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Copa do Nordeste de Futebol

Competição futebolística envolvendo clubes do Nordeste brasileiro
(Redirecionado de Copa do Nordeste)
Nota: Se procura por outra acepções de "Nordestão", consulte: Nordestão.
Copa do Nordeste de Futebol
Nordestão
CopaNordeste2017.png
Logomarca atual
Dados gerais
Organização Liga do Nordeste (2010)[1]
FAF (1994)
CBF (1997–2003 e 2013–atualmente)
Edições 16
Outros nomes Nordestão
Campeonato do Nordeste
Lampions League
Local de disputa Nordeste do Brasil
Número de equipes 20
Sistema Fase Preliminar
Grupos (1ª fase)
Mata-mata (2ª fase)
Soccerball current event.svg Edição atual
editar

A Copa do Nordeste de Futebol (também conhecida como Nordestão, Campeonato do Nordeste e Lampions League) é uma competição de futebol disputada entre equipes da Região Nordeste do Brasil.

Considerado um dos campeonatos regionais mais importantes do país (por alguns, o mais importante), o "Nordestão" foi uma competição intermitente no calendário do futebol brasileiro em seus primeiros anos. Organizada oficialmente pela primeira vez em 1994, o torneio foi disputado continuamente entre 1997 e 2003, época em que passou a ser organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Teve quase todas suas edições canceladas entre 2004 e 2012, com exceção da edição de 2010. Retornou novamente ao calendário do futebol brasileiro em 2013.[nota 1]

Entre as edições de 1997 e 1999, o campeão garantiu também uma vaga na Copa Conmebol, mas a partir das edições de 2000 até 2013 o campeão não garantiu vaga porque a Copa Conmebol foi extinta. Entre as edições de 2014 a 2016, os campeões obtiveram vaga para a Copa Sul-Americana do mesmo ano.[2] A partir de 2017, o campeão garantia vaga direta nas oitavas de final da Copa do Brasil do ano seguinte.[3]

Nas 16 edições realizadas, houve nove clubes campeões. O Vitória é o maior vencedor do "Nordestão", com quatro títulos, seguido por Bahia e Sport, com três conquistas, e por América de Natal, Campinense, Ceará, Fortaleza, Sampaio Corrêa e Santa Cruz, com uma conquista cada um.[nota 2]

O Campinense e o Sampaio Corrêa, campeões das edições de 2013 e 2018, respectivamente, foram os únicos a conquistarem o torneio sem levar nenhum gol em seus domínios. O confronto mais vezes repetido em toda a história da competição é entre Vitória e América de Natal, com 21 jogos. Foram 14 vitórias do rubro-negro baiano, 4 do alvirrubro potiguar, além de 3 empates.[5]

Índice

História

Origens

A possível origem do que é a atual Copa do Nordeste de Futebol é um assunto controverso,[4][6] historicamente a Copa do Nordeste sempre foi um torneio intermitente no calendário do futebol brasileiro. De fato, a gama de campeonatos deste porte seria bem mais ampla, algumas delas até com a chancela da Confederação Brasileira de Desportos (CBD, precursora da atual CBF).[7] De 1946, quando foi disputado um torneio quadrangular em Natal, vencido pelo Fortaleza, até 1994, quando foi realizada a primeira Copa do Nordeste reconhecida pela CBF, foram disputados vários torneios de futebol de amplitude regional no Nordeste – com pesos diferentes, naturalmente – onde alguns clubes se intitulam campeões da copa Nordeste. Porém, a antiga discussão sobre a chancela oficial dos títulos desses torneios permanece com a CBF, que evita tocar no assunto sobre as competições anteriores a 1994, data da primeira Copa do Nordeste, também denominada de "Taça Governador Geraldo Bulhões". Curiosamente, foi a única reconhecida posteriormente, quando a confederação passou a organizar o certame. Além disso, foram realizadas também muitas competições amistosas entre dois ou três estados, mas que não são e nem podem ser consideradas torneios regionais já que não houve a participação dos estados em sua maioria.[4]

