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TV Aratu

emissora de televisão brasileira de Salvador, BA
TV Aratu
TV Aratu S/A
Salvador, Bahia
Brasil
Tipo Comercial
Canais Digital: 25 UHF
Virtual: 4 PSIP
Outros canais 04 e 504 HD (NET)
04 (Sim TV)
07 (RCA)
ver mais
Analógico:
04 VHF (1969-2017)
Sede  Salvador, BA
Slogan Tem Bahia, tem você
Rede SBT
Rede(s) anterior(es)
Fundador
  • Alberto Maluf
  • Nilton Nunes Tavares
  • Luís Viana Neto
  • Carlos Alberto Jesuíno dos Santos
  • Humberto Castro
Pertence a Grupo Aratu
Proprietário Nilo Moraes Coelho
Antigo proprietário Nilton Nunes Tavares (1969-1992)
Presidente Silvio Roberto Coelho
Fundação 15 de março de 1969 (49 anos)
CNPJ 15.199.136/0001-40
Prefixo ZYA 296
Nome(s) anteriore(s) CNT Aratu (1995-1997)
Cobertura Estado da Bahia
Coord. do transmissor 12° 59' 49.7" S 38° 30' 2.5" O
Potência 5 kW
Página oficial aratuonline.com.br

TV Aratu é uma emissora de televisão brasileira sediada em Salvador, capital do estado da Bahia. Opera no canal 4 (25 UHF digital), e é afiliada ao SBT. Pertence ao Grupo Aratu, um conglomerado de mídia de propriedade do empresário e político Nilo Moraes Coelho, e do qual também fazem parte a Rádio Cultura de Guanambi, o website Aratu Online, a Ei! Mídia Exterior e a Chaves Outdoor. É a segunda emissora de televisão mais antiga da Bahia, vindo depois da então TV Itapoan.

Índice

HistóriaEditar

Rede Globo (1969 a 1987)Editar

A emissora foi fundada sem nome em 15 de março de 1969 por um conjunto de acionistas que envolviam o paulista Alberto Maluf e os baianos Carlos Alberto Jesuíno dos Santos, Luís Viana Neto, Humberto Castro e Nilton Nunes Tavares, como a segunda emissora de televisão do estado da Bahia, que até então só possuía a TV Itapoan, fundada em 1960 pelos Diários Associados.[1] Após vários nomes serem cogitados, é apenas em julho, quatro meses depois de fundada, que a emissora passa a se chamar TV Aratu, que remete ao crustáceo que habita os manguezais do Recôncavo baiano. Desde a sua fundação, o logotipo da emissora é um galo, ave símbolo da capoeira, e razão pela qual a mesma é conhecida como "emissora do galinho".

Em seu início, a programação local era feita de forma independente, mas ainda no mesmo ano, a TV Aratu firma contrato com a Rede Globo e torna-se afiliada da emissora carioca no estado, e não tardou para desbancar a TV Itapoan e tornar-se líder de audiência. Em 1973, tornou-se a primeira emissora a transmitir à cores, e para comemorar o feito lançou o slogan A liderança colorida. No seu aniversário de dez anos, em 1979, a emissora levou ao ar um institucional produzido pela DM9 de Duda Mendonça, que ressaltava a religiosidade do povo baiano.[2] Convidado a assistir o filme, o então ministro das comunicações Haroldo Corrêa de Mattos, declarou: "Isso é poesia visual. É o filme mais bonito que vi em toda minha vida!".[3]

Na década de 1980, a emissora iniciou sua expansão para o interior do estado, instalando retransmissoras que captavam o sinal através de enlaces de micro-ondas. Mesmo com a concorrência que começava a se intensificar com a chegada de novas emissoras no decorrer da década, a TV Aratu continuava líder de audiência na programação local e nacional.

Caso NEC e desfiliação da Rede GloboEditar

 Ver artigo principal: Caso NEC

Em 1987, a TV Aratu passou por um dos piores momentos de sua história, quando teve seu contrato com a Rede Globo rescindido de maneira inesperada após 18 anos de afiliação, e por sua vez passou a ser afiliada a Rede Manchete após a disputa judicial ocorrida entre a emissora e a TV Bahia, de Antônio Carlos Magalhães, além dos posteriores prejuízos financeiros sofridos.

