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Joelma Mendes

cantora, compositora, dançarina, coreógrafa, estilista e empresária brasileira
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a cantora brasileira e ex-vocalista da Banda Calypso. Para outros significados, veja Joelma.
Joelma
Joelma no programa Lady Night em 2017
Nascimento Joelma da Silva Mendes
22 de junho de 1974 (45 anos)
Almeirim, Pará, Brasil
Residência Goiânia, Goiás[1]
Nacionalidade brasileira
Progenitores Mãe: Maria de Nazaré da Silva Mendes
Pai: José Benahum Mendes
Cônjuge Ximbinha (c. 1999–2015)
Filho(s) 3
Ocupação
Período de atividade 1994–presente
Prêmios Lista completa
Carreira musical
Gênero(s)
Extensão vocal meio-soprano
Instrumento(s)
Gravadora(s) UMG (2016–18)
ONErpm (2018–19)
Som Livre (2019–presente)
Afiliações
Assinatura
Joelma signature.svg
Página oficial
www.joelmaoficial.com.br

Joelma da Silva Mendes[7] (Almeirim, 22 de junho de 1974)[8] é uma cantora, compositora, dançarina, coreógrafa, estilista e empresária brasileira.[9] Ela começou sua carreira em 1994, como uma das integrantes da Banda Fazendo Arte.[7][8][10] Em 1999, formou em companhia do até então marido, o guitarrista Ximbinha, a banda musical Banda Calypso.[11][12] Ao lado do cônjuge, ela lançou treze álbuns de estúdio e dez álbuns ao vivo; o álbum Banda Calypso pelo Brasil (2006) foi responsável por seu maior recorde de vendas, com mais de 2,5 milhões de unidades adquiridas, estabelecendo-se como um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos no Brasil[13] e recebendo certificação de disco de diamante quíntuplo, sendo a única banda no mundo a conseguir este feito.[14] Em levantamento realizado pelo instituto Datafolha, em 2007, Joelma e Ximbinha eram os artistas mais populares do país.[9][15] Em 2015, eles se divorciaram e encerraram as atividades em conjunto.[16][17][18][19]

Após o fim da banda em dezembro de 2015, Joelma passou três meses seguintes concentrando seus esforços na produção de sua estreia na carreira solo; em abril de 2016, ela lançou seu álbum de estreia auto-intitulado Joelma,[20] debutando na segunda colocação da parada de álbuns da Pro-Música Brasil (PMB), chamada Top Álbuns Brasil,[21][22] além de alcançar a mesma posição na tabela Brazil Albums Chart, da Billboard.[23] Da obra, três canções foram lançadas como singles para a sua divulgação, sendo elas "Ai Coração",[24] "Não Teve Amor"[25] e "Debaixo do Mesmo Céu".[26] Em abril de 2017, Joelma lançou seu primeiro álbum ao vivo, intitulado Avante,[27][28] que foi precedido pelo single "Amor Novo".[29]

Ao longo de sua carreira, Joelma, que é uma dos artistas recordistas em vendas de discos na história da indústria fonográfica brasileira,[9] vendeu mais de 22 milhões de álbuns[14] e acumulou diversas vitórias e indicações a prêmios como o Prêmio da Música Brasileira,[30] Prêmio Extra de Televisão,[31] Troféu Internet,[32] Melhores do Ano[33] e o Prêmio Multishow de Música Brasileira,[34] além de incluir três indicações ao Grammy Latino.[35][36][37] Mendes já se apresentou com diversas turnês por toda Europa,[38] África,[39][40] América do Sul[41][42] e Estados Unidos.[43] É reconhecida como um ícone da música paraense e tem sido creditada por levantar a bandeira de seu estilo musical e do seu estado de origem nos maiores meios de comunicação nacional.

Índice

Início de vida e carreiraEditar

Joelma da Silva Mendes nasceu em 22 de junho de 1974, na cidade de Almeirim, no Pará.[7][8][44] Ela é a quinta dos sete filhos da costureira Maria de Nazaré da Silva Mendes e de José Benahum Mendes (falecido em 2019).[45][46][47] Seu pai abandonou a família quando Joelma tinha entre sete e oito anos de idade.[48][49] Devido a isso, ela e os irmãos foram obrigados a ser criados apenas pela mãe em condições precárias,[50][51][52][53] pois o mesmo era alcoólatra e, por efeito do vício, agredia brutalmente a esposa.[44][46][53][54] Em retrospecto, numa entrevista para a revista Marie Claire, Joelma comentou: "Alimentei o ódio pelo meu próprio pai desde aquela noite em que vi minha mãe com o rosto surrado. Nunca esqueço que passei boa parte da infância achando que podia perdê-la a qualquer momento em que ele bebesse demais".[55] Anos após o abandono de seu genitor, dois de seus irmãos foram assassinados.[55]

"Eu sempre ficava cantarolando nos intervalos da escola. Aí um amigo, que fazia teclado e voz no barzinho, ficou um ano me chamando pra cantar com ele. Eu entrei por diversão. Eu entrava na música e dava muito certo. Aí eu saía, minha vida não andava. Quando completei 23 anos, disse: é agora ou nunca. Embarquei nisso e deu tudo certo".

