Seleção Brasileira de Futebol Sub-23

Seleção Brasileira Sub-23
Brasil Olympic Comittee crest.svg
Alcunhas?  Seleção Olímpica
Seleção Brasileira Restritiva
Verde-Amarela
Canarinho
Amarelinha
Associação Confederação Brasileira de Futebol (CBF)
Confederação CONMEBOL (América do Sul)
Material desportivo?  Estados Unidos Nike
Treinador André Jardine
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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A Seleção Brasileira de Futebol Sub-23, também conhecida por Brasil Sub-23, é a seleção brasileira de futebol formada por jogadores com idade inferior a 23 anos.

O Torneio Olímpico de Futebol é a competição mais importante que ela disputa, por isso essa equipe também é conhecida como Seleção Olímpica de Futebol, ou ainda Seleção Brasileira Restritiva.[2] Estes 2 nomes se devem por conta das particularidades do Torneio Olímpico de Futebol, que até os Jogos Olímpicos de 1988 restringia a convocação de futebolistas, já que estes deveriam ser amadores (daí o nome Seleção Brasileira Restritiva).[2] Já o nome Seleção Olímpica de Futebol é usado desde os Jogos Olímpicos de 1996, uma vez que a partir então, o Torneio Olímpico de Futebol permite que sejam inscritos até três jogadores sem nenhum limite de idade. Assim, esta equipe costumeiramente é defendida também por jogadores acima de 23 anos.[3]

Com o ouro conquistado em 2016, a equipe passou a ser a mais laureada da história da competição masculina, com 6 medalhas (1 de ouro, 3 de prata e 2 de bronze).[4] Além disso, com a vitória conquistada na semifinal de 2016, diante da Seleção de Honduras, a equipe passou a ser a que tem o maior número de vitórias no torneio olímpico: 34 vitórias em treze participações.[5] Se for incluído também o torneio feminino, o Brasil continua sendo o país mais laureado no futebol olímpico, com 8 medalhas conquistadas.[6]

O país foi o quarto a conquistar a medalha de ouro jogando em casa, juntando-se à Inglaterra (1908), Bélgica (1920) e Espanha (1992).

HistóriaEditar

Nos Jogos Olímpicos, o Brasil ganhou a primeira medalha de ouro em 2016 no Rio de Janeiro. Antes, havia chegado perto em 1984, 1988 e 2012, mas teve que se contentar com a medalha de prata (o Brasil foi derrotado, respectivamente, pela França, pela antiga União Soviética e pelo México).[7] Ainda possui duas medalhas de bronze, conquistadas em 1996 (após ser desclassificado pela Nigéria, que se tornaria a campeã) e 2008 (após ser desclassificado pela Argentina, que também se tornaria campeã). A medalha de ouro olímpica era a única conquista que a Seleção brasileira ainda não tinha em se tratando de torneios organizados pela FIFA, foi conquistada nos pênaltis sobre a Alemanha nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, no Estádio do Maracanã.

No torneio de futebol masculino dos Jogos Pan-Americanos, o histórico do Brasil é um pouco melhor: são oito medalhas: quatro de ouro: 1963, 1975, 1979, 1987, duas de prata: 1959 e 2003 e duas de bronze: 1983 e 2015.

A primeira participação do Brasil no Torneio de Futebol dos Jogos Olímpicos foi em 1952 em Helsinque, Finlândia, como uma Seleção Brasileira Restritiva.[2]

Em 1994, a equipe participou da Copa das Américas Sub-23, terminando o torneio na 3a posição.

Em janeiro de 1996, a Seleção Sub-23 participou da Copa Ouro nos Estados Unidos, iniciando sua preparação para o Torneio Pré-Olímpico e para as Olimpíadas. Na primeira fase goleou o Canadá por 4 a 1 e Honduras por 5 a 0, na semifinal passou pelos Estados Unidos por 1 a 0. Na final, o Brasil foi superado pelo México por 2 a 0 e ficou com o vice campeonato.