Torneio José Américo de Almeida Filho

Em 1975, o certame foi organizado em homenagem ao estádio homônimo, o Almeidão, em João Pessoa, inaugurado no mesmo ano. Na temporada seguinte, o torneio foi ampliado, com direito à curiosa participação do Volta Redonda, do Rio de Janeiro.[4] Segundo a visão do presidente da Liga do Nordeste, Alexi Portela, o Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 foi a primeira competição realizada no Nordeste que representou o início da atual Copa do Nordeste de Futebol, em setembro de 2014, ele encaminhou à direção de competições da entidade máxima do futebol brasileiro uma nova lista de "campeões oficiais", que inclui as edições do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 e 1976.[4][8] Porém, até hoje, a CBF não pronunciou sobre o assunto.[4]

O Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 contou com a participação de seis equipes de três estados: Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.[6][9] Atualmente o CRB reivindica o reconhecimento dessa competição pela CBF como Copa do Nordeste.[10] O torneio de 1976, englobou campeões e vices de seis estados nordestinos: Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, além do Volta Redonda, clube convidado do Rio de Janeiro. Após reivindicações do Vitória, essa competição chegou a ser reconhecida inicialmente pela CBF, em setembro de 2012, como a edição inaugural do que hoje é a Copa do Nordeste, através de seu guia anual, Guia do Campeonato Brasileiro de 2012. Porém, os títulos deste documento, foram anunciados pelos próprios clubes e não pela CBF em si,[11] cabe também observar que o reconhecimento de títulos pela CBF vem através de Resoluções de Presidência da mesma, não através do Guia do Campeonato Brasileiro. O referido Guia traz, inclusive, uma seção de bibliografia, em que constam fontes externas (diversos sites, inclusive a própria Wikipédia), que não são documentos oficiais da CBF.[6][12] Mas nas edições posteriores, esta decisão foi revista, como na edição do Guia do Brasileirão - CBF 2015.[13] Com outras competições nordestinas que foram realizadas anteriormente ignoradas, o título de 1976 tornou-se polêmico.[4]

Taça Governador Geraldo Bulhões

Após a edição do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976, somente no ano de 1994, foi novamente realizado um certame envolvendo os times do Nordeste, agora com um novo formato. Sob o nome de Taça Governador Geraldo Bulhões, à época governador do estado de Alagoas, a competição rapidamente se popularizou como "Copa do Nordeste". A organização foi da FAF, e o torneio foi inteiramente disputado no estado alagoano. A final aconteceu na capital, Maceió, no Estádio Rei Pelé, entre Sport e CRB. Após um empate em 0 a 0 no tempo normal, o time pernambucano foi campeão pelo placar de 3 a 2 na disputa de pênaltis.[14] Este torneio é reconhecido oficialmente pela CBF como a primeira edição do "Nordestão".[4][11]

Organização da CBF

Em 1997, o torneio passou então a ser organizado pela CBF, com os clubes entrando pelo critério de merecimento: participavam apenas os mais bem classificados nas respectivas competições estaduais. Nos dois primeiros anos, assegurava ao campeão uma vaga na Copa Conmebol do mesmo ano.[15] O sistema de grupos foi deixado para trás e a primeira Copa dessa nova "era" foi disputada apenas em mata-mata. O Vitória chegou à final invicto, assim como seu arquirrival, Bahia, fazendo a primeira de três finais em que, até hoje, a dupla Ba-Vi decidiu o campeonato. O resultado foi 4 a 2 no agregado para o rubro-negro, se sagrando campeão pela primeira vez.[16]

Já em 1998, com o sistema de grupos de volta, mais uma vez o Vitória chegou à final, dessa vez tendo como adversário o América de Natal. Derrotado por 2 a 1 na partida de ida, o clube potiguar ficou com a obrigação de vencer em Natal, tarefa que cumpriu, fazendo 3 a 1 no time baiano e ficando com o título.[17][18]

No ano seguinte, o favoritismo era do Bahia, que havia terminado a fase de grupos invicto e passou por América de Natal e CSA com certa facilidade nas fases seguintes.[19] O adversário da final, mais uma vez, era o Vitória, dono de uma campanha razoável ao longo da competição. Porém, vencendo por 2 a 0 a partida de ida e perdendo por 1 a 0 a de volta, o "Leão da Barra" confirmou sua hegemonia no torneio, sagrando-se o primeiro bicampeão do Nordeste.[20][21] Este foi também um ano de muitos times estreantes na competição, num total de cinco: Baraúnas, Campinense, Juazeiro, Lagartense e Porto.[20]

