Estação Ferroviária de Vila Franca de Xira

estação ferroviária em Portugal
Vila Franca de Xira
BSicon BAHN.svg
Estação de Vila Franca de Xira, em 2017.
Identificação[1] 31278 VFX (V.F.Xira)
Denominação Apeadeiro de Vila Franca de Xira
Classificação A (apeadeiro)
Coordenadas
38° 57′ 18,97″ N, 8° 59′ 10,74″ O
Concelho bandeiraVila Franca de Xira
Linha(s) Linha do Norte (PK 30,164)
Serviços
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Alhandra
Alcântara-T.
  CP Lisboa
Linha da Azambuja
  Cast. Ribatejo
Terminal
    Cast. Ribatejo
Azambuja
Alhandra
S. Apolónia
   
Alverca
S. Apolónia
  CP Regional   Azambuja
Entroncamento
Tomar
Covilhã
Lisboa - Oriente
S. Apolónia
  Intercidades   Santarém
Campanhã
Viana Cast.
Braga
Guimarães
Guarda
Covilhã
Conexões 020  21  030  48  050  50  901 902 903 919 921 922
Equipamentos Serviço de táxis Bilheteiras ou máquinas de venda de bilhetes
Sala de espera Telefones públicos Caixas Multibanco Caixas de correio Elevadores
Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Parque de estacionamento
Ticket vending icon.svg
NYCS-bull-trans-N.svgNavegante
Inauguração ed. original: 1856 (há 164 anos)

ed. atual: 1928 (há 92 anos)

Website
Lavadeiras e campinos, representados em dois dos paineis de azulejo da estação.
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação na Linha do Norte, em Portugal. Para o antigo apeadeiro na Linha do Tua, em Portugal, veja Apeadeiro de Vila Franca. Para a estação na Linha da Beira Alta, em Portugal, veja Estação Ferroviária de Vila Franca das Naves. Para a paragem projetada em Vila Franca do Campo, nos Açores, Portugal, veja Caminho de Ferro de Ponta Delgada às Furnas e à Ribeira Grande. Para a extinta estação da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, na então chamada Vila Franca do Imperador, em São Paulo, Brasil, veja Franca#Consolidação.

A Estação Ferroviária de Vila Franca de Xira, originalmente denominada de Villa Franca, é uma interface da Linha do Norte, que se situa na localidade de Vila Franca de Xira, no Distrito de Lisboa, em Portugal.

Acesso ao exterior da Estação de Vila Franca de Xira, em 2006.

DescriçãoEditar

Localização e acessosEditar

Localiza-se em frente ao Largo Marquês de Pombal, na cidade de Vila Franca de Xira.[2]

Vias e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, contava com duas vias de circulação, com 255 e 180 m de comprimento; as duas plataformas apresentavam 228 e 159 m de extensão, e 90 cm de altura.[3]

Arquitectura e azulejosEditar

O edifício da estação, em estilo tradicional português[4], está enfeitado com painéis de azulejos da autoria de Jorge Colaço em 1930[5], fornecidos pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.[6]

 
Anúncio de 1881, onde esta estação surge com o nome original, Villa Franca.

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Norte

Século XIXEditar

Nas bases para o concurso do Caminho de Ferro de Lisboa à Fronteira de Espanha, publicadas em 1852, previa-se que a primeira secção, até à Estação de Santarém, transitasse junto à localidade de Vila Franca de Xira.[7] O projecto para aquele lanço foi feito por Thomaz Rumball, fazendo a linha passar junto a Vila Franca de Xira, e aprovado pelo governo em 3 de Fevereiro de 1853.[8] Sobre a passagem da via férrea por Vila Franca de Xira, Rumball escreveu que «em consequência da posição especial desta povoação, por se encontrar na raiz de elevadas montanhas, que lhe ficam ao norte e por chegarem as águas do Tejo mesmo às portas das habitações... estabeleci a linha com uma curva de raio de 2.974 metros em roda da povoação, do lado do rio, e propunha levar a linha sobre um viaduto de madeira, cuja maior altura será de 18 pés e 9 polegadas, passando sobre a rua do Cais, que é uma das principais da povoação. Continuaria até à rua que vai à ponte dos Vapores, descendo para a rua dos Pedros, acabando naquele ponto o viaduto.».[9] A construção da ponte foi autorizada por uma portaria de 31 de Outubro daquele ano.[9] A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses apresentou uma proposta para substituir o viaduto por uma passagem de nível, sugestão que foi recusada pelo Ministro das Obras Públicas, Fontes Pereira de Melo, numa portaria de 2 de Maio de 1854, que no entanto autorizou a companhia a fazer estudos para mudar o traçado da linha para Norte da vila, afastando a via da margem do rio.[9]

