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TAP Air Portugal

companhia aérea portuguesa
(Redirecionado de TAP Portugal)
Disambig grey.svg Nota: "TAP" redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Tap (desambiguação).
TAP Air Portugal
IATA TP
ICAO TAP
Indicativo de chamada AIR PORTUGAL[1]
Fundada em 14 de março de 1945 (74 anos)
Principais centros
de operações
Aeroporto Humberto Delgado
Aeroporto Francisco Sá Carneiro
Outros centros
de operações
Aeroporto da Madeira
Aeroporto de Faro
Programa de milhagem TAP Miles&Go
Aliança comercial Star Alliance
Frota 100[2]
Destinos 93
Companhia
administradora
Parpública e Atlantic Gateway
Lounge TAP Premium Lounge & Star Alliance Lounge
Subsidiária(s) TAP Express
Lucro Baixa - 118 milhões € (2018)
Sede Aeroporto Humberto Delgado
Lisboa, Portugal[3]
Pessoas importantes Humberto Delgado (Fundador), Antonoaldo Neves (CEO), Miguel Frasquilho (Chairman), David Neeleman (Acionista), Humberto Pedrosa (Acionista)
Sítio oficial flytap.com


A TAP Air Portugal, MHIH, criada a 14 de março de 1945 com o nome Transportes Aéreos Portugueses, é a companhia aérea de bandeira portuguesa, com sede em Lisboa e hub no Aeroporto Humberto Delgado, Lisboa, Portugal.[3] A companhia aérea nacional é membro integrante da Star Alliance.[4]

Através do seu hub em Lisboa, plataforma privilegiada de acesso na Europa, na encruzilhada com África, América do Norte, Central e do Sul, a TAP é líder na operação entre a Europa e o Brasil. A rede TAP cobre 93 destinos em 36 países a nível mundial. Operando em média cerca de 2.500 voos por semana, a TAP dispõe de uma frota de 93 aeronaves: 72 aviões Airbus e 21 ao serviço da TAP Express, a nova marca comercial da companhia para a sua rede regional.

Em junho de 2015, a TAP Air Portugal foi privatizada, passando a ser controlada pelo consórcio Atlantic Gateway, liderado por David Neeleman (fundador da norte-americana jetBlue Airways e dono da Azul Linhas Aéreas Brasileiras) e por Humberto Pedrosa (CEO do Grupo Barraqueiro). Em 2016, o novo governo português liderado por António Costa assinou um novo acordo com o consórcio até então detentor da maioria do capital, passando o Estado Português a deter 50% da empresa, ficando detidos 45% pela Atlantic Gateway e 5% pelos trabalhadores e colaboradores da TAP.

A TAP Air Portugal é avaliada com três estrelas no ranking Skytrax.

Índice

HistóriaEditar

 
Douglas DC-4 da TAP a chegar ao Aeroporto de Heathrow, Londres, vindo de Lisboa , em 1954.

Os Transportes Aéreos Portugueses são fundados a 14 de março de 1945 por Ordem de Serviço de Humberto Delgado, então diretor do Secretariado da Aeronáutica Civil, sendo comprados os primeiros aviões ainda nesse ano, dois DC-3 Dakota. A 19 de setembro de 1946, é aberta a primeira linha comercial, entre Lisboa e Madrid e, a 31 de dezembro desse ano, é inaugurada a Linha Aérea Imperial, entre Lisboa, Luanda (na então colónia de Angola) e Lourenço Marques, anterior designação da cidade de Maputo (na então colónia de Moçambique), com doze escalas e duração de 15 dias (ida e volta), sendo a mais extensa linha a nível mundial operada com os aviões bimotores.[5]

A primeira linha doméstica, entre Lisboa e Porto, é aberta em 1947, no ano em que foram adquiridos aparelhos Douglas C-54 Skymaster.[6] Em 1948, a TAP torna-se membro efetivo da IATA.[5] e ocorre a abertura de voos para Paris, em França, e Sevilha, em Espanha. A ligação aérea para Londres, no Reino Unido, incia-se em 1949; e para Casablanca e Tânger, em Marrocos, em 1953.[5]

Em 1953 a TAP passa de serviço público a Sociedade Anónima de Responsabilidade Limitada (SARL), de maioria estatal.[5] Dois anos mais tarde são adquiridos dois Super-Constellation, os primeiros aparelhos quadrimotores de longo curso da companhia, que permitem a redução da duração da viagem entre Lisboa e Lourenço Marques.[5]

A Era do JatoEditar

Em 1961, a TAP inaugura o "Voo da Amizade" entre Lisboa e o Rio de Janeiro, um serviço especial entre Portugal e Brasil, com escala no Sal e em Recife. no mesmo ano, realiza-se o voo inaugural que liga Lisboa a Goa, na Índia, com uma duração total de 19 horas e cinco escalas intermédias.

Em 1962, entra ao serviço da TAP o primeiro avião a jato, um Caravelle, que faz a ligação entre Lisboa e Madrid, em Espanha. Nesse mesmo ano, são iniciadas as ligações para Las Palmas, nas Canárias, e para a ilha de Santa Maria, nos Açores; e, no ano seguinte, para Genebra, na Suíça, e para Munique e Frankfurt, na Alemanha. Em 1964, são inauguradas as rotas para o Funchal, na Madeira, e para Bissau, na Guiné-Bissau.[5]

Em 1965, chega à TAP o primeiro Boeing: o B707. Dois anos mais tarde, chega o B727.

