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Eleições estaduais em São Paulo em 1954

As eleições estaduais em São Paulo em 1954 ocorreram em 3 de outubro como parte das eleições gerais no Distrito Federal, em 20 estados e nos territórios federais do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima. Nesse dia foram eleitos o governador Jânio Quadros, o vice-governador Porfírio da Paz, os senadores Lino de Matos e Auro de Moura Andrade, além de 41 deputados federais e 75 estaduais.[1][nota 1]

1950 Brasil 1958
Eleições estaduais em  São Paulo em 1954
3 de outubro de 1954
(Turno único)
Janio Quadros.png Ademar Pereira de Barros, Governador de São Paulo.tif
Candidato Jânio Quadros Adhemar de Barros
Partido PTN PSP
Natural de São Paulo, SP Piracicaba, SP
Vice Porfírio da Paz Erlindo Salzano
Votos 660.264 641.960
Porcentagem 35,22% 34,25%


Brasão do estado de São Paulo.svg
Governador de São Paulo

Nascido em Campo Grande o advogado Jânio Quadros formou-se na Universidade de São Paulo e lecionou nos colégios Dante Alighieri e Vera Cruz em São Paulo.[2][3][nota 2] Com a restauração do pluripartidarismo pelo Estado Novo em 1945, Jânio Quadros teve uma passagem fugaz pela UDN, mas foi no PDC onde disputou sua primeira eleição como candidato a vereador na capital paulista em 1947. Derrotado, tomou posse no ano seguinte quando os parlamentares do PCB tiveram os mandatos cassados. A seguir foi eleito deputado estadual em 1950 e em 1953 foi eleito prefeito de São Paulo na primeira eleição direta à prefeitura da cidade desde a Revolução de 1930[2] e após seu ingresso no PTN elegeu-se governador de São Paulo em 1954 e mesmo sem renunciar ao mandato foi eleito deputado federal pelo Paraná via PTB em 1958.[4]

A eleição foi exitosa também para Porfírio da Paz, militar e esportista nascido em Araxá e que, ao migrar para São Paulo, ingressou na Faculdade de Farmácia e Odontologia da Universidade de São Paulo. Professor de disciplinas relativas à sua graduação no Liceu Coração de Jesus, dedicou-se ao esporte como um dos fundadores do São Paulo Futebol Clube.[5] Aprovado num concurso para o Corpo de Saúde do Exército, foi para o Rio de Janeiro onde sentou praça como segundo-tenente. Preso por sua participação na Revolução Constitucionalista de 1932, foi expulso e depois reintegrado às Forças Armadas mediante anistia e durante a Segunda Guerra Mundial serviu à Base Aérea de Natal e em sua carreira militar alcançou o generalato.[6] Findo o Estado Novo elegeu-se deputado estadual via PTB em 1947 e 1950. Nos anos seguintes aliou-se a Jânio Quadros e junto a ele foi eleito vice-prefeito de São Paulo via PDC em 1953 e vice-governador do estado pelo PTN em 1954.[7]

Economista nascido em Ipaussu, Lino de Matos formou-se na Universidade de São Paulo.[8] Professor, corretor de imóveis e diretor-geral da Escola Técnica de Comércio e da Escola Comercial de São Paulo, tomou parte em acontecimentos como a Revolta Paulista de 1924, Revolução de 1930 e a Revolução Constitucionalista de 1932 antes de uma breve carreira sindical. Vinculado a Ademar de Barros desde a escolha do mesmo como interventor federal em São Paulo em 1938, filiou-se ao PSP e após o Estado Novo, elegeu-se deputado estadual em 1947 e 1950 e foi secretário de Educação no governo Lucas Nogueira Garcez, com quem romperia mais tarde. Em 1954 foi eleito senador por São Paulo e em maio do ano seguinte elegeu-se prefeito da capital paulista após a gestão interina de William Salem, que assumiu o cargo ante a renúncia do prefeito e vice-prefeito que foram eleitos em 1953.[nota 3] A administração de Lino de Matos frente ao Palácio das Indústrias findou quando o mesmo foi obrigado a optar entre a prefeitura e o mandato de senador do qual apenas se licenciara e assim permaneceu no Senado Federal enquanto o vice-prefeito Wladimir de Toledo Piza assumiu a prefeitura.[nota 4][nota 5][nota 6][9]

