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Copa do Nordeste de Futebol

Nota: Se procura por outra acepções de "Nordestão", consulte: Nordestão.

A Copa do Nordeste de Futebol (também conhecida como Nordestão, Campeonato do Nordeste e Lampions League) é uma competição de futebol disputada entre equipes da Região Nordeste do Brasil.

Copa do Nordeste de Futebol
Nordestão
CopaNordeste2017.png
Logomarca atual
Dados gerais
Organização Liga do Nordeste (2010)[1]
FAF (1994)
CBF (1997–2003 e 2013–atualmente)
Edições 14
Outros nomes Nordestão
Campeonato do Nordeste
Lampions League
Local de disputa BandeirasNordesteBrasil.gif Nordeste do Brasil
Número de equipes 20
Sistema Grupos (1ª fase)
Mata-mata (2ª fase)
Soccerball current event.svg Edição atual
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Considerado um dos campeonatos regionais mais importantes do país (por alguns, o mais importante), o "Nordestão" foi uma competição intermitente no calendário do futebol brasileiro em seus primeiros anos. Organizada oficialmente pela primeira vez em 1994, o torneio foi disputado continuamente entre 1997 e 2003, época em que passou a ser organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).[nota 1] Teve quase todas suas edições canceladas entre 2004 e 2012, com exceção da edição de 2010. Retornou novamente ao calendário do futebol brasileiro em 2013.

Das 14 edições realizadas, houve sete clubes campeões. O Vitória é o maior vencedor do "Nordestão", com quatro títulos,[2][3][4][nota 2] seguido do Sport e do Bahia, com três conquistas, e de América de Natal, Campinense, Ceará e Santa Cruz, com uma conquista cada.

Entre as edições de 2014 e 2016, o campeão garantiu também uma vaga na Copa Sul-Americana.[nota 3] A partir da edição de 2015, o campeão passou a garantir uma vaga no torneio amistoso Troféu Asa Branca.[6] que passou a se chama Taça Asa Branca o torneio amistoso, A partir da edição de 2017, o campeão garante vaga direta às oitavas de final da Copa do Brasil do ano seguinte.

O Campinense, campeão da edição de 2013, é o único a conquistar o torneio sem levar nenhum gol em seus domínios. O confronto mais vezes repetido em toda a história da competição é entre Vitória e América de Natal, com 21 jogos. Foram 14 vitórias do rubro-negro baiano, 4 do alvirrubro potiguar, além de 3 empates.[7] O América é também a única equipe que esteve em todas as edições do torneio.

Índice

HistóriaEditar

OrigensEditar

A possível origem do que é a atual Copa do Nordeste de Futebol é um assunto controverso,[5][8] historicamente a Copa do Nordeste sempre foi um torneio intermitente no calendário do futebol brasileiro. De fato, a gama de campeonatos deste porte seria bem mais ampla, algumas delas até com a chancela da Confederação Brasileira de Desportos (CBD, precursora da atual CBF).[9] De 1946, quando foi disputado um torneio quadrangular em Natal, vencido pelo Fortaleza, até 1994, quando foi realizada a primeira Copa do Nordeste reconhecida pela CBF, foram disputados vários torneios de futebol de amplitude regional no Nordeste – com pesos diferentes, naturalmente – onde alguns clubes se intitulam campeões da copa Nordeste. Porém, a antiga discussão sobre a chancela oficial dos títulos desses torneios permanece com a CBF, que evita tocar no assunto sobre as competições anteriores a 1994, data da primeira Copa do Nordeste, também denominada de "Taça Governador Geraldo Bulhões". Curiosamente, foi a única reconhecida posteriormente, quando a confederação passou a organizar o certame. Além disso, foram realizadas também muitas competições amistosas entre dois ou três estados, mas que não são e nem podem ser consideradas torneios regionais já que não houve a participação dos estados em sua maioria.[5][10]

Torneio José Américo de Almeida Filho

Em 1975, o certame foi organizado em homenagem ao estádio homônimo, o Almeidão, em João Pessoa, inaugurado no mesmo ano. Na temporada seguinte, o torneio foi ampliado, com direito à curiosa participação do Volta Redonda, do Rio de Janeiro.[5] Segundo a visão do presidente da Liga do Nordeste, Alexi Portela, o Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 foi a primeira competição realizada no Nordeste que representou o início da atual Copa do Nordeste de Futebol, em setembro de 2014, ele encaminhou à direção de competições da entidade máxima do futebol brasileiro uma nova lista de "campeões oficiais", que inclui as edições do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 e 1976.[5][11] Porém, até hoje, a CBF não pronunciou sobre o assunto.[5]

O Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 contou com a participação de seis equipes de três estados: Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.[8][12] Atualmente o CRB reivindica o reconhecimento dessa competição pela CBF como Copa do Nordeste.[13] O torneio de 1976, englobou campeões e vices de seis estados nordestinos: Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, além do Volta Redonda, clube convidado do Rio de Janeiro. Após reivindicações do Vitória, essa competição chegou a ser reconhecida inicialmente pela CBF, em setembro de 2012, como a edição inaugural do que hoje é a Copa do Nordeste, através de seu guia anual, Guia do Campeonato Brasileiro de 2012. Porém, os títulos deste documento, foram anunciados pelos próprios clubes e não pela CBF em si,[14] cabe também observar que o reconhecimento de títulos pela CBF vem através de Resoluções de Presidência da mesma, não através do Guia do Campeonato Brasileiro. O referido Guia traz, inclusive, uma seção de bibliografia, em que constam fontes externas (diversos sites, inclusive a própria Wikipédia), que não são documentos oficiais da CBF.[8][15][16] Mas nas edições posteriores, esta decisão foi revista, como na edição do Guia do Brasileirão - CBF 2015.[17] Com outras competições nordestinas que foram realizadas anteriormente ignoradas, o título de 1976 tornou-se polêmico.[5]

Taça Governador Geraldo BulhõesEditar

Após a edição do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976, somente no ano de 1994, foi novamente realizado um certame envolvendo os times do Nordeste, agora com um novo formato. Sob o nome de Taça Governador Geraldo Bulhões, à época governador do estado de Alagoas, a competição rapidamente se popularizou como "Copa do Nordeste". A organização foi da FAF, e o torneio foi inteiramente disputado no estado alagoano. A final aconteceu na capital, Maceió, no Estádio Rei Pelé, entre Sport e CRB. Após um empate em 0 a 0 no tempo normal, o time pernambucano foi campeão pelo placar de 3 a 2 na disputa de pênaltis.[18] Este torneio é reconhecido oficialmente pela CBF como a primeira edição do "Nordestão".[5][14]

Organização da CBFEditar

Em 1997, o torneio passou então a ser organizado pela CBF, com os clubes entrando pelo critério de merecimento: participavam apenas os melhores classificados nas respectivas competições estaduais. Nos dois primeiros anos, assegurava ao campeão uma vaga na Copa Conmebol do mesmo ano.[19] O sistema de grupos foi deixado para trás e a primeira Copa dessa nova "era" foi disputada apenas em mata-mata. O Vitória chegou à final invicto, assim como seu arquirrival, Bahia, fazendo a primeira de três finais em que, até hoje, a dupla Ba-Vi decidiu o campeonato. O resultado foi 4 a 2 no agregado para o rubro-negro, se sagrando campeão pela primeira vez.[20]

Já em 1998, com o sistema de grupos de volta, mais uma vez o Vitória chegou à final, dessa vez tendo como adversário o América de Natal. Derrotado por 2 a 1 na partida de ida, o clube potiguar ficou com a obrigação de vencer em Natal, tarefa que cumpriu, fazendo 3 a 1 no time baiano e ficando com o título.[21][22]

No ano seguinte, o favoritismo era do Bahia, que havia terminado a fase de grupos invicto e passou por América de Natal e CSA com certa facilidade nas fases seguintes.[23] O adversário da final, mais uma vez, era o Vitória, dono de uma campanha razoável ao longo da competição. Porém, vencendo por 2 a 0 a partida de ida e perdendo por 1 a 0 a de volta, o "Leão da Barra" confirmou sua hegemonia no torneio, sagrando-se o primeiro bicampeão do Nordeste.[24][25] Este foi também um ano de muitos times estreantes na competição, num total de cinco: Baraúnas, Campinense, Juazeiro, Lagartense e Porto.[24]

Na sua quarta final consecutiva, em 2000, o Vitória agora enfrentaria o Sport, dono da melhor campanha até então. O fato acabou sendo determinante no título do clube pernambucano, já que, com dois empates em 2 a 2, foi considerado campeão por tê-lo feito.[26]