O principal motivo disto ter acontecido, foi por causa de um acordo feito entre Roberto Marinho (na época proprietário das Organizações Globo) e Antônio Carlos Magalhães. Quando ministro das comunicações na gestão do presidente José Sarney em 1986, ACM suspendeu vários contratos que o Governo Federal tinha com a NEC do Brasil, na época pertencente ao empresário Mário Garnero, do grupo Brasilinvest. Isso acabou gerando várias dificuldades financeiras a empresa, que tinha o governo como seu principal cliente (na época, a NEC era a principal fornecedora de equipamentos ao governo). Com isso, a matriz japonesa da NEC teve de comprar novamente as ações da empresa e posteriormente revendê-las a Roberto Marinho, criando assim um acordo entre a NEC e as Organizações Globo. Logo em seguida, ACM restabeleceu os contratos que o governo tinha com a NEC, e também ajudou as Organizações Globo a terminar de comprar o restante das ações.[4] Com isso, em dezembro de 1986, Roberto Marinho concedeu a ACM o direito de afiliação da Rede Globo a TV Bahia, fundada em 1985, rescindindo assim o contrato de 18 anos que tinha com a TV Aratu, que deveria trocar de afiliação em 20 de janeiro.

A partir daí, se iniciou uma longa batalha judicial e política entre as duas emissoras. Em 13 de janeiro, Luís Viana Neto, um dos acionistas da emissora, foi até Brasília juntamente com outros 19 deputados reclamar com o presidente José Sarney a respeito da interferência de ACM nas comunicações do estado.[5] Em 15 de janeiro, o juiz Luiz Fux, da 9ª Vara Cível do Rio de Janeiro, concedeu a TV Aratu uma liminar que impedia a TV Bahia de retransmitir o sinal da Globo.[6] A liminar acabou derrubada em 23 de janeiro, após a Rede Globo impetrar um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro para assegurar a transmissão da sua programação pela TV Bahia.[7] Assim que recebeu a notificação, sem avisar aos telespectadores, a emissora de imediato começou a transmitir o sinal da Globo. A TV Aratu no entanto se recusou a trocar de afiliação, o que fez com que os telespectadores baianos tivessem dois canais transmitindo a Globo por três dias seguidos em todo o estado.[8]

Por ordem da direção regional do DENTEL, a TV Aratu foi forçada a deixar de transmitir a programação da Globo em 26 de janeiro. Neste dia, logo após o fim do Globo Esporte por volta das 13h, a âncora do Aratu Notícias 1ª edição, Lídia Andreata, leu através de nota oficial que a TV Aratu iria deixar de veicular a programação da Globo por determinação do DENTEL, e agradeceu aos telespectadores pela solidariedade.[9] A emissora então passou a transmitir a programação da Rede Manchete, e continuou na justiça tentando anular o mandado de segurança da Globo. Em 31 de março, os desembargadores Jorge Loretti, Narciso Pinto e Astrogildo Freitas da 5ª Câmara Cível do Rio de Janeiro suspenderam o mandado de segurança da Globo após julgarem que a rede entrou com o recurso fora do prazo.[10] A TV Aratu voltou após 64 dias a retransmitir a Globo, mas a TV Bahia não acatou a ordem de imediato e mais uma vez ambas transmitiram a mesma programação.[11] A batalha judicial se estendeu por mais três meses, até que finalmente em 6 de julho, o desembargador Nicolau Mary Júnior concedeu a liminar em favor da Globo, e a TV Bahia enfim pode retransmitir, em definitivo, a programação da rede carioca.[12] Os advogados da TV Aratu ainda tentaram reverter a decisão nos meses seguintes, sem sucesso.

Rede Manchete (1987 a 1995)Editar

Com o contrato rescindido com a Globo após 18 anos de afiliação, a TV Aratu passou a transmitir o sinal da Rede Manchete, outrora retransmitida pela TV Bahia. Isso gerou uma verdadeira fuga de anunciantes da emissora, o que fez com que a sua receita caísse drasticamente em 80%, acarretando em um grande prejuízo financeiro. Além disso, a qualidade de transmissão da TV Aratu caía vertiginosamente, talvez pelo fato dos equipamentos que já eram ultrapassados não serem substituídos por novos.

Estando numa situação análoga a da rede, a Aratu simplesmente parou de investir na qualidade de sua programação local, deixando inclusive de mencionar a sua afiliação com a Manchete e de ser líder de audiência. A situação da emissora muda entre 1988 a 1992, quando novelas, séries e programas (entre elas a novela Pantanal e séries japonesas) da Manchete levam a Aratu para a liderança de audiência no estado.