A 17 de junho de 1966, é inaugurada a linha para o Rio de Janeiro, celebrando a chegada a Guanabara do hidroavião Santa Cruz, de Sacadura Cabral e Gago Coutinho, em 1922, na primeira travessia aérea do Atlântico Sul.[5] Ainda nesse ano é aberta a linha para Nova Iorque.[carece de fontes?]

A partir de 1967, a TAP passa a ser a primeira companhia aérea europeia a operar exclusivamente com aviões a jato.[5] Dois anos depois, são criados os Transportes Aéreos Continentais (TAC), uma subsidiária da TAP destinada ao serviço de táxi aéreo.[carece de fontes?] Na década de 1970, são iniciadas novas linhas comerciais, como a linha de Montreal, no Canadá, e Ponta Delgada e ilha Terceira, nos Açores, em 1971.[5]

Em 1975, a companhia aérea é nacionalizada, passando a ser uma empresa pública.[5] Quatro anos mais tarde, a companhia passa a chamar-se TAP Air Portugal, a 3 de setembro é feita Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique[7] e, no ano seguinte, em 1980, é adotada uma nova imagem, resultando num novo logótipo, novas decorações dos aviões e novas fardas.[5]

Durante as décadas de 1980 e 1990, são prolongadas e criadas novas linhas comerciais: o prolongamento da linha de Milão para Roma, em Itália, e a criação da linha para Barcelona, em Espanha, em 1980; a criação da linha Porto-Caracas, em 1985; e a criação das linhas do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, para Barcelona e para Basileia, na Suíça, em 1981.[5]

A década de 1980 inicia-se de forma conturbada não só para a TAP, que regista prejuízos avultados, como para várias outras companhias aéreas, devido à concorrência desregulada dos charters e do aumento constante do custo do petróleo.[5] Contudo, a TAP destaca-se na manutenção de aviões de outras companhias internacionais, sendo uma das mais conceituadas do mundo nessa matéria.[carece de fontes?]

Em 1984, constitui a operadora turística Air Portugal Tours[carece de fontes?] e em 1985 inaugura o Museu TAP.[5] Ainda nesse ano, cria a Air Atlantis, empresa subsidiária para operações charter, e a Linhas Aéreas Regionais (LAR), que substitui os TAC.[carece de fontes?]

Em 1991, a TAP é transformada em Sociedade Anónima de Capitais Maioritariamente Públicos.[carece de fontes?] Em 1994, é lançado o "Plano Estratégico e de Saneamento Económico-Financeiro" para recuperação da empresa.[5] Cinco anos mais tarde, é lançado o conjunto de orientações estratégicas para a TAP do futuro designado de "Modernização e Recuperação da TAP".[5]

A década de 90 é também marcada pela renovação da frota da TAP. A TAP, que já operava o A310 da Airbus desde 1988, vê chegar os A320-200 em 1993 e, nos anos seguintes, os A340 e os A319.

 
Outdoor publicitário alusivo à TAP na Praça do Rossio, Lisboa
 
Airbus A319 da TAP, de nome Eça de Queirós, escritor português

Em 2003, surge o Grupo TAP, tendo como holding a TAP SGPS, S.A.[5] A recuperação económico-financeira iniciada na década anterior começa a apresentar resultados e a empresa apresenta pela primeira vez lucros em muitos anos.[5]

Em 2005, ano da comemoração dos 60 anos da companhia, é alterada a imagem da empresa, sendo criado um novo logótipo e alterada a denominação para 'TAP Portugal', passando também a fazer parte da Star Alliance, a maior associação de companhias de aviação.[5] No mesmo ano, nasce também o novo programa de passageiro frequente da companhia, o Programa Victoria.

Em 2006, a TAP assume o controlo da Varig Engenharia e Manutenção, o maior centro de manutenção da América do Sul e, em 2007, a integração operacional da TAP e da PGA é concretizada.[5] No ano seguinte, nasce a revista de bordo UP.

Depois de tomar a decisão de subcontratar o seu sistema de serviço de passageiros em 2008, a TAP migrou os seus sistemas de reservas e inventário para o sistema Altéa, administrado pelo Amadeus. Antes da migração para o sistema Altéa, a TAP usava um sistema derivado da Delta Air Lines chamado de Tapmatic, usado desde 1972.

Processo de PrivatizaçãoEditar

 
Desde a privatização David Neeleman tem assumido um papel preponderante na TAP

Em 2012, a TAP esteve envolvida num processo de privatização em que o principal interessado, e único no fim do processo, foi o empresário Germán Efromovich. No dia 20 de dezembro, o Governo português decidiu adiar para 2013 a venda da TAP.[8] Depois, ambas as partes concluíram que foi uma falha de comunicação que deitou por terra o negócio.[9] Germán Efromovich garantiu que ía continuar interessado na privatização da TAP e o governo decidiu adiar o processo até 2014.[10]

No dia 13 de novembro de 2014, o Governo anunciou a reabertura do processo de privatização. A forma de privatização seria realizada com a venda directa de 66% do capital da companhia aérea - sendo 61% da venda a investidores directos; 5% para os trabalhadores da TAP SGPS; os restantes 34% ficariam na posse do Governo durante dois anos. A data para a entrega das propostas de aquisição da empresa era o dia 15 de maio de 2015 e, neste dia, os interessados que apresentaram as suas foram David Neeleman, CEO da Azul Linhas Aéreas e da JetBlue Airways, juntamente com o empresário Português Humberto Pedrosa, Germán Efromovich, CEO da Avianca, e Miguel Pais do Amaral.[11][12] Após uma primeira análise das propostas, Pais do Amaral seria excluído da corrida à privatização da TAP pois a sua "proposta não era vinculativa" e, assim sendo,"não cumpria um dos requisitos do caderno de encargos”.[13]

