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Lista temática dos presidentes do Brasil

artigo de lista da Wikimedia
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Esta é uma Lista temática dos Presidentes do Brasil de 1889 aos dias de hoje.

Trinta e nove brasileiros foram ungidos no cargo de Presidente da República (considerando as Juntas de 1930 e 1969, quarenta e cinco). Deodoro da Fonseca, Getúlio Vargas, Ranieri Mazzilli, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff tiveram mais de um mandato (Vargas teve quatro e os demais dois). Rodrigues Alves, caso tivesse tomado posse do seu segundo mandato, seria outro com mais de um. Alves e quatro dos seis já citados (exceção de Deodoro e Ranieri) são os que ganharam mais eleições (duas), com o acréscimo de que no caso dele e de Getúlio foram eleições não consecutivas e a primeira de Getúlio foi indireta. Somente Deodoro, Vargas e José Linhares tiveram períodos não antecedidos por vitória em uma eleição, direta ou indireta, excluindo os que subiram pela linha sucessória a partir de cargos eletivos. Trinta e seis governaram de fato (considerando as Juntas, quarenta e dois). O atual mandatário é o trigésimo oitavo (havendo disparidade com o número de presidentes que governaram de fato devido a dois que tiveram períodos interruptos: Getúlio Vargas e Ranieri Mazzilli) e o seu governo é o quadragésimo quarto (dito de outra forma, sua posse foi a quadragésima quarta, desconsiderando as das Juntas), estando a República no trigésimo mandato eletivo (apesar de 31 eleições, em três os eleitos não puderam assumir, sendo que em um caso não foi passado o posto ao vice-presidente) e trigésimo terceiro mandato (três mandatos não foram antecedidos por eleição, mas por golpe ou revolução), não considerando as Juntas.

O ano com maior número de presidentes foi 1961, que teve quatro presidentes (Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, Ranieri Mazzilli e João Goulart). Anos com três presidentes foram dois: 1955 (Café Filho, Carlos Luz e Nereu Ramos) e 1964 (João Goulart, Ranieri Mazzilli e Castelo Branco), em ambos havendo um mês com os três presidentes (novembro e abril, respectivamente) e no segundo uma semana. Anos com dois presidentes foram vinte e seis, sendo que entre estes dois ainda contaram com junta militar.

Índice

VivosEditar

Nascimento por ano e estadoEditar

Nos anos em que nasceram dois presidentes ou mais, estes estão listados por ordem de mandato.

Nascimento Presidente Estado
1827 Deodoro da Fonseca   Alagoas
1839 Floriano Peixoto
1841 Prudente de Morais   São Paulo
Campos Sales
1847 Afonso Pena   Minas Gerais
1848 Rodrigues Alves   São Paulo
1855 Hermes da Fonseca   Rio Grande do Sul
1865 Epitácio Pessoa   Paraíba
1867 Nilo Peçanha   Rio de Janeiro
1868 Venceslau Brás   Minas Gerais
Delfim Moreira
1869 Tasso Fragoso   Maranhão
Washington Luís   Rio de Janeiro
1870 Artur Bernardes   Minas Gerais
1874 Isaías de Noronha   Rio de Janeiro
Mena Barreto   Minas Gerais
1882 Júlio Prestes   São Paulo
Getúlio Vargas   Rio Grande do Sul
1883 Eurico Gaspar Dutra   Mato Grosso
1886 José Linhares   Ceará
1888 Nereu Ramos   Santa Catarina
1894 Carlos Luz   Minas Gerais
1897 Humberto Castelo Branco   Ceará
1899 Café Filho   Rio Grande do Norte
Artur da Costa e Silva   Rio Grande do Sul
1901 Pedro Aleixo   Minas Gerais
1902 Juscelino Kubitschek
1905 Augusto Rademaker   Rio de Janeiro
Aurélio Lira   Paraíba
Emílio Garrastazu Médici   Rio Grande do Sul
1906 Márcio de Sousa Melo   Santa Catarina
1907 Ernesto Geisel   Rio Grande do Sul
1910 Ranieri Mazzili   São Paulo
Tancredo Neves   Minas Gerais
1917 Jânio Quadros   Mato Grosso do Sul
1918 João Figueiredo   Rio de Janeiro
1919 João Goulart   Rio Grande do Sul
1930 José Sarney   Maranhão
Itamar Franco   Mar territorial brasileiro
1931 Fernando Henrique Cardoso   Rio de Janeiro
1940 Michel Temer   São Paulo
1945 Luiz Inácio Lula da Silva   Pernambuco
1947 Dilma Rousseff   Minas Gerais
1949 Fernando Collor   Rio de Janeiro
1955 Jair Bolsonaro   São Paulo

Dos períodos históricos classificados pela historiografia brasileira, ainda não foram eleitos presidentes nascidos durante a Quinta República Brasileira (regime militar; entre 1964 e 1985) ou após a instauração da Sexta República Brasileira (Nova República; de 1985 até a atualidade).