Em 1988, a TV Aratu promoveu alterações no seu quadro societário. Nilton Nunes Tavares, diretor-presidente da emissora, que até então possuía 25% das ações, comprou pela quantia de 7 milhões de dólares o restante dos demais acionistas e negociou com o então governador Waldir Pires e o deputado Joaci Góes (proprietário do jornal Tribuna da Bahia).[13] Joaci ficou com 30% das ações, enquanto 40% foi repassado a empresários ligados ao governador.[14]

Em 1992, a emissora é novamente vendida, agora para o ex-governador da Bahia, Nilo Moraes Coelho, que comprou 70% das ações. Silvio Roberto Coelho passa a ser o diretor-presidente da emissora.[1] Joaci Góes, proprietário dos outros 30%, ainda continuaria como sócio da TV Aratu até abril de 2001, quando vendeu a sua parte para Coelho.[15] No inicio de 1995, notas publicadas em jornais baianos davam conta de um arrendamento da emissora para as Organizações Martinez, proprietária da Central Nacional de Televisão (CNT), rede de televisão em franca expansão no país.

Central Nacional de Televisão (1995 a 1997)Editar

Em junho de 1995, após oito anos como afiliada da Rede Manchete, a TV Aratu deixa a rede carioca e torna-se afiliada da CNT, por ocasião do seu arrendamento de dois anos para as Organizações Martinez, na época, sob o comando do dono do Banco Bamerindus, José Eduardo de Andrade Vieira. A qualidade da programação local da emissora e do seu sinal melhora consideravelmente, e um ano após ter se afiliado à rede paranaense, a TV Aratu muda seu nome fantasia para CNT Aratu.[16]

Em junho de 1997, quando estava para findar o contrato de arrendamento das Organizações Martinez, os proprietários da emissora assinaram com o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), uma vez que a rede ficaria sem sinal no estado com a compra da TV Itapoan pela Rede Record, e sua posterior entrada na rede em 16 de junho.

Sistema Brasileiro de Televisão (1997-presente)Editar

À meia-noite do dia 16 de junho de 1997, a emissora deixa a CNT e passa a ser afiliada ao SBT, no mesmo dia em que a TV Itapoan também troca de afiliação e vira uma emissora própria da Rede Record. A CNT passava então a ser retransmitida no canal 39 UHF até 2009, quando foi criada a CNT Bahia. A TV Aratu expandiu ainda mais a sua programação local com telejornais e programas populares, e passou a brigar pela vice-liderança de audiência com a TV Itapoan e até mesmo pela liderança com a TV Bahia.

Em 29 de dezembro de 2000, a emissora firma contrato com a Embratel e passa a dispor de um sinal via satélite para ser utilizado pelas retransmissoras no interior do estado, em substituição aos antigos enlaces de micro-ondas que haviam sido desativados em meados dos anos 90. No fim de 2001, a emissora já estava presente em cerca de 80% do estado da Bahia, atingindo cerca de 10 milhões de telespectadores.

Em 2001, começaram a surgir especulações na imprensa local e nacional sobre uma possível volta da TV Aratu para a Rede Globo. A relação entre a rede e a emissora de Antônio Carlos Magalhães havia sofrido abalos por conta das constantes sátiras que o programa Casseta & Planeta fazia ao político em razão do escândalo da quebra do sigilo no Senado Federal, e pela recusa da TV Bahia em cobrir a passeata de 16 de maio contra o senador para a Rede Globo.[15] No entanto, a emissora não trocou de afiliação.

No decorrer da década de 2000, a emissora também promoveu renovações na sua sede, ampliando os estúdios e modernizando suas operações. Em 2006, a emissora lançou o website Aratu Online, portal de notícias que reuniu o conteúdo da emissora e notícias sobre o estado da Bahia. Em 2008, o Grupo Aratu comprou a antiga TV Camaçari, emissora comunitária da cidade de Camaçari, e criou a TV Aratu Camaçari.[17]

Sinal digitalEditar

Canal virtual Canal digital Proporção de tela Programação
4.1 25 UHF 1080i Programação principal da TV Aratu / SBT

Em 1º de dezembro de 2009, às 18h, a emissora iniciou suas transmissões digitais através do canal 25 UHF para Salvador e região metropolitana, tornando-se a segunda emissora da cidade a implantar seu sinal digital.[18] Em 2011, os programas e telejornais da emissora começaram a ser produzidos em alta definição. As matérias exibidas nos telejornais, por sua vez, passaram a ser exibidas em alta definição em 2 de maio de 2016.