No dia 11 de junho de 2015, foi confirmado que a proposta de compra da TAP Air Portugal pelo consórcio Atlantic Gateway, composto por David Neeleman (dono das companhias aéreas Azul Linhas Aéreas Brasileiras, da JetBlue Airways e da WestJet) e Humberto Pedrosa, havia sido aceite pelo Governo Português. Desta forma, estes passaram a deter 61% do capital do Grupo TAP.[14] O processo da venda da companhia aérea ficou concluído em 12 de novembro com a assinatura do respectivo contrato.[15]

A privatização foi revertida pelo atual Governo, que negociou com Pedrosa e Neeleman a recompra de ações por parte do Estado, que fica assim com 50%.

Pós PrivatizaçãoEditar

Logo após a formalização da privatização em 2015, a TAP anunciou uma encomenda à Airbus de 53 aviões e assinou um acordo com a Airbus que garante que a TAP será a primeira companhia do mundo a operar os novos A330neo.

A 14 de janeiro de 2016 foi anunciada a mudança e consequente extinção da marca PGA - Portugália Airlines sendo esta substituída pela nova marca TAP Express. A TAP Express é operada pela Portugália, que substitui as aeronaves Fokker 100 e Embraer 145 pelos novos Embraer 190 e Embraer 195, e pela White Airways, que opera ATR-72. A alteração da frota estará concluída até Julho de 2016.

Após as eleições legislativas realizadas a 4 de Outubro de 2015 e com a entrada em funções do novo governo liderado por António Costa, a 26 de Novembro de 2015, o novo governo PS, apoiado pelo Bloco de Esquerda, PCP e PEV, procedeu de imediato ao processo de "trazer de volta" a maioria do capital da TAP para o Estado Português. A 6 de fevereiro de 2016, o Governo assinou o acordo com o consórcio privado que detinha então a maioria das acções, de forma a que a companhia área voltasse a ser controlada maioritariamente pelo Estado. Para conseguir voltar a ter a maioria do capital acionista da TAP, o Estado Português pagou ao consórcio 1,9 milhões de euros. Desde então, a estrutura accionista da empresa é controlada da seguinte forma: 50% pelo Estado Português, através da Parpública,[16] 45% pelo consórcio privado Atlantic Gateway, e os restantes 5% continuam na posse dos colaboradores e funcionários da companhia.[17]

Em 2017, Miguel Antunes Frasquilho, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, foi escolhido para ser o Chairman da TAP.[18][19] No mesmo ano, a 15 de agosto, foi anunciado que a TAP iria recuperar a designação TAP Air Portugal (designação utilizada entre 1979 e 2005). O regresso deste nome aconteceu a 14 de setembro e permite assim reforçar o posicionamento da companhia no continente americano.[20]

GalardõesEditar

Na década de 1970, a TAP recebe a Medalha de Mérito Turístico, pelos serviços prestados ao turismo português, em 1970; é premiada com o troféu Publituris, que distingue a melhor companhia de aviação, em 1972, em 1973 e em 1974; e recebe o título de Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique, em 1979.[5]

Em 1985, a empresa é galardoada, no Rio de Janeiro, Brasil, com a Ordem de Mérito de Dom João VI, atribuída pela comunidade luso-brasileira; e, em 1994, é-lhe atribuído o prémio PTA - Portugal Turismo e Actualidade, pela revista Gente e Viagens.[5]

 
A TAP foi a primeira companhia aérea do mundo a operar o A330-900neo do mundo.
 
Airbus A321-200 na pintura antiga.

Em 2003, a Airbus atribui à TAP dois prémios: o de Maior utilização da frota A310 e de Excelência operacional da rota A310 entre 2001 e 2003.[5]

Em 2004, a TAP é considerada Melhor Companhia Aérea pelo jornal do Trade Publituris, feito repetido nos cinco anos seguintes.[5]

Em 2005, a "Atlantis", a revista de bordo da TAP, é premiada com o quarto lugar na categoria de Melhor revista de bordo, na 16ª edição do concurso "Annual Avion Awards", organizado pela 'Associação Mundial de Entretenimento das Companhias Aéreas'.[5]

Em 2006, o "Programa Victoria", o programa de milhagem da TAP, é premiado pelos "Freddie Awards" como O Melhor do Ano; e a nova imagem da empresa é distinguida com o prémio Melhor Branding e Melhor Re-branding.[5]

Em 2007, a TAP é considerada a décima Companhia Aérea Mais Segura do Mundo pela edição japonesa da revista Newsweek.[5]

 
Airbus A321 da TAP, de nome Pêro Vaz de Caminha, escritor e marinheiro Português

Em 2008, a TAP é considerada a Companhia Aérea do Ano no âmbito dos prémios "Os 10 Mais do Turismo de 2007", é galardoada com o Prémio empresa mais familiarmente responsável; e, a revista 'Fórum Empresarial', classifica a TAP como a Maior empresa portuguesa de serviços[5]

Em 2009, a TAP é reconhecida pela sua política exemplar na igualdade entre homens e mulheres, nos prémios "Igualdade é Qualidade" da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego; e pela excepcional utilização da frota A320, pela Airbus, que lhe atribui o prémio A320 Family Operational Award.[5] É ainda eleita, Companhia aérea líder mundial para a América do Sul, na 16ª edição dos World Travel Awards, que volta a ganhar nos dois anos seguintes; e ganha o prémio "Planeta Terra", atribuído pela UNESCO, em reconhecimento do Programa de compensação de emissões de CO2, lançado pela companhia.[5] Ainda em 2009 a UP, revista de bordo da companhia aérea TAP, foi eleita como a melhor do mundo na sua categoria pelo site ucityguides, nos seus UWards 2009.

