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Estação Ferroviária de Vila Franca de Xira

estação ferroviária em Portugal
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação na Linha do Norte. Para o antigo apeadeiro na Linha do Tua, veja Apeadeiro de Vila Franca. Para a estação na Linha da Beira Alta, veja Estação Ferroviária de Vila Franca das Naves.
Vila Franca de Xira Logos IP.png
Estação de Vila Franca de Xira, em 2006.
Inauguração 28 de Setembro de 1856
Linha(s) Linha do Norte (PK 30,164)
Coordenadas 38° 57′ N 8° 59′ W
Concelho Vila Franca de Xira
Serviços Ferroviários InterCidades
Regional
Urbano
Serviços Ligação a autocarros Bilheteiras ou máquinas de venda de bilhetes Sala de espera Telefones públicos Caixas Multibanco Serviço de táxis Caixas de correio Parque de estacionamento Elevadores

A Estação Ferroviária de Vila Franca de Xira, originalmente denominada de Villa Franca, é uma estação da Linha do Norte, que se situa na localidade de Vila Franca de Xira, no Distrito de Lisboa, em Portugal.

Índice

Estação de Vila Franca de Xira.

DescriçãoEditar

Localização e acessosEditar

Localiza-se em frente ao Largo Marquês de Pombal, na cidade de Vila Franca de Xira.[1]

Vias e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, contava com 2 vias de circulação, com 255 e 180 m de comprimento; as duas plataformas apresentavam 228 e 159 m de extensão, e 90 cm de altura.[2]

Arquitectura e azulejosEditar

O edifício da estação, em estilo tradicional português[3], está enfeitado com painéis de azulejos, que foram fornecidos pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira[4], e colocados por Jorge Colaço em 1930.[5]

ServiçosEditar

Transporte ferroviárioEditar

Serviço Municípios Servidos
CP Urbano
Linha da Azambuja
Lisboa, Loures, Vila Franca de Xira e Azambuja

Urbanos de LisboaEditar

    CP Urbanos de Lisboa
 
Alcântara - Terra ↔ Castanheira do Ribatejo
(excepto fins-de-semana e feriados)
 
Alcântara - Terra ↔ Azambuja
(apenas primeiro e último comboio do dia, excepto fins-de-semana e feriados)
 
Santa Apolónia ↔ Azambuja

RegionalEditar

    CP Regional
 
Lisboa - Santa Apolónia ↔ Tomar
 
Lisboa - Santa Apolónia ↔ Entroncamento
 
Lisboa - Santa Apolónia ↔ Covilhã

 Padrão de serviços de comboioEditar

Estação anterior   Comboios de Portugal Estação seguinte
Alhandra
Direção Santa Apolónia / Alcântara-Terra1
  CP Lisboa
Linha da Azambuja
  Castanheira do Ribatejo
Terminal1 / Direção Azambuja
Alverca
Direção Santa Apolónia
  CP Regional
Linha do Norte
  Azambuja
Direção Entroncamento / Tomar / Covilhã
 
Anúncio de 1881, onde esta estação surge com o nome original, Villa Franca.

1Excepto fins-de-semana e feriados

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Norte

Século XIXEditar

Nas bases para o concurso do Caminho de Ferro de Lisboa à Fronteira de Espanha, publicadas em 1852, previa-se que a primeira secção, até à Estação de Santarém, transitasse junto à localidade de Vila Franca de Xira.[6] O projecto para aquele lanço foi feito por Thomaz Rumball, fazendo a linha passar junto a Vila Franca de Xira, e aprovado pelo governo em 3 de Fevereiro de 1853.[7] Sobre a passagem da via férrea por Vila Franca de Xira, Rumball escreveu que «em consequência da posição especial desta povoação, por se encontrar na raiz de elevadas montanhas, que lhe ficam ao norte e por chegarem as águas do Tejo mesmo às portas das habitações... estabeleci a linha com uma curva de raio de 2.974 metros em roda da povoação, do lado do rio, e propunha levar a linha sobre um viaduto de madeira, cuja maior altura será de 18 pés e 9 polegadas, passando sobre a rua do Cais, que é uma das principais da povoação. Continuaria até à rua que vai à ponte dos Vapores, descendo para a rua dos Pedros, acabando naquele ponto o viaduto.».[8] A construção da ponte foi autorizada por uma portaria de 31 de Outubro daquele ano.[8] A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses apresentou uma proposta para substituir o viaduto por uma passagem de nível, sugestão que foi recusada pelo Ministro das Obras Públicas, Fontes Pereira de Melo, numa portaria de 2 de Maio de 1854, que no entanto autorizou a companhia a fazer estudos para mudar o traçado da linha para Norte da vila, afastando a via da margem do rio.[8]

A construção do caminho de ferro encontrou forte oposição no concelho de Vila Franca de Xira, por influência dos interesses já estabelecidos, que temiam as alterações sociais que viriam com o desenvolvimento dos transportes.[9] No entanto, estas críticas foram afastadas pela exigência de meios de transporte mais adequados às novas necessidades, tendo-se assistido, com as novas vias férreas e rodoviárias, a um incremento das actividades comerciais e industriais, que transformaram o tecido social e económico na região do Baixo Ribatejo.[9]

A estação de Vila Franca de Xira insere-se no lanço entre Lisboa e Carregado da Linha do Norte, que foi inaugurado em 28 de Setembro de 1856.[10][11] O comboio inaugural, transportando a família real e vários convidados, fez uma paragem de dois minutos em Vila Franca de Xira, no caminho para o Carregado.[12]

Numa tabela de 1857, esta estação aparece com o nome de Villa Franca.[13]

 
Nova estação de Vila Franca de Xira.