Em julho de 2003, mais uma vez o Brasil esteve presente na Copa Ouro disputada nos Estados Unidos e no México: o Brasil começou perdendo para o México por 1 a 0, se recuperou e derrotou Honduras por 2 a 1, nas quartas de final eliminou a Colômbia por 2 a 0, na semifinal derrotou os Estados Unidos por 2 a 1 na prorrogação. Na final, Brasil e México empataram por 0 a 0 no tempo normal, mas na prorrogação os mexicanos vencem por 1 a 0 e ficam com o título. O Brasil usou a Copa Ouro como torneio preparatório para as Olimpíadas 2004, mas posteriormente não conseguiu se classificar.

Em Pequim 2008, na primeira fase o Brasil derrotou a Bélgica por 1 a 0, Nova Zelândia por 5 a 0 e China por 3 a 0, nas quartas de final derrotou Camarões por 2 a 0 na prorrogação, o Brasil que não havia sofrido nenhum gol perde para a Argentina por 3 a 0 na semifinal e fica fora da disputa pela medalha de ouro, na disputa pelo terceiro lugar os brasileiros derrotaram a Bélgica por 3 a 0 e conquistaram a medalha de bronze.

Nas Olimpíadas 2012, o Brasil derrotou na fase de grupos: Egito por 3 a 2, Belarus por 3 a 1 e Nova Zelândia por 3 a 0, nas quartas de final vitória de virada sobre Honduras por 3 a 2, na semifinal vitória sobre a Coreia do Sul por 3 a 0, mas após 5 vitórias e 15 gols marcados o Brasil sofre sua primeira e única derrota na final para o México por 2 a 1 e fica com a medalha de prata.

Em 2015, a Seleção Olímpica do Brasil disputou vários amistosos internacionais: derrotou o Paraguai, empatou com o México. Perdeu para a França, venceu República Dominicana e Haiti e ainda derrotou duas vezes os EUA: 2 a 1 e 5 a 1 respectivamente.

Em 2016, ano dos Jogos Olímpicos, o Brasil disputou três amistosos internacionais: perdeu para a Nigéria por 1 a 0 mas ganhou da África do Sul por 3 a 1 e do Japão por 2 a 0.

Na fase de grupos das Olimpíadas 2016, o Brasil empatou com a África do Sul por 0 a 0, empatou com o Iraque por 0 a 0 e goleou a Dinamarca por 4 a 0. Com estes resultados, classificou-se em primeiro em seu grupo.

Nas quartas de final derrotou a Colômbia por 2 a 0, que havia se classificado em 2o em seu grupo. Na semifinal, goleou a Honduras por 6 a 0, tendo marcado o gol mais rápido da história das Olimpíadas com Neymar, aos 14 segundos de jogo. Na final, após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, o Brasil derrotou a Alemanha nos pênaltis por 5 a 4, conquistando sua primeira medalha de ouro e o único título importante que ainda lhe faltava conquistar.

Campanhas nos Torneios Pré-OlímpicosEditar

O Brasil é o maior vencedor do Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano, com 7 conquistas.

Foi neste torneio que, de 1992 a 2004, a equipe alcançou a maior invencibilidade de uma seleção com restrição de idade em um torneio de grande relevância.[8] Além disso, essa foi uma das maiores invencibilidades da história do país em uma competição relevante.[8] Foram 12 anos e 20 jogos neste período. Essa série invicta começou após o revés por 2 a 0 para a Colômbia, em Assunção, no dia 5 de fevereiro de 1992. A equipe só viria a ser derrotada novamente no dia 22/01/2004, por 1x0 diante da Argentina, em Valparaíso.[9]

Peru 1960Editar

Em 1960, pela primeira vez foi disputado um torneio classificatório para a Olimpíada. A competição aconteceu no Peru, com cinco seleções --duas da Concacaf (México e Suriname). O Brasil terminou em terceiro lugar, atrás da Argentina e dos anfitriões peruanos.[10]

Peru 1964Editar

O classificatório teve novamente como palco campos peruanos, mas não chegou ao fim --foi paralisado quando faltavam cinco jogos. A Argentina, que liderava, ficou com uma das vagas. Brasil e Peru, que estavam empatados em segundo, fizeram um desempate no Rio --goleada brasileira por 4 a 0.[10]

Colômbia 1968Editar

Depois de domínio da Argentina nas duas primeiras edições do Pré-Olímpico, o Brasil quebrou a hegemonia do rival em 1968, na Colômbia. As 2 vagas do continente ficaram com Brasil e Colômbia, respectivamente.[10]