Transição para o sinal digitalEditar

Com base no decreto federal de transição das emissoras de TV brasileiras do sinal analógico para o digital, a TV Aratu, bem como as outras emissoras de Salvador, cessou suas transmissões pelo canal 4 VHF em 27 de setembro de 2017, seguindo o cronograma oficial da ANATEL. Ao contrário das demais emissoras, que cessaram suas transmissões às 23h59, o sinal da emissora foi desligado mais cedo, pouco depois da meia-noite, durante a exibição do Cine Espetacular, sendo substituído por um aviso do MCTIC e da ANATEL sobre o switch-off.[19]

ProgramaçãoEditar

 Ver artigo principal: Lista de programas da TV Aratu

Conselho administrativoEditar

  • Ney Bandeira (diretor administrativo)
  • Ana Coelho (diretora administrativa)
  • Tiago Coelho (diretor administrativo)
  • Silvio Roberto Coelho (diretor-presidente)
  • Nilo Moraes Coelho (proprietário)

RetransmissorasEditar

SlogansEditar

  • 1969–1980; 2008–2013: Salvador, meu amor, Bahia
  • 1973: A liderança colorida (início da transmissão a cores)
  • 1980–2008: Do 4 eu não saio
  • 2013–2015: #Compartilhe (campanha da rede)
  • 2015–presente: Tem Bahia, tem você

ControvérsiasEditar

Suspensão do programa Na MiraEditar

Desde a sua criação em 2008 e sua saída do ar em 2015, o programa policial Na Mira foi alvo de várias críticas da sociedade baiana em razão do conteúdo exibido, juntamente com as várias denúncias de violações dos direitos humanos, como exposição de cadáveres, sentenciamento ilegal, entre outros.[20] Em 15 de abril de 2009, após os promotores Almiro Sena, da 2ª Promotoria de Justiça da Cidadania e Isabel Adelaide de Andrade Moura, do Grupo de Atuação de Controle Externo da Atividade Policial moverem uma ação civil pública que foi acatada pelo juiz do Ministério Público, Manuel Bahia, o programa teve a sua exibição suspensa por "ser exibido em horário acessível à criança e ao adolescente, com cenas reprováveis e impróprias, o que viola o Estatuto da Criança e do Adolescente". Caso a emissora não suspendesse a veiculação do programa, poderia ser multada em R$ 10.000,00 por cada dia de descumprimento.[21] Outro programa da emissora, o Que Venha O Povo, também foi investigado pelo mesmo problema.[22] A direção da TV Aratu reuniu-se com os promotores e se comprometeu a adotar mudanças no programa após firmar um Termo de Ajustamento de Conduta. A suspensão do Na Mira foi cancelada em 17 de abril.[23]

Rivalidade entre cantores no Universo AxéEditar

Em 3 de novembro de 2015, o programa musical Universo Axé foi palco de uma controvérsia entre o vocalista da banda Guettho é Guettho, Chiclete Ferreira, e o cantor Igor Kannário. O grupo musical era o convidado do programa naquele dia, onde estava prevista também uma matéria feita com Igor pelo apresentador Alex Lopes, que foi ao ar logo após a apresentação do Guettho é Guettho. Devido a uma rixa antiga entre Chiclete e Igor, o cantor e a banda decidiram abandonar o estúdio enquanto a matéria era exibida. O apresentador Alex Lopes teve que explicar a situação para os telespectadores, e revelou que nos bastidores foi contrário a decisão da direção da emissora de exibir a matéria no mesmo dia em que o grupo estaria se apresentando no programa.[24]

Direitos autoraisEditar

Em 21 de novembro de 2016, a emissora chamou a atenção da imprensa por transmitir ao vivo trechos sem autorização da partida de futebol entre Corinthians e Internacional, válida pelo Campeonato Brasileiro de Futebol durante o Aratu Notícias, utilizando imagens do SporTV, notadamente pirateadas da internet. A Globosat, mantenedora do canal, estuda um processo contra a TV Aratu, já que este "roubo de sinal" foi inédito na televisão brasileira.[25]

