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Seleção Brasileira de Futebol Sub-23

Seleção Brasileira Sub 23
Brasil Olympic Comittee crest.svg
Alcunhas?  Verde-Amarela
Canarinho
Amarelinha
Associação Confederação Brasileira de Futebol (CBF)
Confederação CONMEBOL (América do Sul)
Material desportivo?  Estados Unidos Nike
Treinador André Jardine
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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A Seleção Brasileira de Futebol Sub-23, também conhecida por Brasil Sub-23, é a seleção brasileira de futebol formada por jogadores com idade inferior a 23 anos.

O Torneio Olímpico de Futebol é a competição mais importante que ela disputa, por isso essa equipe também é conhecida como Seleção Olímpica de Futebol. Como o Torneio Olímpico permite que sejam inscritos até três jogadores sem nenhum limite de idade, esta equipe costumeiramente é defendida também por jogadores acima desta idade.[2]

Com o ouro conquistado em 2016, a equipe passou a ser a mais laureada da história da competição, incluindo o torneio masculino e feminino, com 8 medalhas conquistadas.[3] Além disso, com a vitória conquistada na semifinal de 2016, diante da Seleção de Honduras, a equipe passou a ser a que tem o maior número de vitórias no torneio olímpico: 34 vitórias em treze participações[4]

HistóriaEditar

Nos Jogos Olímpicos, o Brasil ganhou a primeira medalha de ouro em 2016 no Rio de Janeiro. Antes, havia chegado perto em 1984, 1988 e 2012, mas teve que se contentar com a medalha de prata (o Brasil foi derrotado, respectivamente, pela França, pela antiga União Soviética e pelo México).[5] Ainda possui duas medalhas de bronze, conquistadas em 1996 (após ser desclassificado pela Nigéria, que se tornaria a campeã) e 2008 (após ser desclassificado pela Argentina, que também se tornaria campeã). A medalha de ouro olímpica era a única conquista que a Seleção brasileira ainda não tinha em se tratando de torneios organizados pela FIFA, foi conquistada nos pênaltis sobre a Alemanha nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, no Estádio do Maracanã.

No torneio de futebol masculino dos Jogos Pan-Americanos, o histórico do Brasil é um pouco melhor: são oito medalhas: quatro de ouro: 1963, 1975, 1979, 1987, duas de prata: 1959 e 2003 e duas de bronze: 1983 e 2015.

A primeira participação do Brasil no Torneio de Futebol dos Jogos Olímpicos foi em 1952 em Helsinque, Finlândia.

Em 1994, a equipe participou da Copa das Américas Sub-23, terminando o torneio na 3a posição.

Em janeiro de 1996, o Brasil participou da Copa Ouro nos Estados Unidos, iniciando sua preparação para o Torneio Pré-Olímpico e para as Olimpíadas. Na primeira fase goleou o Canadá por 4 a 1 e Honduras por 5 a 0, na semifinal passou pelos Estados Unidos por 1 a 0. Na final, o Brasil foi superado pelo México por 2 a 0 e ficou com o vice campeonato.

Em julho de 2003, mais uma vez o Brasil esteve presente na Copa Ouro disputada nos Estados Unidos e no México: o Brasil começou perdendo para o México por 1 a 0, se recuperou e derrotou Honduras por 2 a 1, nas quartas de final eliminou a Colômbia por 2 a 0, na semifinal derrotou os Estados Unidos por 2 a 1 na prorrogação. Na final, Brasil e México empataram por 0 a 0 no tempo normal, mas na prorrogação os mexicanos vencem por 1 a 0 e ficam com o título. O Brasil usou a Copa Ouro como torneio preparatório para as Olimpíadas 2004, mas posteriormente não conseguiu se classificar.

Em Pequim 2008, na primeira fase o Brasil derrotou a Bélgica por 1 a 0, Nova Zelândia por 5 a 0 e China por 3 a 0, nas quartas de final derrotou Camarões por 2 a 0 na prorrogação, o Brasil que não havia sofrido nenhum gol perde para a Argentina por 3 a 0 na semifinal e fica fora da disputa pela medalha de ouro, na disputa pelo terceiro lugar os brasileiros derrotaram a Bélgica por 3 a 0 e conquistaram a medalha de bronze.