Colômbia 1971Editar

Como em 1968, o Pré-Olímpico voltou a ser disputado na Colômbia e a história foi a mesma: com Brasil e Colômbia em primeiro e segundo, respectivamente. Os brasileiros terminaram invictos.[10]

Brasil 1976Editar

Pela primeira vez, o Pré-Olímpico foi realizado no Brasil. A equipe confirmou o favoritismo e garantiu a única vaga do continente para Montreal 1976.[10]

Equador 1984Editar

O Brasil confirmou vaga em Los Angeles 1984, após ficar ausente de Moscou 1980, ao vencer o Pré-Olímpico do Equador. A outra vaga do continente ficou com o Chile.[10]

Bolívia 1987Editar

A equipe brasileira não fez uma grande campanha no classificatório para Seul 1988. Apesar do título, os brasileiros não foram bem. A outra vaga do continente ficou com a Argentina.[10]

Argentina 1996Editar

A equipe brasileira garantiu seu passaporte para Atlanta 1996 novamente com o título do Pré-Olímpico. Mesmo jogando na Argentina, os brasileiros superaram a equipe anfitriã no saldo de gols.[10]

Brasil 2000Editar

O Pré-Olímpico de 2000 foi disputado em Londrina, no Paraná e com o apoio da torcida, o Brasil confirmou o favoritismo e de forma invicta garantiu o título e a vaga em Sydney 2000.[10]

DecepçõesEditar

Porém, não só de glórias viveu a equipe neste torneio. Os torneios pré-olímpicos de 1980, 1992 e de 2004 foram decepcionantes para a Seleção Brasileira Sub-23.

Colômbia 1980Editar

No Pré-Olímpico da Colômbia, em 1980, a seleção foi apenas a quinta colocada, entre sete participantes. Entre os titulares, estavam o zagueiro Mauro Galvão, do Internacional-RS, o meia Dudu, do Vasco, e o atacante Anselmo, do Flamengo. Assim, esta foi a primeira vez desde 1952 que o futebol brasileiro ficava de fora dos Jogos Olimpíadas por motivos técnicos.[11]

Paraguai 1992Editar

Em 1992, a equipe contava com vários jogadores que depois se consagrariam com a própria camisa amarela ou com a de clubes importantes, como os laterais Cafu e Roberto Carlos, o zagueiro Márcio Santos, os meias Marcelinho Carioca e Djair, e os atacantes Dener e Élber. Mas naquele Pré-Olímpico o time não foi bem. Depois de vencer o Peru (2 a 1) e o Paraguai (1 a 0), o Brasil perdeu da Colômbia (2 a 0). Para ficar com uma das duas vagas do continente (que acabaram nas mãos de paraguaios e colombianos), precisaria ter derrotado os venezuelanos por uma diferença de no mínimo dois gols. Mas a partida terminou empatada por 1 a 1. Esta foi a terceira vez que o Brasil não se classificou para os Jogos Olímpicos. Desde que começou a participar dos Jogos, em Helsinque, 1952, o Brasil havia ficado de fora apenas em Melbourne, 1956, e Moscou, 1980.[12] O Torneio Pré-Olímpico de 1992 foi o único que não classificou Brasil e/ou Argentina para o torneio olímpico de futebol.[13]

Além disso, neste torneio aconteceu algo no mínimo curioso: após o Brasil derrotar o Paraguai, uma chuva de pedras aconteceu após o jogo. Os jogadores tentaram correr para os vestiários, mas o atacante Elivélton foi atingido na cabeça e ficou em um estado preocupante.

Chile 2004Editar

Já o Torneio Pré-Olímpico de 2004 foi o mais decepcionante de todos eles. Treinada por Ricardo Gomes, a equipe contava com uma ótima geração. O time era formado por Gomes, Maicon, Edu Dracena e Wendell, campeões da Copa do Brasil e do Brasileirão pelo Cruzeiro em 2003: Alex, Paulo Almeida, Diego e Robinho, vice-campeões da Copa Libertadores e do Brasileirão pelo Santos, sem contar as jovens revelações do Internacional, Daniel Carvalho e Nilmar; o lateral Maxwell, da Inter de Milão; os volantes Dudu Cearense, do Vitória, e Fábio Rochemback, do Grêmio; e Dagoberto, atacante do Atlético Paranaense. Era um time para ganhar medalha de ouro. Porém, o futebol apresentado em campo ficou muito aquém do que se esperava. A equipe, além de perder a invencibilidade 12 anos no torneio[14] não se classificou para as Olimpíadas 2004. A Argentina faturou o título do Torneio Pré-Olímpico e a medalha de ouro olímpica.