Na sua quarta final consecutiva, em 2000, o Vitória agora enfrentaria o Sport, dono da melhor campanha até então. O fato acabou sendo determinante no título do clube pernambucano, já que, com dois empates em 2 a 2, foi considerado campeão por tê-lo feito.[22]

Regional de maior sucesso do país

Em 2001, uma nova fórmula para o certame foi designada, passando agora a ser disputado por 16 equipes no sistema de pontos corridos, com os quatro melhores pontuadores ao fim dos confrontos avançando às semifinais. Tal mudança gerou grande investimento no campeonato, e chegou a ser a competição com melhor média de público do país na época.[23][24][25] Nas duas edições em que foi disputada por pontos corridos, assim como em 2000, os primeiros colocados ganhavam vagas na Copa dos Campeões.[26]

Náutico, Bahia, Fortaleza e Sport avançaram à segunda fase, disputada em apenas um jogo eliminatório. O Bahia bateu o terceiro colocado Fortaleza e fez a segunda final seguida. Dessa vez enfrentando o Sport, o tricolor baiano se sagrou campeão ao vencer a equipe pernambucana por 3 a 1.[27]

Em 2002, o Vitória chegou à final contra o Bahia, a terceira vez em que o clássico Ba-Vi decidiu o maior torneio nordestino. O rubro-negro acabou não conseguindo reverter a vantagem que o tricolor impôs no jogo de ida, 3 a 1, e a partida de volta ficou apenas num empate em 2 a 2, dando ao Bahia o segundo título consecutivo.[28][29]

Cancelamento e retorno

Depois de uma última edição sem diversos dos principais clubes da região, que teve como campeão o Vitória, pela terceira vez, em cima do Fluminense de Feira, o torneio foi cancelado em 2004 pela CBF por falta de datas no calendário anual, apesar do notável crescimento e da importância que ganhava no cenário nacional, embora o contrato acertado com os clubes garantisse mais algumas edições.[30] Vários desses clubes processaram a entidade máxima do futebol brasileiro e ganharam a causa.[31] Um acordo foi feito no início de 2010 para a volta do campeonato, com a condição da extinção deste processo.[32] Esse acordo foi aceito e, assim, a Copa voltou no dia 9 de junho de 2010.[33][34]

Utilizando em sua maioria jogadores das categorias de base, o Vitória classificou-se em segundo lugar na primeira fase e venceu a final (disputada em jogo único) contra o estreante em decisões ABC. Por ter se classificado na primeira colocação, o ABC teve o direito de disputar a final em seu mando de campo, o Frasqueirão, em Natal, mas mesmo assim acabou derrotado por 2 a 1, após a virada do rubro-negro baiano. Assim, o Vitória levantou seu quarto troféu do torneio.[35]

 
Logo do retorno em 2013

Após mais dois anos sem a disputa do torneio, no dia 13 de setembro de 2012 a CBF oficializou o retorno da competição para o ano seguinte, com esta passando a ser disputada entre os meses de janeiro e março.[36] A partir de 2014, o torneio passará ao seu campeão uma vaga na Copa Sul-americana do mesmo ano.[37]

Maranhão e Piauí

Em 2015, clubes dos estados do Maranhão e do Piauí foram incluídos na competição da Copa do Nordeste. O motivo da não participação de ambos é devido à CBF incluí-los em competições com times da Região Norte do Brasil.[38]

Vagas por federação

Vagas Federação Classificação
3   FPF 1º, 2º e 3º colocados do Campeonato Pernambucano de Futebol
3   FBF 1°, 2° e 3° colocados do Campeonato Baiano de Futebol
2   FCF 1º e 2º colocados do Campeonato Cearense de Futebol
2   FAF 1º e 2º colocados do Campeonato Alagoano de Futebol
2   FSF 1º e 2º colocados do Campeonato Sergipano de Futebol
2   FPF 1º e 2º colocados do Campeonato Paraibano de Futebol
2   FNF 1º e 2º colocados do Campeonato Potiguar de Futebol
2   FMF 1º e 2º colocados do Campeonato Maranhense de Futebol
2   FFP 1 e 2 colocados do Campeonato Piauiense de Futebol

