Chega (partido político)

partido político português
(Redirecionado de CHEGA!)

Chega[nota 1] (sigla: CH) é um partido político português populista de direita, nacionalista e de direita radical.[1][21][22][23] Nas eleições legislativas portuguesas de 2019 conseguiu um assento no parlamento de Portugal.

CHEGA
Logo_Chega!
Presidente André Ventura
Secretário-geral Tiago Sousa Dias;
Pedro Pinto
Fundação 9 de abril de 2019 (2019-04-09)
Sede Lisboa, Portugal Portugal
Ideologia
Espectro político Extrema-direita[13][14][15][16][17]
Ala jovem Juventude CHEGA
Dividiu-se de Partido Social Democrata[18]
Membros 27.962[19]
Afiliação europeia Partido Identidade e Democracia[20]
Assembleia da República
1 / 230
Parlamento Europeu
0 / 21
Assembleia Legislativa dos Açores
1 / 57
Assembleia Legislativa da Madeira
0 / 47
Vereadores Municipais
19 / 2 074
Cores Azul escuro
Página oficial
partidochega.pt

A sua inscrição no registo dos partidos foi aceite pelo Tribunal Constitucional português a 9 de abril de 2019.[24]

Apesar do resultado aquém das expectativas nas eleições europeias de 2019 — onde membros do futuro partido concorreram na coligação Basta!, não elegendo nenhum eurodeputado —, nas eleições legislativas de 2019 o CHEGA conseguiu eleger André Ventura pelo círculo eleitoral de Lisboa e obtendo votações expressivas no Sul, como, por exemplo, 2,73% em Portalegre.

Em julho de 2020, aderiu ao grupo europeu Identidade e Democracia (ID).[25]

História

 
André Ventura, fundador e presidente do partido.

Fundação

Foi criado a partir de pequenos grupos dentro do Partido Social Democrata por André Ventura.[18] A sua carreira teve destaque nos meios de comunicação social quando acusou as comunidades ciganas de viverem num estado de benefícios.[18] Visto por comentadores como uma tentativa de importar o discurso xenófobo que estava a aparecer noutros países da Europa, teve destaque por ser um representante do segundo maior partido de então (assim como por ser um comentador de futebol, o que aumentou a sua visibilidade), tendo na sua fundação menos ligações aos movimentos de extrema-direita tradicionais do que atualmente.[18]

Ao contrário de outros partidos de direita radical em Portugal, que, devido à falta de cobertura ou à visibilidade negativa dada pela comunicação social, não se conseguiram apresentar como credíveis, o Chega foi tratado com muito mediatismo.[26] Os pesquisadores Mariana Mendes e James Dennison atribuem isto à sua origem no PSD, assim como à sua campanha de combate ao chamado “politicamente correto”.[26]

1.ª Convenção – Oeiras (29 e 30 de junho de 2019)

Na primeira convenção do CHEGA foi escolhido o seu líder e os cabeças-de-lista das duas áreas metropolitanas do país. André Ventura saiu vencedor da votação desta convenção, com 94% dos votos.[27]

Para cabeças-de-lista das diferentes regiões, ficou acordado que André Ventura seria o cabeça-de-lista pelo distrito de Lisboa e que o cabeça-de-lista pelo distrito do Porto seria Hugo Ernano, militar da GNR condenado por matar um jovem durante uma perseguição que sucedia a um assalto.[28]

Foi anunciado que o partido apresentaria um candidato próprio às eleições presidenciais portuguesas de 2021. Deixou também a confirmação de que se iria reunir com o líder do partido espanhol Vox, Santiago Abascal.[29]

2.ª Convenção – Évora (19 e 20 de setembro de 2020)

Na segunda convenção do CHEGA, decorrida em Évora, cerca de quinhentos congressistas estiveram presentes. Nesta convenção foram apresentadas diversas moções, como, por exemplo, a criação da Juventude CHEGA, que foi aprovada, tendo também sido discutidos problemas demográficos, entre outros.[30] Além disso apresentaram-se também alterações estatutárias e programáticas.