Século XXEditar

Em 1913, a estação de Vila Franca de Xira era servida por carreiras de diligências até Alenquer, Samora Correia e Benavente.[14]

Na madrugada de 14 de Janeiro de 1914, os funcionários da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses entraram em greve, que teve repercussões em toda a rede da Companhia; umas das primeiras vítimas deste movimento foram os trabalhadores, uma vez que não se realizou o primeiro comboio da manhã, o chamado comboio operário, que seguia para Vila Franca de Xira.[15]

Em 1924, uma viagem desde Lisboa até estação de Vila Franca de Xira demorava cerca de 1h20m nos comboios tranvias e omnibus.[16] Nesse ano, existiam diigências diárias ligando a estação a Benavente e Salvaterra de Magos.[17]

Em 1928, foi inaugurada a nova estação de Vila Franca de Xira[18], embora as obras só tenham sido concluídas em finais de 1929.[19]

Em 1939, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses já tinha estudado a adaptação à tracção eléctrica das Linhas de Sintra, Cintura e do Norte até Vila Franca de Xira[20] No entanto, os efeitos da Primeira Guerra Mundial e da Guerra Civil Espanhola, a crise económica e a concorrência do transporte rodoviário deterioram as condições financeiras da Companhia, impossibilitando a execução deste projecto, que foi suspenso após o início da Segunda Guerra Mundial.[21] A electrificação da Linha de Sintra e da Linha do Norte até ao Carregado só foi oficialmente inaugurada em 28 de Abril de 1956.[22]

Em 16 de Agosto de 1947, o comboio 1003 descarrilou na estação de Vila Franca de Xira[23], provocando várias vítimas mortais.[24]

A Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses anunciou no Diário do Governo n.º 92, III Série, de 17 de Abril de 1952, que ia iniciar uma carreira de autocarros entre as estações de Vila Franca de Xira e Vendas Novas.[25]

No final dos anos 1990, discutia-se a possibilidade de converter em subterrâneo o canal de via da Linha do Norte que atravessa a localidade, libertando a superfície para «novos espaços de lazer» e respondendo a preocupações de segurança; esta alteração era defendida pela Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira e pelo P.S.D. local, enquanto que a C.P. se opunha por motivos técnicos.[26]

Ligações projectadas a outras linhasEditar

Em 1880, quando estavam em planeamento os primeiros troços da Linha do Oeste, estudou-se uma linha do Carregado a Alenquer, que seria futuramente prolongado ao Bombarral, estabelecendo desta forma uma ligação entre os dois caminhos de ferro.[9] Também foi sugerido que a linha se iniciasse em Vila Franca de Xira, defendendo que, apesar do aumento na extensão, melhoraria o escoamento da produção agrícola e industrial do concelho para a Região Oeste, enquanto que no sentido contrário melhoraria o acesso dos produtos do Oeste ao cais fluvial de Vila Franca de Xira.[9] Depois de vários problemas na concessão, a Câmara Municipal chegou a acordo com o governo e a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, tendo-se comprometido a financiar a construção, com a condição da linha começar em Vila Franca.[9] No entanto, as obras não avançaram, embora a linha tenha sido discutida no I Congresso Ribatejano em 1923, no qual participou uma delegação de Vila Franca, no II Congresso Ribatejano em 1928, e numa reunião de municípios em Peniche em Fevereiro de 1930, no qual se defendeu o entroncamento em Vila Franca.[9]

Em 1890, foi ordenada a realização de estudos para uma linha entre Vila Franca de Xira e Vendas Novas, cujo ponto de entroncamento na Linha do Norte foi posteriormente passado para o Setil.[27]

Referências literáriasEditar

No Guia de Portugal de 1924, é descrita a chegada à estação de Vila Franca de Xira, num comboio vindo de Lisboa:

CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Sado (CP+Soflusa)  Sintra (CP)
  Fertagus  Azambuja (CP)  Cascais (CP)


(n) Azambuja 
   
 
   
 Praias do Sado-A (u)
(n) Esp. Azambuja 
   
 
   
 Pç. do Quebedo (u)
(n) V. N. Rainha 
   
 
   
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
   
 
   
 Palmela (u)
(n) Cast. Ribatejo 
       
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
       
 Penteado (a)
(n) Alverca 
         
 Moita (a)
(n) Póvoa 
         
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
         
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
         
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
         
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
         
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
       
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
       
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
       
 Penalva (u)
(z) Marvila 
       
 Coina (u)
 