De acordo com o relatório de segurança aéreo, JACDEC, divulgado em janeiro de 2011, a TAP Air Portugal é classificada como a Mais segura companhia aérea da Europa Ocidental e a quarta mais segura de todo o mundo, ultrapassada apenas pelas companhias Qantas, Finnair e Air New Zealand. Ainda no mesmo ano, a TAP é eleita a Companhia aérea líder mundial para África, pelos World Travel Awards; e é considerada, pela Global Traveler Magazine, como A melhor companhia aérea da Europa.[4][5]

Assuntos corporativosEditar

Com início a 28 de fevereiro de 2011, a TAP começou a divulgar a sua campanha "TAP, de braços abertos", onde incluía o novo slogan da empresa. Nela, três cantores (a cantora brasileira Roberta de Sá, a cantora portuguesa Mariza e o cantor angolano Paulo Flores) atuaram num vídeo musical com a canção "De braços abertos",[21][22] que mostrava funcionários da TAP.[21][23] A inclusão dos três cantores destinava-se a realçar a proximidade entre as pessoas dos países lusófonos.[21][22]

No final de 2018, a TAP lançou o seu novo hino "TAP é Portugal", que promove a música portuguesa pelo mundo. O hino junta nove artistas nacionais – Paulo Gonzo, Ana Moura, Cuca Roseta, David Carreira, Fernando Cunha, Nelson Freitas, Olavo Bilac, St. Dominics Gospel Choir e Xutos e Pontapés - e várias centenas de Colaboradores da TAP na promoção de Portugal além fronteiras. A música e letra são da autoria de João Pedro Mendonça e a produção é de Rui Fingers e José Vasconcelos.

Estrutura accionista do Grupo TAPEditar

A estrutura accionista do Grupo TAP, a 28 de abril de 2019, era constituída pela TAP Air Portugal, S.A. e diversas subsidiárias.[24] As subsidiárias são:[25]:

DestinosEditar

A TAP Air Portugal tem uma rede de 93 destinos em 36[29] países, na Europa, África, Ásia, América do Norte e América do Sul. Alguns destinos domésticos, europeus e africanos são operados pela TAP Express.[4]

A TAP Air Portugal é, em 2019, a companhia aérea europeia com mais destinos no Brasil (10), liderando ao nível do número de passageiros transportados entre este país e a Europa, quando comparada com as suas congéneres europeias, bem como com as brasileiras. É também a 3.ª maior companhia aérea europeia no que diz respeito à capacidade de transporte de passageiros para a América Latina.[30]

Destinos TAPEditar

Continente País Cidade
África Angola Luanda
Cabo Verde Boa Vista
Praia
Sal
São Vicente
Costa do Marfim Abidjan
Gana Acra
Guiné Conacri
Guiné-Bissau Bissau
Marrocos Casablanca
Fez
Marraquexe
Tânger
Moçambique Maputo
São Tomé e Príncipe São Tomé
Senegal Dakar
Togo Lomé
América do Norte Canadá Toronto
EUA Boston
Chicago
Miami
Nova Iorque (Newark e JFK)
São Francisco
Washington, D.C.
América do Sul Brasil Belém
Belo Horizonte
Brasília
Fortaleza
Natal
Porto Alegre
Recife
Rio de Janeiro
Salvador
São Paulo
Venezuela Caracas
Ásia Israel Telavive
Europa Alemanha Berlim
Colónia
Düsseldorf
Estugarda
Frankfurt
Hamburgo
Munique
Áustria Viena
Bélgica Bruxelas
Dinamarca Copenhaga
Espanha Alicante
Barcelona
Bilbau
Gran Canaria
Madrid
Málaga
Sevilha
Tenerife
Valência
Finlândia Helsínquia
França Bordéus
Lyon
Marselha
Nantes
Nice
Paris
Toulouse
Hungria Budapeste
Irlanda Dublin
Itália Bolonha
Florença
Milão
Nápoles
Roma
Veneza
Luxemburgo Luxemburgo
Noruega Oslo
Países Baixos Amesterdão
Polónia Varsóvia
Portugal (destinos domésticos) Faro
Funchal (Madeira)
Lisboa
Ponta Delgada (Açores)
Porto
Porto Santo (Madeira)
Terceira (Açores)
Reino Unido Londres (Heathrow, Gatwick, London City)
Manchester
República Checa Praga
Rússia Moscovo
Suécia Estocolmo
Suíça Basileia
Genebra
Zurique

A expansão na rede de destinos intercontinentais tem sido constrangida pela falta de espaço do Aeroporto da Portela em Lisboa combinado com a falta de uma adequada frota de longo curso e de nenhuma recente recapitalização da empresa (a última ocorreu há mais de 10 anos pelo governo português, apresentando atualmente mais de 400 milhões de euros de capitais negativos),[31] devido a regras da União Europeia. Com o governo português e o antigo CEO da empresa, Fernando Pinto, a proporem uma urgente privatização da empresa, pode originar-se um aumento da frota da empresa e assim impulsionar as rentáveis operações de longo curso da mesma, assim como iniciar novas rotas.[31] Em 2018, foi anunciado pelo Governo português um plano de expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa.