Nesta convenção o líder André Ventura afirmou que trabalharia para ficar no segundo lugar da primeira volta das eleições presidenciais de 2021 e que nas eleições legislativas seguintes colocaria o Bloco de Esquerda atrás do Chega.[31]

No segundo dia da convenção, o presidente do partido, André Ventura, apresentou uma lista para a direção nacional, que foi rejeitada, com 183 votos favoráveis e 193 desfavoráveis, sendo que para a aprovação seriam necessários dois terços das intenções de voto.[32]

Este último dia da convenção teve a participação de membros de partidos pertencentes ao grupo Identidade e Democracia (ID), nomeadamente o eurodeputado Thierry Mariani, do partido Rassemblement National, o presidente do ID Gerolf Annemans, o eurodeputado Nicolas Bay, também do Rassemblement National. Foi também passado um vídeo da presidente do Rassemblement National, Marine Le Pen,[33] e por fim um vídeo do eurodeputado Marco Zanni, do partido italiano Lega Nord.

Pela segunda vez, o líder André Ventura apresentou a sua lista para a direção nacional do partido, que foi de novo chumbada, com 219 votos a favor e 121 contra.[34] André Ventura pediu a suspensão dos trabalhos ao Presidente da Mesa e prometeu apresentar a terceira lista à direção nacional do partido.

Foi à terceira vez que André Ventura conseguiu que a proposta à direção nacional fosse aprovada, com os dois terços necessários da convenção nacional,[35] autorizando assim a formação da direção nacional do partido.

3.ª Convenção - Coimbra (28 a 30 de maio de 2021)

A terceira convenção do partido decorreu em Coimbra, com cerca de 700 pessoas, entre eles 500 congressistas.[36] O início do dia da convenção deu-se com uma marcha pela cidade, antes da abertura dos trabalhos.[37]

André Ventura abre o congresso com um discurso, criticando Rui Rio e o CDS, dizendo que o CHEGA não seria o "CDS 2.0" nem uma "muleta" de um futuro governo do PSD.[38] No dia 29 de setembro aconteceu o debate e a votação das moções sectoriais globais e das propostas de alterações aos estatutos, ficando a noite dedicada às intervenções políticas de dirigentes e delegados.[39]

No ultimo dia da convenção foram eleitos os órgãos nacionais do partido: o conselho de jurisdição, os conselheiros nacionais, a direção nacional e a mesa do congresso nacional.[40] A direção nacional foi eleita à primeira volta, com 80%, Rodrigo Alves Taxa foi eleito presidente do conselho de jurisdição e a mesa do congresso nacional teve de ir a uma segunda volta, pois houve um empate.[41][42] Na segundo votação foi reeleito o presidente da mesa, Luís Filipe Graça.[43] Em seguida, Matteo Salvini discursa, dizendo que esperava que o CHEGA fosse o primeiro partido de Portugal, criticando o islão - afirmando que "tanto Portugal como Itália são países cristãos, pelo que não há lugar para o fanatismo islâmico” -, destacando, de caminho, a família e os seus valores.[44] Também discursou Ludovit Goga, dirigente do partido eslovaco Nós Somos Família.[45] Por fim, discursou uma representante do partido israelita, Likud, que agradeceu o apoio do CHEGA em reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e que terminou o seu discurso dizendo que o CHEGA "não é um partido xenófobo”.[46] O congresso finaliza com o discurso de André Ventura.[47]

Fusão com os militantes do PPV/CDC

Também no ano de 2020, um outro partido conservador, o Partido Cidadania e Democracia Cristã, que já tinha concorrido em conjunto com o Chega nas eleições parlamentares europeias de 2019 (no âmbito da coligação BASTA) e nas legislativas desse mesmo ano (com militantes seus integrados na candidatura do Chega) procurou uma fusão entre os dois partidos, concretizada no Chega. Essa decisão seria justificada pelo facto de ambos os partidos terem projetos políticos comuns e que, com a criação do Chega, os objetivos políticos do PPV/CDC estariam representados.[48] Todavia, o Tribunal Constitucional não permitiu esta fusão, justificando que fusões partidárias não estão previstas na Lei dos Partidos Políticos. Como consequência, o Partido Cidadania e Democracia Cristã requereu a sua dissolução ao Tribunal Constitucional (efetiva a 10 de novembro desse ano), aconselhando os seus militantes a aderirem ao Chega.[49]