— Joelma sobre o início de sua carreira musical.[56]

Joelma desenvolveu gosto pela música ainda na infância, uma vez que sua mãe era regente de coro e musicista em uma igreja evangélica.[54][57] Iniciou sua carreira musical aos 19 anos, cantando em bares e festivais locais, por intervenção de um amigo de escola músico, que a importunava para se apresentar com ele.[56] Nessa idade, foi descoberta pela então proprietária e contrabaixista da Banda Fazendo Arte, Nide Braga, após lhe enviarem uma fita contendo gravações de sua apresentação na Feira de Arte e Cultura de Almeirim.[7] Nide logo a convidou para realizar um teste para ser vocalista do grupo.[58] A princípio, Joelma recusava o convite, uma vez que tinha pretensão em ingressar na profissão de advogada,[7][56] no entanto acabou aceitando-o e foi selecionada,[58] assumindo os vocais principais, ao lado do cantor e compositor Augusto Hijo.[59] Em 1994, o grupo lançou seu primeiro álbum, também intitulado Fazendo Arte.[60] Logo em seguida, lançaram o disco II (1996).[61] Após encerrar carreira de quatro anos na banda, ela fundou a Banda Eu, cujo nome da banda faz referência à própria Joelma, por "ter vergonha" de seu nome no início da carreira.[62] Joelma também integrou os vocais de apoio da banda do cantor e compositor Kim Marques, batizada de Banda K.[63]

Em 1998, foi apresentada por Kim ao guitarrista e produtor musical Ximbinha.[64] Na ocasião, Joelma — até então com o nome artístico de Joelma Lins[12] — iria gravar seu álbum de estreia em carreira como artista solo e convidou Ximbinha para produzir este trabalho.[12][12][65][66][66] Em 1999, durante as sessões de gravação do álbum, eles iniciaram um romance e, posteriormente, decidiram fundar uma banda.[66] O conjunto foi batizado de Banda Calypso.[64]

CarreiraEditar

1999—2015: Banda CalypsoEditar

 Ver artigo principal: Banda Calypso

Em 1999, a banda deu início às gravações de seu álbum de estreia auto-intitulado Banda Calypso.[67] Inicialmente, Joelma e Ximbinha tiveram dificuldades em obter patrocínio para o lançamento do material, pois não havia alguma gravadora que aceitasse lançá-lo. Enfim, conseguiram uma parceria que possibilitou uma vendagem limitada de mil cópias do disco que esgotaram-se em uma semana.[66][68][69][70] Produzido por Ximbinha, o álbum ficou marcado pelo sucesso de "Vendaval" e foi certificado com disco de ouro pelas 750 mil unidades adquiridas.[12][69] Em junho de 1999, iniciaram uma turnê feita em suporte ao álbum, que deu origem ao seu primeiro álbum ao vivo, intitulado Ao Vivo, lançado em fevereiro de 2001.[71] A obra gerou três singles, sendo eles "Cúmbia do Amor", "Dançando Calypso" e "Como Uma Virgem", e se tornou o primeiro trabalho dos artistas a ultrapassar a marca de um milhão de cópias vendidas,[68] recebendo certificação de disco de ouro pela Pro-Música Brasil (PMB).[72]

 
Joelma e Ximbinha durante concerto da banda em Brasília com show da turnê do álbum O Ritmo que Conquistou o Brasil, janeiro de 2003.

Em dezembro de 2002, lançaram seu segundo álbum de estúdio, O Ritmo que Conquistou o Brasil!.[73] O álbum, certificado disco de platina duplo,[12] foi responsável por produzir singles como "Temporal",[68][70] "Chamo por Você" e "Maridos e Esposas".[68] Uma turnê homônima foi lançada em apoio ao álbum e deu origem ao primeiro DVD e segundo álbum ao vivo da banda, Ao Vivo (2004),[12][68][74] que foi certificado com disco de diamante duplo. O terceiro e quarto álbum de estúdio dos artistas, respectivamente Volume 4 (2003)[75] e Volume 6 (2004),[76] venderam mais de um milhão de cópias e ambos foram certificados com disco de diamante.[12][77] Eles produziram singles como "Pra Te Esquecer" e "Imagino", bem como "A Lua Me Traiu".[70][75][76][78] Em 14 de novembro de 2004, a banda se apresentou para um público de 50 mil pessoas em um "show histórico" no sambódromo de Manaus.[12][79] Esta apresentação gerou o segundo DVD e terceiro álbum ao vivo da banda, Banda Calypso na Amazônia (2005),[12][79] que foi certificado com disco de diamante triplo.[70][77][79]

 
Joelma em show da turnê Isso é Calypso, em 2006.

