Estação Ferroviária de Setúbal

estação ferroviária em Portugal
Setúbal
BSicon BAHN.svg
Estação de Setúbal, em Junho de 2019
Identificação[1] 68122 SAL (Setúbal)
Denominação Estação Central de Setúbal
Classificação EC (estação central)
Coordenadas
38° 31′ 50″ N, 8° 53′ 05,94″ O
Concelho bandeiraSetúbal
Linha(s) Linha do Sul (PK 28,222)
Serviços
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Praça do Quebedo
Praias do Sado-A
  CP Lisboa
Linha do Sado
  Palmela
Barreiro
Fertagus Fertagus
Terminal   serviço 2   Palmela
Roma-Areeiro
Conexões 230 413 561 562 563 605 609 614 767 768
Equipamentos Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Parque de estacionamento Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Telefones públicos Estacionamento para bicicletas Caixas Multibanco
Inauguração 1 de Fevereiro de 1861 (há 159 anos)
Website
Posição de Setúbal na Linha do Sul
Posição de Setúbal na Linha do Sul
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a gare principal na cidade de Setúbal. Se procura a estação de acesso ao Porto de Setúbal, veja Estação Ferroviária de Setúbal-Mar.

A Estação Ferroviária de Setúbal, originalmente denominada de Setubal, é uma gare da Linha do Sul, que serve a cidade de Setúbal, em Portugal. Foi inaugurada em 21 de Fevereiro de 1861.[2]

DescriçãoEditar

ServiçosEditar

Esta estação é utilizada por serviços urbanos da Linha do Sado, assegurados pela operadora Comboios de Portugal,[3] e também pelos serviços da operadora Fertagus[4]

Vias e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, possuía quatro vias de circulação, com 451, 387, 339 e 317 m de comprimento; as quatro plataformas tinham 326 e 305 m de comprimento, e 70 e 40 cm de altura.[5]

Localização e acessosEditar

Esta interface situa-se na cidade de Setúbal, tendo acesso pela Estrada dos Ciprestes e pela Praça do Brasil.[6][7]

 
Neste horário de 1876, esta gare aparece com o nome primitivo, "Setubal".

HistóriaEditar

Século XIXEditar

Uma lei de 7 de Agosto de 1854 autorizou a Companhia Nacional dos Caminhos de Ferro ao Sul do Tejo foi autorizada a construir um caminho de ferro de Aldeia Galega a Vendas Novas, com um ramal para Setúbal.[8] O ponto inicial foi alterado em 26 de Agosto desse ano para o Barreiro[8], tendo o troço até Vendas Novas sido aberto à exploração em 1 de Fevereiro de 1861, incluindo desde logo o Ramal de Setúbal, desde o Pinhal Novo até à cidade de Setúbal.[9][10] Originalmente, foi construída utilizando uma bitola de 1,44 metros.[11]

De forma a evitar uma custosa passagem pelo interior da cidade, a estação foi instalada na periferia, o que gerou vários problemas de acesso para o transporte de mercadorias, especialmente de peixe, que tinha de ser transportado desde a margem do Rio Sado em carroças.[12] Durante a segunda metade do século, a Rua de São João, posteriormente denominada Avenida Manuel Maria Portela, afirmou-se como a principal ligação da cidade de Setúbal à gare ferroviária.[13] Além da cidade em si, a estação também servia a praia de Setúbal.[14]

Em 7 de Agosto de 1861, o Caminho de Ferro do Sul e o seu Ramal para Setúbal foram tomados pelo estado quando a Companhia ao Sul do Tejo foi nacionalizada, tendo as linhas ficado sob a gestão estatal até 21 Abril de 1864, data em que foram entregues à Companhia dos Caminhos de Ferro do Sueste[15], que devia alargar as vias para bitola ibérica, que aquela empresa já tinha utilizado nas suas linhas, de Vendas Novas até Évora e Beja.[16] A Companhia, por seu turno, acabou por ser também nacionalizada em 13 de Março de 1869, após vários anos de conflitos com o estado.[16]

 
Bilhete-postal com a chegada de Bernardino Machado à Estação de Setúbal, para a inauguração do Albergue Nocturno, em 1911.