       
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
       
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
       
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
       
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
         
 Rossio (s)
(s) Sta. Cruz / Damaia 
         
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
         
 Santos (c)
**(z) Alcântara - Terra 
 
 
 
 
 Alcântara - Mar (c)**
(s) Amadora 
           
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
           
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
           
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
           
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
           
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 
     
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
       
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
       
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
       
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
       
 S. Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
       
 S. João Estoril (c)
 
       
 Estoril (c)
(c) Cascais 
       
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) vd. Pass. Sup. Alcântara

Fonte: Página oficial, 2013.02
(nomes das estações de acordo com a fonte)

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Vila Franca de Xira». Comboios de Portugal. Consultado em 1 de Dezembro de 2014. 
  2. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  3. NUNES, José de Sousa (16 de Junho de 1949). «A Via e Obras nos Caminhos de Ferro de Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). p. 418-422. Consultado em 3 de Janeiro de 2016. 
  4. GONÇALVES, Fausto (16 de Março de 1940). «Vila Franca de Xira» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 52 (1254). p. 165-167. Consultado em 16 de Setembro de 2015. 
  5. PEREIRA, 1995:417-418
  6. «Há Oitenta e Três Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1149). 1 de Novembro de 1935. p. 446. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014. 
  7. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Março de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1638). p. 131-138. Consultado em 20 de Outubro de 2017. 
  8. a b c ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Agosto de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1648). p. 375-382. Consultado em 4 de Julho de 2018. 
  9. a b c d e f LOURENÇO, 1995:46-48
  10. MARTINS et al, 1996:11
  11. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014. 
  12. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (1 de Maio de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1641). p. 201-2017. Consultado em 20 de Outubro de 2017. 
  13. SABEL (16 de Fevereiro de 1936). «Ecos & Comentários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1156). p. 117. Consultado em 13 de Setembro de 2015. 
  14. «Serviço de Diligencias». Guia official dos caminhos de ferro de Portugal. 39 (168). Outubro de 1913. p. 152-155. Consultado em 8 de Fevereiro de 2018. 
  15. MARQUES, 1996:118-120
  16. PROENÇA e DIONÍSIO, 1924:587
  17. PROENÇA e DIONÍSIO, 1924:597
  18. LOURENÇO, 1995:177
  19. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1236). 16 de Junho de 1939. p. 299-300. Consultado em 13 de Setembro de 2015. 
  20. SOUSA, José Fernando de (16 de Março de 1939). «Um grande obra que se impõe» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1230). p. 165-166. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014. 
  21. SOUSA, José Fernando de (1 de Outubro de 1939). «Os Nossos Caminhos de Ferro e a Guerra Europêa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1243). p. 441-442. Consultado em 16 de Setembro de 2015. 
  22. REIS et al, 2006:125
  23. «Figuras Ferroviárias: Engenheiro José de Sousa Nunes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1639). 1 de Abril de 1956. p. 179. Consultado em 20 de Outubro de 2017. 
  24. REIS, José Lucas Coelho dos (16 de Setembro de 1948). «Problemas Nacionais: Transportes Marítimos e em Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 60 (1458). p. 508-510. Consultado em 16 de Setembro de 2015. 
  25. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1547). 1 de Junho de 1952. p. 122-123. Consultado em 8 de Janeiro de 2016. 
  26. BREVES: Polémica em torno da CP em Vila Franca” Correio da Manhã (1997.01.03): p.7
  27. SOUSA, José Fernando de (1 de Março de 1936). «Pontes do Tejo em Lisboa e Vila Franca» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1157). p. 137-139. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014. 

BibliografiaEditar

  • LOURENÇO, António (1995). Vila Franca de Xira: Um concelho do país. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. 284 páginas 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • PEREIRA, Paulo (1995). História da Arte Portuguesa. Volume 3 de 3. Barcelona: Círculo de Leitores. 695 páginas. ISBN 972-42-1225-4 
  • PROENÇA, Raúl; DIONÍSIO, Santana (1991) [1924]. Guia de Portugal: Generalidades, Lisboa e arredores. Col: Guia de Portugal. Volume 1 de 5 3.ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 696 páginas. ISBN 972-31-0544-6 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Leitura recomendadaEditar

  • Plano estratégico do concelho de Vila Franca de Xira: diagnóstico e perspectivas de desenvolvimento e de actuação estratégica. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. 2003. 160 páginas 
  • Vila Franca de Xira: roteiro (2010). História de Vila Franca de Xira. Amadora: Rotacomercial. ISBN 978-989-8254-14-6 
  • Vila Franca de Xira, tempos do rio, ecos da terra. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Museu Municipal de Vila Franca de Xira. 2003. 182 páginas. ISBN 972-8241-39-9 
  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • QUEIRÓS, Amílcar (1976). Os Primeiros Caminhos de Ferro de Portugal: As Linhas Férreas do Leste e do Norte. Coimbra: Coimbra Editora. 45 páginas 
  • RAIMUNDO, Orlando; ALVES, Maria Manuela (2012). História de Vila Franca de Xira. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. 89 páginas. ISBN 978-989-8254-14-6 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Univ. Nova de Lisboa. 145 páginas 
 
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Ligações externasEditar