Regional de maior sucesso do paísEditar

Em 2001, uma nova fórmula para o certame foi designada, passando agora a ser disputado por 16 equipes no sistema de pontos corridos, com os quatro melhores pontuadores ao fim dos confrontos avançando às semifinais. Tal mudança gerou grande investimento no campeonato, e chegou a ser a competição com melhor média de público do país na época.[27][28][29] Nas duas edições em que foi disputada por pontos corridos, assim como em 2000, os primeiros colocados ganhavam vagas na Copa dos Campeões.[30]

Náutico, Bahia, Fortaleza e Sport avançaram à segunda fase, disputada em apenas um jogo eliminatório. O Bahia bateu o terceiro colocado Fortaleza e fez a segunda final seguida. Dessa vez enfrentando o Sport, o tricolor baiano se sagrou campeão ao vencer a equipe pernambucana por 3 a 1.[31]

Em 2002, o Vitória chegou à final contra o Bahia, a terceira vez em que o clássico Ba-Vi decidiu o maior torneio nordestino. O rubro-negro acabou não conseguindo reverter a vantagem que o tricolor impôs no jogo de ida, 3 a 1, e a partida de volta ficou apenas num empate em 2 a 2, dando ao Bahia o segundo título consecutivo.[32][33]

Cancelamento e retornoEditar

Depois de uma última edição sem diversos dos principais clubes da região, que teve como campeão o Vitória, pela terceira vez, em cima do Fluminense de Feira, o torneio foi cancelado em 2004 pela CBF por falta de datas no calendário anual, apesar do notável crescimento e da importância que ganhava no cenário nacional, embora o contrato acertado com os clubes garantisse mais algumas edições.[34] Vários desses clubes processaram a entidade máxima do futebol brasileiro e ganharam a causa.[35] Um acordo foi feito no início de 2010 para a volta do campeonato, com a condição da extinção deste processo.[36] Esse acordo foi aceito e, assim, a Copa voltou no dia 9 de junho de 2010.[37][38]

Utilizando em sua maioria jogadores das categorias de base, o Vitória classificou-se em segundo lugar na primeira fase e venceu a final (disputada em jogo único) contra o estreante em decisões ABC. Por ter se classificado na primeira colocação, o ABC teve o direito de disputar a final em seu mando de campo, o Frasqueirão, em Natal, mas mesmo assim acabou derrotado por 2 a 1, após a virada do rubro-negro baiano. Assim, o Vitória levantou seu quarto troféu do torneio.[39]

 
Logo do retorno em 2013

Após mais dois anos sem a disputa do torneio, no dia 13 de setembro de 2012 a CBF oficializou o retorno da competição para o ano seguinte, com esta passando a ser disputada entre os meses de janeiro e março.[40] A partir de 2014, o torneio passará ao seu campeão uma vaga na Copa Sul-americana do mesmo ano.[41]

Maranhão e PiauíEditar

Em 2015, clubes dos estados do Maranhão e do Piauí foram incluídos na competição da Copa do Nordeste. O motivo da não participação de ambos é devido à CBF incluí-los em competições com times da Região Norte do Brasil. [42]

Vagas por federaçãoEditar

Vagas Federação Classificação
3   FPF 1º, 2º e 3º colocados do Campeonato Pernambucano de Futebol
3   FBF 1°, 2° e 3° colocados do Campeonato Baiano de Futebol
2   FCF 1º e 2º colocados do Campeonato Cearense de Futebol
2   FAF 1º e 2º colocados do Campeonato Alagoano de Futebol
2   FSF 1º e 2º colocados do Campeonato Sergipano de Futebol
2   FPF 1º e 2º colocados do Campeonato Paraibano de Futebol
2   FNF 1º e 2º colocados do Campeonato Potiguar de Futebol
2   FMF 1º e 2º colocados do Campeonato Maranhense de Futebol
2   FFP 1º e 2º colocados do Campeonato Piauiense de Futebol