A construção do caminho de ferro encontrou forte oposição no concelho de Vila Franca de Xira, por influência dos interesses já estabelecidos, que temiam as alterações sociais que viriam com o desenvolvimento dos transportes.[10] No entanto, estas críticas foram afastadas pela exigência de meios de transporte mais adequados às novas necessidades, tendo-se assistido, com as novas vias férreas e rodoviárias, a um incremento das actividades comerciais e industriais, que transformaram o tecido social e económico na região do Baixo Ribatejo.[10]

A estação de Vila Franca de Xira insere-se no lanço entre Lisboa e Carregado da Linha do Norte, que foi inaugurado em 28 de Setembro de 1856.[11][12] O comboio inaugural, transportando a família real e vários convidados, fez uma paragem de dois minutos em Vila Franca de Xira, no caminho para o Carregado.[13]

Numa tabela de 1857, esta estação aparece com o nome de Villa Franca.[14]

 
Nova estação de Vila Franca de Xira.

Século XXEditar

Em 1913, a estação de Vila Franca de Xira era servida por carreiras de diligências até Alenquer, Samora Correia e Benavente.[15]

Na madrugada de 14 de Janeiro de 1914, os funcionários da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses entraram em greve, que teve repercussões em toda a rede da Companhia; umas das primeiras vítimas deste movimento foram os trabalhadores, uma vez que não se realizou o primeiro comboio da manhã, o chamado “comboio operário”, que seguia para Vila Franca de Xira.[16]

Em 1924, uma viagem desde Lisboa até estação de Vila Franca de Xira demorava cerca de 1h20m nos comboios tranvias e ómnibus.[17] Nesse ano, existiam diigências diárias ligando a estação a Benavente e Salvaterra de Magos.[18]

Em 1928, foi inaugurada a nova estação de Vila Franca de Xira[19], embora as obras só tenham sido concluídas em finais de 1929.[20]

Em 1939, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses já tinha estudado a adaptação à tracção eléctrica das Linhas de Sintra, de Cintura e do Norte até Vila Franca de Xira[21] No entanto, os efeitos da Primeira Guerra Mundial e da Guerra Civil Espanhola, a crise económica e a concorrência do transporte rodoviário deterioram as condições financeiras da Companhia, impossibilitando a execução deste projecto, que foi suspenso após o início da Segunda Guerra Mundial.[22] A electrificação da Linha de Sintra e da Linha do Norte até ao Carregado só foi oficialmente inaugurada em 28 de Abril de 1956.[23]

Em 16 de Agosto de 1947, o comboio 1003 descarrilou na estação de Vila Franca de Xira[24], provocando várias vítimas mortais.[25]

A Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses anunciou no Diário do Governo n.º 92, III Série, de 17 de Abril de 1952, que ia iniciar uma carreira de autocarros entre as estações de Vila Franca de Xira e Vendas Novas.[26]

No final dos anos 1990, discutia-se a possibilidade de converter em subterrâneo o canal de via da Linha do Norte que atravessa a localidade, libertando a superfície para «novos espaços de lazer» e respondendo a preocupações de segurança; esta alteração era defendida pela Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira e pelo P.S.D. local, enquanto que a C.P. se opunha por motivos técnicos.[27]

Ligações projectadas a outras linhasEditar

Em 1880, quando estavam em planeamento os primeiros troços da Linha do Oeste, estudou-se uma linha do Carregado a Alenquer, que seria futuramente prolongado ao Bombarral, estabelecendo desta forma uma ligação entre os dois caminhos de ferro.[10] Também foi sugerido que a linha se iniciasse em Vila Franca de Xira, defendendo que, apesar do aumento na extensão, melhoraria o escoamento da produção agrícola e industrial do concelho para a Região Oeste, enquanto que no sentido contrário melhoraria o acesso dos produtos do Oeste ao cais fluvial de Vila Franca de Xira.[10] Depois de vários problemas na concessão, a Câmara Municipal chegou a acordo com o governo e a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, tendo-se comprometido a financiar a construção, com a condição da linha começar em Vila Franca.[10] No entanto, as obras não avançaram, embora a linha tenha sido discutida no I Congresso Ribatejano em 1923, no qual participou uma delegação de Vila Franca, no II Congresso Ribatejano em 1928, e numa reunião de municípios em Peniche em Fevereiro de 1930, no qual se defendeu o entroncamento em Vila Franca.[10]

Em 1890, foi ordenada a realização de estudos para uma linha entre Vila Franca de Xira e Vendas Novas, cujo ponto de entroncamento na Linha do Norte foi posteriormente passado para o Setil.[28]

Referências literáriasEditar

No Guia de Portugal de 1924, é descrita a chegada à estação de Vila Franca de Xira, num comboio vindo de Lisboa:

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Cascais (CP)  Sintra (CP)  Azambuja (CP)
  Sado (CP+Soflusa)  CP Regional (R+IR)  Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca 
               