Nas Olimpíadas 2012, o Brasil derrotou na fase de grupos: Egito por 3 a 2, Belarus por 3 a 1 e Nova Zelândia por 3 a 0, nas quartas de final vitória de virada sobre Honduras por 3 a 2, na semifinal vitória sobre a Coreia do Sul por 3 a 0, mas após 5 vitórias e 15 gols marcados o Brasil sofre sua primeira e única derrota na final para o México por 2 a 1 e fica com a medalha de prata.

Em 2015, a Seleção Olímpica do Brasil disputou vários amistosos internacionais: derrotou o Paraguai, empatou com o México. Perdeu para a França, venceu República Dominicana e Haiti e ainda derrotou duas vezes os EUA: 2 a 1 e 5 a 1 respectivamente.

Em 2016, ano dos Jogos Olímpicos, o Brasil disputou três amistosos internacionais: perdeu para a Nigéria por 1 a 0 mas ganhou da África do Sul por 3 a 1 e do Japão por 2 a 0.

Na fase de grupos das Olimpíadas 2016, o Brasil empatou com a África do Sul por 0 a 0, empatou com o Iraque por 0 a 0 e goleou a Dinamarca por 4 a 0. Com estes resultados, classificou-se em primeiro em seu grupo.

Nas quartas de final derrotou a Colômbia por 2 a 0, que havia se classificado em 2o em seu grupo. Na semifinal, goleou a Honduras por 6 a 0, tendo marcado o gol mais rápido da história das Olimpíadas com Neymar, aos 14 segundos de jogo. Na final, após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil derrotou a Alemanha nos pênaltis por 5 a 4, conquistando sua primeira medalha de ouro e o único título importante que ainda lhe faltava conquistar.

Campanhas nos Torneios Pré-OlímpicosEditar

O Brasil é o maior vencedor do Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano, com 7 conquistas.

Foi neste torneio que, de 1992 a 2004, a equipe alcançou a maior invencibilidade de uma seleção com restrição de idade em um torneio de grande relevância.[6] Além disso, essa foi uma das maiores invencibilidades da história do país em uma competição relevante.[6] Foram 12 anos e 20 jogos neste período. Essa série invicta começou após o revés por 2 a 0 para a Colômbia, em Assunção, no dia 5 de fevereiro de 1992. A equipe só viria a ser derrotada novamente no dia 22/01/2004, por 1x0 diante da Argentina, em Valparaíso.[7]

Peru 1960Editar

Em 1960, pela primeira vez foi disputado um torneio classificatório para a Olimpíada. A competição aconteceu no Peru, com cinco seleções --duas da Concacaf (México e Suriname). O Brasil terminou em terceiro lugar, atrás da Argentina e dos anfitriões peruanos.[8]

Peru 1964Editar

O classificatório teve novamente como palco campos peruanos, mas não chegou ao fim --foi paralisado quando faltavam cinco jogos. A Argentina, que liderava, ficou com uma das vagas. Brasil e Peru, que estavam empatados em segundo, fizeram um desempate no Rio --goleada brasileira por 4 a 0.[8]

Colômbia 1968Editar

Depois de domínio da Argentina nas duas primeiras edições do Pré-Olímpico, o Brasil quebrou a hegemonia do rival em 1968, na Colômbia. As 2 vagas do continente ficaram com Brasil e Colômbia, respectivamente.[8]

Colômbia 1971Editar

Como em 1968, o Pré-Olímpico voltou a ser disputado na Colômbia e a história foi a mesma: com Brasil e Colômbia em primeiro e segundo, respectivamente. Os brasileiros terminaram invictos.[8]

Brasil 1976Editar

Pela primeira vez, o Pré-Olímpico foi realizado no Brasil. A equipe confirmou o favoritismo e garantiu a única vaga do continente para Montreal 1976.[8]

Equador 1984Editar

O Brasil confirmou vaga em Los Angeles 1984, após ficar ausente de Moscou 1980, ao vencer o Pré-Olímpico do Equador. A outra vaga do continente ficou com o Chile.[8]

Bolívia 1987Editar

A equipe brasileira não fez uma grande campanha no classificatório para Seul 1988. Apesar do título, os brasileiros não foram bem. A outra vaga do continente ficou com a Argentina.[8]

Argentina 1996Editar

A equipe brasileira garantiu seu passaporte para Atlanta 1996 novamente com o título do Pré-Olímpico. Mesmo jogando na Argentina, os brasileiros superaram a equipe anfitriã no saldo de gols.[8]

Brasil 2000Editar

O Pré-Olímpico de 2000 foi disputado em Londrina, no Paraná e com o apoio da torcida, o Brasil confirmou o favoritismo e de forma invicta garantiu o título e a vaga em Sydney 2000.[8]

DecepçõesEditar

Porém, não só de glórias viveu a equipe neste torneio. Os torneios pré-olímpicos de 1980, 1992 e de 2004 foram decepcionantes para a Seleção Brasileira Sub-23.