Em outubro de 2005, lançaram seu quinto álbum de estúdio, Volume 8,[80] que vendeu mais de 1,8 milhão de cópias e foi certificado com disco de diamante.[81][82][83] O álbum produziu singles como "Tchau pra Você", "Pra Me Conquistar", "Isso é Calypso" e "Esqueça Meu Coração" e foi responsável pela primeira indicação da banda ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras,[84] e, embora tenham acumulado três nomeações ao prêmio durante a carreira, nunca o venceram.[85] Em setembro de 2006, a banda lançou seu terceiro DVD e quarto álbum ao vivo, intitulado Banda Calypso pelo Brasil,[86] que consiste em uma combinação de gravações realizadas em Brasília, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Belém.[87][88] Banda Calypso pelo Brasil foi considerado um "divisor de águas" na carreira da banda; o projeto recebeu certificado de disco de diamante quíntuplo para as vendas do DVD,[86] sendo a única banda musical brasileira a possuir esta certificação,[89] vendeu 2,5 milhões de cópias e se tornou um dos álbuns mais vendidos na história da indústria fonográfica brasileira.[13] Também em 2006, os artistas se apresentaram para um público de mais 1,5 milhão de pessoas em Nova Iorque, Estados Unidos, durante o festival Brazilian Day.[43][90][91]

No início de 2007, lançaram seu sexto álbum de estúdio, 10, cujo título do álbum trata-se por ser o décimo álbum lançado pela banda. O álbum, certificado com disco de diamante,[92] vendeu 1,5 milhão de cópias[93][94] e gerou singles como "Acelerou", "Louca Sedução" e "Nessa Balada".[92] No Japão, 10 atingiu a sétima colocação no ranking dos dez álbuns mais vendidos.[95] No mesmo ano, a banda foi homenageada no carnaval de Manaus pela escola de samba Balaku Blaku, com o enredo "Um fenômeno chamado Kalipso".[96] Em julho de 2007, em pesquisa publicada pelo Instituto Datafolha, Joelma e Ximbinha eram os artistas mais populares do Brasil.[15][66] Em novembro, lançaram seu quarto DVD e quinto álbum ao vivo, Ao Vivo em Goiânia,[97] que foi certificado com disco de platina duplo.[98]

Em julho de 2008, lançaram seu sétimo álbum de estúdio, Acústico,[99] com setlist formada por diversos hits da carreira e seis músicas inéditas.[100] Acústico foi certificado com disco de ouro pela PMB.[72] No mesmo ano, a banda foi escolhida por voto popular para se apresentar no espetáculo Dia da Amizade Brasil-Angola, no Estádio dos Coqueiros, em Luanda, Angola. O show, promovido e transmitido pela Rede Globo, possui intenções sociais e políticas de firmar a amizade entre ambos países.[11] Em fevereiro de 2009, foi lançado o oitavo álbum de estúdios dos artistas, intitulado Amor sem Fim,[101][101] que foi certificado com disco de platina. O álbum produziu singles como "Vida Minha", "Xonou Xonou", "Chá de Maracujá" e "Sem Direção". No mesmo ano, a banda foi convidada para regravar a canção "Acelerou" em inglês, sob o nome de "Accelerated My Heart", para a trilha sonora do filme estadunidense Cupid's Arrow (2010).[102]

 
Joelma em apresentação da turnê do álbum Banda Calypso 10 Anos em São Paulo, no sambódromo do Anhembi, junho de 2010.

Ainda em 2009, a banda completou dez anos de carreira. O fato foi comemorado com a gravação de seu quinto DVD e sexto álbum ao vivo, Banda Calypso 10 Anos,[103][104] lançado em março de 2010.[105] O projeto foi certificado pela PMB com disco de platina, para as vendas do DVD,[72] e dois discos de ouro, para ambos volumes do CD duplo.[72] Em 2010, lançaram seu nono álbum de estúdio e sétimo álbum ao vivo, respectivamente Vem Balançar! e Ao Vivo em Recife.[106] Em abril de 2011, a banda lançou sua versão da canção "Entre Tapas e Beijos", da dupla Leandro & Leonardo, para tema de abertura da série Tapas & Beijos, da Rede Globo, sendo um dos singles de seu novo álbum.[107][108][109][110] Em maio, foi lançado o décimo álbum de estúdio dos artistas, Meu Encanto.[107] A publicação Billboard Brasil analisou positivamente o álbum e escreveu: "[…] O destaque aqui é "Não Posso Negar Que Te Amo", com vocal de Reginaldo Rossi, já rolando nas rádios. "Lelezinha" tem um refrão que, se fosse em inglês, renderia boa briga no gel entre Britney e Aguilera para decidir quem gravaria: Quando tá amando fica lelezinha / Ahn? / O quê? / Ah, tá!".[111] Em maio de 2012, lançaram seu sexto DVD e oitavo álbum ao vivo, Ao Vivo em Angola.[112][113]