Edições

Sede das Finais

Ano Final Semifinalistas Número de participantes
Campeão Placar(es) Vice 3º lugar 4º lugar
1994
Detalhes
 
Sport
0 – 0
3 – 2 (pen)
 
CRB
 
Bahia
 
Cruzeiro-AL
16
19951996 Não houve disputa
1997
Detalhes
 
Vitória
3 – 0
1 – 2
 
Bahia
 
Ceará
 
Sport
17
1998
Detalhes
 
América de Natal
1 – 2
3 – 1
 
Vitória
 
Bahia
 
Botafogo-PB
16
1999
Detalhes
 
Vitória
2 – 0
0 – 1
 
Bahia
 
Sport
 
CSA
16
2000
Detalhes
 
Sport
2 – 2
2 – 2
 
Vitória
 
Sergipe
 
Poções
16
2001
Detalhes
 
Bahia
3 – 1  
Sport
 
Náutico
 
Fortaleza
16
2002
Detalhes
 
Bahia
3 – 1
2 – 2
 
Vitória
 
Náutico
 
Santa Cruz
16
2003
Detalhes
 
Vitória
1 – 1
0 – 0

[nota 3]
 
Fluminense de Feira
 
ABC
 
América de Natal
12
20042009 Não houve disputa
2010
Detalhes
 
Vitória
2 – 1  
ABC
 
CSA
 
Treze
15
20112012 Não houve disputa
2013
Detalhes
 
Campinense
2 – 1
2 – 0
 
ASA
 
Fortaleza
 
Ceará
16
2014
Detalhes
 
Sport
2 – 0
1 – 1
 
Ceará
 
América de Natal
 
Santa Cruz
16
2015
Detalhes
 
Ceará
1 – 0
2 – 1
 
Bahia
 
Vitória
 
Sport
20
2016
Detalhes
 
Santa Cruz
2 – 1
1 – 1
 
Campinense
 
Bahia
 
Sport
20
2017
Detalhes
 
Bahia
1 – 1
1 – 0
 
Sport
 
Santa Cruz
 
Vitória
20
2018
Detalhes
 
Sampaio Corrêa
1 – 0
0 – 0
 
Bahia
 
ABC
 
Ceará
20
2019
Detalhes
 
Fortaleza
1 – 0
1 – 0
 
Botafogo-PB
 
Náutico
 
Santa Cruz
20

Títulos

Por clube

Campeões do Nordeste
Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  Vitória 4 (1997, 1999, 2003 e 2010) 3 (1998, 2000 e 2002) 1 (2015) 1 (2017)
  Bahia 3 (2001, 2002 e 2017) 4 (1997, 1999, 2015 e 2018) 3 (1994, 1998 e 2016) 0
  Sport 3 (1994, 2000 e 2014) 2 (2001 e 2017) 1 (1999) 3 (1997, 2015 e 2016)
  Ceará 1 (2015) 1 (2014) 1 (1997) 2 (2013 e 2018)
  Campinense 1 (2013) 1 (2016) 0 0
  Santa Cruz 1 (2016) 0 1 (2017) 3 (2002, 2014 e 2019)
  América de Natal 1 (1998) 0 1 (2014) 1 (2003)
  Fortaleza 1 (2019) 0 1 (2013) 1 (2001)
  Sampaio Corrêa 1 (2018) 0 0 0
  ABC 0 1 (2010) 2 (2003 e 2018) 0
  Botafogo-PB 0 1 (2019) 0 1 (1998)
  CRB 0 1 (1994) 0 0
  Fluminense de Feira 0 1 (2003) 0 0
  ASA 0 1 (2013) 0 0
  Náutico 0 0 3 (2001, 2002 e 2019) 0
  CSA 0 0 1 (2010) 1 (1999)
  Sergipe 0 0 1 (2000) 0
  Cruzeiro-AL 0 0 0 1 (1994)
  Poções 0 0 0 1 (2000)
  Treze 0 0 0 1 (2010)

Por federação

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  Bahia 7 8 4 2
  Pernambuco 4 2 5 6
  Ceará 2 1 2 3
  Paraíba 1 2 0 2
  Rio Grande do Norte 1 1 3 1
  Maranhão 1 0 0 0
  Alagoas 0 2 1 2
  Sergipe 0 0 1 0