MilitaresEditar

Presidentes que foram militares de carreira das Forças Armadas:

Patente militar Presidente Mandato Anos de serviço
Marechal Deodoro da Fonseca 1889–1891 1843–1892
Floriano Peixoto 1891–1894 1861–1889
Hermes da Fonseca 1910–1914 1871–1906
Eurico Gaspar Dutra 1946–1951 1908–1945
Castelo Branco 1964–1967 1921–1964
Artur Costa e Silva 1967–1969 1921–1967
General Emílio Médici 1969–1974 1927–1969
Ernesto Geisel 1974–1979 1927–1969
João Figueiredo 1979–1985 1937–1979
Capitão Jair Bolsonaro 2019– 1973–1988

Presidentes das Juntas Provisórias:

Patente militar Presidente Mandato
General Tasso Fragoso Junta Provisória de 1930
Mena Barreto
Almirante Isaías de Noronha
General Aurélio de Lira Tavares Junta Provisória de 1969
Almirante Augusto Rademaker
Marechal-do-ar Márcio de Sousa Melo

Dentre os dez militares de carreira que ocuparam a presidência da República, dezesseis considerando as Juntas, apenas três foram eleitos diretamente: Hermes da Fonseca (1910), Eurico Gaspar Dutra (1945) e Jair Bolsonaro (2018).

Com passagens lestasEditar

CivisEditar

  1. Prudente de Morais (18941898)
  2. Campos Sales (18981902)
  3. Rodrigues Alves (19021906)
  4. Afonso Pena (19061909)
  5. Nilo Peçanha (19091910)
  6. Venceslau Brás (19141918)
  7. Delfim Moreira (19181919)
  8. Epitácio Pessoa (19191922)
  9. Artur Bernardes (19221926)
  10. Washington Luís (19261930)
  11. Júlio Prestes (presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930)
  12. Getúlio Vargas (19301945; 19511954)
  13. José Linhares (19451946)
  14. Café Filho (19541955)
  15. Carlos Luz (1955)
  16. Nereu Ramos (19551956)
  17. Juscelino Kubitschek (19561961)
  18. Jânio Quadros (1961)
  19. Ranieri Mazzilli (1961 e 1964)
  20. João Goulart (19611964)
  21. Pedro Aleixo (1969, impedido)
  22. Tancredo Neves (eleito em 1985, morreu antes de tomar posse)
  23. José Sarney (19851990)
  24. Fernando Collor de Mello (19901992)
  25. Itamar Franco (19921994)
  26. Fernando Henrique Cardoso (19952002)
  27. Luiz Inácio Lula da Silva (20032010)
  28. Dilma Rousseff (20112016)
  29. Michel Temer (20162018)

Obs.: Lista-se aqui Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck e Itamar Franco, pois embora reformados no EB ou polícia militar, sem terem alcançado os grandes comandos, foram retratados como civis, diferentemente de Jair Bolsonaro.

Foram governadoresEditar

Faculdade de Direito de São PauloEditar

Alma materEditar

Instituição de Ensino Superior em que estudaram:

Números de palavras em discursos de posseEditar

Contagem dos discursos antes de 2007 com base no livro "Palavra de Presidente: os discursos de posse, de Deodoro a Lula", de João Bosco Bezerra Bonfim, que não localizou ou analisou "discursos de interinos ou vices que tenham assumido em função da excepcionalidade [...]"

Presidente Número de Palavras
Deodoro da Fonseca (primeiro governo) 323
Floriano Peixoto 758
Prudente de Morais 1283
Campos Sales 3648
Rodrigues Alves 1923
Afonso Pena 3575
Hermes da Fonseca 2647
Venceslau Brás 3767
Epitácio Pessoa 3630
Artur Bernardes 485
Washington Luís 422 (texto não integral)
Getúlio Vargas (primeiro governo) 1483
Getúlio Vargas (segundo governo) 1025
Getúlio Vargas (terceiro governo) 3449
Eurico Gaspar Dutra 804
Getúlio Vargas (quarto governo) 1185
Juscelino Kubitschek 635
Jânio Quadros 649
João Goulart 969
Castelo Branco 1005
Artur da Costa e Silva 1324
Emílio Garrastazu Médici 1955
Ernesto Geisel 624
João Figueiredo 1523
Tancredo Neves (pronunciamento dirigido aos ministros, lido por José Sarney) 2920
José Sarney (pronunciamento para rádio e tv) 3883
Fernando Collor 5926
Itamar Franco 1379
Fernando Henrique Cardoso (primeiro governo) 3247
Fernando Henrique Cardoso (segundo governo) 2753
Luiz Inácio Lula da Silva (primeiro governo) 3926
Luiz Inácio Lula da Silva (segundo governo) 3844
Dilma Rousseff (primeiro governo) 3827
Dilma Rousseff (segundo governo) 4549
Michel Temer 2746
Jair Bolsonaro 973

Número de Partidos nas Coligações de Primeiro TurnoEditar

Lema de GovernoEditar

Alguns presidentes apresentaram lemas para seu governo, muitas vezes divulgados junto com propagandas oficiais,[2] dentre eles:

Mandato concluídoEditar

Não concluíram ou iniciaram o governoEditar

Presidentes que não concluíram o período constitucional

  1. Deodoro da Fonseca (18891891)
  2. Afonso Pena (19061909)
  3. Rodrigues Alves (reeleito em 1918, morreu antes da posse)
  4. Washington Luís (19261930)
  5. Júlio Prestes (presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930)
  6. Getúlio Vargas (19371945; 19511954)
  7. Café Filho (19541955)
  8. Carlos Luz (1955)
  9. Jânio Quadros (1961)
  10. João Goulart (19611964)
  11. Costa e Silva (19671969)
  12. Pedro Aleixo (1969, impedido).
  13. Tancredo Neves: (1985, faleceu antes de tomar posse)
  14. Fernando Collor (19901992)
  15. Dilma Rousseff (20152016)