Ideologia e programa

É descrito academicamente como parte de uma nova direita radical portuguesa, que esteve afastada desde a revolução de 25 de abril de 1974.[14][15][17] Segundo Riccardo Marchi, é "[...] apontado, também nalguns meios académicos, como um partido racista, fascista, perigoso para a democracia portuguesa".[50]

No seu manifesto, descreve-se como "um partido político de base e natureza nacionalista, liberal na economia, democrática, conservadora nos costumes e personalista".[51][52] Segundo o manifesto, declara como fundamental proteger a dignidade da pessoa humana, "contra todas as formas de totalitarismo", assim com a promoção de uma justiça efetiva e a diminuição da presença do Estado na economia. Na declaração de princípios que entregou ao Tribunal Constitucional, o CHEGA afirmou rejeitar "racismo, xenofobia e qualquer forma de discriminação"; deseja "igualdade de oportunidades" para os portugueses e aposta no "combate à corrupção" e "numa economia forte".[53] Segundo o manifesto, afirma "defender os valores civis das sociedades de matriz europeia".[51]

O partido apresenta-se como conservador social e nacional,[54] economicamente liberal, mas centrado nos valores da família tradicional em questões de costumes. Afirma inspirar-se no pensamento de autores como Locke, Montesquieu ou Burke, nomes que influenciaram o pensamento conservador do século XIX.[55]

Fim dos serviços públicos

No programa eleitoral apresentado às eleições legislativas de 2019, o CHEGA defendia o fim dos serviços públicos na saúde e educação, sustentando que não compete ao Estado "a produção ou distribuição de bens e serviços, sejam esses serviços de educação ou de saúde", ou sejam "vias de comunicação ou meios de transporte". Pretende retirar o aborto e as cirurgias de redesignação de sexo da saúde pública, o que "implicará o fim imediato dos apoios do Estado e da subsidiação quer do aborto, quer da mudança de sexo através do Serviço Nacional de Saúde".[56]

Órgãos Nacionais do Partido

Direção Nacional

O presidente do Chega é a figura política mais importante do partido. O cargo é ocupado por André Ventura desde 2019.[57]

De acordo com o artigo 23.º dos estatutos do partido, o Presidente da Direção Nacional é eleito em eleições diretas pelo voto livre de todos os militantes do partido, nos termos do Regulamento Eleitoral, e compete-lhe, entre outras funções: De acordo com o mesmo artigo, cabe ao presidente da direção nacional:[58]

  • Apresentar publicamente a posição do partido CHEGA sobre as matérias da competência da Direção Nacional;
  • Representar o partido perante os órgãos de Estado e os demais partidos;
  • Presidir à Direção Nacional e às respetivas reuniões.

De acordo com a Lei das precedências do Protocolo do Estado Português, o presidente do Chega, tal como os líderes de outros partidos com assento parlamentar, é o 16º da ordem de precedência no Protocolo de Estado Português.[59]

# Presidente Retrato Círculo eleitoral Início do mandato Fim do mandato Primeiro-Ministro (dois mandatos)
1 André Claro Amaral Ventura   Lisboa 9 de abril de 2019 presente   António Costa 2015-presente

Presidente: André Ventura

Vice-Presidentes:

1º VP: António Tânger Correa

2º VP: Gabriel Mithá Ribeiro

3º VP: Pedro Frazão

4º VP: Ana Motta Veiga

5º VP: Marta Trindade

Vogais Adjuntos:

1º Vogal: Ricardo Regalla Dias

2º Vogal: Diogo Pacheco de Amorim

3º Vogal: Nuno Pinto Afonso

4º Vogal: Rita Matias

5º Vogal: Rui Paulo Sousa

6º Vogal: Patrícia Carvalho

Secretários Gerais:

Tiago Sousa Dias

Pedro Pinto

Ref:[60]

Mesa do Congresso Nacional

Presidente: Luís Filipe Graça

Vice-Presidente: Ana Vitória Ferreira

Secretários:

Elisa Carvalho;

Susana Leão;

Ref:[60]

Conselho de Jurisdição

Presidente: Rodrigo Alves Taxa

Membros:

  • Marta Cerqueira Gonçalves;
  • Ana Dias Pinto;
  • João Lopes Aleixo;
  • Ana Caldeira Figueiredo;
  • Maria Inês Pereira;
  • Raquel Rodrigues.