EdiçõesEditar

TítulosEditar

Por equipeEditar

Campeões do Nordeste
Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  Vitória 4 (1997, 1999, 2003 e 2010) 3 (1998, 2000 e 2002) 1 (2015) 1 (2017)
  Bahia 3 (2001, 2002 e 2017) 3 (1997, 1999 e 2015) 3 (1994, 1998 e 2016) 0
  Sport 3 (1994, 2000 e 2014) 2 (2001 e 2017) 1 (1999) 3 (1997, 2015 e 2016)
  Ceará 1 (2015) 1 (2014) 1 (1997) 1 (2013)
  Campinense 1 (2013) 1 (2016) 0 0
  Santa Cruz 1 (2016) 0 1 (2017) 2 (2002 e 2014)
  América de Natal 1 (1998) 0 1 (2014) 1 (2003)
  ABC 0 1 (2010) 1 (2003) 0
  CRB 0 1 (1994) 0 0
  Fluminense de Feira 0 1 (2003) 0 0
  ASA 0 1 (2013) 0 0
  Náutico 0 0 2 (2001 e 2002) 0
  CSA 0 0 1 (2010) 1 (1999)
  Fortaleza 0 0 1 (2013) 1 (2001)
  Sergipe 0 0 1 (2000) 0
  Botafogo-PB 0 0 0 1 (1998)
  Cruzeiro-AL 0 0 0 1 (1994)
  Poções 0 0 0 1 (2000)
  Treze 0 0 0 1 (2010)

Por federaçãoEditar

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  Bahia 7 7 4 2
  Pernambuco 4 2 4 5
  Ceará 1 1 2 2
  Rio Grande do Norte 1 1 2 1
  Paraíba 1 1 0 2
  Alagoas 0 2 1 2
  Sergipe 0 0 1 0
  Piauí 0 0 0 0
  Maranhão 0 0 0 0

EstatísticasEditar

Maiores PúblicosEditar

Estes são os dez maiores públicos pagantes da história da Copa do Nordeste:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 65 834 Bahia   3–1   Sport Fonte Nova 28 de abril 2001 [43]
2 64 689 Bahia   3–1   Vitória Fonte Nova 5 de maio 2002 [44]
3 63 399 Ceará   2–1   Bahia Arena Castelão 29 de abril 2015 [45]
4 60 068 Ceará   1–1   Sport Arena Castelão 9 de abril 2014 [46]
5 54 774 Bahia   0–3   Vitória Fonte Nova 18 de maio 1997 [47]
6 52 207 Ceará   0–1   ASA Arena Castelão 3 de março 2013 [48]
7 48 510 Vitória   3–1   Bahia Fonte Nova 19 de abril 1998 [49]
8 42 437 Bahia   2–1   Fortaleza Fonte Nova 21 de abril 2001 [50]
9 40 359 Bahia   1–0   Vitória Fonte Nova 27 de junho 1999 [51]
10 40 205 Bahia   3–2   Sport Arena Fonte Nova 12 de abril 2015 [52]

Médias anuais geraisEditar

  • 2013: 8.350
  • 2014: 7.602
  • 2015: 7.819
  • 2016: 5.873
  • 2017: 5.973

Melhores médias anuaisEditar

Campeões por AproveitamentoEditar

Até a edição de 2016

Pos Times % Ano
1   Sport 83.3% 1994
2   Bahia 80.4% 2001
3   Vitória 79.2% 1997
4   Bahia 75% 2017
5   Vitória 73.3% 2003
6   Ceará 72.2% 2015
7   América de Natal 66.7% 1998
  Sport 66.7% 2000
  Campinense 66.7% 2013
  Santa Cruz 66.7% 2016
11   Vitória 64.6% 2010
12   Bahia 61.4% 2002
13   Sport 58.3% 2014
14   Vitória 55.6% 1999

ArtilheirosEditar

Ano Artilheiro[53] Time Gols
1994 Fábio Sport 5
1997 Nildo Ceará 6
1998 Paulinho Kobayashi América de Natal 9
1999 Uéslei Bahia 10
2000 Leonardo
Pedro Costa
ABC
Sergipe
6
2001 Kuki Náutico 12
2002 Sérgio Alves Bahia 13
2003 Nadson Vitória 5
2010 Cristiano Alagoano Confiança 10
2013 Marcelo Nicácio
Rodrigo Silva
Vitória
ABC
5
2014 Magno Alves Ceará 8
2015 Max América de Natal 6
2016 Rodrigão Campinense 9
2017 Régis Bahia 6

