressacada
10 29 de março 2017 Atlético Tubarão   6 0   Inter de Lages Domingos Silveira Gonzales
11 2 de março 2016 Camboriú   6 1   Guarani de Palhoça Estádio Robertão
12 28 de março 2012 Avaí   6 1   Marcílio Dias Ressacada
13 19 de março 2014 Marcílio Dias   6 1   Juventus de Jaraguá Estádio Hercílio Luz
14 14 de abril 2013 Joinville   6 1   Juventus de Jaraguá Arena Joinville
15 19 de janeiro 2013 Criciúma   6 0   Camboriú Estádio Heriberto Hülse
16 9 de abril 2016 Criciúma   5 0   Camboriú Estádio Heriberto Hülse
17 14 de março 2016 Criciúma   5 0   Inter de Lages Estádio Heriberto Hülse
18 31 de janeiro 2015 Chapecoense   5 0   Inter de Lages Arena Condá
19 21 de janeiro 2012 Figueirense   5 0   Marcílio Dias Orlando Scarpelli
20 4 de março 2012 Joinville   5 0   Marcílio Dias Arena Joinville

Maiores públicosEditar

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ref.
1 31 123 Criciúma   1–0   Chapecoense Heriberto Hülse 6 de agosto de 1995 [13]
2 25 735 Avaí   2–1   Blumenau Ressacada 17 de julho de 1988 [13]
3 23 375 Figueirense   2–1   Avaí Maracanã 25 de julho de 1999 [14]
4 22 850 Avaí   2–0   Tubarão F.C. Ressacada 22 de junho de 1997 [15]
5 21 846 Figueirense   2–2   Avaí Orlando Scarpelli 21 de maio de 2000 [16]
6 21 400 Criciúma   0–2   Joinville Heriberto Hülse 23 de agosto de 1987 [17]
7 21 324 Figueirense   3–1   Guarani de Palhoça Orlando Scarpelli 18 de abril de 2004 [18]
8 21 110 Figueirense   2–1   Caxias-SC Orlando Scarpelli 23 de março de 2003 [19]
9 20 425 Avaí   2–0   Figueirense Ressacada 21 de julho de 1999 [15]
10 19 141 Chapecoense   0–1   Avaí Arena Condá 7 de maio de 2017 [20]

ParticipaçõesEditar

Clubes Cidade Participações Anos
Avaí   Florianópolis 76 1924-28, 1930, 1933-38, 1940, 1942-45, 1949, 1951-53, 1956-57, 1960, 1963-93, 1995-2018
Figueirense   Florianópolis 74 1924-1927, 1932-1937, 1939, 1941, 1950, 1954, 1956-1960, 1963-1986, 1988-2018
Marcílio Dias   Itajaí 53 1930, 1933, 1939, 1944, 1956-1969, 1974-1998, 2000-2009, 2011-2012, 2014-2015
Criciúma [CRI]   Criciúma 54 1949, 1951, 1955, 1957-1960, 1965-1969, 1977-2018
Blumenau [BEC]   Blumenau 48 1927-28, 1932-33, 1941-42, 1944-45, 1947-48, 1955-56, 1959-60, 1962-79, 1980-85, 1988-92, 1994-1998
Chapecoense   Chapecó 45 1974-2018
Joinville   Joinville 43 1976-2018
Inter de Lages   Lages 39 1959-1960, 1964-1988, 1991-1995, 2001-2002, 2015-2018
Caxias   Joinville 35 1928-1929, 1931, 1933, 1937-1941, 1944-1945, 1954-1957, 1959-1975, 2003-2004, 2006
Carlos Renaux [REN]   Brusque 33 1930, 1941-1943, 1945, 1950, 1952-1954, 1956-1959, 1961-1965, 1968-1971, 1974-1984
Legenda
     Participou da última edição do Campeonato Catarinense

Campeões consecutivosEditar

Campeonatos relacionadosEditar

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

Referências

  1. «"Catarinense é o Estadual mais equilibrado do Brasil"». DC. 28 de janeiro de 2014. Consultado em 28 de abril de 2017 
  2. «"Santa Catarina tem cinco times entre os 40 melhores do futebol brasileiro"». DC. 24 de novembro de 2012. Consultado em 15 de junho de 2017 
  3. «História da Federação Catarinense de Futebol». Site Oficial FCF. Consultado em 28 de abril de 2017 
  4. «"O primeiro título estadual de um time de Itajaí"». ClicRBS. 31 de janeiro de 2014. Consultado em 15 de junho de 2017 
  5. «"O campeonato estadual paralelo que só tinha times do interior"». ClicRBS. 20 de janeiro de 2014. Consultado em 15 de junho de 2017 
  6. «"O campeonato estadual paralelo que só tinha times do interior"». ClicRBS. 20 de janeiro de 2014. Consultado em 15 de junho de 2017 
  7. «"O campeonato que não aconteceu"». ClicRBS. 19 de setembro de 2011. Consultado em 15 de junho de 2017 
  8. «"JEC 40 anos: o orgulho de torcer para o único time octacampeão em Santa Catarina"». NDOnline. 20 de janeiro de 2016. Consultado em 15 de junho de 2017 
  9. «"Catarinense teve final polêmica entre Joinville e Chapecoense em 1996"». RICMais. 27 de abril de 2016. Consultado em 15 de junho de 2017 
  10. «"Por fim de jejuns, Chapecoense e JEC decidem título na Arena Condá"». GazetaEsportiva. 8 de maio de 2016. Consultado em 15 de junho de 2017 
  11. «"Top 5: por que o futebol catarinense vive um momento melhor que o paranaense"». GazetaEsportiva. 14 de outubro de 2014. Consultado em 15 de junho de 2017 
  12. «Maiores goleadas do Campeonato Catarinense». Campeões do Futebol. Consultado em 11 de maio de 2017 
  13. a b «OS MAIORES PÚBLICOS DO FUTEBOL DE SANTA CATARINA». RSSSFBrasil. 1º de setembro de 2013. Consultado em 28 de abril de 2017 
  14. «Conheça a história do clássico mais polêmico da história de Figueirense e Avaí». NDOnline. 5 de maio de 2012. Consultado em 28 de abril de 2017 
  15. a b «Público de Avaí x Chape é um dos maiores da história da Ressacada». INfoesporte. 14 de outubro de 2013. Consultado em 28 de abril de 2017 
  16. «Confira quem mais venceu, quem mais fez gols e outros números». INfoesporte. 10 de outubro de 2013. Consultado em 28 de abril de 2017 
  17. «Os dez maiores públicos do Heriberto Hülse». Engeplus. 28 de outubro de 2010. Consultado em 28 de abril de 2017 
  18. http://www1.an.com.br/2004/abr/19/0esp.htm
  19. «Santa Catarina State League 2003». RSSSFBrasil. 27 de março de 2003. Consultado em 28 de abril de 2017 
  20. «"Chapecoense fatura bicampeonato do Catarinense mesmo com derrota para o Avaí na Arena Condá"». ClicRBS. 7 de maio de 2017. Consultado em 15 de junho de 2017