Ref:[60]

Comissão de Ética

Coordenador- Geral: Rui Paulo Sousa

Membros:

  • Luís Montenegro;
  • Márcia Ferreira da Silva;
  • Pedro Marques;
  • Frederico Santana Carrilho.

Ref:[60]

Distritais

Representantes distritais[60]

Distrital Presidente Vice-presidentes
  Açores
  Faro João Paulo da Silva Graça Sandra Margarida de Melo Pereira Ribeiro

Sandra Marisa Godinho de Oliveira e Castro

  Lisboa Pedro Pessanha Patrícia Almeida

Nuno Pardal

  Aveiro Hugo Sousa José Rangel

Cândido Oliveira

  Beja Pedro Miguel Soares Pinto Alda Ferreira Simões Pires

André Varela Costa Romano Colaço

  Braga António Felipe Dias Melo peixoto Carlos Alberto Barbosa Vieira Pinto

Eugénia Fernanda Sales Teixeira dos Santos

  Bragança José Júlio Vaz Pires Cidália de Almeida Martins

Luís Fernandes Gonçalves Viana

  Castelo Branco Paulo Mendes Guilherme Serra

Carlos Curto

  Coimbra Paulo Jorge Rodrigues Nogueira Seco Eliseu da Costa Neves

Fernando José Martins de Melo

  Évora Carlos Valença Ferreira Walter de Magalhães João Francisco Perinhas Loureiro Ramos

Manuel Vaz Freire Saragoça

 Guarda José Marques Hugo Tavares

Marco Ribeiro

 Leiria Luís Paulo Pereira Fernandes Rui Alexandre Nunes Fernandes

Diogo Eduardo Rego Pereira

  Madeira Fernando Pereira Gonçalves Martinho Filipe de Jesus Gouveia

Luis Filipe de Sá Vieira

  Portalegre Júlio José Pires Paixão Maria Manuel Maças Romão Tavares

Vanda Sofia Carreteiro de Palma

  Porto Rui Pedro da Silva Afonso Luís Manuel Fernandes Couraceiro

Nuno Miguel Ribeiro Pontes

  Santarém Manuela Estevão Mário Lucas

Paulo Bolrão

  Setúbal Luís Mauricio Carlos carrasco
  Viana do Castelo Maria Cristina saleiro Miranda Carlos Alberto Cardoso Gomes-Pinto

Artur Alberto Dias Trindade  

  Vila Real José Manuel Pereira Dias Sérgio Miguel Parra Ramos

Valdemar da Silva Carneiro

  Viseu João José Rodrigues Tilly Pedro Osório B. Calheiros

Amélia Maria da S. Soares

Juventude CHEGA

Na sequência da criação da Juventude CHEGA, foi criada a Comissão Instaladora. Com a seguinte constituição:[61]

  • Frederico Santana;
  • Maria João Marcelino;
  • Ricardo Reis;
  • Carolina Garcia;
  • Henrique Gomes;
  • Maria Inês Pereira.

