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Festival Eurovisão da Canção

(Redirecionado de Eurovision)
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Festival Eurovisão da Canção
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Edições
64 edições
(2019)
Festival
Criação 1956
Diretor Noruega Jon Ola Sand
Estação UER
Realização 19562019 (presente)
Mapa dos países participantes desde 1956
Portugal no Festival Eurovisão da CançãoEspanha no Festival Eurovisão da CançãoSan Marino no Festival Eurovisão da CançãoFrança no Festival Eurovisão da CançãoReino Unido no Festival Eurovisão da CançãoIrlanda no Festival Eurovisão da CançãoIslândia no Festival Eurovisão da CançãoBélgica no Festival Eurovisão da CançãoPaíses Baixos no Festival Eurovisão da CançãoSuíça no Festival Eurovisão da CançãoAlemanha no Festival Eurovisão da CançãoDinamarca no Festival Eurovisão da CançãoMalta no Festival Eurovisão da CançãoItália no Festival Eurovisão da CançãoNoruega no Festival Eurovisão da CançãoSuécia no Festival Eurovisão da CançãoFinlândia no Festival Eurovisão da CançãoEstónia no Festival Eurovisão da CançãoLetónia no Festival Eurovisão da CançãoLituânia no Festival Eurovisão da CançãoEslováquia no Festival Eurovisão da CançãoÁustria no Festival Eurovisão da CançãoEslovénia no Festival Eurovisão da CançãoHungria no Festival Eurovisão da CançãoCroácia no Festival Eurovisão da CançãoBósnia e Herzegovina no Festival Eurovisão da CançãoMontenegro no Festival Eurovisão da CançãoSérvia no Festival Eurovisão da CançãoAlbânia no Festival Eurovisão da CançãoMacedónia no Festival Eurovisão da CançãoGrécia no Festival Eurovisão da CançãoBulgária no Festival Eurovisão da CançãoRoménia no Festival Eurovisão da CançãoMoldávia no Festival Eurovisão da CançãoUcrânia no Festival Eurovisão da CançãoBielorrússia no Festival Eurovisão da CançãoAustrália no Festival Eurovisão da CançãoRússia no Festival Eurovisão da CançãoGeórgia no Festival Eurovisão da CançãoAzerbaijão no Festival Eurovisão da CançãoTurquia no Festival Eurovisão da CançãoChipre no Festival Eurovisão da CançãoIsrael no Festival Eurovisão da CançãoArménia no Festival Eurovisão da CançãoMarrocos no Festival Eurovisão da CançãoLiechtenstein no Festival Eurovisão da CançãoAndorra no Festival Eurovisão da CançãoMónaco no Festival Eurovisão da CançãoPolónia no Festival Eurovisão da CançãoRepública Checa no Festival Eurovisão da CançãoLuxemburgo no Festival Eurovisão da CançãoLíbano no Festival Eurovisão da CançãoTunísia no Festival Eurovisão da CançãoArgélia no Festival Eurovisão da CançãoUm mapa colorido dos países da Europa
Sobre esta imagem

     Participaram pelo menos uma vez     Países que competiram no festival como parte de outro país, mas nunca como soberania.     Quiseram participar, mas retiraram-se antes da final     Nunca participaram, mas estão autorizados

Cronologia
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A decorrer anualmente desde 1956, o Festival Eurovisão da Canção (em inglês: Eurovision Song Contest, termo também utilizado no Brasil; em francês: Concours Eurovision de la Chanson) é um concurso de canções televisionado com participantes de diversos países, cujas televisões nacionais transmissoras são membros ou associados da União Europeia de Radiodifusão (em inglês: European Broadcasting Union). Este é transmitido na televisão e na rádio por toda a Europa e, mais recentemente, a transmissão televisiva do mesmo foi também alargada a outros países não europeus por meio dos canais internacionais dos seus membros, podendo ser ainda acompanhado através da Internet.

O Festival Eurovisão da Canção (sigla em inglês: ESC) foi uma ideia do jornalista Marcel Bezençon, da EBU, baseando-se no formato do Festival de Sanremo, realizado na localidade homónima em Itália desde 1951. O seu nome deriva da Eurovision, a cadeia de televisões que integram a União Europeia de Radiodifusão e que, atualmente, pode registar uma audiência de, aproximadamente, 1/6 da população mundial.