O vitorioso na disputa pela outra cadeira senatorial foi Auro de Moura Andrade.[10] Natural de Barretos, lutou na Revolução Constitucionalista de 1932 e estudou na Escola Normal Caetano de Campos. Anos depois formou-se advogado pela Universidade de São Paulo[11] numa época onde, na condição de jornalista, fazia oposição a Getúlio Vargas e em 1944 foi escolhido para a diretoria da Associação Comercial de São Paulo. Filiado à UDN elegeu-se deputado estadual em 1947 e deputado federal em 1950 antes de uma passagem relâmpago no PTB e o posterior ingresso no PTN sendo eleito senador em 1954. Derrotado ao disputar o governo paulista via PST em 1958, assumiu a presidência do Senado Federal em 1961 e nessa condição leu a renúncia do presidente Jânio Quadros em 25 de agosto daquele ano.[2][12][13]

Resultado da eleição para governadorEditar

Foram apurados 1.874.525 votos nominais (97,14%), 38.239 votos em branco (1,98%) e 16.967 votos nulos (0,88%), resultando no comparecimento de 1.929.731 eleitores.[1]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Partido/Coligação Votação Percentual
Jânio Quadros
PTN
Ver abaixo
-
19
PTN, PSB
660.264
35,22%
Adhemar de Barros
PSP
Ver abaixo
-
44
PSP (sem coligação)
641.960
34,25%
Prestes Maia
UDN
Ver abaixo
-
22
UDN, PSD, PR, PDC, PST, PRT
492.518
26,27%
Wladimir de Toledo Piza
PTB
Ver abaixo
-
14
PTB (sem coligação)
79.783
4,26%
  Eleito

Resultado da eleição para vice-governadorEditar

Foram apurados 1.816.228 votos nominais (94,12%), 95.994 votos em branco (4,97%) e 17.509 votos nulos (0,91%), resultando no comparecimento de 1.929.731 eleitores.[1]

Candidatos a vice-governador
Candidatos a governador do estado Número Partido/Coligação Votação Percentual
Porfírio da Paz
PTN
Ver acima
-
191
PTN, PSB
658.132
36,23%
Erlindo Salzano
PSP
Ver acima
-
441
PSP (sem coligação)
625.455
34,44%
Cunha Bueno
PSD
Ver acima
-
411
UDN, PSD, PR, PDC, PST, PRT
532.641
29,33%
  Eleito

Resultado da eleição para senadorEditar

Foram apurados 2.758.594 votos nominais (71,48%), 1.071.444 votos em branco (27,76%) e 29.424 votos nulos (0,76%), resultando no comparecimento de 3.859.462 eleitores.[1][nota 7]

Candidatos a senador da República
Primeiro suplente de senador Número Partido/Coligação Votação Percentual
Lino de Matos
PSP
Ver abaixo
-
444
PSP (sem coligação)
590.810
21,42%
Auro de Moura Andrade
PTN
Ver abaixo
-
190
PTN (sem coligação)
551.549
19,99%
Euclides Vieira
PSP
Ver abaixo
-
446
PSP (sem coligação)
550.147
19,94%
Mário Calazans
UDN
Ver abaixo
-
225
UDN (sem coligação)
460.460
16,69%
Hugo Borghi
PRT
Ver abaixo
-
188
PRT (sem coligação)
426.468
15,46%
Joaquim Canuto Mendes de Almeida
PTB
Ver abaixo
-
144
PTB (sem coligação)
179.160
6,50%
  Eleito

Resultado da eleição para suplente de senadorEditar

Foram apurados 1.956.302 votos nominais (50,69%), 1.874.996 votos em branco (48,58%) e 28.164 votos nulos (0,73%), resultando no comparecimento de 3.859.462 eleitores.[1][nota 7]