Século XXEditar

Prolongamento da Linha do SulEditar

Já quando se contratou a exploração da rede ao Sul do Tejo à Companhia do Sueste, em 1864, estava previsto o prolongamento do Ramal de Setúbal até à margem do Rio Sado, onde deveria ser construída uma nova estação.[8] Este empreendimento voltou a surgir numa lei de 29 de Março de 1883, já durante a gestão do estado[12], e em finais de 1897 estava a ser projectado.[17] Uma das bases da Lei de 14 de Julho de 1899 incluiu o ramal como um dos projectos preferenciais para receber os recursos financeiros do Fundo Especial de Caminhos de Ferro.[12] Nesta altura, já estava em elaboração o Plano da Rede ao Sul do Tejo, no qual estava incluída a Linha do Sado; este caminho de ferro devia iniciar-se em Garvão, na Linha do Sul, e terminar na estação de Setúbal, estabelecendo desta forma a ligação directa entre a Margem Sul do Tejo e o Algarve.[12] No entanto, a transição do Esteiro da Marateca oferecia dificuldades tais que se chegou a ponderar a ligação directa ao Pinhal Novo em vez da passagem por Setúbal.[12] Quando o Plano da Rede foi decretado, em 27 de Novembro de 1902, determinou-se que deviam ser feitos estudos para escolher qual dos dois pontos, Setúbal ou Pinhal Novo, seria o melhor para iniciar a Linha do Sul.[12] Entretanto, a Câmara Municipal de Setúbal já tinha sido autorizada pelo ministro Mariano de Carvalho a criar novas taxas, de forma a financiar vários melhoramentos na cidade, incluindo o ramal até à margem do rio.[12]

Foram feitos vários estudos para o novo ramal, mas depressa se chegou à conclusão que prolongar o caminho de ferro seria uma tarefa muito complicada, devido ao desenvolvimento urbano entre a estação e a margem do Rio; para tentar evitar este problema, foi sugerido um traçado que saía do Ramal de Setúbal antes de chegar ao terminal, seguindo depois até à margem do Rio, onde teria seria construída a nova estação.[12] Esta proposta foi rejeitada, devido ao facto de deixar ao abandono a antiga estação, que já se tinha afirmado como um importante pólo urbano, e à sua passagem pelo centro da cidade.[12] Com efeito, em meados de 1903 um grupo de cidadãos de Setúbal publicou um manifesto, no qual criticou a directriz pelo centro da cidade, e defendeu que a linha devia passar pelos arredores de Setúbal, com um Apeadeiro nas Fontainhas.[18]

Em 1901, já se planeava que o ramal teria o seu início nas agulhas à entrada da estação, passaria por um poço construído recentemente no Bairro Baptista, atravessaria a estrada e depois a Quinta de Tebaida, passaria em trincheira até junto ao Baluarte do Cemitério dos Ingleses, teria um túnel até à Rua do Quebra Costas, junto às Fontainhas, e finalmente seguiria até ao local de desembarque na margem do rio.[19] Um traçado semelhante foi aplicado pelo engenheiro Augusto César Justino Teixeira no seu projecto, que fez o ramal sair da estação pelo lado Sul, passando pela Praça do Quebedo, atravessando um túnel e cruzando a Avenida Luísa Todi antes de chegar à margem do Rio, onde teria uma estação fluvial.[12] Este projecto, datado de 30 de Abril de 1903, foi aprovado em 6 de Julho de 1903, constituindo o primeiro troço da Linha do Sado.[20]

O troço seguinte, até Setúbal - Mar, foi construído em 1907[21], mas a ligação entre Setúbal e Alcácer do Sal só entrou oficialmente ao serviço em 25 de Maio de 1920.[9]

Década de 1910Editar

Em 1913, existiam serviços de diligências entre a estação e a cidade de Setúbal, e de automóveis desde a estação até Águas de Moura, Palma, Alberge, Alcácer do Sal, Grândola, Santa Margarida do Sado, São Francisco da Serra e Santiago do Cacém.[22]

 
Comboio do Regimento de Sapadores dos Caminhos de Ferro, na estação de Setúbal, em 26 de Maio de 1939.