Originalmente, o concurso pretendia ser o reflexo de uma Europa unida e cresceu nessa tradição pan-europeia. Contudo, hoje em dia, qualquer membro da EBU pode participar no concurso, mesmo que não seja um país europeu, juntando assim à lista de possíveis participantes países de outros continentes, como Marrocos e Turquia, que já participaram no concurso. Por exemplo, o Líbano tentou entrar na competição em 2005, mas não o fez por constrangimentos relacionados com a participação israelita, e a Austrália, apesar de ter a sua televisão nacional apenas como membro associado da EBU, participa no concurso desde 2015.

HistóriaEditar

A primeira edição do ESC teve lugar em Lugano, na Suíça, a 24 de maio de 1956, onde sete dos dez membros originais da EBU concorreram (três países foram desqualificados por terem entrado tardiamente). Assim, os primeiros países a participar na competição foram a França, a então Alemanha Ocidental, a Itália, a Holanda, o Luxemburgo, a Bélgica e a Suíça. No ano seguinte, juntaram-se a estes o Reino Unido, a Áustria e a Dinamarca e, em 1959, o Mónaco.

Com o passar dos anos, muitos outros países foram-se juntando, como, por exemplo, Portugal, em 1964, a Irlanda, em 1965, Israel, em 1973 ou a Islândia, em 1986. No entanto, com o fim da Guerra Fria e da Guerra Civil da Jugoslávia, na década de 1990, e com as constantes expansões do Conselho da Europa, na década de 2000, o número de participantes disparou significativamente, subindo de 23 em 1993 para 43 nas edições de 2008, 2011 e 2018.

As últimas adições ao concurso foram San Marino e Azerbaijão, em 2008, e, mais recentemente, a Austrália, em 2015, como país convidado.

Sistema de classificação (1993-presente)Editar

No período de preparação para o concurso de 1993, a União Europeia de Radiodifusão começou finalmente a lidar com a explosão no número de potenciais países participantes, causados ​​pela dissolução no bloco de Leste, e também pela desintegração da Jugoslávia, que tinha sido tradicionalmente o único país comunista a participar no concurso. Pela primeira vez, foi introduzida uma fase de pré-qualificação, mas apenas para os países que nunca participaram na competição, ou, no caso das ex-repúblicas da Jugoslávia, que ainda não tinham competido como nações soberanas. Esta foi, no entanto, apenas uma medida 'tapa buraco', já que claramente não seria uma solução sustentável para os anos seguintes, porque não seria visto como uma oportunidade equitativa.

Entretanto, sete países que manifestaram interesse em competir em 1993; Croácia, Bósnia e Herzegovina, Hungria, Eslovénia, Eslováquia, Roménia e Estónia foram separadas para se enfrentarem numa competição especial chamada Kvalifikacija za Millstreet (Classificatória para Millstreet) em Liubliana, Eslovénia, a 3 de abril, na qual apenas três vagas estavam disponíveis. Depois de uma votação extremamente apertada, Croácia, Bósnia e Herzegovina e Eslovénia qualificaram-se. Neste ano, pela primeira vez, os quatro últimos colocados perderiam a sua vaga no ano seguinte, para dar lugar aos países que não se classificaram em Liubliana.

No ano seguinte, em 1994, o festival decorreu novamente na Irlanda, onde competiram 25 países. Sete países competiram pela primeira vez: os 4 que não conseguiram a classificação no ano anterior (Hungria, Eslováquia, Roménia e Estónia) e outros 3 que ocuparam vagas extras, abertas devido à desistência de outros países (Lituânia, Polónia e Rússia).

Para a edição de 1996, em Oslo, Noruega, a União Europeia de Radiodifusão continuou a empenhar-se em encontrar um método amplamente aceitável de reduzir gradualmente o elevado número de potenciais países participantes para um número prático. Neste ano, retomaram o sistema de pré-qualificação que tinha sido usado ​​em 1993, mas, desta vez, com apenas um país isento do processo - a anfitriã Noruega. A pré-qualificação deste ano foi uma exceção, já que não foi transmitida em qualquer formato, nem implicou qualquer apresentação em direto das entradas. Em vez disso, o conjunto tradicional de júris nacionais simplesmente ouviu as gravações em estúdio de cada música, através de CDs, exercendo normalmente as suas funções. Algum tempo depois, revelar-se-iam apenas os países classificados. Posteriormente, foram conhecidas as respetivas pontuações e posições, mas não a forma como os júris votaram.