Treinadores campeões

Estatísticas

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos pagantes da história da Copa do Nordeste:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 65 834 Bahia   3–1   Sport Fonte Nova 28 de abril 2001 [39]
2 64 689 Bahia   3–1   Vitória Fonte Nova 5 de maio 2002 [40]
3 63 399 Ceará   2–1   Bahia Arena Castelão 29 de abril 2015 [41]
4 60 068 Ceará   1–1   Sport Arena Castelão 9 de abril 2014 [42]
5 54 774 Bahia   0–3   Vitória Fonte Nova 18 de maio 1997 [43]
6 52 207 Ceará   0–1   ASA Arena Castelão 3 de março 2013 [44]
7 48 510 Vitória   3–1   Bahia Fonte Nova 19 de abril 1998 [45]
8 45 473 Bahia   0–0   Sampaio Corrêa Arena Fonte Nova 7 de julho 2018 [46]
9 43 393 Bahia   1–1   Vitória Fonte Nova 3 de fevereiro 2019 [47]
10 42 437 Bahia   2–1   Fortaleza Fonte Nova 21 de abril 2001 [39]

Médias anuais gerais

  • 2013: 8.350
  • 2014: 7.602
  • 2015: 7.819
  • 2016: 5.873
  • 2017: 5.973
  • 2018: 4.267
  • 2019: 7.378

Melhores médias anuais

Campeões por aproveitamento

Até a edição de 2018

Pos Times % Ano
1   Sport 83.3% 1994
2   Bahia 80.4% 2001
3   Vitória 79.2% 1997
4   Bahia 75% 2017
5   Vitória 73.3% 2003
6   Ceará 72.2% 2015
7   Fortaleza 69.4% 2019
8   América de Natal 66.7% 1998
  Sport 66.7% 2000
  Campinense 66.7% 2013
  Santa Cruz 66.7% 2016
12   Vitória 64.6% 2010
13   Bahia 61.4% 2002
14   Sport 58.3% 2014
  Sampaio Corrêa 58.3% 2018
16   Vitória 55.6% 1999

Sede das Finais

Por federação

Estados Finais
Bahia 14
Pernambuco 6
Ceará 3
Paraíba 3
Rio Grande do Norte 2
Alagoas 2
Maranhão 1

Por cidade

Cidade U Finais
Salvador Bahia 13
Recife Pernambuco 6
Fortaleza Ceará 3
Natal Rio Grande do Norte 2
Campina Grande Paraíba 2
São Luís Maranhão 1
Maceió Alagoas 1
Feira de Santana Bahia 1
Arapiraca Alagoas 1
João Pessoa Paraíba 1

Artilheiros

Ano Artilheiro[48] Time Gols
1994 Fábio Sport 5
1997 Nildo Ceará 6
1998 Paulinho Kobayashi América de Natal 9
1999 Uéslei Bahia 10
2000 Leonardo
Pedro Costa
ABC
Sergipe
6
2001 Kuki Náutico 12
2002 Sérgio Alves Bahia 13
2003 Nadson Vitória 5
2010 Cristiano Alagoano Confiança 10
2013 Marcelo Nicácio
Rodrigo Silva
Vitória
ABC
5
2014 Magno Alves Ceará 8
2015 Max América de Natal 6
2016 Rodrigão Campinense 9
2017 Régis Bahia 6
2018 Yago
Arthur
Vitória
Ceará
5
2019 Gilberto
Júnior Santos
Bahia
Fortaleza
8