Mandato interrompidoEditar

  1. Deodoro da Fonseca (18891891): renunciou ao cargo de seu governo constitucional, que sucedeu seu concluso governo provisório.
  2. Afonso Pena (19061909): faleceu antes de concluir o período presidencial.
  3. Washington Luís (19261930): deposto pelas forças revolucionárias chefiadas por Getúlio Vargas pouco antes de terminar o mandato.
  4. Getúlio Vargas (19371945; 19511954): Após 15 anos ininterruptos no governo, já estando no sétimo de forma ditatorial e ultrapassando o tempo determinado pela Constituição, foi forçado a renunciar. Seis anos depois voltou ao poder, pela via democrática, suicidando-se após três anos do novo mandato, em uma conjuntura de grave crise política.
  5. Café Filho (19541955): afastou-se por problemas de saúde, tendo posteriormente tentado retornar, mas acabando por sofrer impeachment, já no Governo Nereu Ramos.
  6. Carlos Luz (1955): sofreu impeachment, sendo substituído por Nereu Ramos.
  7. Jânio Quadros (1961): renunciou ao cargo.
  8. João Goulart (19611964): afastado do cargo em 2 de abril de 1964.
  9. Costa e Silva (19671969): afastado do cargo em 31 de agosto de 1969 por motivos de saúde e em 6 de outubro de 1969 os ministros militares no exercício provisório da presidência da República decretaram "extinto" o seu mandato.
  10. Fernando Collor (19901992): afastado pela Câmara dos Deputados em 2 de outubro de 1992; renunciou em 29 de dezembro de 1992.
  11. Dilma Rousseff (20112016): concluiu seu primeiro mandato, mas foi afastada pela Câmara dos Deputados em 12 de maio de 2016; sofreu o impeachment em 31 de agosto de 2016.

Não iniciaram o governoEditar

  1. Rodrigues Alves: presidente reeleito em 1918 (já havia exercido o mandato de 1902 até 1906), faleceu antes de tomar posse.
  2. Júlio Prestes: presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930.
  3. Pedro Aleixo: vice-presidente, que legalmente deveria assumir a presidência após afastamento do titular (Costa e Silva), mas foi impedido pelos ministros militares que formaram a então Junta Governativa Provisória de 1969.
  4. Tancredo Neves: presidente eleito em 1985 pelo Colégio Eleitoral; adoeceu um dia antes de tomar posse, vindo a falecer cerca de um mês depois.

EleitosEditar

  1. Deodoro da Fonseca (18911891)
  2. Prudente de Morais (18941898)
  3. Campos Sales (18981902)
  4. Rodrigues Alves (19021906)
  5. Afonso Pena (19061909)
  6. Hermes da Fonseca (19101914)
  7. Venceslau Brás (19141918)
  8. Rodrigues Alves (reeleito em 1918, morreu antes da posse)
  9. Epitácio Pessoa (19191922)
  10. Artur Bernardes (19221926)
  11. Washington Luís (19261930)
  12. Júlio Prestes (presidente eleito em 1930, impedido de tomar posse pela Revolução de 1930)
  13. Getúlio Vargas (19341937)
  14. Eurico Gaspar Dutra (19461951)
  15. Getúlio Vargas (19511954)
  16. Juscelino Kubitschek (19561961)
  17. Jânio Quadros (1961)
  18. Castelo Branco (19641967)
  19. Costa e Silva (19641969)
  20. Emílio Médici (19691974)
  21. Ernesto Geisel (19741979)
  22. João Figueiredo (19791985)
  23. Tancredo Neves (eleito em 1985, morreu antes de tomar posse)
  24. Fernando Collor de Mello (19901992)
  25. Fernando Henrique Cardoso (19952002)
  26. Luiz Inácio Lula da Silva (20032010)
  27. Dilma Rousseff (20112016)
  28. Jair Bolsonaro (2019–)

Eleitos diretamenteEditar

Sublinhado, eleições vencidas por oposicionista; demais, pela situação.

Sem sufrágio universal e voto secretoEditar

  1. Prudente de Morais (1894)
  2. Campos Sales (1898)
  3. Rodrigues Alves (1902)
  4. Afonso Pena (1906)
  5. Hermes da Fonseca (1910)
  6. Venceslau Brás (1914)
  7. Rodrigues Alves (1918)
  8. Epitácio Pessoa (1919)
  9. Artur Bernardes (1922)
  10. Washington Luís (1926)
  11. Júlio Prestes (1930)

Obs.: Afonso Pena, Venceslau Brás, Rodrigues Alves (1918) e Washington Luís foram eleitos como os únicos candidatos oficialmente registrados no pleito.

De forma plenamente democráticaEditar

  1. Eurico Gaspar Dutra (1945)
  2. Getúlio Vargas (1950)
  3. Juscelino Kubitschek (1955)
  4. Jânio Quadros (1960)
  5. Fernando Collor de Mello (1989)
  6. Fernando Henrique Cardoso (1994 e 1998)
  7. Luiz Inácio Lula da Silva (2002 e 2006)
  8. Dilma Rousseff (2010 e 2014)
  9. Jair Bolsonaro (2018)

Obs.: As eleições presidenciais da República Velha não podem ser consideradas democráticas dentro dos critérios atuais, pois careciam de sufrágio universal e voto secreto.

