Estação Ferroviária de Pinhal Novo

estação ferroviária em Portugal

A Estação Ferroviária de Pinhal Novo é uma gare da Linha do Alentejo, que funciona como interface com a Linha do Sul, e que serve a localidade de Pinhal Novo, no concelho de Palmela, em Portugal.

Pinhal Novo
Vista da estação durante a noite, em 2006
Coordenadas:
38° 37′ 48,62″ N, 8° 54′ 46,65″ O
Concelho: bandeiraPalmela
Linha(s):
Serviços:
Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Grândola
Faro
  Intercidades
Linha do Sul
  Pragal
Lisboa - Oriente
Vendas Novas
Évora
  Intercidades
Linha de Évora
 
Poceirão
Évora
   
Grândola
Faro
  Alfa Pendular
Linha do Sul
  Entrecampos
Porto - Campanhã
Venda do Alcaide
Praias do Sado-A
  CP Lisboa
Linha do Sado
  Penteado
Barreiro
Fertagus Fertagus
Venda do Alcaide
Setúbal
  serviço 2   Penalva
Roma-Areeiro

Conexões: 413 448 449 451 563 565 747
Equipamentos: Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Caixas Multibanco Parque de estacionamento Elevadores Sala de espera Escadas rolantes
Website:
Automotora USGL, em 2008.
Automotora Fertagus, em 2008.

DescriçãoEditar

ServiçosEditar

Esta estação é utilizada por serviços urbanos da Linha do Sado, assegurados pela operadora Comboios de Portugal[1], e também pelos serviços da operadora Fertagus[2]

Vias e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, a estação dispunha de quatro vias de circulação, com 491, 393, 301 e 328 m de comprimento; as quatro plataformas tinham todas 90 cm de altura, e apresentavam 300, 343 e 264 m de extensão.[3]

Localização e acessosEditar

Esta interface situa-se na localidade de Pinhal Novo, junto ao Largo José Maria dos Santos.[4]

 
Estação de Pinhal Novo, nos finais do século XIX

HistóriaEditar

 Ver artigo principal: História da Linha do Alentejo

Século XIXEditar

A estação do Pinhal Novo situa-se no lanço da Linha do Alentejo entre Barreiro e Bombel, que entrou ao serviço em 15 de Junho de 1857, pela Companhia Nacional dos Caminhos de Ferro ao Sul do Tejo.[5]

Em 1 de Fevereiro de 1861, a Companhia Nacional abriu à exploração o troço desde o Pinhal Novo até Setúbal e Vendas Novas,[6][7] igualmente na bitola de 1,44 m.[8] No entanto, a Companhia do Sueste estava a construir a continuação da linha de Vendas Novas até Beja e Évora, utilizando bitola ibérica, o que forçava ao transbordo dos passageiros e mercadorias em Vendas Novas.[5] De forma a unificar a gestão da rede ferroviária a Sul do Rio Tejo, o estado nacionalizou as linhas da Companhia Nacional em 1861.[5] Em Abril de 1864, foram integradas na Companhia do Sueste, que as devia adaptar para a bitola ibérica.[9] O Pinhal Novo era nessa altura uma charneca coberta de matas silvestres, constituída principalmente por pinheiros, que deram o nome à zona.[10] O estabelecimento da bifurcação ferroviária foi uma dos principais circunstâncias para a criação de uma localidade, que conheceu um franco desenvolvimento ao longo dos séculos XIX e XX.[10]

Em 1869, a Companhia do Sueste foi nacionalizada, tendo as linhas ficado sob a gestão do governo até 1898, data em que foi criada a divisão dos Caminhos de Ferro do Estado, para explorar as linhas governamentais.[11] Em 15 de Setembro de 1899, o Diário Illustrado noticiou que a água servida no restaurante da estação estava contaminada, tendo o administrador de Setúbal ordenado que a água fosse fervida antes de ser utilizada pelo público.[12]

 
Horários de 1916, incluindo os comboios de Lisboa (Barreiro) até Montijo, então denominado de Aldegallega.