Colômbia 1980Editar

No Pré-Olímpico da Colômbia, em 1980, a seleção foi apenas a quinta colocada, entre sete participantes. Entre os titulares, estavam o zagueiro Mauro Galvão, do Internacional-RS, o meia Dudu, do Vasco, e o atacante Anselmo, do Flamengo. Assim, esta foi a primeira vez desde 1952 que o futebol brasileiro ficava de fora dos Jogos Olimpíadas por motivos técnicos.[9]

Paraguai 1992Editar

Em 1992, a equipe contava com vários jogadores que depois se consagrariam com a própria camisa amarela ou com a de clubes importantes, como os laterais Cafu e Roberto Carlos, o zagueiro Márcio Santos, os meias Marcelinho Carioca e Djair, e os atacantes Dener e Élber. Mas naquele Pré-Olímpico o time não foi bem. Depois de vencer o Peru (2 a 1) e o Paraguai (1 a 0), o Brasil perdeu da Colômbia (2 a 0). Para ficar com uma das duas vagas do continente (que acabaram nas mãos de paraguaios e colombianos), precisaria ter derrotado os venezuelanos por uma diferença de no mínimo dois gols. Mas a partida terminou empatada por 1 a 1. Esta foi a terceira vez que o Brasil não se classificou para os Jogos Olímpicos. Desde que começou a participar dos Jogos, em Helsinque, 1952, o Brasil havia ficado de fora apenas em Melbourne, 1956, e Moscou, 1980.[10] O Torneio Pré-Olímpico de 1992 foi o único que não classificou Brasil e/ou Argentina para o torneio olímpico de futebol.[11]

Além disso, neste torneio aconteceu algo no mínimo curioso: após o Brasil derrotar o Paraguai, uma chuva de pedras aconteceu após o jogo. Os jogadores tentaram correr para os vestiários, mas o atacante Elivélton foi atingido na cabeça e ficou em um estado preocupante.

Chile 2004Editar

Já o Torneio Pré-Olímpico de 2004 foi o mais decepcionante de todos eles. Treinada por Ricardo Gomes, a equipe contava com uma ótima geração. O time era formado por Gomes, Maicon, Edu Dracena e Wendell, campeões da Copa do Brasil e do Brasileirão pelo Cruzeiro em 2003: Alex, Paulo Almeida, Diego e Robinho, vice-campeões da Copa Libertadores e do Brasileirão pelo Santos, sem contar as jovens revelações do Internacional, Daniel Carvalho e Nilmar; o lateral Maxwell, da Inter de Milão; os volantes Dudu Cearense, do Vitória, e Fábio Rochemback, do Grêmio; e Dagoberto, atacante do Atlético Paranaense. Era um time para ganhar medalha de ouro. Porém, o futebol apresentado em campo ficou muito aquém do que se esperava. A equipe, além de perder a invencibilidade 12 anos no torneio[12] não se classificou para as Olimpíadas 2004. A Argentina faturou o título do Torneio Pré-Olímpico e a medalha de ouro olímpica.

TítulosEditar

CampanhasEditar

Seleção Olímpica
Torneio         Ouro         Prata         Bronze
Jogos Olímpicos 1 (2016) 3 (1984, 1988, 2012) 2 (1996, 2008)
Jogos Pan-americanos 4 (1963, 1975, 1979, 1987) 2 (1959, 2003) 2 (1983, 2015)
Universíada 1 (2019) 2 (1999, 2011)
Jogos Mundiais Militares 1 (2011)
Jogos Sul-americanos 1 (1986)

Resultados recentesEditar

JogadoresEditar

Elenco atualEditar

O técnico André Jardine anunciou, a lista dos 23 jogadores para os amistosos contra Venezuela e Japão,
em Pernambuco, que será disputados no Aflitos e Arena Pernambuco, no dia 10 e 14 de outubro.[13][14]