Em novembro de 2012, é lançado o décimo primeiro álbum de estúdio da banda, Eternos Namorados.[114] O álbum produziu singles como "Quem Ama Não Deixa de Amar", com a participação especial de Amado Batista, "Me Beija Agora" e "Perdiste El Trono" (adaptação em espanhol da canção "Perdeu o Trono").[115] Joelma estreou como compositora nesse álbum; ela compôs a música gospel "O Poder de Deus".[115] Em maio de 2013, lançaram o décimo segundo álbum de estúdio, Eu Me Rendo, que possui uma sonoridade mais focada na bachata.[116] No mesmo ano, em 8 de agosto, a banda se apresentou no festival junino O Maior São João do Cerrado, em Ceilândia, no Distrito Federal, para um público de mais de 100 mil pessoas.[117] Este show deu origem ao nono álbum ao vivo da banda, Ao Vivo no Distrito Federal, lançado em novembro de 2013.[118]

 
Joelma e Ximbinha se apresentando com a turnê do álbum Banda Calypso 15 Anos em abril de 2015.

Em agosto de 2014, lançaram o décimo terceiro e último álbum de estúdio da banda, Vibrações.[119] No mesmo ano, a banda completou quinze anos de carreira. O fato foi comemorado em Belém com a gravação do décimo e último ao vivo, Banda Calypso 15 Anos, que foi lançado em junho de 2015.[120] Em 19 de agosto de 2015, a assessoria de imprensa da banda divulgou um nota oficial esclarecendo que Joelma e Ximbinha estariam separados: "[...] A união de 18 anos deu fruto a dois filhos maravilhosos, projetos e parcerias tanto na vida pessoal quanto profissional como a Banda Calypso, maior banda independente do país e que conta com mais de 15 milhões de discos vendidos. Queremos ressaltar que o respeito, gratidão, amizade, admiração e parceria permanecem recíprocos".[121] No mesmo mês, numa participação no Programa da Sabrina, a cantora anunciou o fim das atividades em cinjunto com Ximbinha e que seguiria carreira como artista solo: "[Eu] vou deixar a Calypso. Seguirei meus compromissos até dezembro e, depois, vou seguir minha carreira solo. Mas no mesmo estilo porque tenho uma missão que Deus me deu para fazer aqui [...] É uma carreira solo, mas costumo dizer que nunca estou só".[16][122] Após o anúncio, ela deu início à gravação de seu primeiro álbum e lançou seu primeiro single promocional solo, "Voando pro Pará".[123] No dia 31 de dezembro de 2015, Joelma realizou sozinha, em Macapá, o último concerto da banda.[19][124] Sobre o fim do grupo e sua decisão em prosseguir carreira como artista solo, Joelma disse que "é diferente": "[...] estou com um sentimento de renovação. A vida continua, é reter o que foi bom, as experiências, os sucessos que vou cantar para sempre, que conquistei com a banda. Apesar de tudo foi maravilhoso".[19]

2016—presente: Carreira solo, Joelma e AvanteEditar

 
Joelma performando "Imagino" na Avante Tour, em 2016.

A carreira solo começou oficialmente em 18 de março de 2016, com a estreia de sua primeira turnê, Avante Tour.[125] A série de shows foi responsável pela primeira indicação solo da artista ao Prêmio Multishow de Música Brasileira,[126] sendo condecorada com o prêmio em sua 24ª cerimônia de entrega, na categoria 'Melhor Show'.[127] No dia 24 de março, após assinar contrato fonográfico com a gravadora Universal Music,[128][129] Joelma lançou através do iTunes seu primeiro extended play (EP), o auto-intitulado Joelma.[20] O EP foi divulgado como uma prévia de seu primeiro álbum de estúdio; Joelma,[130] o seu álbum de estreia homônimo, foi lançado em 29 de abril contendo quatorze faixas, sendo dez inéditas e quatro lançadas previamente no EP de mesmo nome. Joelma alcançou a segunda posição em duas tabelas, sendo elas na Top Álbuns Brasil, da PMB,[21][22] e na Billboard Brazil Top Albums,[23] recebendo avaliações positivas; Vinícius Cunha, do site Gshow, escreveu: "Como era de se esperar, o registro marca a superação após o tumultuado divórcio [com Ximbinha] e a saída da banda [Calypso] no final do ano passado. Joelma é capaz e este CD é uma carta aberta de uma mulher bem resolvida e disposta a conquistar o mundo mais uma vez".[20] Para promover o álbum, foram lançadas como singles "Ai Coração", "Não Teve Amor" e "Debaixo do Mesmo Céu".[24][26][131][132] Na época de seu lançamento, o vídeo de "Debaixo do Mesmo Céu" estreou em primeiro lugar no top 100 mundial do iTunes,[133][134][135] à frente de vídeos musicais como "Up & Up", de Coldplay, e "Send My Love (To Your New Lover)", de Adele. No dia 9 de setembro, Joelma lançou um EP de remixes intitulado Não Teve Amor - Remixes. O EP contém cinco versões remixadas da canção "Não Teve Amor".[136] Em 30 de setembro, foi lançado o EP Assunto Delicado,[137] que antecedeu a gravação de seu primeiro álbum ao vivo.[138][139]