Mais uma vez, tornou-se evidente que este sistema não era sustentável. Este processo fez com que os países participantes fizessem as suas seleções nacionais em aberto, já que sabiam que existia a possibilidade de que o público internacional não tivesse conhecimento da sua entrada. Não se previa a hipótese de que um dos principais colaboradores financeiros do evento, a Alemanha, fosse prejudicado e eliminado. Por causa desse critério, este foi o único ano em que o país ficou ausente do concurso.

Depois da controvérsia sobre a pré-seleção em 1996, de 1997 a 2001 foi utilizado um novo sistema de classificação. Os países que tiveram a menor média de pontuação no período de 1992 a 1996 estavam automaticamente eliminados e, posteriormente, os países que tiveram as menores médias nas suas últimas 5 participações (a ressalva era de que se um país fosse eliminado para um ano, no ano seguinte estava automaticamente classificado). Assim, o número de países participantes por ano iria variar de 22 a 25.

Para a edição de 1999, em Jerusalém, Israel, a EBU decidiu que os seus 4 maiores contribuintes financeiros - Alemanha, Espanha, França e Reino Unido - teriam classificação automática para as edições posteriores. Doze anos mais tarde, em 2011, a Itália, no seu regresso ao concurso, seria incluída no grupo.

Para a edição de 2002, a EBU considerou diminuir o número de participantes para 22, tendo em conta as condições financeiras do país organizador, a Estónia, que se revelavam dúbias. Entretanto, a decisão viria a ser revertida e o número de participantes subiu para 24, dando oportunidade às participações de Portugal e Israel. Todavia, devido a problemas organizacionais, a RTP, estação nacional portuguesa, acabou por desistir de participar naquela edição, passando assim a oportunidade de participação à Letónia, que viria a sagrar-se vencedora.

Nas edições de 2000 a 2003, deu-se a última mudança no sistema de classificação relacionada com a eliminação de participantes. O sistema era simples: estavam classificados para a edição seguinte os 15 a 17 primeiros do ano anterior, o "Big Four" (alcunha dada ao grupo dos 4 principais contribuidores financeiros do evento) e aqueles que não haviam participado na edição anterior.

Em 2004, a EBU decidiu fazer do Festival Eurovisão da Canção um evento de dois dias, eliminando todas as regras existentes anteriormente relativas à não participação de um país por um ano por causa dos maus resultados. Assim, todos os anos, organizar-se-ia uma final (com os Big Four já automaticamente classificados) mais os 10 primeiros colocados do ano anterior. Os restantes teriam que participar na semifinal e tentar a sua sorte, havendo apenas dez vagas disponíveis para a final do concurso. Esta fórmula acabaria por durar quatro anos.

Após vários problemas relacionados com a votação em blocos geográficos no período de 2004 a 2007, a EBU decidiu novamente alterar o formato do Festival para evitar tais problemas. Assim, desde 2008, os participantes estão divididos em duas semifinais, realizadas habitualmente a uma terça-feira e a uma quinta-feira, prévias à final de sábado. O máximo de participantes por semifinal é de até 20 participantes.

Nas edições de 2008 e 2009, os 9 primeiros colocados de cada semifinal classificavam-se para a final. A décima vaga iria para o país que tivesse a melhor pontuação entre os jurados e que não se havia classificado diretamente. Após diversas controvérsias nestes dois anos, a EBU anunciou que o formato das semifinais seria alterado para que os resultados fossem determinados por uma combinação híbrida de 50% do público e 50% dos jurados, tornando-o mais consistente com os resultados finais. Os votos de cada país seriam determinados pela combinação dos votos do júri e dos resultados televisivos; os países com as 10 primeiras colocações classificar-se-iam para a grande final.