Em 1989 e 2018, a situação (PMDB/MDB, ambas as vezes) ficou restrita ao primeiro turno, apoiando o perdedor no segundo turno na primeira vez e na segunda optando pela neutralidade.

Eleitos indiretamenteEditar

Sublinhado, eleições vencidas por oposicionista; demais, pela situação.

  1. Deodoro da Fonseca (1891)
  2. Getúlio Vargas (1934)
  3. Castelo Branco (1964)
  4. Costa e Silva (1966)
  5. Emílio Médici (1969)
  6. Ernesto Geisel (1974)
  7. João Figueiredo (1978)
  8. Tancredo Neves (1985)

Obs.: Costa e Silva e Médici foram eleitos como candidato único.

Floriano Peixoto, que ascendeu ao cargo de presidente pela linha sucessória, foi eleito vice-presidente como oposição.

Não eleitosEditar

Em negrito, os que não ascenderam por linha sucessória, mas por golpe ou revolução; sublinhado, ascendeu por linha sucessória a partir de cargo não eletivo.

  1. Deodoro da Fonseca (18891891)
  2. Floriano Peixoto (18911894)
  3. Nilo Peçanha (19091910)
  4. Delfim Moreira (19181919)
  5. Getúlio Vargas (19301934; 19371945)
  6. José Linhares (19451946)
  7. Café Filho (19541955)
  8. Carlos Luz (1955)
  9. Nereu Ramos (19551956)
  10. Ranieri Mazzilli (1961)
  11. João Goulart (19611964)
  12. Ranieri Mazzilli (1964)
  13. Pedro Aleixo (1969, impedido)
  14. José Sarney (19851990)
  15. Itamar Franco (19921995)
  16. Michel Temer (2016–2018)

Ascenderam pela linha sucessória, cargosEditar

Vice-presidenteEditar

  1. Floriano Peixoto (18911894): assumiu o cargo em virtude de renúncia do titular (Deodoro da Fonseca).
  2. Nilo Peçanha (19091910): assumiu após o falecimento do titular (Afonso Pena)
  3. Delfim Moreira (19181919): tomou posse em lugar do titular (Rodrigues Alves), impedido por motivos de saúde e que viria a falecer em 16 de janeiro de 1919, sem ser empossado no cargo.
  4. Café Filho (19541955): assumiu o cargo em razão da morte do titular (Getúlio Vargas).
  5. João Goulart (19611964): assumiu o cargo após a renúncia do titular (Jânio Quadros).
  6. Pedro Aleixo: assumiria o cargo devido ao afastamento por motivos de saúde do seu titular (Costa e Silva), mas foi impedido pela Junta Governativa Provisória de 1969.
  7. José Sarney (19851990): tomou posse em lugar do titular (Tancredo Neves), impedido por motivos de saúde e que viria a falecer em 21 de abril de 1985, sem ser empossado no cargo.
  8. Itamar Franco (19921995): assumiu o cargo em razão de o titular (Fernando Collor) ter sido afastado pela Câmara dos Deputados.
  9. Michel Temer (2016–2018): assumiu o cargo em virtude do afastamento da titular (Dilma Rousseff).

Obs.: Em todas as vezes que os vice-presidentes foram chamados a assumir o cargo sucedendo ao titular, a única que resultou no cumprimento integral do período foi quando José Sarney exerceu a presidência da República.

Café, Goulart, Itamar e Temer foram eleitos vice-presidente de forma plenamente democrática; Floriano, Aleixo e Sarney foram indiretamente; Nilo e Delfim foram de forma direta, mas sem o sufrágio universal e voto secreto. Os cinco primeiros foram eleitos numa eleição diferente da eleição do presidente.

Afonso Pena, Venceslau Brás, Nereu Ramos e Augusto Rademaker também foram vice-presidente em algum momento de suas carreiras políticas.

Presidente da Câmara dos DeputadosEditar

  1. Carlos Luz (1955): assumiu em virtude do afastamento de Café Filho por motivos de saúde.
  2. Ranieri Mazzilli (1961 e 1964): assumiu interinamente após a renúncia de Jânio Quadros e posteriormente pela cassação de João Goulart.

Obs.: Nereu Ramos, Pedro Aleixo e Michel Temer também foram presidente da Câmara em algum momento de suas carreiras politicas.

Vice-presidente do SenadoEditar

  1. Nereu Ramos (19551956): assumiu devido ao impeachment de Luz e se manteve com o impeachment de Café Filho, até então afastado por motivos de saúde.

Presidente do STFEditar

  1. José Linhares (19451946): assumiu após renúncia forçada de Vargas, já que não havia vice-presidente no Estado Novo, bem como o Congresso encontrava-se fechado desde o início do regime. O presidente do STF não era incluso na linha sucessória da CF/37, mas assume-se que Linhares ascendeu pela sucessória por analogia.