TítulosEditar

CampanhasEditar

Seleção Olímpica
Torneio         Ouro         Prata         Bronze
Jogos Olímpicos 1 (2016) 3 (1984, 1988, 2012) 2 (1996, 2008)
Jogos Pan-americanos 4 (1963, 1975, 1979, 1987) 2 (1959, 2003) 2 (1983, 2015)
Universíada 1 (2019) 2 (1999, 2011)
Jogos Mundiais Militares 1 (2011)
Jogos Sul-americanos 1 (1986)

Resultados recentesEditar

2019Editar

2020Editar

JogadoresEditar

Elenco atualEditar

O técnico André Jardine anunciou, a lista dos 23 jogadores para o Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano Sub-23.[15][16][17][18]

Número Nome Posição Idade Jogos Clube
1 Ivan Goleiro 22 5   Ponte Preta
12 Cleiton Goleiro 22 3   Atlético Mineiro
22 Phelipe Goleiro 20 2   Grêmio
2 Guga Lateral 21 8   Atlético Mineiro
6 Caio Henrique Lateral 22 4   Fluminense
16 Iago Lateral 22 4   Augsburg
20 Dodô Lateral 21 1   Shakhtar Donetsk
3 Ricardo Graça Zagueiro 22 0   Vasco da Gama
4 Robson Bambu Zagueiro 22 0   Athletico Paranaense
13 Nino Zagueiro 22 0   Fluminense
14 Bruno Fuchs Zagueiro 20 2   Internacional
5 Bruno Guimarães   Volante 22 2   Athletico Paranaense
8 Matheus Henrique Meia 22 7   Grêmio
15 Maycon Volante 22 0   Shakhtar Donetsk
18 Igor Gomes Meia 20 0   São Paulo
19 Reinier Meia 17 0   Flamengo
21 Bruno Tabata Meia 22 4   Portimonense
7 Paulinho Atacante 19 11   Bayer Leverkusen
9 Matheus Cunha Atacante 20 11   RB Leipzig
10 Pedrinho Atacante 21 10   Corinthians
11 Antony Atacante 19 9   São Paulo
17 Pepê Atacante 22 0   Grêmio
23 Yuri Alberto Atacante 18 0   Santos

Chamadas recentesEditar

Os seguintes jogadores foram convocados para a seleção sub-23 do Brasil nos últimos 12 meses.

