Abrir menu principal

Eleições estaduais no Rio de Janeiro em 1978

As eleições estaduais no Rio de Janeiro em 1978 aconteceram em duas fases conforme as regras do Pacote de Abril: em 1º de setembro houve a etapa indireta onde foram escolhidos o governador Chagas Freitas, o vice-governador Hamilton Xavier e também o senador Amaral Peixoto, ambos do MDB.[1][2] Em 15 de novembro, como parte das eleições gerais nos 22 estados brasileiros, aconteceu a eleição direta do senador Nelson Carneiro e dos 46 deputados federais e 70 deputados estaduais.[3][nota 1]

1974 Brasil 1982
Eleições estaduais no Rio de Janeiro em 1978
1º de setembro de 1978
(Eleição indireta)
15 de novembro de 1978
(Eleição direta)


Antônio de Pádua Chagas Freitas Deputado Federal.jpg
Candidato Chagas Freitas


Partido MDB


Natural de Rio de Janeiro, RJ


Vice Hamilton Xavier
Votos 225
Porcentagem 90%


Brasão do estado do Rio de Janeiro.svg

Governador(a) do Estado

O governador Chagas Freitas é advogado formado em 1935 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro chegando a trabalhar com Otávio Kelly e Prado Kelly. Nascido no Rio de Janeiro, tornou-se jornalista nos tempos de estudante, mas foi também juiz de paz em Maricá, promotor de justiça e membro da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Após o Estado Novo optou pela UDN, integrando a Esquerda Democrática, grupo que originou o PSB, mas ao atender um convite de Ademar de Barros ingressou no PSP elegendo-se deputado federal pelo antigo Distrito Federal em 1954 e 1958 passando a representar a Guanabara após a inauguração de Brasília,[4] sendo reeleito pelo PSD em 1962. Após comprar o vespertino A Notícia fundou o jornal O Dia e com eles ampliou sua força política. Correligionário de Tancredo Neves, filiou-se ao MDB e foi reeleito em 1966. Como a oposição era majoritária na Guanabara, ele foi escolhido governador do estado com as bênçãos do presidente Emílio Garrastazu Médici. Nos anos seguintes à fusão entre a Guanabara e o Rio de Janeiro[5] chegou a sair do MDB, contudo retornou à legenda para ser o primeiro governador do novo estado fluminense após um acordo com o grupo liderado pelo senador Amaral Peixoto.

O vice-governador do Rio de Janeiro é o advogado Hamilton Xavier. Graduado pela Universidade Federal Fluminense e nascido em Niterói, tornou-se correligionário de Amaral Peixoto ao ingressar no PSD. Eleito deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 1947, foi conselheiro do Tribunal de Contas do estado e após ficar na suplência de deputado estadual em 1954, obteve um novo mandato em 1958 e com a morte do governador Roberto Silveira foi líder do governo Celso Peçanha, mas não se reelegeu em 1962. Secretário de Justiça no governo Badger da Silveira, exerceu o mandato parlamentar como líder do governo Paulo Torres. Com o bipartidarismo ingressou no MDB, agremiação na qual foi eleito deputado federal em 1970 e em 1978 vice-governador do Rio de Janeiro em 1978.[6]

Único senador biônico eleito pela oposição, Amaral Peixoto nasceu no Rio de Janeiro e na mesma cidade ingressou na Escola Naval. Formado em Engenharia Geográfica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1933 tornou-se ajudante de ordens de Getúlio Vargas e em 1939 casou-se com Alzira Vargas, filha do presidente da República. Interventor federal no Rio de Janeiro ao longo do Estado Novo, foi eleito deputado federal[7] pelo PSD em 1945 e governador em 1950. Após a crise aberta com o suicídio de Getúlio Vargas, serviu ao presidente Juscelino Kubitschek como embaixador nos Estados Unidos e Ministro da Viação e Obras Públicas. No ano de 1962 foi eleito deputado federal e optou pelo MDB após o Regime Militar de 1964 sendo reeleito deputado federal em 1966 e eleito senador em 1970, reelegendo-se em 1978.[8]

Na eleição direta para senador a vitória foi do jornalista, professor e advogado Nelson Carneiro. Nascido em Salvador, ele é formado pela Universidade Federal da Bahia, estado onde trabalhou em O Jornal, Jornal da Bahia e O Imparcial antes de ser eleito deputado federal pelo PSD em 1950. Mais tarde mudou para o Rio de Janeiro, cidade onde fora preso durante a Revolução Constitucionalista de 1932 e cobriu a elaboração da Constituição de 1946. Eleito deputado federal em 1958 pelo então Distrito Federal,[9] é de sua autoria a emenda constitucional que instaurou o parlamentarismo no Brasil após a renúncia de Jânio Quadros em 1961, de modo a contornar o veto dos militares à posse de João Goulart.[10] Reeleito em 1962 e 1966, foi o primeiro presidente do diretório estadual do MDB na Guanabara elegendo-se senador em 1970. Representante do Rio de Janeiro desde 15 de março de 1975, foi reeleito em 1978 após tornar-se conhecido ante a aprovação da Lei do Divórcio via emenda constitucional.[11][12]