Primeiro suplente de senador
Candidatos a senador da República Número Partido/Coligação Votação Percentual
Antônio de Barros Filho
PSP
Ver acima
-
444
PSP (sem coligação)
551.512
28,19%
Sinésio Rocha
PSP
Ver acima
-
446
PSP (sem coligação)
537.740
27,49%
Cristiano Altenfelder Silva
UDN
Ver acima
-
225
UDN (sem coligação)
444.393
22,72%
Antonio de Paula Leite Neto
PST
Não havia
-
522
PST (sem coligação)
221.645
11,33%
Paulo Abreu
PTN
Ver acima
-
190
PTN (sem coligação)
154.053
7,87%
Carlos de Andrade Rizzini
PTB
Ver acima
-
144
PTB (sem coligação)
41.028
2,10%
Silas Botelho
PRT
Ver acima
-
188
PRT (sem coligação)
5.931
0,30%
  Eleito

Deputados federais eleitosEditar

São relacionados os candidatos eleitos com informações complementares da Câmara dos Deputados.[14] Ressalte-se que os votos em branco eram incluídos no cálculo do quociente eleitoral nas disputas proporcionais até 1997, quando essa anomalia foi banida de nossa legislação.[15]

Deputados federais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Emilio Carlos PTN 54.540 Catanduva   São Paulo
Ivete Vargas PTB 48.282 São Borja   Rio Grande do Sul
Carvalho Sobrinho PSP 41.455 Alfenas   Minas Gerais
Orozimbo Roxo Loureiro PR 40.494 Campinas   São Paulo
Mário Eugênio[nota 8] PSD 40.314 Campinas   São Paulo
Ulysses Guimarães PSD 38.764 Itirapina   São Paulo
Arlindo José Lello PSP 37.979 [nota 9] [nota 9]
Arnaldo Cerdeira PSP 34.315 Manaus   Amazonas
Miguel Leuzzi PTN 32.629 São Paulo   São Paulo
Horácio Lafer PSD 31.717 São Paulo   São Paulo
Loureiro Júnior PSD 30.632 Jaú   São Paulo
Herbert Levy UDN 30.316 São Paulo   São Paulo
Leônidas Cardoso PTB 28.846 Curitiba   Paraná
Pacheco Chaves PSD 27.959 São Paulo   São Paulo
Lauro Gomes PTB 27.671 Rochedo de Minas   Minas Gerais
Machado Neto PSD 26.812 São Paulo   São Paulo
André Broca Filho PSP 27.486 Guaratinguetá   São Paulo
Luís Francisco PTN 26.668 Cravinhos   São Paulo
José João Abdalla PSD 25.957 Guaratinguetá   São Paulo
Leonardo Barbieri PSP 25.061 Araraquara   São Paulo
José Miraglia PSP 24.312 Jaú   São Paulo
Ranieri Mazzilli PSD 23.642 Caconde   São Paulo
Campos Vergal PSP 23.429 Serra Negra   São Paulo
Lincoln Feliciano PSD 23.076 Paraibuna   São Paulo
Plácido Rocha PSP 23.063 Bananeiras   São Paulo
Quirino Ferreira UDN 22.625 Piracaia   São Paulo
Monteiro de Barros PSP 20.679 Ribeirão Preto   São Paulo
Dagoberto Sales Filho PSD 20.593 Rio Claro   São Paulo
Carmelo d'Agostino PSD 19.548 São Paulo   São Paulo
Luís Carlos Pujol PTN 19.224 São Paulo   São Paulo
Yukishigue Tamura PSD 18.923 São Paulo   São Paulo
Ferreira Martins PSP 17.872 Santos   São Paulo
Artur Audrá PSP 17.483 São Paulo   São Paulo
Frota Moreira PTB 15.710 Fortaleza   Ceará
Abguar Bastos PTB 15.419 Belém   Pará
Lauro Cruz UDN 15.308 Santos   São Paulo
Castilho Cabral PTN 15.050 Novo Horizonte   São Paulo
João Batista Ramos PTB 13.627 Queluz   São Paulo
Nelson Omegna PTB 13.444 Niterói   Rio de Janeiro
Menotti del Picchia PTB 11.979 São Paulo   São Paulo
Ferraz Egreja UDN 11.890 Cristina   Minas Gerais