Pos. Nome Idade Jogos Clube Ultima chamada
G Anderson 21 0   Athletico Paranaense   Argentina (17 de novembro de 2019)
G Daniel Fuzato 22 0   Roma   Japão (14 de outubro de 2019)
G Lucão 18 1   Vasco da Gama   Chile (9 de setembro de 2019)
G Lucas Perri 22 1   São Paulo (Torneio de Toulon 2019)
Z Roger Ibañez 21 6   Atalanta (Torneio Pré-Olímpico) RET
Z Gabriel 22 0   Lille (Torneio Pré-Olímpico) RET
Z Lyanco 22 9   Torino   Argentina (17 de novembro de 2019)
Z Rodrigo Freitas 21 0   Portimonense   Argentina (17 de novembro de 2019)
Z Luiz Felipe 22 2   Lazio   Japão (14 de outubro de 2019)
Z Murilo 22 4   Lokomotiv Moscou (Torneio de Toulon 2019)
Z Adryelson 21 1   Sport (Torneio de Toulon 2019)
L Emerson 20 8   Betis (Torneio Pré-Olímpico) RET
L Ayrton Lucas 22 2   Spartak Moscou (Torneio Pré-Olímpico) RET
L Felipe Jonatan 21 2   Santos   Japão (14 de outubro de 2019)
L Guilherme Arana 22 2   Atalanta   Chile (9 de setembro de 2019)
L Abner Vinícius 19 1   Athletico Paranaense   Chile (9 de setembro de 2019)
L Renan Lodi 21 0   Atlético de Madrid   Colômbia (5 de setembro de 2019) RET
L Rogério 21 1   Sassuolo (Torneio de Toulon 2019)
M Wendel 22 10   Sporting (Torneio Pré-Olímpico) RET
M Douglas Luiz 21 8   Aston Villa (Torneio Pré-Olímpico) RET
M Douglas Augusto 22 1   PAOK (Torneio Pré-Olímpico) RET
M Thiago Maia 22 6   Lille   Argentina (17 de novembro de 2019)
M Lucas Fernandes 22 3   Portimonense   Argentina (17 de novembro de 2019)
M Mauro Júnior 20 2   Heracles Almelo   Argentina (17 de novembro de 2019)
M Allan 22 1   Fluminense   Japão (14 de outubro de 2019)
M Jean Lucas 21 1   Lyon   Chile (9 de setembro de 2019)
M Mateus Vital 21 4   Corinthians (Torneio de Toulon 2019)
A Gabriel Martinelli 18 2   Arsenal (Torneio Pré-Olímpico) RET
A Pedro 22 8   Fiorentina   Argentina (17 de novembro de 2019)
A Arthur 21 3   Bahia   Argentina (17 de novembro de 2019)
A Rodrygo 18 2   Real Madrid   Japão (14 de outubro de 2019)
A Malcom 22 2   Zenit   Venezuela (10 de outubro de 2019) LES
A Arthur Cabral 21 1   Basel   Chile (9 de setembro de 2019)
  • LES Jogador retirou-se do plantel devido a uma lesão.
  • RET Jogador se retirou da equipe devido a razões não relacionadas a lesão.

Jogadores NotáveisEditar

Estatísticas e RecordesEditar

  • Maior Invencibilidade no Torneio Pré-Olímpico - 20 jogos (12 anos)[19]

Técnicos nos Jogos OlímpicosEditar

Vicente Feola, Cláudio Coutinho, Zagallo e Dunga são os técnicos que dirigiram a Seleção Brasileira em Copas do Mundo e nos Jogos Olímpicos.

Torneio Desempenho Treinador
1908 Não se classificou
1912 Não se classificou
1920 Não se classificou
1924 Não se classificou
1928 Não se classificou
1936 Não se classificou
1948 Não se classificou
1952 Eliminado nas quartas de final Newton Cardoso
1956 Não se classificou
1960 Eliminado na 1ª fase Vicente Feola
1964 Eliminado na 1ª fase Vicente Feola
1968 Eliminado na 1ª fase Marão
1972 Eliminado na 1ª fase Antoninho
1976 4º Lugar Cláudio Coutinho
1980 Não se classificou Jaime Valente dirigiu o time no Pré-Olímpico
1984 2º lugar Jair Picerni
1988 2º lugar Carlos Alberto Silva
1992 Não se classificou Ernesto Paulo dirigiu o time no Pré-Olímpico
1996 3º lugar Zagallo
2000 Eliminado nas quartas de final Vanderlei Luxemburgo
2004 Não se classificou Ricardo Gomes dirigiu o time no Pré-Olímpico
2008 3º lugar Dunga
2012 2º lugar Mano Menezes
2016 1º lugar Rogério Micale

Os brasileiros mais velhos em cada OlimpíadaEditar

Torneio Jogador Idade Ref.
Helsinque-1952 Jansen 25 [20]
Roma-1960 Carlos Alberto 28
Tóquio-1964 Geraldo 27
Cidade do México-1968 Lauro 24
Munique-1972 Zé Carlos 25
Montreál-1976 Tecão 24
Los Angeles-1984 Milton Cruz 27
Seul-1988 Andrade 31
Atlanta-1996 Bebeto 32
Sydney-2000 Athirson 23
Pequim-2008 Ronaldinho Gaúcho 28
Londres-2012 Thiago Silva 28
Rio-2016 Weverton* 28
  • Nota: O mais velho do grupo convocado para os Jogos do Rio-2016 foi Fernando Prass, com 38 anos.[20] Porém, ele foi cortado a poucos dias dos Jogos, devido a uma lesão no cotovelo. Assim, Weverton Pereira da Silva, com 28 anos e 9 meses, passou a ser o mais velho que disputou os Jogos do Rio.