 Moita (a)
(n) Póvoa 
               
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
               
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
               
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
               
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
               
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
           
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
             
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
             
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
             
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
               
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
               
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
               
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
               
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
               
 Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
               
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
             
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
             
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
             
 Parede (c)
(s) Sintra 
             
 São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
           
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Cascais (c)
(o) Malveira 
   
 
   
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver tambémEditar

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56 º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. «Vila Franca de Xira». Comboios de Portugal. Consultado em 1 de Dezembro de 2014 
  3. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  4. NUNES, José de Sousa (16 de Junho de 1949). «A Via e Obras nos Caminhos de Ferro de Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). p. 418-422. Consultado em 3 de Janeiro de 2016 
  5. PEREIRA, 1995:417-418
  6. GONÇALVES, Fausto (16 de Março de 1940). «Vila Franca de Xira» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 52 (1254). p. 165-167. Consultado em 16 de Setembro de 2015 
  7. «Há Oitenta e Três Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1149). 1 de Novembro de 1935. p. 446. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014 
  8. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Março de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1638). p. 131-138. Consultado em 20 de Outubro de 2017 
  9. a b c ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Agosto de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1648). p. 375-382. Consultado em 4 de Julho de 2018 
  10. a b c d e f LOURENÇO, 1995:46-48
  11. MARTINS et al, 1996:11
  12. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014 
  13. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (1 de Maio de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas sobre a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1641). p. 201-2017. Consultado em 20 de Outubro de 2017 
  14. SABEL (16 de Fevereiro de 1936). «Ecos & Comentários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1156). p. 117. Consultado em 13 de Setembro de 2015 
  15. «Serviço de Diligencias». Guia official dos caminhos de ferro de Portugal. 39 (168). Outubro de 1913. p. 152-155. Consultado em 8 de Fevereiro de 2018 
  16. MARQUES, 1996:118-120
  17. PROENÇA e DIONÍSIO, 1924:587
  18. PROENÇA e DIONÍSIO, 1924:597
  19. LOURENÇO, 1995:177
  20. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1236). 16 de Junho de 1939. p. 299-300. Consultado em 13 de Setembro de 2015 
  21. SOUSA, José Fernando de (16 de Março de 1939). «Um grande obra que se impõe» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1230). p. 165-166. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014 
  22. SOUSA, José Fernando de (1 de Outubro de 1939). «Os Nossos Caminhos de Ferro e a Guerra Europêa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1243). p. 441-442. Consultado em 16 de Setembro de 2015 
  23. REIS et al, 2006:125
  24. «Figuras Ferroviárias: Engenheiro José de Sousa Nunes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1639). 1 de Abril de 1956. p. 179. Consultado em 20 de Outubro de 2017 
  25. REIS, José Lucas Coelho dos (16 de Setembro de 1948). «Problemas Nacionais: Transportes Marítimos e em Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 60 (1458). p. 508-510. Consultado em 16 de Setembro de 2015 
  26. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1547). 1 de Junho de 1952. p. 122-123. Consultado em 8 de Janeiro de 2016 
  27. BREVES: Polémica em torno da CP em Vila Franca” Correio da Manhã (1997.01.03): p.7
  28. SOUSA, José Fernando de (1 de Março de 1936). «Pontes do Tejo em Lisboa e Vila Franca» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1157). p. 137-139. Consultado em 11 de Fevereiro de 2014 

BibliografiaEditar

  • LOURENÇO, António (1995). Vila Franca de Xira: Um concelho do país. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. 284 páginas 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • PEREIRA, Paulo (1995). História da Arte Portuguesa. Volume 3 de 3. Barcelona: Círculo de Leitores. 695 páginas. ISBN 972-42-1225-4 
  • PROENÇA, Raúl; DIONÍSIO, Santana (1991) [1924]. Guia de Portugal: Generalidades, Lisboa e arredores. Col: Guia de Portugal. Volume 1 de 5 3.ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 696 páginas. ISBN 972-31-0544-6 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Leitura recomendadaEditar

  • Plano estratégico do concelho de Vila Franca de Xira: diagnóstico e perspectivas de desenvolvimento e de actuação estratégica. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. 2003. 160 páginas 
  • Vila Franca de Xira: roteiro (2010). História de Vila Franca de Xira. Amadora: Rotacomercial. ISBN 978-989-8254-14-6 
  • Vila Franca de Xira, tempos do rio, ecos da terra. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Museu Municipal de Vila Franca de Xira. 2003. 182 páginas. ISBN 972-8241-39-9 
  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • QUEIRÓS, Amílcar (1976). Os Primeiros Caminhos de Ferro de Portugal: As Linhas Férreas do Leste e do Norte. Coimbra: Coimbra Editora. 45 páginas 
  • RAIMUNDO, Orlando; ALVES, Maria Manuela (2012). História de Vila Franca de Xira. Vila Franca de Xira: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. 89 páginas. ISBN 978-989-8254-14-6 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Univ. Nova de Lisboa. 145 páginas 
 
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Ligações externasEditar

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