Décadas de 1920 e 1930Editar

Em 11 de Maio de 1927, a operadora Caminhos de Ferro do Estado foi integrada na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, que passou a explorar a rede ferroviária do Sul e Sueste.[23] Em Abril de 1929, foi noticiado que a Companhia tinha um projecto para duplicar os troços entre o Barreiro e Setúbal.[24] Em 1932, aquela empresa realizou obras de melhoramento na toma de água[25], e em 1934 construiu um muro de suporte e instalou uma electro-bomba.[26]

Em 21 de Junho de 1934, foi inaugurado o troço até Santiago do Cacém da Linha de Sines[27], tendo sido organizado um comboio especial, que passou pela Estação de Setúbal, onde foi recebido pelos oficiais de Infantaria 11, comandados pelo tenente-coronel Marcus Escrivanis, o comandante da Polícia de Segurança Pública, e uma secção da Acção Escolar Vanguarda, que embarcou no comboio.[28] Também entraram alguns membros da Câmara Municipal, o reitor do Liceu, António Manuel Gamito, e os delegados da Junta Geral do Distrito.[28] Nesse ano, a CP construiu um reservatório em betão na estação de Setúbal.[29]

Em 26 de Maio de 1939, o Regimento de Sapadores de Caminhos de Ferro organizou um comboio especial do Barreiro a Setúbal, por ocasião do final do curso de várias especialidades ligadas ao transporte ferroviário.[30]

Décadas de 1960 e 1970Editar

Em 16 de Agosto de 1968, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses estava a preparar um contrato para a renovação integral de vários troços, incluindo os do Barreiro a Faro, via Setúbal.[31]

Em 1972, Setúbal recebia azeite em embalagens de Olhão, Luz de Tavira, Conceição, Cacela e da Fuseta, e farinha e óleo de peixe de Olhão.[32]

ModernizaçãoEditar

Em 1990, foi aberto o concurso para o Sistema Integrado de Sinalização do Sul (SISSUL), que tinha como objectivo modernizar a sinalização nas linhas que integravam o chamado Itinerário do Carvão, de Ermidas Sado até à Central Termoeléctrica do Pego, passando por Setúbal; neste projecto, também estava incluída a construção de 2 centros de telecomando (controlo centralizado de tráfego), sendo um deles em Setúbal, que devia cobrir toda a área a Sul de Bombel.[33]

Referências literáriasEditar

No livro Uma Visita a Portugal em 1866, Hans Christian Andersen descreve a sua chegada à estação de Setúbal:

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Cascais (CP)  Sintra (CP)  Azambuja (CP)
  Sado (CP+Soflusa)  CP Regional (R+IR)  Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca 
               
 Moita (a)
(n) Póvoa 
               
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
               
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
               
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
               
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
               
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
           
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
             
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
             
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
             
 Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora 
               
 Belém (c)
(s) Queluz-Belas 
               
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
               
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
               
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
               
 Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
               
 Rio de Mouro (s)
(s) Mercês 
             
 Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
             
 Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra 
             
 Parede (c)
(s) Sintra 
             
 São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
           
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Cascais (c)
(o) Malveira 
   
 
   