ArtilheirosEditar

IndividuaisEditar

  • Jogador com maior número de gols numa única partida: Aírton Beleza - 7 gols (Brasil 10x0 EUA válido pelo Panamericano de São Paulo);[24]

TreinadoresEditar

UniformesEditar

Desde Londres-2012, a camisa da seleção olímpica é idêntica à da seleção principal, mas no lugar do escudo da CBF fica a bandeira do Brasil e os anéis olímpicos, ja que desde então o regulamento do COI passou a proibir que as confederações exibam escudos diferentes dos seus filiados durante os Jogos.[25]

Uniformes dos jogadoresEditar

  • Uniforme principal: Camisa amarela , calção azul , e meias brancas
  • Uniforme de visitante: Camisa azul, calção branco e meias azuis com detalhes de azul-claro.
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme

Uniformes dos goleirosEditar

     
 
 
Uniforme 1
     
 
 
Uniforme 2

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c FIFA.com (novembro de 2015). «Ranking Mundial da FIFA/Coca-Cola». Consultado em 11 de novembro de 2015 
  2. a b c rsssfbrasil.com/ Arquivo da Seleção Brasileira Restritiva
  3. mundoestranho.abril.com.br/ Arquivado em 2 de julho de 2016, no Wayback Machine. Qual a diferença entre Seleção de Novos, Sub-20, de Juniores e Olímpica?
  4. otempo.com.br/ O histórico da seleção brasileira nas Olimpíadas até alcançar o ouro
  5. globoesporte.com/ Neymar faz gol relâmpago, e Brasil lutará por ouro no futebol masculino
  6. futebolemnumeros.blogosfera.uol.com.br/ Brasil se torna o país com mais medalhas no futebol em Olimpíadas
  7. gazetadopovo.com.br/ Relembre o histórico de fracassos do Brasil em Olimpíadas
  8. a b folha.uol.com.br/ Brasil defende tabu de 12 anos
  9. folha.uol.com.br/ Brasil perde invencibilidade de 12 anos em Pré-Olímpicos
  10. a b c d e f g h i folha.uol.com.br/ História dos pré-olímpicos das americas
  11. trivela.uol.com.br/ Moscou 1980
  12. esportes.yahoo.com/ Em 1992, o Brasil ficava fora da Olimpíada. Veja por quê
  13. Bueno, Rodrigo (17 de dezembro de 2003). «Parreira se afasta de time sub-23 para não reviver 92». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de fevereiro de 2019 
  14. folha.uol.com.br/ Sina da tríplice coroa é esperança do Brasil no Pré-Olímpico
  15. «Com cinco novidades, Seleção divulga lista final de convocados para o Pré-Olímpico». Globoesporte.globo.com. 27 de dezembro de 2019. Consultado em 3 de janeiro de 2020 
  16. «Seleção sub-23: Jardine perde mais um, convoca outros três nomes e completa lista para o pré-olímpico». Globoesporte.globo.com. 3 de janeiro de 2020. Consultado em 3 de janeiro de 2020 
  17. «Zagueiro Ricardo Graça, do Vasco, é convocado pela seleção sub-23 para a disputa do Pré-Olímpico». Globoesporte.globo.com. 16 de janeiro de 2020. Consultado em 18 de janeiro de 2020 
  18. «Pedrinho com a camisa 10, Reinier veste a 19... veja a numeração da Seleção para o Pré-Olímpico». Globoesporte.globo.com. 17 de janeiro de 2020. Consultado em 18 de janeiro de 2020 
  19. folha.uol.com.br/ Sina da tríplice coroa é esperança do Brasil no Pré-Olímpico
  20. a b "Fernando Prass será o brasileiro mais velho na história do futebol olímpico"
  21. futebol80.com.br/ Artilheiros Seleção Olímpica
  22. lance.com.br/ Quem são os artilheiros do Brasil no futebol olímpico?
  23. revistaplacar.uol.com.br Neymar torna-se terceiro maior artilheiro brasileiro nas Olimpíadas
  24. terceirotempo.bol.uol.com.br/ Que Fim Levou? Aírton Beleza
  25. globoesporte.globo.com/ Escudo ou bandeira? Veja a evolução do uniforme do futebol olímpico

Ligações externasEditar

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