Com participação de seus três filhos e das cantoras Ivete Sangalo e Solange Almeida, Joelma gravou no dia 9 de novembro de 2016, em São Paulo, seu primeiro álbum ao vivo.[140][141] O projeto, intitulado Avante, foi lançado em 28 de abril.[27][28] A parceria entre Joelma e Ivete Sangalo rendeu a gravação da música "Amor Novo", lançada como carro-chefe do álbum em 13 de janeiro de 2017.[66][142] "Chora Não Coração" foi lançada como sua nova música de trabalho — o segundo single do álbum. Também em 2017, Joelma lançou seu livro biográfico, intitulado Entre Olhares, escrito por Jessyca Campos. O lançamento ocorreu em 7 de fevereiro de 2017 no Shopping Cerrado, em Goiânia.[143]

No dia 8 de março de 2018, no Dia Internacional da Mulher, é lançado o single "Perdeu a Razão", uma colaboração com a cantora Marília Mendonça sobre violência contra a mulher, possuindo uma sonoridade totalmente focada no sertanejo universitário.[144][145][145][146][146] Joelma alega que a canção "veio para tirar os resíduos que ainda tinha" de sua infância difícil, marcada pela violência doméstica vivida na família: "Você se sente impotente, incapaz, de acudir uma pessoa que tu amas. É muito difícil, me marcou a vida inteira. Essa música veio para cicatrizar esta ferida".[147] Em 6 de abril, Joelma liberou um dueto com o cantor Zé Felipe, "Se Vira Aí".[148][149] No dia 14 de setembro, lançou o single "18 Quilates".[150] Em 12 de dezembro de 2018, Joelma foi honrada pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, em Goiânia, com o Título de Cidadã Goiana.[151]

Características musicaisEditar

InfluênciasEditar

 
Barbra Streisand foi citada por Joelma como sua maior influência musical.

Em entrevista para a revista Contigo!, Joelma cita Barbra Streisand, Céline Dion e Mariah Carey como referências dizendo: "[...] eu desde pequena sempre ouvia cantoras americanas, como Céline Dion, Mariah Carey, e na adolescência eu era apaixonada por Barbra Streisand. Elas [musicalmente] me influenciaram muito!".[152] Para Joelma, Barbra foi a sua maior influência musical, a qual declarou ser "aluna", e ainda cita "Woman in Love" como sua canção predileta da cantora.[153] Joelma diz ser "fascinada" por diferentes timbres de vozes, afirmando "estudá-los"; ela disse se inspirar em diversos artistas do rock e aponta Rod Stewart como seu maior ídolo do gênero: "O rock me fascina [...] pela agressividade. O cantor tem que ter suavidade e agressividade, porque faz parte dos sentimentos. Você tem que ter tudo isso para colocar numa música, o romantismo, a garra, essa coisa toda. Então o rock me fascina muito, por conta dessa agressividade. E eu uso muito isso nas [...] músicas".[154]

Joelma também cita as cantoras Daniela Mercury, Marisa Monte e Rossy War como uma de suas principais referências.[153] Ela também expressou sua admiração por artistas como Thalía, Beyoncé, Madonna, Sia, Kelly Clarkson, Ivete Sangalo, Elba Ramalho, Roberta Miranda e Reginaldo Rossi.[153][154][155][156]

Estilo musical e composiçãoEditar

Joelma possui um tipo vocal classificado como meio-soprano, cujo registro abrange duas oitavas, cinco tons e um semitom.[157] A classificação mostra um vocal suave e de baixa emissão, tendo pouco esforço para atingir notas baixas, usando mais voz de cabeça e falsete. Joelma também utiliza growls, técnica vocal que consiste em expressar agressividade na voz.[158][fonte confiável?] Escrevendo para a revista Marie Claire, Natacha Cortêz descreveu a voz de Joelma com uma "voz eloquente".[55] Desde que integrou a Banda Calypso, seu estilo musical é classificado, basicamente, como calypso, transitando entre diversos estilos da música latina e paraense, como cúmbia, carimbó, zouk, lambada e merengue.[56] Com menos frequência, Joelma incorpora elementos de outros gêneros, como música pop,[159] bachata,[160] frevo,[161] forró, reggae,[162] bolero, reggaeton,[153] tecnobrega[163] e sertanejo.[144] A cantora também passou a investir na música gospel, como "uma maneira de agradecer a Deus por tudo".[164] Interrogada sobre a música do Pará em entrevista para o Conversa com Bial, Joelma explicou: "É uma coisa muito nossa. Sofremos influência dos ritmos que vinham pelas Guianas, que era o merengue, a cúmbia, o zouk. A gente pegou esses ritmos e misturou com o que a gente tinha lá [no Pará], o próprio calypso".[56]

