André Luiz Gomes Koehne

Brasileiro, advogado.

Historiador, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros.

Membro das Academias Caetiteense e Goianiense de Letras.

Verbete no Dicionário de Autores Baianos (e autor de outros muitos, por lá)

Ligações externasEditar

O Koehne pode ser encontrado em algumas citações, como nesta tese de mestrado. Mas vai um link com uma pequena amostra de nosso trabalho:

Graças à Wikipédia, você pode se encontrar com algum desenho dele por aí... Como este, na Forbes:

  • Obs: Depois que muitas fotografias foram sendo carregadas, menos desenhos do Koehne foram necessários. Então, não desenhamos mais para a Wiki.

Curiosidade curiosa da Uíque que nunca irá na Página PrincipalEditar

A tag mais besta que já viEditar

{{uma-fonte}} que gera:

Em um tempo onde procuramos dotar de fiabilidade milhares de artigos, o sujeito encontrar um artigo referenciado e marcar com essa tag me parece um despropósito... Entendam: se encontro uma fonte que me faz suprir do conteúdo necessário para informar, por que cargas d'água devo sair atrás de outras que apenas repetem-na?!
Quando a vi, achei que seria aquele caso onde o artigo trazia trechos não referenciados e a única fonte citada não cobria todo o conteúdo e, portanto, perdeu a fiabilidade (isso, sim, é serviço!); mas acabei de vê-la num artigo e, não, não tinha uma palavrinha sequer que não estivesse "coberta" pela fonte usada.
Concluindo, isso é só mais uma tag para ser usada por quem não tem mesmo disposição de ampliar artigos, de pesquisar... Ou, pior, de quem adora marcar artigos para contabilizar edições em páginas de conteúdo...
Galera, não é para isso que estamos aqui, é? Enfeitar artigos com marcações?! Estamos aqui, justamente, para conferir se as fontes são mesmo fiáveis, se correspondem ao que está no artigo (não, essa marcação não demonstra sequer que o marcador leu o que diz a referência! Não atesta nada além do óbvio!). Não contribui, joga "a bola pra outro", como se dissesse ao mundo:
"Vejam todos, eu olhei esse treco aqui e só vi uma fonte. Se você não for preguiçoso como eu, traga mais uma, ou duas, ou três, só para me satisfazer, viu?"
Dito isso, fica registrado meu protesto contra mais esse "monumento à preguiça na Wiki". Não contribui em nada, apenas serve para o ego do marcador (que, infelizmente, diz o oposto sobre o que veio fazer na Wiki!)

Manifestando-meEditar

Não sou afro-descendente, como este nome teutônico diz. (ao menos, graças ao maior bandido de nossa história, é o que parece: ele mandou queimar todos os documentos cartoriais sobre a escravidão brasileira).

Mas tenho cá comigo que a diáspora africana, causada por nossos ancestrais europeus, continua a ser convenientemente diminuída, menosprezada e, sobretudo no que concerne ao Brasil e à minha Bahia, ainda muito negligenciada aqui mesmo, na Wiki.

Já lutei há muitos anos com o Luís Gama (que hoje, graças a Deus, não é mais tão ignorado quanto na época em que editamos ali a primeira vez!) - mas não somente: conhecemos o Frederick Douglass ou o Samuel Ajayi Crowther, ou o George Washington Williams e ainda a Universidade Howard, depois de ter passado por coisas como a rainha Zauditu da Etiópia e - apesar de todas as dificuldades - levar ao destaque o Nelson Mandela...

Fizemos coisas pequenas, como os recentes Lazzo Matumbi, Nabiyah Be, Chocolate da Bahia ou Tonho Dionorina...

Mas... Olhem só o quanto aqui temos sobre o De Chocolat (em outubro de 2020)! Lastimável, não? Esse cidadão foi um revolucionário na cultura brasileira! Dentre outras muitas proezas (além de apresentar-se na Paris da Josephine Baker), descobriu ainda criança o Grande Otelo! Criou a primeira Companhia Negra de Teatro de Revistas (um link vermelho!), e outras iniciativas pioneiras que nossa cultura produziu e... esqueceu - como a cena da peça abaixo "Algemas Quebradas", de 1938...

Se ainda precisamos traduzir coisas como Mito da escravidão de irlandeses para combater os racistinhas que volta e meia colocam as mangas de fora nas redes sociais, ainda temos muito a fazer aqui...

Seja, então, bem-vindo a ajudar a preencher essas lacunas!

 
Algemas Quebradas, 1938