Sepulturas dos ex-presidentesEditar

O Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro, é o que concentra o maior número de túmulos de ex-presidentes do Brasil. Atualmente são sete lá sepultados, sem contar outros dois que lá permaneceram até serem exumados e terem seus restos transferidos para outros locais. O primeiro ex-presidente brasileiro a ser cremado foi Itamar Franco.

Por ordem de falecimentoEditar

Por religiãoEditar

Sem fonte em contrário, considerar-se-á como católico.

Por número de filhosEditar

Presidentes homenageados em nomes de cidadesEditar

Quarenta e seis cidades de quinze estados apresentam nomes de vinte e um presidentes. A região com maior número de cidades com nomes de presidentes é a Sudeste (dezoito, prestigiando quinze presidentes) e o estado é Minas Gerais (nove, prestigiando seis presidentes), enquanto a região Centro-Oeste é a única que não homenageia nenhum. Já o estado com mais presidentes homenageados é São Paulo: sete, em sete cidades. Os presidentes com mais cidades em homenagem são Venceslau Brás e Floriano (quatro cada), sendo este último o homenageado em mais estados (quatro) e em mais regiões (três), embora divida esta última estatística com Campos Sales. Juscelino, Venceslau e Delfim Moreira são os únicos que nomeiam duas cidades de um mesmo estado (todos em Minas Gerais). Floriano é o único homenageado em nome de capital e de cidade litorânea (Florianópolis). Caso curioso é o de Roca Sales, que além do presidente brasileiro, também homenageia o presidente argentino Julio Roca.

O estadunidense John F. Kennedy é homenageado no nome de duas cidades brasileiras, Presidente Kennedy (Espírito Santo) e Presidente Kennedy (Tocantins).

Presidentes durante cada Copa do Mundo FIFAEditar

Presidentes durante cada OlimpíadaEditar

A primeira participação brasileira nos Jogos Olímpicos de Verão foi na edição de 1920, ausentando-se depois somente em 1928. Já nos de Inverno a primeira participação se deu em 1992, participando de todas as edições posteriores.

de VerãoEditar

Em negrito Olimpíadas que foram sediadas no Brasil.

de InvernoEditar

Presidentes em cada eleiçãoEditar

Presidentes em anos bissextosEditar

Presidentes em mais de uma décadaEditar

  1. Deodoro da Fonseca - décadas de 1880 e 1890
  2. Campos Sales - décadas de 1890 e 1900 (presidente em dois séculos - XIX e XX)
  3. Nilo Peçanha - décadas de 1900 e 1910
  4. Epitácio Pessoa - décadas de 1910 e 1920
  5. Washington Luís - décadas de 1920 e 1930
  6. Getúlio Vargas - décadas de 1930, 1940 e 1950
  7. Eurico Gaspar Dutra - décadas de 1940 e 1950
  8. Juscelino Kubitschek - décadas de 1950 e 1960
  9. Emílio Garrastazu Médici - décadas de 1960 e 1970
  10. João Figueiredo - décadas de 1970 e 1980
  11. José Sarney - décadas de 1980 e 1990
  12. Fernando Henrique Cardoso - décadas de 1990 e 2000 (presidente em dois séculos - XX e XXI - e em dois milênios - segundo e terceiro)
  13. Luiz Inácio Lula da Silva - décadas de 2000 e 2010

Presidentes que renomearam, fundaram, extinguiram ou uniram estados e territóriosEditar

Planos econômicos e de desenvolvimentoEditar

Assinaram nova constituiçãoEditar

Assinaram códigos jurídicosEditar

VigentesEditar

RevogadosEditar

Instauraram nova moedaEditar

Por indicações de ministros ao STFEditar

Ao momento, a instituição já teve 167 ministros e 168 nomeações (em conta do ministro Francisco Rezek, nomeado duas vezes), uma média de 8,4 por vaga (vinte vagas), desconsiderando 10 ministros do Supremo Tribunal de Justiça que ingressaram ao STF quando da Proclamação. A média por presidente é de 4,54 nomeações, desconsiderando os que não indicaram (o que inclui o atual), é de 5,09.

Dois presidentes foram ministros do STF: Epitácio Pessoa (indicado por Campos Sales em 1902, exercendo o cargo até 1912) e José Linhares (indicado por Getúlio Vargas em 1937, exercendo o cargo até 1956). Este último presidiu o Brasil na condição de presidente do STF.

Presidente da República N.º de ministros N.º dos que viraram presidentes do STF
Deodoro da Fonseca 15 3
Floriano Peixoto 15 2
Prudente de Morais 7 1
Manuel Vitorino Pereira (em exercício) 3
Campos Sales 2
Rodrigues Alves 5
Afonso Pena 2
Nilo Peçanha 2 2
Hermes da Fonseca 6
Venceslau Brás 4 1
Delfim Moreira 1
Epitácio Pessoa 3
Artur Bernardes 5 1
Washington Luís 4
Getúlio Vargas (1930 a 1945) 19 5 (6 presidências)
José Linhares 3 2
Eurico Gaspar Dutra 3 1
Getúlio Vargas (1951 a 1954) 2
Café Filho 0
Carlos Luz 0
Nereu Ramos 1
Juscelino Kubitschek 4 1
Jânio Quadros 1
Ranieri Mazzilli (1961 e 1964) 0
João Goulart 2
Humberto de Alencar Castelo Branco 8 4
Artur da Costa e Silva 4 1
Emílio Garrastazu Médici 4 2
Ernesto Geisel 7 3
João Figueiredo 9 4
José Sarney 5 2
Fernando Collor 4 2
Itamar Franco 1 1
Fernando Henrique Cardoso 3 2
Luiz Inácio Lula da Silva 8 6
Dilma Rousseff 5
Michel Temer 1
Jair Bolsonaro 0

Obs.: Os presidentes João Figueiredo e Fernando Collor nomearam o ministro Francisco Rezek em 1983 e em 1992, respectivamente.