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver tambémEditar

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56 º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. SARAIVA e GUERRA, 1998:77
  3. «Comboios Urbanos > Lisboa - Praias do Sado A / Barreiro» (PDF). Comboios de Portugal. 11 de Setembro de 2016. Consultado em 20 de Agosto de 2017 
  4. «Estação de Setúbal | Fertagus». www.fertagus.pt. Consultado em 23 de setembro de 2017 
  5. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  6. «Setúbal - Linha do Sul». Infraestruturas de Portugal. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 
  7. «Setúbal». Comboios de Portugal. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 
  8. a b c SOUSA, José Fernando de (1 de Dezembro de 1933). «As Linhas Férreas e o Porto de Setúbal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1103). p. 617. Consultado em 7 de Dezembro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  9. a b «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 7 de Dezembro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  10. REIS et al, 2006:19
  11. REIS et al, 2006:12
  12. a b c d e f g h i j SOUSA, José Fernando de (16 de Outubro de 1903). «A Linha do Sado» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (380). p. 345-346. Consultado em 7 de Dezembro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  13. AFONSO, 2010:84
  14. «Guia annunciador do viajante luso-brasileiro: indicador official dos caminhos de ferro e da navegação». Ano 10 (37). Lisboa: Empreza do Guia Annunciador. 1888. p. 70. Consultado em 25 de Setembro de 2018 – via Biblioteca Nacional Digital 
  15. MARTINS et al, p. 242-243
  16. a b «Os Caminhos de ferro do Sul e a Agricultura» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (342). 16 de Março de 1902. p. 81-84. Consultado em 7 de Dezembro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  17. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1226). 16 de Janeiro de 1939. p. 81-85. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  18. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 66 (1576). 16 de Agosto de 1953. p. 223. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  19. «Há 50 anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 64 (1527). 1 de Agosto de 1951. p. 224. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  20. «Parte Official» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (374). 16 de Julho de 1903. p. 237-240. Consultado em 7 de Dezembro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  21. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 8 de Outubro de 2014 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  22. «Serviço de Diligencias». Guia official dos caminhos de ferro de Portugal. 39 (168). Outubro de 1913. p. 152-155. Consultado em 9 de Fevereiro de 2018 – via Biblioteca Nacional Digital 
  23. REIS et al, 2006:63
  24. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1236). 16 de Junho de 1939. p. 299-300. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  25. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1932» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1081). 1 de Janeiro de 1933. p. 10-14. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  26. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  27. SILVA, 1992:153
  28. a b ORNELLAS, Carlos de (1 de Julho de 1934). «Inauguração do Troço da Linha Férrea de Sines, entre o Túnel e S. Tiago do Cacém» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1117). p. 327-331. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  29. «Os Nossos Caminhos de Ferro em 1935» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1154). 16 de Janeiro de 1936. p. 52-55. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  30. ORNELLAS, Carlos de (1 de Junho de 1939). «O "Sempre Fixe" foi visitado pelo seu antigo comandante General Raúl Esteves, actual director da Arma de Engenharia» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1235). p. 272-276. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  31. «Vão melhorar os serviços da C. P.» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 81 (1928). 16 de Agosto de 1968. p. 96. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  32. CAVACO, 1976:438-439
  33. MARTINS et al, 1996:158

BibliografiaEditar

  • AFONSO, Albérico (2010). Setúbal. Roteiros Republicanos. Matosinhos: Quidnovi, Edição e Conteúdos, S. A. 127 páginas. ISBN 978-989-554-735-7 
  • ANDERSEN, Hans Christian (1984). Uma Visita a Portugal em 1866 2.ª ed. Lisboa: Instituto da Cultura e Língua Portuguesa. 134 páginas 
  • CAVACO, Carminda (1976). O Algarve Oriental. As Vilas, O Campo e o Mar. II. Faro: Gabinete de Planeamento da Região do Algarve. 492 páginas. ISBN 978-989-554-735-7 
  • MARTINS, João; SOUSA, Miguel; BRION, Madalena; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SARAIVA, José; GUERRA, Maria (1998). Diário da História de Portugal. III. Lisboa: Difusão Cultural. 208 páginas. ISBN 978-972-709-274-1 
  • SILVA, Manuel (1992). Toponímia das Ruas de Santiago do Cacém. Breve História. Santiago do Cacém: Câmara Municipal. 207 páginas. ISBN 972-95159-4-8 
 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre a Estação de Setúbal

Ligações externasEditar

  Este artigo sobre uma estação, apeadeiro ou paragem ferroviária é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.