Desempenho dos clubes

Clube 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18 19
  ABC 10º 11º - - 16º 12º 10º
  Altos - - - - - - - - - - - - - 14º 14º 16º
  América-RN 15º 15º 11º 11º 11º - 19º
  ASA 15º - - - - - - - - - - - - - -
  Bahia - 10º
  Baraúnas - - - 13º - - - - - - - - - - - -
  Botafogo 16º 12º 16º 12º 12º - 13º 20º 15º 17º
  Capela 14º - - - - - - - - - - - - - - -
  Campinense - - - 14º - - - - - - - 17º
  Ceará - 11º 11º 14º -
  Confiança - 12º 14º - - 14º 16º - 14º 15º 16º 18º - 12º 12º
  Cordino - - - - - - - - - - - - - - 18º -
  Corinthians-AL - - - - - - - 10º - - - - - - - -
  Coritiba-SE - - - - 14º - - - - - - - - - - -
  Coruripe - - - - - - - - - - - 11º 12º - - -
  CRB 14º 12º - 11º 12º 12º 10º
  Cruzeiro-AL - - - - - - - - - - - - - - -
  CSA 11º 15º 10º - - - 15º 11º
  Estanciano - - - - - - - - - - - - 14º - - -
  Feirense - - - - - - - - - 16º - - - - - -
  Ferroviário - 11º - 12º - - - - - - - - - - 16º -
  Flamengo-PI - - - - - - - - - - - - 20º - - -
  Fortaleza 13º 17º - - - 11º - 13º -
  Fluminense de Feira - 10º - - 13º 13º - - - - - 19º -
  Globo - - - - - - - - - - - 15º - - 10º -
  Guarany de Sobral - - - - - - - - - - - - - -
  Imperatriz - - - - - - - - - - - - 17º - - -
  Itabaiana - - - - - - - - - 14º - - - 17º -
Clube 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18 19
  Juazeirense - - - - - - - - - - - - 19º 18º - 18º
  Juazeiro-BA - - - 15º 13º - - - - - - - - - - -
  Juazeiro-CE - - - - 16º - - - - - - - - - - -
  Lagartense - - - 16º - - - - - - - - - - - -
  Moto Club - - - - - - - - - - - 13º - 19º - 11º
  Miguelense - - - - - - - - - - - - - - -
  Náutico 12º 15º - - - 10º - 11º -
  Palmeiras-BA - - - - - - - 12º - - - - - - - -
  Parnahyba - - - - - - - - - - - - - - 20º -
  Piauí - - - - - - - - - - - 17º - - - -
  Poções - - - - - - - - - - - - - - -
  Potiguar de Mossoró - - - - - - - - - - 10º - - - - -
  Porto - - - 10º - - - - - - - - - - - -
  Ríver-PI - - - - - - - - - - - 10º 13º - 20º
  Salgueiro - - - - - - - - - 13º - - 15º 13º
  Sampaio Corrêa - - - - - - - - - - - 14º 16º 14º
  Santa Cruz - 10º - -
  Santa Cruz-PB 11º 10º - - - - - - - - - - - - - -
  Sergipe - 13º 13º 12º 15º 15º - 12º - - - 15º
  Serrano - - - - - - - - - - - 18º - - - -
  Socorrense - - - - - - - - - - - 19º - - - -
  Sousa - - - - - - - - - 15º - - - - - -
  Sport 10º - - - -
  Treze - - 16º - 13º 11º - 14º - - - 13º -
  Uniclinic - - - - - - - - - - - - - 20º - -
  Vitória 16º -
  Vitória da Conquista - - - - - - - - - - 16º - 10º - - -
Clube 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18 19

Número de participações

 Ver artigo principal: Participações na Copa do Nordeste

Atualizado até a edição de 2018.