Amor é o tema principal da maioria das canções de Joelma, enquanto suas composições são majoritariamente gospeis. Joelma estreou como compositora no álbum Eternos Namorados (2012); ela compôs a faixa "O Poder de Deus".[115] A cantora dificilmente baseia-se em suas próprias experiências pessoais para escrever;[165] Joelma começou a escrever em 2011, após sofrer depressão antes da gravação do álbum Ao Vivo em Angola (2012): "Eu levei uns três meses, com muita dificuldade, porque toda vez que eu ouvia as músicas eu ficava triste e eu ia dormir. Eu ficava tão triste, e eu não tinha motivo nenhum pra ficar triste, tava tudo bem. [...] chegou uma semana perto da gravação e eu não tinha ensaiado nada [...] Cheguei uma semana antes na Angola e eu comecei a orar. Dobrei meu joelho no primeiro dia, pedi ajuda pra Deus e eu consegui ensaiar a metade. No segundo dia dobrei o joelho e consegui ensaiar tudo. [...] quando cheguei no Brasil, depois de um mês, [...] veio tudo à tona na minha mente e eu corri e escrevi tudinho".[165]

Imagem públicaEditar

Joelma é mais conhecida por sua voz "eloquente", figurinos, botas de salto alto e coreografias.[166] Ela admite que fez diversas cirurgias plásticas após atingir o estrelato.[167] Um ano depois do nascimento de sua terceira filha Yasmin, a cantora decidiu, no segundo semestre de 2005, fazer uma cirurgia de lipoaspiração em uma clínica em São Paulo, na qual o médico a questionou se ela não queria fazer novas plásticas, e a cantora permitiu a ele fazer o que ele achasse necessário. Durante dez dias ela permaneceu na clínica se recuperando das cirurgias, além da lipo, ela diminuiu o culote, redesenhou o queixo, colocou silicone, fez rinoplastia, remodelou o joelho, e, por fim, diminuiu a pálpebra. Em menos de duas semanas após as cirurgias, Joelma já se encontrava em cima dos palcos novamente cantando na Calypso e dançando limitadamente devido às cirurgias muito recentes, em alguns shows ela se apresentava com uma cinta ortopédica por debaixo dos figurinos.[168] No início de 2007, por se sentir incomodada, a cantora retirou o silicone dos seios, fazendo nova cirurgia plástica para redefini-lo.[168] Vista popularmente com um corpo sensual e sedutor, Joelma foi eleita por quatro vezes uma das mulheres mais sexys do mundo pela Revista VIP; em 2008, 2009, 2011 e 2012.[169][170]

 
Joelma durante posse de entrega à artista o Título de Cidadã Pernambucana na Assembleia Legislativa de Pernambuco, 2009.

No dia 26 de outubro de 2009, Joelma recebeu o título de Cidadã Pernambucana. A comenda foi proposta pelo deputado Nelson Pereira (PCdoB). O 2º vice-presidente da Mesa Diretora, deputado Antônio Moraes (PSDB), coordenou a solenidade e destacou a importância do Estado para o início da carreira artística. "Há vários anos com residência no Recife e com diversos empreendimentos ligados a área musical, Joelma e Ximbinha têm contribuído para a rica cultura pernambucana", enfatizou Pereira.[171]

Em meados de 2012, circulou na internet um vídeo em que Joelma aparecia supostamente cometendo homofobia com um fã homossexual, na qual a cantora o incentiva a deixar a homossexualidade, "virar homem" e ter um filho.[172][173][174] No início da noite de quinta-feira, 2 de agosto de 2012, a cantora assumiu que era ela nas imagens e postou no Twitter a seguinte mensagem: "Foi em Belém. Um dos membros do fã clube estava brincado comigo, falando das intimidades deles para mim. Fiquei vermelha e brinquei. Se eu fosse preconceituosa, meu melhor amigo não seria gay".[175] A assessoria da cantora disse que a Banda Calypso tem um público gay grande e que Joelma não estava tentando converter o fã: "Na verdade, ela é uma pessoa ligada a religião, ela tem os princípios religiosos dela, mas isso não quer dizer que seja preconceituosa. Ela trabalha com vários homossexuais e tem esse público enorme há muito tempo. Cerca de 90% dos fãs da Calypso são homossexuais e eles estão completamente ao lado dela, porque conhecem ela. Muitos deles sabem da relação dela com a religião e brincam dessa forma para deixá-la constrangida, vermelha e ela brinca assim para reverter a situação, mas não que ela queira converter alguém, é uma troca de brincadeiras”.[174] Em 2013 a revista Época publicou uma matéria da qual relatava que Joelma declarava possíveis comparações de homossexuais com dependentes químicos. Na entrevista a cantora supostamente havia declarado, que se caso tivesse um filho homossexual lutaria até a morte para fazer a sua conversão, além de comparar a homossexualidade ao estado de dependência química[176] as declarações da cantora logo surtiram efeitos negativos contra si e contra os projetos da Banda Calypso como o filme Isso é Calypso. Dias depois a assessoria da banda negou o cancelamento do longa-metragem e negou possíveis declarações sobre as comparações envolvendo homossexuais.[177] "Em momento algum a cantora comparou homossexualidade à dependência química. O que foi relatado foram depoimentos, feitos a ela, de amigos e fãs sobre a dificuldade que sentem, quando assim o desejam, de mudar sua opção sexual e que, eles mesmos, compararam tal dificuldade à dificuldade do dependente químico. Embora a religião seguida por Joelma não apoie o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a cantora respeita e aceita a opção sexual de todas as pessoas, fãs e amigos, não tendo por ninguém preconceito de religião, sexo e cor", comunicou a assessoria da banda.[178] No início de junho de 2016, Joelma tem seu nome voltado à polêmica mais uma vez após sua falsa opinião sobre o Massacre de Orlando, na qual 50 pessoas morreram durante o ataque na boate LGBT Pulse. Na matéria, cantora aconselha que os homossexuais deveriam procurar igrejas, e não boates.[179][180] Dias depois da polêmica se repercutir, a mesma postou as suas redes sociais esclarecendo que não deu nenhuma entrevista ou opinião sobre o assunto e que está orando pela as vítimas do atentado: "Recebi com muita tristeza a notícia do atentado a boate Pulse, em Orlando, nos Estados Unidos, que vitimou 49 vidas inocentes. Entretanto, atribuíram a mim alguns conteúdos infelizes e difamatórios sobre o fatídico incidente, a partir de blogs e sites de origem duvidosa e claramente tendenciosa. Esclareço que não concedi qualquer entrevista sobre a tragédia que ocorreu, e que me solidarizo com as famílias das pessoas que faleceram, orando a Deus pelo conforto e a realização da justiça. Ratifico que o objetivo da minha banda é proporcionar ao público alegria e diversão, independentemente de cor, raça, gênero ou orientação sexual."[181][182][183]