Atual composiçãoEditar

Em negrito, atual presidente da Suprema Corte. Sublinhado, ex-presidentes.

Por data de posseEditar

15 de novembroEditar

  • Deodoro da Fonseca
  • Prudente de Morais
  • Campos Sales
  • Rodrigues Alves
  • Afonso Pena
  • Hermes da Fonseca
  • Venceslau Brás
  • Artur Bernades
  • Washington Luís

15 de marçoEditar

  • Artur da Costa e Silva
  • Ernesto Geisel
  • João Figueiredo
  • José Sarney
  • Fernando Collor de Melo

31 de janeiroEditar

  • Eurico Gaspar Dutra
  • Getúlio Vargas
  • Juscelino Kubitschek
  • Jânio Quadros

1° de janeiroEditar

  • Fernando Henrique Cardoso
  • Luís Inácio Lula da Silva
  • Dilma Rousseff
  • Jair Bolsonaro

Iniciaram e terminaram o governo no mesmo dia do calendárioEditar

Com Epitácio Pessoa, Castelo Branco e Médici, que governaram em período intermediário entre anos completos, são os eleitos que concluíram seus mandatos.

  1. Prudente de Morais
  2. Campos Sales
  3. Rodrigues Alves
  4. Hermes da Fonseca
  5. Venceslau Brás
  6. Artur Bernardes
  7. Eurico Gaspar Dutra
  8. Juscelino Kubitschek
  9. Ernesto Geisel
  10. João Figueiredo
  11. José Sarney
  12. Fernando Henrique Cardoso
  13. Luiz Inácio Lula da Silva

TimesEditar

Atuaram ou trabalharam diretamente no futebolEditar

Eleitos para período intermediário entre anos completosEditar

  • Deodoro da Fonseca: eleito para o período de 26 de fevereiro de 1891 a 15 de novembro de 1894 (3 anos, 8 meses e 20 dias), não concluído no entanto, pois encerrado em 23 de novembro de 1891 (8 meses e 28 dias de governo, com os 2 anos, 11 meses e 23 dias restantes completados pelo então vice).
  • Epitácio Pessoa: eleito para o período de 28 de julho de 1919 a 15 de novembro de 1922 (3 anos, 3 meses e 18 dias).
  • Castelo Branco: eleito para o período de 15 de abril de 1964 a 31 de janeiro de 1966 (1 anos, 9 meses e 16 dias), teve o mandato prolongado para 15 de março de 1967 (2 anos e 11 meses, tendo então 1 ano, 1 mês e 12 dias acrescidos).
  • Emílio Garrastazu Médici: eleito para o período de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974 (4 anos, 4 meses e 17 dias).
  • Fernando Collor: eleito para o período de 15 de março de 1990 a 1º de janeiro de 1995 (4 anos, 9 meses e 17 dias), não concluído no entanto, pois encerrado em 29 de dezembro de 1992 (2 anos, 9 meses e 14 dias de governo, com os 2 anos e 3 dias restantes completados pelo então vice).

Eleitos por Segundo TurnoEditar

  • Fernando Collor de Mello (1989)
  • Luís Inácio Lula da Silva (2002 e 2006)
  • Dilma Roussef (2010 e 2014)
  • Jair Bolsonaro (2018)

Eleitos diretamente com sucessores também eleitos diretamenteEditar

Tomaram posse no ano em que foram eleitosEditar

Tomaram posse no ano seguinte ao que foram eleitosEditar

Eleitos no cargo ou depois de deixá-loEditar

Eleitos enquanto presidentesEditar

Após já terem sido presidentesEditar

Derrotados em eleições presidenciaisEditar

Antes de se tornarem presidentesEditar

  • Prudente de Morais (1891)
  • Afonso Pena (1894)
  • Venceslau Brás (1910)
  • Getúlio Vargas (1930)
  • Lula da Silva (1989, 1994 e 1998)

Derrotados após terem sido presidentesEditar

  • Nilo Peçanha (1918 e 1922)
  • Artur Bernardes (1934)
  • Eurico Gaspar Dutra (1964)

Obs.: Nilo, no pleito de 1918, em que não se candidatou formalmente (era possível votar em quem não havia formalizado candidatura), perdeu para um ex-presidente, Rodrigues Alves. Desconsidera-se votações irrisórias (ao menos se for de segundo lugar) nas eleições da República Velha.

SilvasEditar

Na relação dos presidentes do Brasil, "Silva" é o sobrenome mais freqüente, aparecendo cinco vezes:

Joões e JosésEditar

No caso do prenome, João e José, respectivamente, são os mais frequentes, pois sete presidentes (considerando juntas e os que não assumiram) foram batizados com um dos dois prenomes masculinos mais populares no Brasil:

  • João de Deus Menna Barreto
  • José Isaías de Noronha
  • José Linhares
  • João Fernandes Campos Café Filho
  • João Belchior Marques Goulart
  • João Baptista de Oliveira Figueiredo
  • José Sarney de Araújo Costa (José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, nome de nascimento)

Com Júlio Prestes de Albuquerque, Jânio da Silva Quadros, Juscelino Kubitschek de Oliveira e Jair Messias Bolsonaro, são os onze cujo prenome se inicia com a letra 'J', a mais usada no começo de prenomes de presidentes brasileiros.