Número Nome Posição Idade Jogos Clube
1 Cleiton Goleiro 22 3   Atlético Mineiro
12 Ivan Goleiro 22 5   Ponte Preta
22 Daniel Fuzato Goleiro 22 0   Roma
2 Emerson Lateral 20 8   Betis
6 Caio Henrique Lateral 22 2   Fluminense
16 Felipe Jonatan Lateral 21 2   Santos
23 Guga Lateral 21 6   Atlético Mineiro
3 Lyanco Zagueiro 22 7   Torino
4 Roger Ibañez Zagueiro 20 4   Atalanta
13 Bruno Fuchs Zagueiro 20 2   Internacional
14 Luiz Felipe Zagueiro 22 2   Lazio
5 Douglas Luiz   Volante 21 8   Aston Villa
8 Wendel Volante 22 8   Sporting
10 Pedrinho Meia 21 8   Corinthians
15 Allan Volante 22 1   Fluminense
18 Bruno Guimarães Volante 21 2   Athletico Paranaense
20 Mauro Júnior Meia 20 2   Heracles Almelo
21 Bruno Tabata Meia 22 4   Portimonense
7 Paulinho Atacante 19 9   Bayer Leverkusen
9 Matheus Cunha Atacante 20 9   RB Leipzig
11 Antony Atacante 19 9   São Paulo
17 Rodrygo Atacante 18 2   Real Madrid
19 Pedro Atacante 22 6   Fiorentina

Chamadas recentesEditar

Os seguintes jogadores foram convocados para a seleção sub-23 do Brasil nos últimos 12 meses.

Pos. Nome Idade Jogos Clube Ultima chamada
G Lucão 18 1   Vasco da Gama   Chile (9 de setembro de 2019)
G Lucas Perri 21 1   São Paulo (Torneio de Toulon 2019)
Z Walce 20 2   São Paulo   Chile (9 de setembro de 2019)
Z Murilo 22 4   Lokomotiv Moscou (Torneio de Toulon 2019)
Z Adryelson 21 1   Sport (Torneio de Toulon 2019)
L Guilherme Arana 22 2   Atalanta   Chile (9 de setembro de 2019)
L Abner Vinícius 19 1   Athletico Paranaense   Chile (9 de setembro de 2019)
L Renan Lodi 21 0   Atlético de Madrid   Colômbia (5 de setembro de 2019) RET
L Iago 22 4   Augsburg (Torneio de Toulon 2019)
L Rogério 21 1   Sassuolo (Torneio de Toulon 2019)
M Jean Lucas 21 1   Lyon   Chile (9 de setembro de 2019)
M Matheus Henrique 21 5   Grêmio (Torneio de Toulon 2019)
M Mateus Vital 20 4   Corinthians (Torneio de Toulon 2019)
M Lucas Fernandes 22 2   Portimonense (Torneio de Toulon 2019)
A Malcom 22 2   Zenit   Venezuela (10 de outubro de 2019) LES
A Arthur 21 2   Bahia   Chile (9 de setembro de 2019)
A Arthur Cabral 21 1   Basel   Chile (9 de setembro de 2019)
  • LES Jogador retirou-se do plantel devido a uma lesão.
  • RET Jogador se retirou da equipe devido a razões não relacionadas a lesão.

Jogadores NotáveisEditar

Estatísticas e RecordesEditar

  • Maior Invencibilidade no Torneio Pré-Olímpico - 20 jogos (12 anos)[15]

Técnicos nos Jogos OlímpicosEditar

Vicente Feola, Cláudio Coutinho, Zagallo e Dunga são os técnicos que dirigiram a Seleção Brasileira em Copas do Mundo e nos Jogos Olímpicos.

Torneio Desempenho Treinador
1908 Não se classificou
1912 Não se classificou
1920 Não se classificou
1924 Não se classificou
1928 Não se classificou
1936 Não se classificou
1948 Não se classificou
1952 Eliminado nas quartas de final Newton Cardoso
1956 Não se classificou
1960 Eliminado na 1ª fase Vicente Feola
1964 Eliminado na 1ª fase Vicente Feola
1968 Eliminado na 1ª fase Marão
1972 Eliminado na 1ª fase Antoninho
1976 4º Lugar Cláudio Coutinho
1980 Não se classificou Jaime Valente dirigiu o time no Pré-Olímpico
1984 2º lugar Jair Picerni
1988 2º lugar Carlos Alberto Silva
1992 Não se classificou Ernesto Paulo dirigiu o time no Pré-Olímpico
1996 3º lugar Zagallo
2000 Eliminado nas quartas de final Vanderlei Luxemburgo
2004 Não se classificou Ricardo Gomes dirigiu o time no Pré-Olímpico
2008 3º lugar Dunga
2012 2º lugar Mano Menezes
2016 1º lugar Rogério Micale