Agressão à jornalista Ticiane BicelliEditar

Em 16 de junho de 2017, enquanto gravava uma matéria sobre a cobrança para o uso dos banheiros no Mercado do Peixe, localizado na Cidade Baixa em Salvador, a repórter Ticiane Bicelli e o cinegrafista Liberato Santana foram agredidos por duas mulheres que tentaram impedir a filmagem do local, com chutes, arranhões e mordidas. As duas foram levadas para a Central de Flagrantes, onde a repórter prestou queixa e fez um exame de corpo de delito. O Sindicato do Comércio Varejista de Feirantes e Ambulantes de Salvador (SINDIFEIRA) disse que aquele era um fato isolado e iria apurar a agressão, e o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (SINJORBA) repudiou o ocorrido.[26]

Notas e referências

Notas

Referências

  1. a b Vasku, Monica (15 de março de 2015). «TV Aratu 46 anos: de Pedro Bial a Carla Araujo; conheça a história da emissora». Aratu Online. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  2. «TV Aratu - 10 anos». YouTube. 15 de março de 2013. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  3. Cadena, Nelson (25 de julho de 2011). «O filme dos 10 anos da TV Aratu». Almanaque da Comunicação. Consultado em 28 de novembro de 2018. Arquivado do original em 6 de março de 2016 
  4. «Muito Além do Cidadão Kane». Tripod. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  5. «Deputados baianos vão a Sarney denunciar Magalhães». Folha de S.Paulo: A-6. 14 de janeiro de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  6. «Diretor da TV Aratu diz que liminar garante a programação da Rede Globo». Folha de S.Paulo: A-4. 16 de janeiro de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  7. «Globo impetra mandado de segurança para anular liminar concedida à Aratu». Folha de S.Paulo: A-4. 23 de janeiro de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  8. «Disputa leva duas TVs a transmitir a Globo na Bahia». Folha de S.Paulo: A-4. 24 de janeiro de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  9. «TV Aratu deixa de transmitir imagens da Globo na Bahia». Folha de S.Paulo: A-5. 27 de janeiro de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  10. «TV Aratu recupera retransmissão da Globo». Folha de S.Paulo: A-4. 1 de abril de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  11. «TV Bahia desconsidera decisão da Justiça». Folha de S.Paulo: A-4. 2 de abril de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  12. «Na Bahia, emissão da Globo volta para ACM». Folha de S.Paulo: A-6. 7 de julho de 1987. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  13. «Painel - Negócio fechado». Folha de S.Paulo: A-4. 9 de junho de 1988. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  14. Lopes, Roberto (11 de junho de 1988). «Adversário de Antônio Carlos na Bahia fica com 30% da TV Aratu». Folha de S.Paulo: A-4. Consultado em 28 de novembro de 2018 
  15. a b Gramacho, Wladimir (3 de junho de 2001). «Parceria de ACM com a Rede Globo está sob ameaça». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de abril de 2017 
  16. Leal, Luciana Nunes (12 de setembro de 1995). «(sem título)». Jornal do Brasil. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  17. Arlego, Josemar (26 de abril de 2008). «TV Aratu compra TV Camaçari». Bahia Notícias. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  18. «TV Aratu inicia transmissão do sinal digital». Aratu Online. 2 de dezembro de 2009. Consultado em 29 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 7 de dezembro de 2009 
  19. «Desligamento do sinal analógico é adiado em MG, BA, CE e SP; confira novo cronograma». G1. 30 de maio de 2017. Consultado em 31 de maio de 2017 
  20. Caribé, Pedro (3 de setembro de 2010). «Programas violam direitos humanos». Observatório da Imprensa. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  21. Ramos, Cleidiana (16 de abril de 2009). «Justiça suspende programa Na Mira». A Tarde. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  22. «Juiz acata pedido do MP e determina suspensão do programa Na Mira». JusBrasil. 15 de abril de 2009. Consultado em 20 de setembro de 2016 
  23. «Programa "Na Mira" tem suspensão cancelada». A Tarde. 17 de abril de 2009. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  24. Vaquer, Gabriel (4 de setembro de 2015). «Banda abandona programa ao vivo por rixa com cantor na Bahia; entenda». NaTelinha - UOL. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  25. Vaquer, Gabriel (24 de novembro de 2016). «Globosat estuda processo contra afiliada do SBT por exibição ilegal de jogo». NaTelinha - UOL. Consultado em 9 de dezembro de 2016 
  26. Moura, Andrezza (16 de junho de 2017). «Repórter e cinegrafista são agredidos durante reportagem em Salvador». A Tarde. Consultado em 28 de novembro de 2018 

Ligações externasEditar