Desempenho das EquipesEditar

Equipe 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18
  ABC 10º 11º - - 16º 12º C
  Altos - - - - - - - - - - - - - 14º C
  América-RN 15º 15º 11º 11º 11º -
  ASA 15º - - - - - - - - - - - - -
  Bahia - 10º C
  Baraúnas - - - 13º - - - - - - - - - - -
  Botafogo 16º 12º 16º 12º 12º - 13º 20º 15º 17º C
  Capela 14º - - - - - - - - - - - - - -
  Campinense - - - 14º - - - - - - -
  Ceará - 11º 11º 14º - C
  Confiança - 12º 14º - - 14º 16º - 14º 15º 16º 18º - C
  Cordino - - - - - - - - - - - - - - C
  Corinthians-AL - - - - - - - 10º - - - - - - -
  Coritiba-SE - - - - 14º - - - - - - - - - -
  Coruripe - - - - - - - - - - - 11º 12º - -
  CRB 14º 12º - 11º 12º 12º 10º C
  Cruzeiro-AL - - - - - - - - - - - - - -
  CSA 11º 15º 10º - - - 15º C
  Estanciano - - - - - - - - - - - - 14º - -
  Feirense - - - - - - - - - 16º - - - - -
  Ferroviário - 11º - 12º - - - - - - - - - - C
  Flamengo-PI - - - - - - - - - - - - 20º - -
  Fortaleza 13º 17º - - - 11º - 13º -
  Fluminense de Feira - 10º - - 13º 13º - - - - - C
  Globo - - - - - - - - - - - 15º - - C
  Guarany de Sobral - - - - - - - - - - - - -
  Imperatriz - - - - - - - - - - - - 17º - -
  Itabaiana - - - - - - - - - 14º - - - C
Equipe 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18
  Juazeirense - - - - - - - - - - - - 19º 18º -
  Juazeiro-BA - - - 15º 13º - - - - - - - - - -
  Juazeiro-CE - - - - 16º - - - - - - - - - -
  Lagartense - - - 16º - - - - - - - - - - -
  Moto Club - - - - - - - - - - - 13º - 19º C
  Miguelense - - - - - - - - - - - - - -
  Náutico 12º 15º - - - 10º - 11º - -
  Palmeiras-BA - - - - - - - 12º - - - - - - -
  Parnahyba - - - - - - - - - - - - - - C
  Piauí - - - - - - - - - - - 17º - - -
  Poções - - - - - - - - - - - - - -
  Potiguar de Mossoró - - - - - - - - - - 10º - - - -
  Porto - - - 10º - - - - - - - - - - -
  Ríver-PI - - - - - - - - - - - 10º 13º -
  Salgueiro - - - - - - - - - 13º - - C
  Sampaio Corrêa - - - - - - - - - - - 14º 16º -
  Santa Cruz - 10º - - C
  Santa Cruz-PB 11º 10º - - - - - - - - - - - - -
  Sergipe - 13º 13º 12º 15º 15º - 12º - - -
  Serrano - - - - - - - - - - - 18º - - -
  Socorrense - - - - - - - - - - - 19º - - -
  Sousa - - - - - - - - - 15º - - - - -
  Sport 10º - - C
  Treze - - 16º - 13º 11º - 14º - - - C
  Uniclinic - - - - - - - - - - - - - 20º -
  Vitória 16º - C
  Vitória da Conquista - - - - - - - - - - 16º - 10º - -
Equipe 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18

Número de ParticipaçõesEditar

 Ver artigo principal: Participações na Copa do Nordeste

Atualizado até a edição de 2018.