Pais estrangeirosEditar

Pai e mãe portuguesesEditar

Outros casosEditar

Ref: [17]

Nascidos no antigo Distrito FederalEditar

Membros da Academia Brasileira de LetrasEditar

MaçonsEditar

PresosEditar

  • Hermes da Fonseca: criticou a intervenção do governo federal na eleição estadual de Pernambuco, ficando preso inicialmente entre 2 e 3 de julho de 1922, retornando a cadeia dois dias depois até 6 de janeiro do ano seguinte, o que foi estopim para o movimento 18 do Forte. Presidente à época da prisão: Epitácio Pessoa; à época da soltura definitiva: Artur Bernardes.
  • Washington Luís: preso durante seu mandato, devido a Revolução de 1930, sendo encarcerado por vinte e sete dias, iniciados em 24 de outubro de 1930, partindo depois para exílio. Presidente à época da soltura: Getúlio Vargas.
  • Artur Bernardes: tentou realizar em Minas um foco de apoio ao movimento da Revolução de 1932, sendo preso em 23 de setembro de 1932 na cidade de Arapongas e indo para exílio no dia 4 de dezembro do mesmo ano, quando estava preso no Forte do leme. Presidente à época da prisão e soltura: Getúlio Vargas.
  • Café Filho: foi mantido em prisão domiciliar entre novembro e dezembro de 1955, como forma de garantir a posse de JK. Presidente à época da prisão e soltura: Nereu Ramos.
  • Jânio Quadros: teve de ficar confinado durante 120 dias em Corumbá (MS) no ano de 1968, iniciados em 30 de julho, por críticas ao regime vigente, apenas podendo transitar livremente dentro desta cidade, nos dois primeiros meses, e nos dois últimos, ficado restrito ao hotel em que se encontrava. Presidente à época da prisão e soltura: Costa e Silva.
  • Juscelino Kubitschek: em 13 de dezembro de 1968, Juscelino foi preso no contexto da promulgação do AI-5, sendo solto no dia 22 de dezembro, havendo depois um mês de prisão domiciliar.[20] Presidente à época da prisão e soltura: Costa e Silva.
  • Lula: condenado por corrupção em julho de 2017, o primeiro por crime comum, e preso no dia 7 de abril de 2018.[21] Presidente à época da prisão: Michel Temer.
  • Michel Temer: primeiro presidente do Brasil a responder por crime durante mandato, foi preso preventivamente no dia 21 de março de 2019 por corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes, sendo solto quatro dias depois. Preso novamente em 9 de maio de 2019 e solto no dia 15 do mesmo mês.[22][23] Presidente à época da prisões e solturas: Jair Bolsonaro.

Futuros presidentesEditar

ExiladosEditar

De forma voluntária ou não

Sofreram atentadoEditar

  • Prudente de Moraes, 5 de novembro de 1897, durante o mandato, sobreviveu.
  • Costa e Silva, 25 de julho de 1966, anterior ao mandato, sobreviveu.
  • José Sarney, 8 de novembro de 1967, anterior ao mandato, sobreviveu.
  • José Sarney, 25 de julho de 1987, durante o mandato, sobreviveu.
  • Jair Bolsonaro, 6 de setembro de 2018, durante a campanha presidencial, sobreviveu.

Ref.:[26][27]

Deram entrevista à revista Playboy (citadas na capa)Editar

Todos os presidentes homens eleitos na Nova República deram entrevista para a Playboy ao menos antes do mandato.

  • Lula, julho de 1979, edição 48, antes do mandato.
  • Fernando Henrique, setembro de 1984, edição 110, antes do mandato; agosto de 2006, edição 374, depois do mandato.
  • Fernando Collor, outubro de 1987, edição 147, antes do mandato; março de 1990, edição 176, antes do mandato; julho de 1995, edição 240, depois do mandato.
  • Jair Bolsonaro, junho de 2011, edição 433, antes do mandato.

Ano de ingresso no TwitterEditar

  • Temer, maio de 2009
  • Collor, junho de 2009
  • Bolsonaro, março de 2010
  • Dilma, abril de 2010
  • Itamar, julho de 2010
  • Sarney, fevereiro de 2011
  • Lula, setembro de 2014
  • Fernando Henrique, agosto de 2018

Homenageados em cédulasEditar

Ref.: [28]

Barba, cabelo e bigodeEditar

Não exerceram cargo político antes ou depois de seu mandatoEditar

Fecharam o CongressoEditar

Ref.:[29]

Gastos como ex-presidente (1999 a 2017)Editar

Valores em R$

  • Sarney, 8,9 milhões, média de 493 mil/ano
  • Collor, 8,3 milhões, média de 463 mil/ano
  • Fernando Henrique, 10 milhões, média de 716 mil/ano
  • Lula, 7,0 milhões, média de 1,17 milhões/ano
  • Dilma, 1,7 milhões, média de 1,4 milhões/ano