Classificação geral

Até a edição de 2019

Pos Times Pts J V E D GP GC SG % P
1   Bahia 299 160 85 44 31 286 165 121 62.2% 15
2   Vitória 282 157 81 39 37 281 188 93 59.8% 15
3   Sport 219 124 62 33 29 215 117 98 58.8% 12
4   Santa Cruz 211 130 62 25 43 185 148 37 54.1% 13
5   Ceará 210 139 56 42 41 203 168 35 50.3% 14
6   ABC 185 123 52 29 42 191 163 28 50.1% 14
7   América de Natal 174 122 49 27 46 169 161 8 47.5% 15
8   CRB 160 118 41 37 40 143 148 -5 45.1% 15
9   Fortaleza 154 106 41 31 34 137 134 3 48.4% 11
10   Náutico 145 96 38 31 27 147 119 28 50.3% 11
11   CSA 143 104 37 32 35 150 146 4 45.8% 13
12   Botafogo-PB 139 121 36 31 54 140 171 -31 38.2% 15
13   Sergipe 97 94 26 19 49 119 165 -46 34.3% 11
14   Treze 82 74 21 19 34 83 122 -39 36.9% 8
15   Campinense 75 48 21 12 15 59 49 10 52.0% 6
16   Fluminense de Feira 72 61 19 15 27 68 79 -11 39.3% 7
17   Confiança 70 92 16 22 54 96 181 -85 25.3% 11
18   Sampaio Corrêa 50 40 15 11 14 47 46 1 41.6% 5
19   Salgueiro 42 38 10 12 16 35 55 -20 36.8% 5
20   River-PI 28 22 7 7 8 26 30 -4 42.4% 4
21   Moto Club 19 20 3 10 7 21 29 -8 31.6% 3
22   ASA 18 15 5 3 7 18 22 -4 40.0% 2
23   Itabaiana 18 16 4 6 6 12 19 -7 37.5% 3
24   Poções 16 10 4 4 2 13 11 2 53.3% 1
25   Globo 16 14 4 4 6 10 13 -3 38.0% 2
26   Coruripe 15 12 3 6 3 13 15 -2 41.6% 2
27   Guarany de Sobral 14 12 3 5 4 10 14 -4 38.8% 2
28   Miguelense 12 8 3 3 2 10 9 1 50,0% 1
29   Altos 12 20 1 9 10 17 37 -20 20.0% 3
30   Vitória da Conquista 11 12 3 2 7 12 15 -3 30.5% 2
31   Cruzeiro-AL 9 6 3 0 3 10 15 -5 50,0% 1
32   Potiguar de Mossoró 9 6 2 3 1 8 7 1 50.00% 1
33   Porto 8 6 2 2 2 10 10 0 44.4% 1
34   Ferroviário 7 14 1 4 9 12 29 -17 16.6% 3
35   Juazeiro-BA 6 12 1 3 8 13 25 -12 16.6% 2
36   Juazeirense 6 14 1 3 10 10 24 -14 14.2% 3
37   Santa Cruz-PB 5 5 1 2 2 4 7 -3 33.3% 2
38   Estanciano 5 6 1 2 3 3 6 -3 27.7% 1
39   Baraúnas 5 6 1 2 3 8 15 -7 27.7% 1
40   Piauí 5 6 0 5 1 4 6 -2 27.7% 1
41   Serrano 4 6 1 1 4 9 14 -5 22.2% 1
42   Imperatriz 4 6 1 1 4 6 13 -7 22.2% 1
43   Coritiba-SE 3 6 1 0 5 5 15 -10 16.6% 1
44   Socorrense 3 6 0 3 3 6 12 -6 16.6% 1
45   Sousa 2 6 0 2 4 4 14 -10 11.1% 1
46   Cordino 1 2 0 1 1 1 2 -1 16.6% 1
47   Capela 1 3 0 1 2 3 6 -3 11.1% 1
48   Feirense 1 6 0 1 5 4 11 -7 05.5% 1
49   Lagartense 1 6 0 1 5 4 13 -9 05.5% 1
50   Juazeiro-CE 1 6 0 1 5 6 17 -11 05.5% 1
51   Flamengo-PI 1 6 0 1 5 1 14 -13 05.5% 1
52   Corinthians-AL 0 1 0 0 1 0 1 -1 00.0% 1
53   Palmeiras-BA 0 1 0 0 1 0 2 -2 00.0% 1
54   Parnahyba 0 2 0 0 2 0 5 -5 00.0% 1
55   Atlético Cearense 0 6 0 0 6 0 24 -24 00.0% 1

Ver também

Notas

  1. Em 1994, a “1ª Copa do Nordeste”, como passou a ser chamada, foi organizada pela Federação Alagoana de Futebol. O sucesso do torneio acabou agradando a CBF, que assumiu sua organização no seu período seguinte.
  2. O Vitória reivindica o reconhecimento pela CBF do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976 como Copa do Nordeste de Futebol, mas a entidade não considera essa competição oficialmente como Nordestão.[4]
  3. Em 2003, o Vitória foi considerado campeão por ter realizado a melhor campanha durante a competição.

Referências

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  2. «Conmebol confirma que Brasileirão dará seis vagas para a Sul-Americana». globoesporte.com. 14 de outubro de 2016. Consultado em 7 de julho de 2018 
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Ligações externas