Deputados estaduais eleitosEditar

Estavam em jogo 75 vagas da Assembleia Legislativa de São Paulo.[1]

Deputados estaduais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Athiê Jorge Coury PSP 16.582 Itu   São Paulo
Amaral Furlan PSD 16.245 Sertãozinho   São Paulo
Antônio Pinheiro Camargo Júnior PSD 15.749
José da Rocha Mendes Filho PTB 15.027
Geraldo de Barros PSP 14.972 São Manuel   São Paulo
Cássio Ciampolini PTB 14.880
Homero Domingues da Silva UDN 13.972
Camilo Ashcar UDN 13.463
Bady Bassitt PSP 13.115
Figueiredo Ferraz[nota 10] PSP 13.022 Mococa   São Paulo
Amadeu Narciso Pieroni PSD 12.257
Germinal Feijó PSB 11.941 São Paulo   São Paulo
Conceição da Costa Neves PTB 11.485 Juiz de Fora   Minas Gerais
Luiz Roberto Vidigal PSD 11.158
Alfredo Farhat PR 10.756
Cantídio Sampaio PSP 10.247 São Paulo   São Paulo
Rui de Almeida Barbosa PTB 10.118 São Simão   São Paulo
Vitor Maida PSP 10.069
Luciano Nogueira Filho PSD 9.808
Fioravante Zampol PTB 9.762
Osny Silveira PSD 9.758
Miguel Petrilli PTN 9.099
Paulo de Castro Viana PSP 9.093
Vicente de Paula Lima UDN 8.919
Franco Montoro PDC 8.863 São Paulo   São Paulo
Mendonça Falcão PST 8.768 São Paulo   São Paulo
Cid Franco PSB 8.653 Petrópolis   Rio de Janeiro
José Diogo Bastos PSP 8.588
José Ferreira Keffer PSD 8.483
Alcindo Bueno de Assis PR 8.406
Blota Júnior PSP 8.276 Ribeirão Bonito   São Paulo
Benedito Rocha PTN 8.261
Bento Dias Gonzaga PSP 8.100
Martinho Di Ciero PSP 8.058
Domingos Lot Neto PDC 8.038 Birigui   São Paulo
Márcio Ribeiro Porto PR 7.895
Ralph Zumbano PTB 7.869
Francisco Lopes PSP 7.510
Osvaldo Samuel Massei PTB 7.704
Vicente Botta PTB 7.702 São Carlos   São Paulo
Maurício dos Santos PTN 7.403
Jaime de Almeida Pinto PSD 7.400
Osvaldo Ribeiro Junqueira PSP 7.284
Cyro Albuquerque PSP 7.263
Emílio Guerra PSP 7.234
Anísio José Moreira PSD 7.126
Ariel Tommasini PRT 7.109
Alfredo Condeixa Filho PSP 7.041 Ribeirão Preto   São Paulo
Francisco Franco PR 6.891
Manoel Alexandre Filho PSP 6.811
Abreu Sodré UDN 6.803 São Paulo   São Paulo
Francisco Scalamandré Sobrinho PTN 6.630
Leônidas Camarinha PSD 6.590
Geraldo Silveira Bueno PTN 6.474
Joaquim Paes de Barros Neto UDN 6.415
Juvenal Rodrigues de Moraes PSD 6.401
César Arruda Castanho PSB 6.389
Aloysio Nunes Ferreira[nota 11] PTN 6.356
Farabulini Júnior PTN 6.122 São Paulo   São Paulo
Dante Yatauro Perri PR 5.926
Guilherme Oliveira Gomes PDC 5.915
Antônio Mastrocola UDN 5.791
Leôncio Ferraz Junior PR 5.703
Joaquim José da Cruz Seco PL 5.653
Derville Allegretti PR 5.461 Resende   Rio de Janeiro
Mário Calazans UDN 5.445 Paraibuna   São Paulo
João Batista Neves PDC 5.127
João Salgado Sobrinho PRT 4.644
Ubirajara Keutenedjian PST 4.604 São Paulo   São Paulo
Santilli Sobrinho PRP 4.557 Mineiros do Tietê   São Paulo
Wilson Coury Rahal PSB 4.522
Hilário Torloni PRP 4.470
Carlos Kherlakian PRT 4.387
Lauro Pozzi PRP 4.237
Ernesto Salvagni PST 3.563 Taquaritinga   São Paulo