Índice

Resultado da eleição para governadorEditar

Indicado em convenção partidária realizada pela ARENA em 18 de junho de 1978, o general Siseno Sarmento renunciou à sua candidatura na véspera de instalação do Colégio Eleitoral em carta dirigida à presidência da Assembleia Legislativa.[13][14][15][16]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação Votação Percentual
Chagas Freitas
MDB
Hamilton Xavier
MDB
-
MDB (sem coligação)
225
90%
Siseno Sarmento
ARENA
Feres Nader
ARENA
-
ARENA (sem coligação)
-
-
  Eleito

Resultado da eleição para senadorEditar

Mandato biônico de oito anosEditar

O candidato da ARENA decidiu não concorrer pouco antes da votação.[14][16]

Candidatos a senador da República
Candidatos a suplente de senador Número Coligação Votação Percentual
Amaral Peixoto
MDB
Alberto Lavinas
MDB
Fernando Abelheira
MDB
-
MDB (sem coligação)
156
61,42%
Paulo Torres
ARENA
José Haddad
ARENA
Rui Torreão Schmidt
ARENA
-
ARENA (sem coligação)
-
-
  Eleito

Mandato direto de oito anosEditar

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral foram apurados 3.481.474 votos nominais (77,47%), 523.635 votos em branco (11,65%) e 489.019 votos nulos (10,88%), resultando no comparecimento de 4.494.128 eleitores.[3][17][18][19][nota 2]

Candidatos a senador da República
Candidatos a suplente de senador Número Coligação Votação Percentual
Nelson Carneiro
MDB
Ário Teodoro
MDB
Flávio Pareto
MDB
-
MDB (sem coligação)
2.184.900
62,76%
Sandra Cavalcanti
ARENA
Veiga Brito
ARENA
-
ARENA (em sublegenda)
1.016.228
29,19%
Vasconcelos Torres
ARENA
José Haddad
ARENA
-
ARENA (em sublegenda)
280.346
8,05%
  Eleito

Deputados federais eleitosEditar

São relacionados os candidatos eleitos com informações complementares da Câmara dos Deputados.[20][21]

Deputados federais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Miro Teixeira MDB 536.661 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Marcelo Medeiros MDB 98.680 Juiz de Fora   Minas Gerais
Erasmo Martins Pedro[nota 3] MDB 92.595 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Álvaro Valle[nota 4] ARENA 89.561 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Célio Borja ARENA 79.243 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Rubem Medina MDB 74.787 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Modesto da Silveira MDB 73.680 Uberlândia   Minas Gerais
Edson Khair MDB 66.617 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Hydekel de Freitas[nota 4] ARENA 59.842 Duque de Caxias   Rio de Janeiro
Léo Simões MDB 57.114 Santos Dumont   Minas Gerais
Simão Sessim ARENA 57.040 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Darcílio Ayres ARENA 53.887 Nova Iguaçu   Rio de Janeiro
Celso Peçanha MDB 51.995 Campos dos Goytacazes   Rio de Janeiro
Daniel Silva MDB 45.691 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Joel Vivas MDB 45.531 Magé   Rio de Janeiro
Joel Lima MDB 45.331 Manhumirim   Minas Gerais
Marcelo Cerqueira MDB 45.160 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Osvaldo Lima MDB 44.213 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Alair Ferreira ARENA 40.934 Sacramento   Minas Gerais
Márcio Macedo MDB 40.671 Três Rios   Rio de Janeiro
Walter da Silva MDB 38.736 Campos dos Goytacazes   Rio de Janeiro
Jorge Gama MDB 38.347 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Daso Coimbra ARENA 37.934 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Jorge Cury MDB 37.437 Niterói   Rio de Janeiro
Peixoto Filho MDB 35.625 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Paulo Torres ARENA 35.366 Petrópolis   Rio de Janeiro
José Torres MDB 35.013 Itaboraí   Rio de Janeiro
Lázaro de Carvalho MDB 34.272 São Sebastião do Paraíso   Minas Gerais
Saramago Pinheiro ARENA 33.349 Niterói   Rio de Janeiro
José Frejat MDB 33.034 Cururupu   Maranhão
Lígia Bastos ARENA 32.545 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Osmar Leitão ARENA 32.335 São Gonçalo   Rio de Janeiro
Paulo Rattes MDB 31.693 Petrópolis   Rio de Janeiro
J. G. de Araújo Jorge MDB 30.539 Tarauacá   Acre
José Maurício MDB 29.876 Campos dos Goytacazes   Rio de Janeiro
José Maria de Carvalho MDB 28.967 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Alcir Pimenta MDB 28.751 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Rubem Dourado MDB 28.539 Irecê   Bahia
Leônidas Sampaio MDB 28.533 Petrópolis   Rio de Janeiro
Florim Coutinho MDB 27.584 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Mac Dowell de Castro MDB 27.534 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Amâncio Azevedo[nota 3] MDB 27.404 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Benjamin Farah[nota 3] MDB 26.662 Corumbá   Mato Grosso do Sul
Délio dos Santos MDB 25.472 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Pedro Faria MDB 22.525 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Felipe Pena MDB 20.968 Belo Horizonte   Minas Gerais