Acordos de partilha de voos (code-share)Editar

A TAP Air Portugal inclui acordos code-share com as seguintes companhias:

Portugal StopoverEditar

Em 2016, a TAP lançou o programa Portugal Stopover, procurando oferecer aos clientes que visitam a Europa – vindos do Brasil e da América do Norte – a oportunidade de descobrir Portugal a meio caminho, com acesso a ofertas a preços exclusivos, fruto de parcerias com diversas entidades turísticas, um trabalho de cooperação essencial ao sucesso do programa. Foi possível à TAP, desta forma, atrair mais clientes e, ao mesmo tempo, promover Portugal enquanto destino turístico. Atualmente, qualquer passageiro, independentemente da origem ou destino, com escala em Lisboa ou no Porto, pode usufruir do programa.

TAP CargoEditar

A TAP Air Portugal oferece um serviço de transporte de carga nos seus voos comerciais. Opera ainda as seguintes rotas:

Capacidade para transporte de carga
Tipo de Avião Avião Capacidade
Massa (kg) Volume (m³)
Widebody Airbus A340 ~15.000 76
Airbus A330 ~10.000 40
Narrowbody Airbus A321 ~3.200 12
Airbus A320 ~2.400 9
Airbus A319 ~800 3

A TAP Cargo opera ainda voos de carga não regulares entre Lisboa-Luanda e Porto-Luanda em regime de leasing ACMI (sigla referente a Aircraft, Crew, Maintenance, Insurance) sempre que a procura excede a oferta. Estes voos são normalmente operados com um Boeing 747-200F, fretados a outras companhias aéreas. A mais usada tem sido a americana Atlas Air. A rota mais rentável da TAP Cargo é Lisboa-Luanda, que regista invariavelmente uma ocupação de 100% e que apresenta as tarifas mais altas de toda a rede.

FrotaEditar

Em janeiro de 2019, a frota da TAP Air Portugal é composta pelas seguintes aeronaves:[32]

TAP Air Portugal fleet
Tipo de Avião Em serviço Encomendas Passengeiros Notas
C Y Total
Airbus A319-100 21 60 84 144 Serão todos retirados da frota

1 Arrendado á Aigle Azur

Airbus A320-200 20
42 132 174 1 com a pintura Star Alliance.

4 Serão retirados da frota

1 Arrendado á Aigle Azur

Airbus A320neo 3 18 42 132 174 Entregas entre 2018-2019
Airbus A321-200 4 12 204 216
Airbus A321neo 6 19 12 204 216 Entregas começaram em Q2 2018

Possivelmente, poderão vir a ser um total de 30 na frota

Airbus A321LR 1 14 16 152 168 Entregas em Q1 2019

Serão usados e voos de Longa Distancia

Airbus A330-200 12 25 244 269

5 serão retirados.

Airbus A330-300 2 30 255 285 1 com a pintura "Portugal Stopover".

A serem vendidos à Air Canada.

Airbus A330-900neo 5 19 34 264 298 Cliente Lançador em todo o mundo
Airbus A340-300 4 36 238 274 Serão retirados até o final de 2019
ATR 72-600 9 70 70 Frota da TAP Express

Operado por White Airways[33]

Embraer 190 9 106 106 Frota da TAP Express

Operado por Portugália[33]

Embraer 195 4 118 118 Frota da TAP Express

Operado por Portugália[33]

Total: 106 64

A TAP Air Portugal anunciou em janeiro de 2016 a encomenda de 8 novos ATR 72-600 e 9 Embraer 190 e a criação da nova marca TAP Express, que substitui a marca PGA da Portugália Airlines. Também em janeiro, a TAP Air Portugal anunciou a encomenda de mais dois Airbus A330-200 para adicionar à sua família de fuselagem larga. A TAP Air Portugal é a primeira companhia aérea a voar com o Airbus A330neo, a mais recente versão da atual geração de jatos "wide-body". A aeronave, uma versão renovada e mais eficiente do A330 com novos motores Rolls-Royce Trent 7000, entrou ao serviço no final de 2018. Com matrícula CS-TUB, o avião batizado de "D. João II, Príncipe Perfeito" foi o primeiro do mundo a fazer um voo comercial. O voo inaugural, entre Lisboa e São Paulo, realizou-se no dia 15 de dezembro de 2018. Até 2025, deverão ser 71 as novas aeronaves da Companhia.


Desenvolvimento de frotaEditar

Antes da sua frota atual, a TAP Air Portugal operou os seguintes tipos de aeronaves:
Histórico de Frota
Aircraft Introduced Retired
Airbus A310-300 1988 2008
Boeing 737-300 1988 2001
Boeing 737-200 1983 1999
Lockheed L-1011 TriStar 1983 1997
De Havilland Canada DHC-6 Twin Otter 1979 Desconhecido
Boeing 727-200 1975 1991
Boeing 747-100 1972 1984
Boeing 727-100 1967 1989
Boeing 707-320B 1965 1989
Sud Aviation Caravelle 1962 1975
Lockheed L-1049 Super Constellation 1955 1967
Douglas DC-4 1947 1960
Douglas DC-3 1945 1959
 
Antigo Airbus A330-300 da TAP Air Portugal com pintura Retro

A TAP Air Portugal tem, por tradição, nomear os seus aviões em honra de Portugueses ilustres, que contribuíram, de alguma maneira, para a história e cultura Portuguesas.