O sistema durou até 2015, porque, segundo os produtores do evento, os resultados ficariam previsíveis antes mesmo do fim do espetáculo. Neste ano, a Austrália participou como país convidado e, por isso, classificou-se diretamente à final e teve o direito de votar nas duas semifinais.

O ano de 2016 ficou marcado pela implantação de um novo sistema de votação a ser implementado no concurso, sendo a mudança mais drástica no evento desde 1975. O novo sistema, inspirado no sistema de votação do Melodifestivalen (final nacional sueca), envolve cada país, que agora concede dois conjuntos de pontos de 1-8, 10 e 12: um do júri profissional e outro do televoto. Os votos por meio do televoto, vindos de todos os países, são agrupados. Após a abertura e o encerramento das linhas de telefone de cada país participante, os resultados de cada júri profissional são apresentados, com as notas de 1 a 8 e 10 pontos, sendo exibidas na tela em simultâneo, e o porta-voz nacional, escolhido previamente por cada país, anuncia apenas o país para o qual o seu atribui 12 pontos. Depois dos resultados dos júris profissionais serem apresentados, os pontos do televoto de todos os países participantes são combinados, fornecendo uma pontuação para cada música. Para aumentar a intensidade do espetáculo, os resultados dos países que terminam entre o 11º e o último lugares na votação pública são automaticamente lidos pelos apresentadores e adicionados ao placar e, depois disso, os resultados dos 10 primeiros são anunciados de forma faseada pelos apresentadores. O mesmo sistema de votação também é usado para determinar os vencedores de cada semifinal, mas, tal como antes, os países classificados são anunciados por uma ordem aleatória.

Seleções NacionaisEditar

Para a edição do festival de 2002, a TVE, estação nacional espanhola, criou um reality show chamado "Operación Triunfo" (em português: Operação Triunfo) que mostrava a formação e seleção de cantores desconhecidos. O formato televisivo foi um enorme sucesso em Espanha e, a partir daí, foi-se espalhando por vários países à volta do mundo, como Portugal, México e Brasil, tendo atingindo o seu auge em 2004, quando diversos países usaram o mesmo como suas seleções nacionais.

RegrasEditar

 
Marija Šerifović, a cantora sérvia que venceu a edição de 2007 com um tema no idioma do seu país.

Número de cançõesEditar

Na primeira edição, em 1956, cada país era autorizado a levar duas canções de 3 minutos e meio cada, cantadas por um habitante do país em questão. Contudo, logo no ano seguinte, a EBU restringiu o número de canções para 1 por país. O número de países continuou a crescer e, a partir de 1980, as canções só podiam ter, no máximo, 3 minutos, para não alongar demasiado a transmissão do espetáculo e dar oportunidade a todos os países de mostrarem as suas propostas. Temos o exemplo da participação de Itália em 2015, cuja canção teve de ser cortada para ficar com 3 minutos de duração.

CantoresEditar

As regras atualmente em vigor dizem que só podem estar 6 pessoas em palco por cada atuação realizada e que essas pessoas devem ter mais de 16 anos. No entanto, nunca existiu uma regra sobre a nacionalidade daqueles que representam o país, tendo por isso aparecido casos como os de Olivia Newton-John e Gina G que, sendo australianas, representaram o Reino Unido no Festival.

Transmissão do concursoEditar

As regras também dizem que, se algum país concorrente não transmitir o Festival em determinado ano, será imediatamente desqualificado nesse ano e não poderá concorrer no ano seguinte.

IdiomasEditar

Vendo que o inglês começou a dominar o Festival, particularmente após a vitória sueca de 1974 dos ABBA, com "Waterloo", foi imposta uma regra que estipulava que cada país teria que cantar num dos seus idiomas oficiais. Todavia, e desde que esta regra deixou de existir, apenas 2 canções vencedoras foram interpretadas exclusivamente nas suas línguas nacionais: a da Sérvia em 2007 e a de Portugal em 2017.

Atualmente, a maior parte dos países opta por usar a língua inglesa como sendo uma língua franca mundial, com o objetivo de que sua mensagem seja universalmente entendida. Mesmo assim, ainda existem países que continuam a usar as suas línguas nacionais e que, normalmente, cantam na sua própria língua, como são os casos de Portugal, Espanha, França, Israel, Sérvia, Andorra, Itália, entre outros.