Os brasileiros mais velhos em cada OlimpíadaEditar

Torneio Jogador Idade Ref.
Helsinque-1952 Jansen 25 [16]
Roma-1960 Carlos Alberto 28
Tóquio-1964 Geraldo 27
Cidade do México-1968 Lauro 24
Munique-1972 Zé Carlos 25
Montreál-1976 Tecão 24
Los Angeles-1984 Milton Cruz 27
Seul-1988 Andrade 31
Atlanta-1996 Bebeto 32
Sydney-2000 Athirson 23
Pequim-2008 Ronaldinho Gaúcho 28
Londres-2012 Thiago Silva 28
Rio-2016 Weverton* 28
  • Nota: O mais velho do grupo convocado para os Jogos do Rio-2016 foi Fernando Prass, com 38 anos.[16] Porém, ele foi cortado a poucos dias dos Jogos, devido a uma lesão no cotovelo. Assim, Weverton Pereira da Silva, com 28 anos e 9 meses, passou a ser o mais velho que disputou os Jogos do Rio.

ArtilheirosEditar

IndividuaisEditar

  • Jogador com maior número de gols numa única partida: Aírton Beleza - 7 gols (Brasil 10x0 EUA válido pelo Panamericano de São Paulo);[20]

TreinadoresEditar

UniformesEditar

Uniformes dos jogadoresEditar

  • Uniforme principal: Camisa amarela , calção azul , e meias brancas
  • Uniforme de visitante: Camisa azul, calção branco e meias azuis com detalhes de azul-claro.
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme

Uniformes dos goleirosEditar

     
 
 
Uniforme 1
     
 
 
Uniforme 2

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c FIFA.com (novembro de 2015). «Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola». Consultado em 11 de novembro de 2015 
  2. mundoestranho.abril.com.br/ Arquivado em 2 de julho de 2016, no Wayback Machine. Qual a diferença entre Seleção de Novos, Sub-20, de Juniores e Olímpica?
  3. futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/ Brasil se torna o país com mais medalhas no futebol em Olimpíadas
  4. globoesporte.com/ Neymar faz gol relâmpago, e Brasil lutará por ouro no futebol masculino
  5. gazetadopovo.com.br/ Relembre o histórico de fracassos do Brasil em Olimpíadas
  6. a b folha.uol.com.br/ Brasil defende tabu de 12 anos
  7. folha.uol.com.br/ Brasil perde invencibilidade de 12 anos em Pré-Olímpicos
  8. a b c d e f g h i folha.uol.com.br/ História dos pré-olímpicos das americas
  9. trivela.uol.com.br/ Moscou 1980
  10. esportes.yahoo.com/ Em 1992, o Brasil ficava fora da Olimpíada. Veja por quê
  11. Bueno, Rodrigo (17 de dezembro de 2003). «Parreira se afasta de time sub-23 para não reviver 92». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de fevereiro de 2019 
  12. folha.uol.com.br/ Sina da tríplice coroa é esperança do Brasil no Pré-Olímpico
  13. «Convocação da Seleção Olímpica para jogos contra Venezuela e Japão». CBF.com.br. 20 de setembro de 2019. Consultado em 14 de outubro de 2019 
  14. «Jardine convoca seleção pré-olímpica para amistosos com nove jogadores do Brasileirão». Globoesporte.globo.com. 20 de setembro de 2019. Consultado em 14 de outubro de 2019 
  15. folha.uol.com.br/ Sina da tríplice coroa é esperança do Brasil no Pré-Olímpico
  16. a b "Fernando Prass será o brasileiro mais velho na história do futebol olímpico"
  17. futebol80.com.br/ Artilheiros Seleção Olímpica
  18. lance.com.br/ Quem são os artilheiros do Brasil no futebol olímpico?
  19. revistaplacar.uol.com.br Neymar torna-se terceiro maior artilheiro brasileiro nas Olimpíadas
  20. terceirotempo.bol.uol.com.br/ Que Fim Levou? Aírton Beleza

Ligações externasEditar

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