Ref.:[30]

Receberam menos votos que o vice-presidenteEditar

Ver tambémEditar

BibliografiaEditar

ReferênciasEditar

  1. «Biografia». Biblioteca. Consultado em 22 de junho de 2019 
  2. PRADO, Amanda (16 de maio de 2016). «Slogan 'Ordem e Progresso', escolhido por Michel Temer, retoma ideal positivista». O Globo. Consultado em 3 de julho de 2017 
  3. «A espiritualidade de JK». Tribuna do Norte. 21 de maio de 2010. Consultado em 17 de maio de 2019 
  4. «E DILMA ACREDITA EM DEUS? ELA RESPONDE! | Reinaldo Azevedo». VEJA.com. 21 de fevereiro de 2017. Consultado em 17 de maio de 2019 
  5. Fernandes, Sofia (14 de maio de 2010). «Após participar de missa, Dilma afirma ser católica». Folha.com. Consultado em 28 de maio de 2010 
  6. «Católico, Bolsonaro investe em pauta evangélica e domina segmento». Folha de S.Paulo. 30 de outubro de 2018. Consultado em 17 de maio de 2019 
  7. Peixoto, Alzira Vargas do Amaral (1960). Getúlio Vargas, meu pai. [S.l.]: Objetiva, 2017 
  8. A Ditadura Derrotada, Elio Gaspari, p. 361 e 362. "Luterano por hábito familiar, o general era um agnóstico discreto e anticlerical assumido."
  9. «Folha de S.Paulo - FHC diz que Lula é competitivo e que atraso comanda o PT - 08/08/2006». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 26 de fevereiro de 2019. FHC, que chegou a ser chamado de ateu, disse gosta de ir à missa. "Às vezes até ouço pela TV. Tenho um rosário na minha cabeceira. Acho que a religião está fazendo falta." 
  10. «Folha de S.Paulo - 'Acredito em Deus', diz Fernando Henrique - 2/4/1994». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 26 de fevereiro de 2019 
  11. «Fernado Henrique Cardoso se diz agnóstico no programa Manhattan Conection na globo news». Showyou. Consultado em 8 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2015 
  12. «AL homenageia Igreja Presbiteriana Independente». www.al.rn.gov.br. Consultado em 17 de maio de 2019 
  13. Lima, Marcos Paulo (31 de agosto de 2016). «De Eurico Gaspar Dutra a Michel Temer: o time do coração dos presidentes da República». Blog Drible de Corpo - Correio Braziliense. Consultado em 29 de junho de 2018 
  14. a b «Presidente Café Filho jogou pelo Alecrim». Verminosos por Futebol. 1 de outubro de 2014. Consultado em 13 de julho de 2019 
  15. a b Vinícius Faustini. «Em outra área: veja ex-presidentes do Brasil que têm ligação com futebol». Lance!. 28/10/2018. Consultado em 21 de maio de 2019 
  16. «Cinquenta histórias de futebol e Ditadura » Fórum Paranaense de Resgate da Verdade, Memória e Justiça». forumverdade.ufpr.br. Consultado em 13 de julho de 2019 
  17. Rodrigues, Fernando (1 de janeiro de 2011). «Filhos de imigrantes». Folha de São Paulo. Consultado em 1 de abril de 2018 
  18. «Em São Paulo, Michel Temer foi maçom por 14 anos». Zero Hora. 15 de maio de 2016. Consultado em 22 de março de 2019 
  19. «Maçons Presidentes do Brasil». Grande Oriente do Brasil. Consultado em 22 de março de 2019 
  20. Villela, Gustavo; Luiz Carneiro, Paulo (12 de julho de 2017). «Presidentes presos: Hermes da Fonseca, Arthur Bernardes, Washington Luís e JK». O Globo. Consultado em 15 de janeiro de 2018 
  21. «Lula se entrega à PF e é preso para cumprir pena por corrupção e lavagem de dinheiro». G1. Consultado em 12 de março de 2019 
  22. «Desembargador do TRF-2 manda soltar Michel Temer e mais presos». UOL. Consultado em 25 de março de 2019 
  23. «Temer se entrega à PF em São Paulo após nova ordem de prisão». G1. Consultado em 9 de maio de 2019 
  24. «Temer é o sétimo ex-presidente brasileiro preso». Superinteressante. Consultado em 22 de março de 2019 
  25. VICTORINO, Paulo. Brasil–Cem anos de República. (PDF). [S.l.: s.n.] 
  26. «ATENTADOS CONTRA SARNEY». Blog do Buzar. 6 de julho de 2013. Consultado em 7 de janeiro de 2019 
  27. «Conheça 8 atentados a políticos na História do Brasil». Gazeta do Povo. Consultado em 7 de janeiro de 2019 
  28. «Cédulas e moedas brasileiras». www.bcb.gov.br. Consultado em 13 de agosto de 2018 
  29. Agência Câmara Notícias (27 de setembro de 2018). «Parlamento brasileiro foi fechado ou dissolvido 18 vezes». Consultado em 19 de maio de 2019 
  30. Lúcio Vaz (7 de março de 2018). «Mordomias a ex-presidentes do Brasil já custaram R$ 36 milhões aos cofres públicos». Gazeta do Povo. Consultado em 19 de maio de 2019