Vida pessoalEditar

 
Joelma em show da Banda Calypso em 2005.

No dia 25 de dezembro de 2003, após cinco anos morando juntos, Joelma casou-se oficialmente com o músico Ximbinha, com quem formou a Banda Calypso em 1999, a quem conheceu em 1998 em um almoço na casa do cantor e compositor paraense Kim Marques.[65][184] Em 2006 Joelma descobriu ter sido traída no início do casamento, já que seu então marido descobriu, através de exame de paternidade, ter tido uma filha nascida em 1999. Ele admitiu a traição, mas que já havia terminado tudo na mesma época. Após muitas desavenças, Joelma o pedoou e manteve o casamento. Em 19 de agosto de 2015, foi anunciada pela sua assessoria de imprensa, a separação de Joelma e Ximbinha, após 18 anos de união.[185][186] Em 9 de novembro do mesmo ano, foi assinado o divórcio em Recife.[187] A situação foi tão tensa, que Joelma chegou a fazer várias acusações contra o ex-marido, inclusive de violência doméstica,[188] e conseguiu uma liminar da justiça para que ele mantivesse distância, e que não pudesse se apresentar em shows que a banda ainda tinha de cumprir até o fim da agenda naquele ano.[189] A filha de Joelma, Natália Sarraff, também entrou na briga, acusando o padrasto de assédio.[190] Ximbinha, porém, desmentiu as acusações,[191] afirmando serem "informações deturpadas e inverídicas que visam unicamente prejudicar sua imagem num momento de renovação profissional". Enquanto a acusação de ter traído a ex-esposa por diversas vezes, Ximbinha admitiu o fato, e justificou o excesso de trabalho para o desgaste na relação.[192][193][194] Com isso, a Banda Calypso encerrou suas atividades a partir de dezembro.[16][17][18][19][184]

MaternidadeEditar

Do casamento com Ximbinha, Joelma tem uma filha chamada Yasmin Mendes Farias, nascida de cesariana, em Recife, no dia 11 de julho de 2004. Além dela, tem outros dois filhos, frutos de seus dois relacionamentos anteriores: Yago Mendes Matos, que é filho do Advogado e Vereador da Câmera de Breves[167][195] Robson Cristiano Leão Matos, nascido em 8 de dezembro de 1995, de parto normal, em Belém, e Natália Mendes Sarraff, filha do comerciante Roberto Luís Sarraff,[196] nascida em 25 de dezembro de 1989, de parto normal, em Almeirim.

Em fevereiro de 2009, Joelma sofreu um aborto espontâneo depois do anúncio de sua quarta gravidez, e acabou tendo algumas complicações, e ficou alguns dias internada para fazer curetagem.[167][194][197]

Complicações no partoEditar

Em 2004, Joelma se apresentou mesmo com agenda da Banda Calypso cheia durante o período em que esteve grávida de Yasmim. Ela se apresentou até uma semana antes do parto. A única mudança vísivel, era o figurino da cantora, que teve que ser adaptado pra acomodar a barriga durante seu crescimento na gestação. Mesmo assim, Joelma dançava normalmente, executando coreografias em um salto alto.[194]