Resultados eleitorais

Eleições legislativas

Data Líder Cl. Votos % +/- Deputados +/- Status
2019 André Ventura 7.º 66 442
1,30 / 100,00
Novo
1 / 230
Novo Oposição
Resultados por círculo eleitoral

Açores

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 9.º 709
0,85 / 100,0
Novo
0 / 5
Novo

Aveiro

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 8.º 2 600
0,74 / 100,0
Novo
0 / 16
Novo

Beja

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 6.º 1 313
2,04 / 100,0
Novo
0 / 3
Novo

Braga

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 10.º 3 177
0,68 / 100,0
Novo
0 / 19
Novo

Bragança

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 533
0,84 / 100,0
Novo
0 / 3
Novo

Castelo Branco

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 1 187
1,27 / 100,0
Novo
0 / 4
Novo

Coimbra

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 9.º 1 836
0,90 / 100,0
Novo
0 / 9
Novo

Évora

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 6.º 6 624
2,22 / 100,0
Novo
0 / 3
Novo

Faro

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 3 690
2,14 / 100,0
Novo
0 / 9
Novo

Guarda

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 1 135
1,48 / 100,0
Novo
0 / 3
Novo

Leiria

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 3 321
1,49 / 100,0
Novo
0 / 10
Novo

Lisboa

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 9.º 22 053
2,00 / 100,0
Novo
1 / 48
Novo

Madeira

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 11.º 911
0,70 / 100,0
Novo
0 / 6
Novo

Portalegre

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 6.º 1 407
2,73 / 100,0
Novo
0 / 2
Novo

Porto

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 10.º 5 708
0,61 / 100,0
Novo
0 / 40
Novo

Santarém

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 4 210
2,03 / 100,0
Novo
0 / 9
Novo

Setúbal

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 7 643
1,93 / 100,0
Novo
0 / 18
Novo

Viana do Castelo

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 8.º 858
0,70 / 100,0
Novo
0 / 6
Novo

Vila Real

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 791
0,79 / 100,0
Novo
0 / 5
Novo

Viseu

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 7.º 1 721
0,97 / 100,0
Novo
0 / 8
Novo

Europa

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 10.º 913
0,85 / 100,0
Novo
0 / 2
Novo

Fora da Europa

Data CI. Votos % +/- Deputados +/-
2019 11.º 465
0,92 / 100,0
Novo
0 / 2
Novo

Eleições europeias

Data Cabeça de lista Cl. Votos % +/- Deputados +/-
2019 Basta!
0 / 21


Eleições presidenciais

Data Candidato apoiado 1.ª volta Ref.ª
Cl. Votos %
2021 André Ventura 3.º 496.770
11,9 / 100,00
[62]
Resultados por círculo eleitoral

Açores

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 7 560
9,38 / 100,0
Novo

Aveiro

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 25 894
9,62 / 100,0
Novo

Beja

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 8 490
16,19 / 100,0
Novo

Braga

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 39 281
10,70 / 100,0
Novo

Bragança

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 7 939
17,61 / 100,0
Novo

Castelo Branco

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 9 920
13,95 / 100,0
Novo

Coimbra

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 15 682
10,01 / 100,0
Novo

Évora

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 9 720
16,76 / 100,0
Novo

Faro

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 26 023
16,69 / 100,0
Novo

Guarda

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 7 737
14,33 / 100,0
Novo

Leiria

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 22 576
12,50 / 100,0
Novo

Lisboa

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 123 644
12,85 / 100,0
Novo

Madeira

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 10 642
9,85 / 100,0
Novo

Portalegre

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 7 908
20,04 / 100,0
Novo

Porto

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 63 194
8,42 / 100,0
Novo

Santarém

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 26 260
15,76 / 100,0
Novo

Setúbal

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 43 720
12,86 / 100,0
Novo

Viana do Castelo

Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 10 177
11,38 / 100,0
Novo

Vila Real

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 10 347
13,70 / 100,0
Novo

Viseu

Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 16 446
13,16 / 100,0
Novo

Estrangeiro

Europa
Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 2 282
12,60 / 100,0
Novo
África
Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 462
19,53 / 100,0
Novo
América
Data CI. Votos % +/-
2021 2.º 664
10,99 / 100,0
Novo
Ásia e Oceânia
Data CI. Votos % +/-
2021 3.º 205
9,01 / 100,0
Novo

Eleições Autárquicas

Câmaras Municipais

Data CI. Votos % +/- Presidentes CM +/- Vereadores +/- Deputados

Municipais

+/- Deputados de

Freguesia

+/- Ref
2021 6.º 208 206
4,16 / 100,00
Novo
0 / 308
Novo
19 / 2 074
Novo
173 / 6 461
Novo
205 / 27 019
Novo [63]