Deputados estaduais eleitosEditar

Dentre os setenta deputados estaduais eleitos cinquenta e dois pertenciam ao MDB e dezoito à ARENA.[3][22][23][nota 5]

Deputados estaduais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Sandra Salim MDB 119.851
Átila Nunes Filho MDB 101.690 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Aloysio Teixeira MDB 70.176
Jorge Roberto Silveira MDB 64.504 Niterói   Rio de Janeiro
Raymundo de Oliveira MDB 60.506
Heloneida Studart MDB 58.134 Fortaleza   Ceará
Jorge Leite MDB 48.319 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Mesquita Bráulio MDB 45.791
José Eudes MDB 42.805 Parnamirim   Pernambuco
Wilmar Palis ARENA 40.896 Uberaba   Minas Gerais
Jorge David ARENA 37.723
Sílvio Lessa MDB 37.093
Romualdo Carrasco MDB 36.469
Pedro Fernandes MDB 35.033 Parelhas   Rio Grande do Norte
Silvério Espírito Santo MDB 33.804
Fernando Leandro MDB 32.761 Porto   Portugal
Cláudio Moacyr MDB 31.046
Luís Fernando Linhares[nota 6] ARENA 30.565
José Alves de Brito MDB 30.417
Josias Menezes MDB 30.367
Nazareno Nochi MDB 30.168
Hilza Maurício da Fonseca MDB 28.755
Gilberto Rodrigues MDB 28.333
José Carlos Lacerda MDB 27.980
Sebastião Duque MDB 27.748
Darci Brum MDB 27.580
Heródoto Melo ARENA 27.368
Edésio Frias MDB 27.189 Moreno   Pernambuco
José Pinto MDB 25.943
Dilson Alvarenga MDB 25.783
Francisco Amaral[nota 7] MDB 25.554 Pedreiras   Maranhão
Flavio Palmier da Veiga ARENA 25.323 Niterói   Rio de Janeiro
Alberto Dauaire MDB 24.437
Ubaldo de Oliveira Filho MDB 24.403
Leonardo Klabin MDB 24.388 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Odair Gama ARENA 24.121
Pedro Ferreira[nota 8] MDB 23.904
Emanuel Cruz MDB 23.777
Heitor Furtado[nota 9] ARENA 23.615
João Batista Lubanco ARENA 22.748
Victorino James ARENA 21.952
Aluisio Gama MDB 21.613
Geraldo Araújo MDB 21.575
Paulo Albernaz MDB 21.457
Paulo Duque MDB 21.407 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Joaquim Joia MDB 21.394
Júlio Louzada ARENA 21.287
Antonio Gaspar[nota 10] MDB 21.006
Waldenir de Bragança ARENA 20.609
Paulo César Gomes MDB 20.215
Paschoal Citadino MDB 20.164
Camilo Jorge MDB 19.955
Luis Antônio Corrêa da Silva ARENA 19.724
Aparício Marinho MDB 19.453
Geraldo Di Biase MDB 19.446 Valença   Rio de Janeiro
Murilo Maldonado MDB 19.364 Nova Iguaçu   Rio de Janeiro
Ítalo Bruno ARENA 18.975
Rockfeller de Lima ARENA 18.876 Campos dos Goytacazes   Rio de Janeiro
Frederico Trotta MDB 18.706 Rio de Janeiro   Rio de Janeiro
Samir Nasser MDB 18.388
Jair Costa MDB 18.360
Henrique Pessanha MDB 18.296
Nielsen Louzada MDB 18.280
Beto Gama MDB 18.164
Otime dos Santos MDB 18.049
Mauricio Pinkusfeld ARENA 17.980
Márcio Paes ARENA 17.682
Amadeu Chacar MDB 17.667
Cidinho Sant'Anna Filho ARENA 17.406
Edson Guimarães ARENA 16.646