Joelma ficou entre a vida e a morte no parto de Yasmim. A cantora gostaria de ter a filha com parto normal, inclusive já vinha lendo e estudando as melhores formas de ter a filha sozinha, na estrada, caso precisasse. Isso foi necessário devido a quantidade grande de apresentações da Banda Calypso. Na hora do parto, a criança estava sentada, com o cordão umbilical dando duas voltas ao redor do pescoço, sendo impossível se realizar o parto normal, por mais que tudo tivesse sido tentado. Os médicos optaram pela cirurgia cesariana pois mãe e filha corriam risco de vida e Joelma estava em sofrimento junto da criança. No fim, tudo ocorreu de forma segura e a filha nasceu saudável, e dois meses depois Joelma já estava de volta aos palcos.[198]

Outras atividadesEditar

Produtos e publicidadeEditar

Em 2008, Joelma criou uma grife de roupas chamada Calypso Vest em sua cidade natal, Almeirim, no Pará.[199] Maria Nazaré Mendes, mãe de Joelma que era uma costureira foi a principal inspiração para a criação dessa linha de roupas. As roupas da grife eram incrementadas por elementos originários e retirados da floresta, das águas e com a responsabilidade ecológica necessária. Para criar a coleção ela convocou o renomado estilista Jander Cabral que além de criar os modelitos também é especialista em fabricar biojóias com sementes naturais da Amazônia, como jarina (marfim vegetal), cascas e caroços vegetais, entre outras matérias-primas rústicas da floresta.[199] Em 2010, a grife chegou ao fim, com o motivo de funcionários da empresa não cumprirem seus trabalhos.[200]

Joelma já participou de diversos anúncios publicitários. Ela associou sua imagem à Assolan,[201] Fresh,[202] Hipercard,[203] Dupé,[204] São João da Capitá,[205] Paraíba Cap, Eletro Shopping,[206]Garnier[207] e Jornal Daqui.[208]

FilantropiaEditar

Em dezembro de 2005, em uma de suas participações no programa Domingo Legal do SBT, Joelma decidiu doar um de seus figurinos para leilão em prol da Sociedade Pestalozzi (atual Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social) de Belém do Pará, entidade que atende e acolhe mais de 800 crianças especiais e pediu ao vivo autorização para Gugu Liberato. O figurino foi usado no DVD Banda Calypso na Amazônia durante o terceiro bloco e em algumas apresentações feitas pela Europa e cidades dos Estados Unidos,[209] leiloado juntamente com uma camisa da Seleção Brasileira de Futebol com autógrafo de todos os jogadores da época. Joelma enviou um documento à produção do programa dias depois, para firmar a veracidade da doação do figurino usado por ela na gravação do DVD. Em 2018, a cantora doou cerca de mil peças do acervo da Banda Calypso para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) que promoveu um bazar intitulado 'Bazar Show' para arrecadar recursos para reforçar o tratamento aos pacientes da instituição. O evento ficou entre 13 a 15 de abril, no Shopping RioMar, no Pina, em Recife.[210] Segundo os organizadores do bazar, entre o material doado por Joelma estão figurinos, calçados, dentre elas botas e acessórios usados durante a Banda Calypso. Todas as peças foram vendidas com descontos que podem chegar até 70%. Os preços variam de R$ 10 a R$ 400. O gerente da AACD, Marcos Rodrigues, ressaltou que a doação da cantora, além de movimentar o evento, permite uma maior arrecadação. Segundo ele, a AACD só tem a agradecer a essas parcerias, que enaltecem o trabalho realizado pela instituição.[210]

Prêmios e indicaçõesEditar

DiscografiaEditar

 Ver artigo principal: Discografia de Joelma

FilmografiaEditar

Ano Título Papel Nota
2007 Show do Tom Ela mesma Episódio: "17 de março de 2007"[211]
2008 A Turma do Didi Ela mesma Episódio: "Não Perturbe o Calypso"[212]
2009 Toma Lá, Dá Cá Ela mesma Episódio: "O Anel Que Tu Me Destes"
2010 Casseta & Planeta, Urgente! Ela mesma Episódio: "8 de maio de 2010"[213]
2010; 2012 Aventuras do Didi Ela mesma Episódio: "18 de julho de 2010"
Episódio: "2 de dezembro de 2012"[214][215]
2011 Tapas & Beijos Ela mesma Episódio: "7 de junho de 2011"[216]
2012 Cheias de Charme Ela mesma Episódio: "7 de maio de 2012"[217]
2014 Domingo da Gente Apresentadora especial Episódio: "2 de março de 2014" (Temporada 2)[218][219]
2017; 2018 Popstar Jurada convidada[220] Episódio: "27 de agosto de 2017"[220]
Episódio: "4 de novembro de 2018"
2017 A Força do Querer Ela mesma Episódio: "15 de setembro de 2017"[221]
Adnight Show Ela mesma / Joelma (versões fictícias)[222] Episódio: "26 de outubro de 2017" (Temporada 2)[222]
2018; 2019 TVZ Apresentadora especial[223] Episódio: "30 de julho de 2018"[223]
Episódio: "17 de abril de 2019"[224]

TurnêsEditar

Referências

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