Século XXEditar

Abertura do Ramal do MontijoEditar

 Ver artigo principal: Ramal do Montijo

Em 1906, o presidente da Câmara Municipal de Aldeia Galega (Montijo), aprovou a construção do ramal até aquela localidade, a iniciar-se na estação do Pinhal Novo.[13]

O Ramal do Montijo abriu à exploração em 4 de outubro de 1908.[7][14]

Década de 1920Editar

Na década de 1920, as instalações oficinais no Barreiro revelaram-se insuficientes para as funções de reparação e manutenção do material circulante, pelo que o conselho de administração dos Caminhos de Ferro do Estado ordenou a instalação de novas oficinas no mesmo local.[15] No entanto, apurou-se que para a construção dos novos edifícios seria necessário paralisar as operações de manutenção durante cerca de 2 anos nas antigas oficinas, pelo que, em Março de 1924, o conselho de administração ordenou a suspensão das obras, e que em vez disso fossem construídas no Pinhal Novo.[15] Esta estação era um ponto natural para a construção do complexo oficinal, pois situava-se num entroncamento entre duas linhas, além que o conselho de administração alegou que no Barreiro existia um forte clima de indisciplina social.[15] Esta decisão não era suportada por bases técnicas, uma vez que a localização no Pinhal Novo não traria vantagens para a operação das oficinas; com efeito, nessa altura a freguesia não possuía uma concentração industrial adequada para o estabelecimento de um grande complexo oficinal ferroviário, nem era um centro populacional que pudesse fornecer a grande quantidade de mão-de-obra necessária para o funcionamento das oficinas, obrigando à deslocação dos operários e construção dos seus alojamentos.[15] Além disso, a alegação da instabilidade social no Barreiro foi disputada pelas autoridades locais, que reclamaram junto do governo.[15] A decisão de mudar as oficinas para o Pinhal Novo foi posteriormente anulada pelo governo, tendo-se em vez disso resolvido construir as estações noutro local do Barreiro.[15]

Em 1927 os Caminhos de Ferro do Estado foram integrados na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses;[16] nesse ano, a CP iniciou um programa de renovação da via, incluindo o troço entre o Lavradio e o Pinhal Novo.[17] No ano seguinte, estava a ser planeado o prolongamento dos serviços tramways até ao Pinhal Novo, utilizando carruagens centrais como as utilizadas nos comboios até Sintra e Vila Franca de Xira.[18]

 
Obras de via durante a expansão da estação do Pinhal Novo, na Década de 1930

Década de 1930Editar

Em 15 de agosto de 1932, foi concluída a segunda via entre Lavradio e o Pinhal Novo.[19][20] No mesmo ano, terminaram os trabalhos de balastragem com brita no troço da Linha do Sul desde esta estação até Setúbal.[17]

Em 1933 começaram as obras de balastragem com brita entre Pinhal Novo, Beja e Funcheira.[17] Nesse ano, um despacho ministerial aprovou, após um parecer favorável do Conselho Superior de Obras Públicas, um plano da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses para a ampliação da Estação de Pinhal Novo,[21] devido às necessidades da exploração ferroviária.[17] Em Julho, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações já tinha autorizado a adjudicação desta empreitada ao empresário Amadeu Gaudêncio, por 345.000$00.[22] Este projecto, que se iniciou no mesmo ano,[17] estava inserido num programa de melhoramentos na Divisão do Sul e Sueste da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.[23] As obras consistiram no alargamento das vias de ligação entre as Linhas do Sado e do Sul e o Ramal do Montijo, e na construção de várias habitações para trabalhadores dos caminhos de ferro, um novo edifício da estação, novos cais, e um poço de grandes dimensões para abastecer a estação, com uma bomba elevatória para o depósito.[24] Foi igualmente edificado um viaduto nas proximidades da estação, para substituir uma passagem de nível da estrada entre o Montijo e Setúbal.[24] As obras foram visitadas pelo Ministro das Obras Públicas, no âmbito de uma viagem de inspecção às obras ferroviárias na região Sul do país.[24]

Em 1934 a Companhia construiu uma passagem superior rodoviária junto à estação, e instalou as ligações telefónicas até ao Barreiro por via telefónica.[25]

Em janeiro de 1935 as obras já tinham sido concluídas,[26] tendo a estação passado de cinco linhas, de reduzido comprimento e mal ligadas, para oito linhas de circulação e cinco linhas de saco; os trabalhos não provocaram interrupções na circulação, apesar de terem sido realizadas num período de grande movimento, devido ao transporte das colheitas do Alentejo e de adubos.[27] Este plano contemplou a alteração do perfil longitudinal da estação, e a construção de duas variantes, uma para a Linha do Sado e outra para o Ramal do Montijo.[27] Nesta altura, o Pinhal Novo assumia-se como uma das estações mais importantes da Linha do Sul, unindo aquele caminho de ferro à Linha do Sado e ao Ramal do Montijo; também era aqui que se iniciava a via dupla até ao Barreiro.[27] Em Abril desse ano, o novo edifício da estação estava quase concluído,[28] estando já terminado em Julho de 1937.[27] Este empreendimento, que constituiu a empreitada n.º 4, foi entregue ao empreiteiro Amadeu Gaudêncio, e incluiu a construção do edifício, uma retrete, uma fossa do tipo mouras, um poço absorvente e as canalizações correspondentes, a plataforma para passageiros junto ao edifício, a marquise, e uma porta metálica extensível.[29] O edifício da estação foi construído no estilo tradicional português.[16]