Notas

  1. No Distrito Federal não houve eleição para governador, apenas para o Senado Federal.
  2. Capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande pertencia a Mato Grosso na época do nascimento de Jânio Quadros.
  3. Referimo-nos aqui aos supra mencionados Jânio Quadros e Porfírio da Paz.
  4. Tanto o ensino médio quanto a graduação de Lino de Matos aconteceram no Instituto de Ciências e Letras numa época anterior ao surgimento da Universidade de São Paulo, que o incorporou.
  5. Desde 2004 o Palácio do Anhangabaú é a sede da prefeitura de São Paulo.
  6. Na mesma época o Senado Federal revogou as licenças concedidas aos senadores Moisés Lupion e Dinarte Mariz para que os mesmos pudessem assumir os governos do Paraná e do Rio Grande do Norte, respectivamente, obrigando-os a deixar o parlamento.
  7. a b Graças à aparente liberalidade na ordem legal vigente, a composição das coligações podia variar.
  8. Homônimo do jornalista Mário Eugênio.
  9. a b Não foi possível determinar seu local de nascimento.
  10. Homônimo do também político Figueiredo Ferraz.
  11. Pai do político de mesmo nome.

Referências

  1. a b c d e f «Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 22 de setembro de 2017 
  2. a b c «CPDOC – A trajetória política de João Goulart: biografia de Jânio Quadros». Consultado em 3 de outubro de 2017 
  3. Na 1ª campanha, usou chapéu e barril (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 17/02/1992. Especial, p. 03. Página visitada em 3 de outubro de 2017.
  4. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Jânio Quadros». Consultado em 3 de outubro de 2017 
  5. «Parabéns São Paulo Futebol Clube (spfc.net)». Consultado em 4 de outubro de 2017 
  6. Morre em São Paulo o general Porfírio da Paz (online). O Estado de S. Paulo, São Paulo (SP), 28/09/1983. Geral, p. 02. Página visitada em 4 de outubro de 2017.
  7. O caso da prefeitura de São Paulo em face da eleição do sr. Porfírio da Paz (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 19/10/1954. Primeiro caderno, p. 06. Página visitada em 4 de outubro de 2017.
  8. «Senado Federal do Brasil: senador Lino de Matos». Consultado em 4 de outubro de 2017 
  9. «BRASIL. Senado Federal: Resolução n.º 5 de 13/04/1956». Consultado em 3 de outubro de 2017 
  10. «Senado Federal do Brasil: senador Auro de Moura Andrade». Consultado em 4 de outubro de 2017 
  11. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Auro de Moura Andrade». Consultado em 7 de outubro de 2017 
  12. «Galeria de presidentes do Senado Federal do Brasil no pós-1964». Consultado em 7 de outubro de 2017 
  13. Em 61 e 64, atuação decisiva no Congresso (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 31/05/1982. Nacional, p. 04. Página visitada em 4 de outubro de 2017.
  14. «Página oficial da Câmara dos Deputados». Consultado em 22 de setembro de 2017. Arquivado do original em 2 de outubro de 2013 
  15. «BRASIL. Presidência da República: Lei nº 9.504 de 30/09/1997». Consultado em 22 de setembro de 2017