Notas

  1. No Distrito Federal havia seções especiais para captar o voto de quem estava fora do seu estado de origem e nos territórios federais do Amapá, Rondônia e Roraima serviu apenas para a escolha de deputados federais.
  2. As sublegendas da ARENA somaram 1.296.574 (37,24%) votos, mas não asseguraram a vitória na eleição para senador. Originalmente o partido dispunha de outro candidato, Rafael de Almeida Magalhães, mas este retirou seu nome da disputa à 27 de setembro de 1978.
  3. a b c Desconsiderando a escolha de deputados federais à equipe de Chagas Freitas, foram efetivados os suplentes Péricles Gonçalves, Jorge Moura e José Bruno. O primeiro devido à morte de Amâncio Azevedo e os demais após as escolhas de Benjamin Farah e Erasmo Martins Pedro para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
  4. a b Durante a legislatura a bancada do PDS assistiu à renúncia de Hydekel de Freitas em 11 de maio de 1982 para assumir a prefeitura de Duque de Caxias e a de Álvaro Valle em 5 de dezembro de 1982. Foram efetivados Luís Braz e Emílio Nina Ribeiro.
  5. Vinte e seis dos deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro em 1978 também foram eleitos para o mesmo cargo pela extinta Guanabara há quatro anos.
  6. Não confundir com o ator brasileiro Luis Linhares.
  7. Não confundir com o político paulista Francisco Amaral.
  8. Não confundir com o violinista português Pedro Ferreira.
  9. Não confundir com o político paranaense Heitor Furtado.
  10. Não confundir com o político maranhense Antônio Gaspar.

Referências

  1. «BRASIL. Presidência da República: Ato Institucional Número Três». Consultado em 17 de junho de 2019 
  2. «BRASIL. Presidência da República: Pacote de Abril». Consultado em 17 de junho de 2019 
  3. a b c «Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 17 de junho de 2019 
  4. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Chagas Freitas». Consultado em 17 de junho de 2019 
  5. «BRASIL. Presidência da República, Lei Complementar nº 20 de 01/07/1974». Consultado em 15 de fevereiro de 2015 
  6. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Hamilton Xavier». Consultado em 17 de junho de 2019 
  7. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Amaral Peixoto». Consultado em 17 de junho de 2019 
  8. «Senado Federal do Brasil: senador Amaral Peixoto». Consultado em 17 de junho de 2019 
  9. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Nelson Carneiro». Consultado em 17 de junho de 2019 
  10. «Subsecretaria de Informações do Senado Federal do Brasil: Emenda Constitucional nº 04 de 02/09/1961». Consultado em 15 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 13 de dezembro de 2013 
  11. «BRASIL. Presidência da República. Emenda Constitucional nº 09 de 28/06/1977». Consultado em 15 de fevereiro de 2013 
  12. «Senado Federal do Brasil: senador Nelson Carneiro». Consultado em 17 de junho de 2019 
  13. Arena no Rio não aceita apelo de Francelino e homologa nome de Syzeno (sic) (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 19/06/1978. Primeiro caderno, Política e Governo, Pág. 02. Página visitada em 17 de junho de 2019.
  14. a b Eleição no Rio pode acabar em uma hora (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 01/09/1978. Primeiro caderno, Pág. 06. Página visitada em 17 de junho de 2019.
  15. Sizeno entrega carta-renúncia (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 01/09/1978. Primeiro caderno, Pág. 06. Página visitada em 17 de junho de 2019.
  16. a b Arena do Rio vota em massa com Chagas (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 02/09/1978. Primeiro caderno, Política e Governo, pág. 02. Página visitada em 17 de junho de 2019.
  17. MDB só teve menos votos para a Câmara (online). O Estado de S. Paulo, São Paulo (SP), 21/12/1978. Geral, pág. 06. Página visitada em 17 de junho de 2019.
  18. Rafael retira sua candidatura ao Senado (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 28/09/1978. Primeiro caderno, Política e Governo, Pág. 04. Página visitada em 19 de junho de 2019.
  19. Os candidatos do Rio (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 15/11/1978. Primeiro caderno, Política e Governo, Pág. 04. Página visitada em 17 de junho de 2019.
  20. «Página oficial da Câmara dos Deputados». Consultado em 15 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 2 de outubro de 2013 
  21. «BRASIL. Presidência da República: Lei nº 9.504 de 30/09/1997». Consultado em 15 de fevereiro de 2015 
  22. «Arquivo relativo à Assembleia Legislativa da Guanabara». Consultado em 17 de junho de 2019 
  23. «Arquivo relativo à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro». Consultado em 17 de junho de 2019