Em 1938 foi inaugurada a torre de sinalização, planeada por Cottinelli Telmo em 1936.[30] Uma das primeiras estruturas deste tipo em Portugal,[31] veio substituir o método manual que até então era utilizado, por um sistema automatizado de manobras, que controlava as agulhas e sinalização.[32] O estilo utilizado na torre foi considerado na época como revolucionário.[16] Foi também neste ano que foram colocados os painéis de azulejos,[33] produzidos pela Fábrica Battistini- Maria de Portugal.[34]

 
Antigo edificio da estação do Pinhal Novo, em 2006

Décadas de 1950 e de 1960Editar

No XIII Concurso das Estações Floridas, organizado em 1954 pelo Secretariado Nacional de Informação e pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, o Pinhal Novo foi premiado com uma menção honrosa e um prémio de persistência.[35]

Em 16 de agosto de 1968, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro estava a preparar um contrato para a remodelação de via em grande parte da rede, a ser entregue a um consórcio das empresas SOMAFEL, Somapre, A. Borie e A. Dehé; estava contemplada, neste programa, a renovação integral do troço entre o Barreiro, Setúbal e Faro, e a renovação parcial do Setil a Vendas Novas e ao Pinhal Novo.[36]

Encerramento do Ramal do MontijoEditar

O Ramal do Montijo foi encerrado em 1989.[37]

 
Comboio regional no Pinhal Novo, em 2008

Década de 1990Editar

Em 1990 foi feito o concurso para o programa SISSUL - Sistemas Integrados de Sinalização do Sul, que previa a ressinalização dos troços no chamado Itinerário do Carvão, incluindo do Pinhal Novo ao Poceirão e a Águas de Moura via Setúbal.[38]

Em finais de 1992 foi lançado o concurso público de pré-qualificação para a instalação do Eixo Ferroviário Norte - Sul.[39] Este projecto consistiu numa ligação ferroviária entre as margens Norte e Sul do Rio Tejo, utilizando a Ponte 25 de Abril, permitindo assim a circulação de comboios de longo curso e suburbanos entre as duas margens.[40] A nova linha, em via dupla electrificada, devia entroncar com a rede ferroviária no Pinhal Novo.[40] O primeiro troço a construir devia ser de Chelas a Coina, sendo posteriormente prolongado até Penalva, onde uniria com o ramal já existente do Pinhal Novo a Palmela, que servia a Autoeuropa, e que seria duplicado.[40][41] Também servia duplicada a Linha do Sul entre o Pinhal Novo e Setúbal, para facilitar o trânsito ferroviário, especialmente dos comboios Intercidades para Setúbal.[40] Em 1994, este projeto estava em discussão entre o Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa e um consórcio liderado pela empresa alemã Siemens, prevendo-se que a nova linha chegasse ao Fogueteiro no segundo trimestre de 1998.[42] A circulação ferroviária pela Ponte iniciou-se em 29 de Julho de 1999.[43]

Nos dias 9 e 10 de Maio de 1995, vários representantes do governo, incluindo o Secretário de Estado das Obras Públicas, foram até ao Algarve para visitar a Via do Infante e outras obras da Junta Autónoma das Estradas na região, tendo sido utilizado o comboio no percurso entre o Pinhal Novo e Faro.[44]

 
Zona subterrânea na estação de Pinhal Novo, em 2010

Século XXIEditar

No século XXI, a estação foi alvo de grandes obras de remodelação, lideradas por Motta Guedes; neste programa, procurou-se aliar os elementos antigos e modernos, preservando-se (in extremis) a torre de controle e os painéis de azulejos.[33] Em 2002, a Rede Ferroviária Nacional lançou o concurso para a nova estação.[45] A nova estação foi construída predominantemente abaixo do nível do solo.[33]

Em 20 de janeiro de 2003 foi organizada uma viagem especial no troço em obras entre Coina e Pinhal Novo, onde participou o ministro das Obras Públicas, Luís Valente de Oliveira.[41] Este plano, cuja conclusão estava prevista para Abril de 2004, ligaria o Pinhal Novo à linha vinda de Lisboa pela Ponte 25 de Abril, permitindo a realização de comboios entre a capital e as regiões do Alentejo e Algarve, e o prolongamento dos serviços suburbanos da Fertagus até Setúbal.[41] Como tinha sido programado, a nova linha aproveitava o troço já construído do Pinhal Novo até Palmela.[41] Naquela altura, a estação do Pinhal Novo dispunha de 250 lugares de estacionamento.[41]