Classificação GeralEditar

Até a edição de 2017

Pos Times Pts J V E D GP GC SG % P
1   Bahia 270 140 76 37 27 257 151 106 64.3% 13
2   Vitória 262 140 77 30 33 256 161 95 62.4% 13
3   Sport 220 124 62 33 29 214 117 97 59.1% 12
4   Santa Cruz 186 112 56 18 38 163 129 34 55.4% 11
5   Ceará 176 120 47 35 38 173 154 19 48.9% 12
6   América de Natal 173 120 49 26 45 166 156 10 48.1% 14
7   ABC 154 105 43 24 38 162 156 6 48.9% 12
8   CRB 135 99 36 26 37 120 130 -10 45.5% 13
9   Fortaleza 131 94 34 27 33 118 128 –10 46.5% 10
10   Náutico 119 78 31 24 23 123 100 23 50.9% 9
11   CSA 117 87 31 23 33 131 136 –5 44.8% 12
12   Botafogo-PB 101 101 26 27 48 118 158 –42 33.3% 13
13   Sergipe 94 86 25 19 42 114 150 –36 36.4% 10
14   Treze 74 66 19 17 30 75 110 –35 37.4% 7
15   Campinense 72 46 20 12 14 57 46 11 52.2% 5
16   Fluminense de Feira 71 59 19 14 26 67 76 –9 40.1% 6
17   Confiança 53 76 12 17 47 77 152 –75 23.2% 9
18   Salgueiro 29 22 8 5 9 26 27 –1 43.9% 3
19   River-PI 27 20 7 6 7 24 25 –1 45% 3
20   Sampaio Corrêa 21 18 8 3 7 25 25 0 38.9% 3
21   ASA 19 15 5 3 7 18 22 -4 42.2% 2
22   Poções 16 10 4 4 2 13 11 2 53.3% 1
23   Itabaiana 16 14 4 4 6 12 19 –7 38.1% 2
24   Guarany de Sobral 16 12 3 5 4 10 14 -4 44.4% 2
25   Coruripe 15 12 3 6 3 12 14 –2 41.7% 1
26   Vitória da Conquista 11 12 3 2 7 12 15 -3 30.6% 2
27   Cruzeiro-AL 9 6 3 0 3 10 15 –5 50% 1
28   Potiguar de Mossoró 9 6 2 3 1 8 7 1 50% 1
29   Porto 8 6 2 2 2 10 10 0 44.4% 1
30   Moto Club 8 12 1 5 6 12 22 -10 22.2% 2
31   Altos 7 6 1 4 1 7 9 -2 38.9% 1
32   Santa Cruz-PB 6 5 1 2 2 4 7 –3 40% 2
33   Ferroviário 6 8 1 3 4 8 14 -6 25% 2
34   Juazeiro-BA 6 12 1 3 8 13 25 –12 16.7% 2
35   Globo 5 6 1 2 3 2 4 –2 27.8% 1
36   Baraúnas 5 6 1 2 3 8 15 –7 27.8% 1
37   Juazeirense 5 12 1 2 9 8 21 –13 13.9% 2
38   Piauí 5 6 0 5 1 4 6 –2 27.8% 1
39   Estanciano 5 6 0 1 5 4 11 –7 27.8% 1
40   Serrano 4 6 1 1 4 9 14 –5 22.2% 1
41   Imperatriz 4 6 1 1 4 6 13 –7 22.2% 1
42   Coritiba-SE 3 6 1 0 5 5 15 –10 16.7% 1
43   Socorrense 3 6 0 3 3 6 12 –6 16.7% 1
44   Capela 2 3 0 1 2 3 6 –3 22.2% 1
45   Sousa 2 6 0 2 4 4 14 –10 11.1% 1
46   Feirense 1 6 0 1 5 4 11 –7 5.6% 1
47   Lagartense 1 6 0 1 5 4 13 –9 5.6% 1
  Miguelense 1 6 0 1 5 4 13 –9 5.6% 1
49   Juazeiro-CE 1 6 0 1 5 4 13 –9 5.6% 1
50   Flamengo-PI 1 6 0 1 5 1 14 –13 5.6% 1
51   Corinthians-AL 0 1 0 0 1 0 1 –1 0% 1
52   Palmeiras-BA 0 1 0 0 1 0 2 –2 0% 1
53   Uniclinic 0 6 0 0 6 0 24 –24 0% 1

Ver tambémEditar

NotasEditar

  1. Em 1994, a “1ª Copa do Nordeste”, como passou a ser chamada, foi organizada pela Federação Alagoana de Futebol. O sucesso do torneio acabou agradando a CBF, que assumiu sua organização no seu período seguinte.
  2. O Vitória reivindica o reconhecimento pela CBF do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976 como Copa do Nordeste de Futebol, mas atualmente a entidade não considera essa competição como Nordestão.[5]
  3. Entre 1997 e 1999, a classificação era para a extinta Copa Conmebol.
  4. Em 2003, o Vitória foi considerado campeão por ter realizado a melhor campanha durante a competição.

Referências

  1. Tribuna do Norte - “Quem está nos matando, somos nós”
  2. «Campeão baiano, Vitória celebra 118 anos». CBF. 13 de maio de 2017. Consultado em 20 de agosto de 2017 
  3. «Vitória é o maior campeão da Copa do Nordeste». Jornal do Commercio. 23 de janeiro de 2017. Consultado em 18 de abril de 2017 
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  5. a b c d e f g h «Os campeões do Nordeste e a antiga discussão sobre a chancela dos títulos». Blog de Esportes. 12 de fevereiro de 2016. Consultado em 3 de abril de 2017 
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Ligações externasEditar