Existem ainda alguns casos de línguas inventadas - Bélgica (2003) e Países Baixos (2006) - e de multilinguismo ou bilinguismo, quando a canção tem versos ou estrofes em mais de uma língua, (normalmente, mistura-se o idioma nacional e o inglês).

Big Four e Big FiveEditar

Desde 1997, o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Espanha qualificam-se automaticamente para a final do ESC, independentemente da sua posição na edição anterior.[1] Estes países conquistaram este estatuto especial por serem os 4 maiores contribuidores financeiros para a EBU, sem a qual a produção do Festival Eurovisão da Canção não seria possível. Devido ao seu estatuto intocável, estes países tornaram-se conhecidos como os "Big Four".[2] A 31 de dezembro de 2010, foi anunciado o regresso de Itália na edição de 2011, após uma ausência de 14 anos, e que o país seria incluído no grupo dos "Big Four", que se passaria a chamar "Big Five".[3] Com a vitória de Lena Meyer-Landrut no Festival de 2010, a Alemanha foi o primeiro país dos "Big Four" a vencer o concurso desde a introdução da regra no ano de 1997.

Países participantesEditar

Cada país participante tem de ter, obrigatoriamente, uma estação televisiva que esteja integrada na União Europeia de Radiodifusão (UER), para que esta o possa representar no certame. Por exemplo, a de Portugal é a RTP.

No caso de haver mais do que uma cadeia televisiva de um país na UER, a responsabilidade da participação desse país no concurso recai, tradicionalmente, sobre uma emissora pública. Contudo, aconteceram já duas exceções: o Mónaco, que era representado por uma televisão privada, e o Azerbaijão, que ainda hoje é representado por uma emissora independente.

Podem participar todos os países que estão dentro da Área de Radiodifusão Europeia ou, então, no Conselho da Europa.

Desde o início do concurso, 50 países já participaram, pelo menos, uma vez.

 
Gráfico de linhas mostrando o número de participantes ao longo dos tempos.
Ano Primeira participação de cada país
1956   Bélgica,   França,   Alemanhaa,   Luxemburgo,   Países Baixos,   Itália,   Suíça
1957   Áustria,   Dinamarca,   Reino Unido
1958   Suécia
1959   Mónaco
1960   Noruega
1961   Finlândia,   Espanha,   Iugosláviab
1964   Portugal
1965   Irlanda
1971   Malta
1973   Israel
1974   Grécia
1975   Turquia
1980   Marrocos
1981   Chipre
1986   Islândia
1993   Bósnia e Herzegovina,   Croácia,   Eslovénia
1994   Estónia,   Hungria,   Lituânia,   Polónia,   Roménia,   Rússia,   Eslováquia
1998   Macedónia do Norte
2000   Letónia
2003   Ucrânia
2004   Albânia,   Andorra,   Bielorrússia,   Sérvia e Montenegro
2005   Bulgária,   Moldávia
2006   Arménia
2007   República Checa,   Geórgia,   Montenegro,   Sérvia
2008   Azerbaijão,   San Marino
2015   Austrália
a) Ocasionalmente, apresentou-se como Alemanha Ocidental antes da Reunificação da Alemanha, em 1990.
b) As entradas apresentadas como Jugoslávia representaram a República Socialista Federal da Jugoslávia, exceto em 1992, quando representou a República Federal da Jugoslávia.
c) A Austrália iria participar apenas uma vez, como país convidado no âmbito das comemorações dos 60 anos do certame. Todavia, após o sucesso da sua participação, o país foi efetivado como participante no concurso.

VencedoresEditar


 
Salvador Sobral, o cantor português que venceu a edição de 2017 com o maior número de pontos atribuídos de sempre até à atualidade: 758 pontos!


Canções com null points (zero pontos)Editar

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Rules of the 44th Eurovision Song Contest, 1999» (PDF). União Europeia de Radiodifusão. 13 de outubro de 1998. Consultado em 18 de julho de 2006 
  2. «Reference Group». União Europeia de Radiodifusão. Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. Bakker, Sietse (31 de dezembro de 2010). «43 nations on 2011 participants list». Eurovision.tv. Consultado em 31 de dezembro de 2010 

Ligações externasEditar