Referências literáriasEditar

No seu livro Narrative of a Spring Tour in Portugal, o escritor Alfred Charles Smith descreve a passagem pela estação de Pinhal Novo:

Também Fialho de Almeida fez referência à estação do Pinhal Novo durante uma viagem pelo Alentejo, na sua obra A Cidade do Vício:

CP-USGL + CP-Reg + Soflusa + Fertagus
 
             
 
(n) Azambuja 
               
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
               
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
             
 Setúbal (u)
**(n) Carregado 
     
 
 
     
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
             
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 
 
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
             
 Penteado (a)
(n) Alverca   Moita (a)
(n) Póvoa   Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria   Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela   Lavradio (a)
(n) Sacavém   Barreiro-A (a)
(n) Moscavide   Barreiro (a)
(n) Oriente   (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
         
 
 
 Terreiro do Paço (a)
 
 
 
 
 
 
 
 
 Penalva (u)
(n)(ẍ) Santa Apolónia 
 
 
 
 
 
       
 Coina (u)
(z) Marvila 
 
         
 Fogueteiro (u)
(z) Roma-Areeiro 
           
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
           
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
           
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica   Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia   Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira   Santos (c)
(z) Alcântara-Terra 
 
 
 
 
   
 Alcântara-Mar (c)
(s) Amadora   Belém (c)
(s) Queluz-Belas   Algés (c)
(s) Monte Abraão   Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena   Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém   Paço de Arcos (c)
 
 
 
         
 Santo Amaro (c)
(o) Mira Sintra-Meleças   Rio de Mouro (s)
(s) Mercês   Oeiras (c)
(s) Algueirão - Mem Martins   Carcavelos (c)
(s) Portela de Sintra   Parede (c)
(s) Sintra   São Pedro Estoril (c)
(o) Telhal 
           
 São João Estoril (c)
(o) Sabugo 
           
 Estoril (c)
(o) Pedra Furada 
           
 Monte Estoril (c)
(o) Mafra 
           
 Cascais (c)
(o) Malveira 
   
 
   
 Jerumelo (o)**

2015-2019 []

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaiss L.ª Sintra C.ª X.
n L.ª Norteo L.ª Oestez L.ª Cinturau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A   (**)   continua além z. tarif. Lisboa

(***) Na Linha do Norte (n): há diariamente dois comboios regionais nocturnos que param excepcionalmente em todas as estações e apeadeiros.
Fonte: Página oficial, 2020.06

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Comboios Urbanos > Lisboa - Praias do Sado A / Barreiro» (PDF). Comboios de Portugal. 11 de Setembro de 2016. Consultado em 28 de Junho de 2018 
  2. «Estação de Pinhal Novo». Fertagus. Consultado em 13 de Julho de 2019 
  3. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  4. «Estação de Pinhal Novo». Comboios de Portugal. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 
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  27. a b c d «Rêde do Sul e Sueste» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 42. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 – via Hemeroteca Municipal de Lisboa 
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BibliografiaEditar

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  • ALMEIDA, Fialho de (1982) [1882]. A Cidade do Vício 10.ª ed. Lisboa: Clássica Editora. 293 páginas 
  • FONSECA, João (2005). Dicionário do Nome das Terras 1.ª ed. Cruz Quebrada: Casa das Letras / Editoral Notícias. 251 páginas 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • PEREIRA, Paulo (1995). História da Arte Portuguesa. III. Barcelona: Círculo de Leitores. 695 páginas. ISBN 972-42-1225-4 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SANTOS, Luís (1995). Os Acessos a Faro e aos Concelhos Limítrofes na Segunda Metade do Séc. XIX. Faro: Câmara Municipal de Faro. 213 páginas 
  • SMITH, Alfred (1870). Narrative of a Spring Tour in Portugal. Londres: Longmans, Green, and Co. 220 páginas 
  • TORRES, Alcídio; AZEVEDO, Rosa Bela; LEAL, Armando (2007). Montijo (Aldeia Galega): Cem anos de História Municipal 14.ª ed. Lisboa: Âncora Editora. 339 páginas. ISBN 972-780-124-2 

Leitura recomendadaEditar

  • CABRITA, José António (2017). A PIDE em Pinhal Novo: para que a memória não esmoreça 1.ª ed. Palmela: Câmara Municipal de Palmela. 192 páginas. ISBN 978-972-8497-72-9 
  • Ligação Lisboa - Algarve: troço Pinhal Novo - Faro. Lisboa: Rede Ferroviária Nacional - REFER EP. 2004. 47 páginas 
  • Memórias de ferroviários de Pinhal Novo: para a história da vila e da comunidade ferroviária. Palmela: Câmara Municipal de Palmela. 2003. 421 páginas. ISBN 972-8497-32-6 

Ligações externasEditar