Eleições regionais

Região Autónoma dos Açores

Data Cl. Votos % +/- Deputados +/- Status
2020 4.º 5 260
5,06 / 100,00
Novo
2 / 57
Novo Apoio parlamentar

Região Autónoma da Madeira

Data Cl. Votos % +/- Deputados +/- Status
2019 13.º 619
0,43 / 100,00
Novo
0 / 47
Novo Extra parlamentar

Notas

  1. O nome oficial do partido, tal como está registado no Tribunal Constitucional e como surge nos boletins de voto, é escrito em maiúsculas.

Referências

  1. a b c d Miranda, Giuliana (17 de fevereiro de 2020). «Direita nacionalista com discurso antissistema avança em Portugal» . Folha de S.Paulo. Lisboa. Consultado em 9 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 11 de abril de 2021 
  2. «Chega: extrema-direita ou populismo de direita radical?» . Consultado em 30 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2019 
  3. «'Politico' sublinha pouca adesão de Portugal ao movimento populista». Jornal Expresso. Consultado em 29 de maio de 2019. Cópia arquivada em 29 de maio de 2019. Artigo sobre a campanha para as europeias refere as escassas hipóteses de a coligação Basta! eleger um eurodeputado e avança as razões para o país resistir à vaga de extrema-direita que atingiu o resto da Europa. 
  4. a b Léonard 2020, p. 208.
  5. «Manifesto». CHEGA!. Consultado em 15 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2020 
  6. a b Léonard 2020, p. 207.
  7. «Portugal election result cements modest gains for Europe's centre-left». The Guardian. 7 de outubro de 2019 
  8. «Socialist Antonio Costa wins Portugal election, will continue 'contraption' coalition». Euronews. 7 de outubro de 2019 
  9. a b Santos & Roque 2021, pp. 53-54.
  10. «The instinctive multilateralist: Portugal and the politics of cooperation». European Council on Foreign Relations. 2 de outubro de 2019 
  11. Marchi 2020, p. 215.
  12. Serrano 2020, p. 237.
  13. Reis 2020, p. 78.
  14. a b Marchi & Boas 2020.
  15. a b Marchi & Lisi 2020.
  16. Baptista 2020, p. 6.
  17. a b Mendes & Dennison 2020, p. 3.
  18. a b c d Mendes & Dennison 2020, p. 10.
  19. «Só um em cada cinco militantes do Chega inscritos nos cadernos eleitorais votou em Ventura» 
  20. «Chega oficializa ligação à extrema direita europeia». Revista Sábado. Consultado em 2 de julho de 2020. Cópia arquivada em 2 de julho de 2020 
  21. Almeida, São José (26 de Janeiro de 2019). «Opinião. Chega um partido populista de extrema-direita a Portugal». PÚBLICO. Consultado em 2 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 9 de julho de 2019 
  22. «A extrema-direita chega a Portugal?». Wort.lu. 12 de abril de 2019. Consultado em 2 de dezembro de 2019. Cópia arquivada em 18 de maio de 2019 
  23. «'Politico' sublinha pouca adesão de Portugal ao movimento populista». Jornal Expresso. Consultado em 29 de maio de 2019. Cópia arquivada em 29 de maio de 2019 
  24. «Partidos registados e suas denominações, siglas e símbolos». Tribunal Constitucional de Portugal. Consultado em 10 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 2 de junho de 2019 
  25. «Chega adere ao grupo europeu de extrema-direita Identidade e Democracia». Observador. 18 de julho de 2020. Consultado em 2 de julho de 2020. Cópia arquivada em 2 de julho de 2020 
  26. a b Mendes & Dennison 2020, p. 20.
  27. Martins, Ruben. «André Ventura escolhe militar da GNR condenado para encabeçar lista do Chega pelo Porto». PÚBLICO. Consultado em 2 de julho de 2019. Cópia arquivada em 2 de julho de 2019 
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Bibliografia

Fontes bibliográficas

Ligações externas