Após a assinatura do contrato de venda da TAP Air Portugal entre a Parpública e o consórcio Atlantic Gateway, a TAP Air Portugal informou que irá proceder à renovação da sua frota com a encomenda de 53 novas aeronaves, sendo 14 A330-900neo de longo curso,15 A320neo e 24 A321neo, de médio curso.[34][35]

Renovação da frotaEditar

A renovação da sua frota é uma constante na companhia. Desde meados da década de 1990, a TAP tem-se empenhado nesse sentido, por forma a rentabilizar as suas aeronaves e oferecer novos destinos. Um acordo de compra com a Airbus previa a substituição integral da frota de A340 pelos futuros Airbus A350. Em novembro de 2007, o CEO da TAP assinou em Toulouse, com a Airbus, o contrato para a aquisição de 12 aviões A350 XWB, com opção para mais três unidades, e também uma carta de intenções para mais oito aviões da família A320. Este pedido foi cancelado no ano seguinte, devido às dificuldades económico-financeiras da empresa e à crise mundial, de onde se destaca o forte aumento do preço do petróleo.[36] A companhia converteu assim a sua encomenda inicial dos A350, feita em dezembro de 2005, na encomenda do novo A350 XWB, e confirmou simultaneamente o aumento do número de aparelhos encomendados, de 10 para 12.[37]

Aquando do processo de privatização, o novo dono, o consórcio Atlantic Gateway, tendo à frente David Neeleman e Humberto Pedrosa, anunciou a encomenda de novos aviões, num total de 53, nomeadamente o primeiro Airbus A330neo do mundo (o primeiro previsto para 2017, num total de 14) e o Airbus A321neo LR (num total de 39). Em relação aos A350, Neelman informou que contactou a Airbus para substituir a sua encomenda pelos A330neo.[38][39][40]

Aeronaves operadasEditar

CabineEditar

 
Cabine executiva de um Airbus A330neo da TAP, em exposição na ITB 2017

Os aviões de médio curso são divididos em duas classes: classe executiva (TAP Executive) e classe económica (TAP plus, TAP classic, TAP basic e TAP Discount). No longo curso, a TAP Air Portugal introduziu recentemente nos seus Airbus A330 a economy plus, que se diferencia da classe económica regular por ter mais espaço entre os lugares e maior reclinação.

A entrada do consórcio Atlantic Gateway como acionista da TAP Air Portugal pautava-se, entre outros objetivos, por adquirir novas aeronaves de médio e longo curso e pela modernização das cabines das já existentes.

Assim, em 2016 iniciaram-se os trabalhos de remodelação das cabines dos Airbus da família A320, que incluíram a instalação de novas cadeiras, criadas em parceria com empresas portuguesas. Na classe económica os novos assentos slim-line são já pré-reclinados, sendo que o passageiro dispõe de um maior espaço para as pernas. A classe executiva conta com suporte para tablets, bem como tomadas elétricas e portas USB para carregamento dos dispositivos. São servidas refeições a bordo em ambas as classes.

No longo curso, a TAP oferece 3 classes nos seus aviões A330 (económica, económica plus e executiva) e 2 classes na frota A340 (económica e executiva).

A classe económica possui uma configuração de assentos 2-4-2 e está equipada com ecrãs LCD individuais multitoque e um sistema de entretenimento completo. A classe executiva dos aviões Airbus A330 dispõe de novas cadeiras cama, totalmente reclináveis, com tomadas elétricas e USB, luz de leitura, auscultadores com cancelamento de ruído e espaços de arrumação individuais. Dispõe igualmente de um sistema de entrenimento a bordo de última geração.[42] Os Airbus A340 possuem uma classe executiva mais antiga, não dispondo de camas totalmente reclináveis.

A revista de bordo da TAP denominada "UP" está disponível a bordo, na internet (em upmagazine-tap.com), e conta ainda com uma aplicação gratuita para iPad.

ServiçosEditar

Programa de fidelização: TAP Miles&GoEditar

É o programa de acumulação de milhas oferecido pela TAP Air Portugal, que presenteia os membros com milhas baseadas na distância percorrida, tarifa e classe. É possível acumular milhas dos parceiros da rede Star Alliance e de outros parceiros elegíveis. O programa TAP Miles&Go é de registo gratuito, TAP Miles&Go encontra-se dividido em três níveis:

  • TAP Miles&Go, o nível base, sem necessidade de acumulação de milhas.
  • TAP Miles&Go Silver, (Star Alliance Silver), requer 30,000 milhas status ou 25 segmentos de voo num ano.
  • TAP Miles&Go Gold, (Star Alliance Gold), requer 70,000 milhas status ou 50 segmentos de voo num ano.

Acidentes e incidentesEditar

Ordenados cronologicamente (do mais antigo para o mais recente), os incidentes e acidentes registados com aviões da TAP são:

  • 27 de janeiro de 1948: Um Douglas C-47A-50-DL despenha-se no Monte da Caparica, Portugal, num voo de treino, falecendo os três ocupantes.[43]
  • 10 de novembro de 1961: Um avião Lockheed L-1049G Super Constellation proveniente de Casablanca, Marrocos, com destino ao Aeroporto da Portela é desviado por 6 passageiros, opositores ao regime em vigor à data em Portugal, e é forçado a voar a baixa altitude em Lisboa, Barreiro, Setúbal, Beja e Faro para lançar panfletos incitando à revolta. Mais tarde, os sequestradores exigiram serem transportados para Tânger, Marrocos. Sem mortes a registar.[44]
  • 19 de novembro de 1977: No voo 425 da TAP, o avião Boeing 727-282 despenha-se na aterragem no Aeroporto da Madeira, Funchal, com 164 pessoas a bordo, 131 das quais morreram, sendo o segundo pior acidente aéreo ocorrido em Portugal e o pior da história da TAP.
  • 22 de outubro de 1978: Um pirata aéreo exige ser levado até Marrocos, num voo entre Lisboa e Funchal, tendo acabado por ser detido. Sem mortes a registar.[carece de fontes?]
  • 6 de maio de 1980: Um pirata aéreo exige, durante um voo Lisboa-Faro, ser levado até Madrid, acabando por se render horas depois. Sem mortes a registar.[45]
  • 21 de agosto de 2001: Um Airbus A310 da TAP é obrigado a efetuar uma manobra brusca para evitar a colisão com uma pequena aeronave. Trinta e quatro pessoas ficaram feridas, sem gravidade.[carece de fontes?]
  • 1 de dezembro de 2001: Um Saab 2000 da companhia suíça Crossair encontra-se em fase de descolagem do Aeroporto de Zurique, Suíça, quando se atravessa no caminho um Airbus A319 da TAP, sendo o desastre evitado por muito pouco. Sem mortes a registar.[carece de fontes?]
  • 21 de fevereiro de 2006: Um Airbus A340 da TAP aterra numa taxiway, pista utilizada pelos aviões para se deslocarem para o estacionamento junto da aerogare depois de aterrarem, do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, Brasil, estando o piloto convencido de que se tratava de uma das pistas de serviço. Os passageiros não notaram qualquer anomalia e não houve mortes a registar.[46]
  • 2 de abril de 2009: Um Airbus A340 da TAP, com destino a Lisboa, aterra de emergência depois de um dos quatro motores ter sido atingido por aves, logo após a descolagem do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, Angola. Sem mortes a registar.[47]
  • Na madrugada de 27 de outubro de 2013: O voo TP258 de Bamako para Lisboa com um Airbus A320, que transportava 108 passageiros a bordo foi forçado a aterrar no aeroporto de Casablanca, Marrocos, devido a uma emergência médica. O voo foi retomado horas mais tarde.[48]
  • 9 de março de 2014: Um Airbus A330-200 da TAP (CS-TOM) saiu de Lisboa pelas 16h38 (TP011) com destino a Recife (Pernambuco, Brasil), mas foi divergido para o Aeroporto Internacional Amílcar Cabral na Ilha do Sal em Cabo Verde, devido a um derrame de óleo numa das turbinas. Os 271 passageiros foram retirados da aeronave em segurança e hospedados num hotel na ilha. Sem mortes a registar.
  • 7 de maio de 2014: Um Airbus A330-200 da TAP (CS-TOF), com 259 passageiros e 11 tripulantes a bordo, fazia o voo TP060 quando, à descolagem do Aeroporto Internacional de Brasília, a aeronave embateu numa ave (que foi sugada pela turbina). O comandante aterrou logo de seguida, para ser feito um "check-up" ao Airbus, e os passageiros regressaram a Lisboa num outro voo, dois dias depois. Sem mortes a registar.
  • 13 de junho de 2014: um Airbus A330-200 da TAP (CS-TOJ) proveniente de Manaus com destino a Lisboa e escala em Belém (Brasil) ficou preso no relvado do Aeroporto Internacional de Belém. Na altura havia chuva moderada, e a aeronave derrapou na altura de fazer uma das curvas do taxiway, fazendo com que o trem de aterragem dianteiro afundasse na relva. Os 115 passageiros foram imediatamente retirados da aeronave tendo retornado ao terminal em segurança. Quatro dias depois foram levados num outro voo da TAP para Lisboa. Sem mortes a registar.
  • 15 de junho de 2014: Um Airbus A340-300 da TAP (CS-TOB) descolou do Aeroporto de Lisboa com destino a Luanda (TP289), quando a tripulação se apercebeu de um problema mecânico relacionado com a recolha do trem de aterragem. Após circular sobre a zona de Sesimbra, a sul de Lisboa, o avião aterrou em Lisboa novamente 31 minutos após a descolagem. Sem mortes a registar.
  • 17 de junho de 2014: Um Airbus A330-200 (CS-TOH) da TAP sobrevoava o Oceano Atlântico, a meio caminho entre Lisboa e Brasília, quando surgiu no cockpit um sinal de aviso relacionado com uma anomalia num dos motores. Por decisão do Comandante, a aeronave regressou a Lisboa para ser examinada pela TAP Maintenance & Engineering. Os 203 passageiros foram hospedados num hotel no Vimeiro (a 60 km de Lisboa) visto não estarem disponíveis hóteis na zona de Lisboa. Os passageiros foram mais tarde enviados num outro voo da companhia. Sem mortes a registar.
  • 9 de julho de 2014: Um Airbus A320 da TAP (CS-TQD) aterrou de emergência no Aeroporto Orly (Paris, França) num voo que fazia a ligação Lisboa-Amesterdão (TP668) devido a um problema de pressurização na cabine. Sem mortes a registar.
  • 12 de julho de 2014: Após a descolagem de Lisboa (LIS), o Airbus A330-200 Fernão de Magalhães (CS-TOO), com 268 passageiros e 12 tripulante a bordo, com destino São Paulo, aterrou de emergência pouco depois da descolagem devido à quebra de partes internas de um dos dois motores General Electric. Embora o valente estrondo que se fez sentir na aeronave não houve qualquer incêndio na aeronave, como foi descrito por alguns passageiros. Algumas partes internas do motor em causa soltaram-se tendo provocado estragos em residências e viaturas na região de Camarate, Lisboa. A aeronave foi forçada a aterrar pouco mais de uma hora depois, após ter despejado combustível no Oceano Atlântico, para ser permitida uma aterragem segura. Sem feridos a registar.
  • 15 de julho de 2014: Um Airbus A330-200 (CS-TOL) preparava-se para descolar do Aeroporto de Salvador (Bahia, Brasil), com rumo a Lisboa (TP021), quando a tripulação deu conta de uma avaria num dos motores. Os passageiros foram hospedados em hotéis da cidade até chegar uma nova válvula para o motor em questão e o avião estar pronto para voar. Quando as reparações tiveram fim, cerca de 9 horas depois, os passageiros retornaram a Lisboa no mesmo aparelho. Sem mortes a registar.
  • 27 de julho de 2014: Um Airbus A340-300 da TAP (CS-TOC) preparava-se para descolar do Aeroporto Internacional de Maputo, Moçambique, com destino a Lisboa e 270 passageiros a bordo teve de abortar a descolagem quando a tripulação de apercebeu de uma avaria que afetava o sistema de navegação da aeronave. Os passageiros, hospedados em hóteis de Maputo, foram enviados num outro voo da companhia 2 dias depois. Sem mortes a registar.
  • 29 de agosto de 2014: Após descolagem de Lisboa (LIS), o Airbus A340-300 de matrícula CS-TOA, com 270 pessoas a bordo, e com destino para Luanda, aterrou de emergência pouco depois da descolagem. Logo após a descolagem, a tripulação apercebeu-se de uma avaria no sistema hidráulico da aeronave, pelo que optou por retornar ao aeroporto de partida. A aeronave foi forçada a aterrar uma hora depois devido à necessidade de perder peso para que o trem de aterragem, movido e sustentado pelo sistema hidráulico, pudesse suportar a aterragem.Sem mortes a registar.
  • 31 de agosto de 2014: Um Airbus A330-200 (CS-TOJ) que fazia um voo do Aeroporto Internacional de Guararapes (Recife) para o Aeroporto de Lisboa (TP016) foi obrigado a aterrar de emergência no Aeroporto de Sal (Cabo-Verde) devido a ter sido ativado um sensor que alerta para a presença de fumo no porão de carga. O problema que motivou o disparo do alarme teve a ver com uma avaria num dos sistemas eléctricos do avião, não tendo havido qualquer incêndio a bordo. Os 262 passageiros foram hospedados na cidade, tendo seguido na mesma aeronave para Lisboa no dia seguinte. Sem mortes a registar.

Ver tambémEditar

Referências

  1. «ICAO Airline Designators beginning with T». Consultado em 5 de fevereiro de 2017. Arquivado do original em 6 de fevereiro de 2017 
  2. «TAP já tem uma frota com 100 aviões.». Dinheiro Vivo 
  3. a b «Estatutos TAP» (PDF). TAP. Consultado em 17 de julho de 2012. A sede da sociedade é em Lisboa, no Edifício 25, no Aeroporto de Lisboa 
  4. a b c «TAP na Star Alliance» (em inglês). Star Alliance. 15 de fevereiro de 2012. Consultado em 17 de julho de 2012 
  5. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae «História da TAP». TAP. Consultado em 17 de julho de 2012 
  6. Moreira, Luis. «LUMO TRANSPORT - TAP Fleet - Douglas DC-4 (C-54A Skymaster) Pax». www.lumotransport.eu. Consultado em 15 de junho de 2017 
  7. http://www.ordens.presidencia.pt/
  8. Efromovich diz que não fecha a porta a nova proposta pela TAP, 20 de dezembro 2012
  9. http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/12/28/governo-e-efromovich-concluiram-que-negocio-da-tap-nao-avancou-devido-a-falha-de-comunicacao
  10. http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/governo_portugues_nao_descarta_venda_da_tap_a_efromovich.html
  11. Público
  12. Jornal de Negócios
  13. "Governo exclui proposta de Pais do Amaral para a TAP" - Jornal Público
  14. «TAP tens o novo dono». 11 de junho de 2015 
  15. «Governo aprova conclusão da venda da TAP. Contrato fechado às 23:30». 12 de novembro de 2015 
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  17. «PS. "TAP volta para as mãos do Estado" - Renascença». rr.sapo.pt. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
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  19. Observador - Miguel Frasquilho vai ser “chairman” da TAP
  20. Expresso. «TAP muda de nome e recupera Air Portugal». Consultado em 16 de Julho de 2017 
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  22. a b «Mora e Avis – De Braços Abertos». Revista Up. 1 de junho de 2011 
  23. Mariza, Paulo Flores e Roberta Sá - De Braços Abertos. TAP Portugal. 25 de janeiro de 2012. A estes artistas juntaram-se, em coro, alguns trabalhadores da TAP 
  24. PS. “TAP volta para as mãos do Estado", rr.sapo.pt, 6 de fevereiro 2016
  25. Relatório e Contas de 2014
  26. https://www.tapairportugal.com/pt/sobre-nos/grupo-tap
  27. https://www.tapairportugal.com/pt/sobre-nos/grupo-tap
  28. https://www.tapairportugal.com/pt/sobre-nos/grupo-tap
  29. «Todos os destinos - O local certo para si». www.flytap.com. Consultado em 8 de junho de 2017 
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  47. «Ave obriga Airbus da TAP a aterrar de emergência em Luanda». RTP. 2 de abril de 2009. Consultado em 17 de julho de 2012 
  48. «Avião da TAP desviado devido a emergência médica». RTP. 27 de outubro de 2013. Consultado em 27 de outubro de 2013 

Ligações externasEditar

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