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Estação Ferroviária de Pinhal Novo

estação ferroviária em Portugal
(Redirecionado de Estação de Pinhal Novo)
Pinhal Novo Logos IP.png
Automotora no Pinhal Novo, em 2008.
Linha(s) L.ª do Sul (PK 36,806)
L.ª do Alentejo (PK 15,439)
R. do Montijo (PK 15,439)
Coordenadas 38° 37′ 48,62″ N, 8° 54′ 46,65″ O
Concelho Palmela
Serviços Ferroviários Urbano
InterCidades
Alfa Pendular
Fertagus.jpgBSicon LSTR black.svgSuburbano
Horários em tempo real
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Lavabos Caixas Multibanco Parque de estacionamento Elevadores Sala de espera Escadas rolantes

A Estação Ferroviária de Pinhal Novo é uma gare ferroviária da Linha do Alentejo, que funciona como interface com a Linha do Sul, e que serve a localidade de Pinhal Novo, no Concelho de Palmela, em Portugal.

Índice

Vista nocturna da estação, em 2006.

DescriçãoEditar

ServiçosEditar

Esta estação é utilizada por serviços urbanos da Linha do Sado, assegurados pela operadora Comboios de Portugal[1], e também pelos serviços da operadora Fertagus[2]

Vias e plataformasEditar

Em Janeiro de 2011, a estação dispunha de quatro vias de circulação, com 491, 393, 301 e 328 m de comprimento; as 4 plataformas tinham todas 90 cm de altura, e apresentavam 300, 343 e 264 m de extensão.[3]

Localização e acessosEditar

Esta interface situa-se na localidade de Pinhal Novo, junto ao Largo José Maria dos Santos.[4]

ServiçosEditar

Transporte FerroviárioEditar

Urbanos de LisboaEditar

    CP Urbanos de Lisboa
 
Praias do Sado-A ↔ Barreiro

 FertagusEditar

    Fertagus
 
Setúbal ↔ Roma-Areeiro

Longo CursoEditar

    CP Longo Curso
 
Faro ↔ Porto-Campanhã
 
Faro ↔ Lisboa-Oriente
 
Évora ↔ Lisboa-Oriente

Padrão de serviços de comboioEditar

Estação anterior   Comboios de Portugal Estação seguinte
Venda do Alcaide
Direção Praias do Sado-A
  CP Lisboa
Linha do Sado
  Penteado
Direção Barreiro
Grândola
Direção Faro / Évora
  Intercidades
Linha do Sul
  Pragal
Direção Lisboa - Oriente
Grândola
Direção Faro
  Alfa Pendular
Linha do Sul
  Entrecampos
Direção Porto - Campanhã
  Fertagus
Venda do Alcaide
Direção Setúbal
  Fertagus
Linha do Sul
  Penalva
Direção Roma-Areeiro

Transportes UrbanosEditar

Transportes Sul do Tejo:

  • TST 413 - Setúbal/Alcochete Freeport (correspondência)
  • TST 448 - Batudes (Escola)/Pinhal Novo (Escola)
  • TST 449 - Vale Alecrim (Cruzamento)/Pinhal Novo (Escola)
  • TST 451 - Bairro Vila Morena/Pinhal Novo (Escola Preparatória) (via Penteado)
  • TST 563 - Lisboa/Setúbal (via Ponte Vasco da Gama e Pinhal Novo)-noturna
  • TST 565 - Lisboa/Palmela (via Ponte Vasco da Gama e Pinhal Novo)-diurna
  • TST 747 - Loja Nova de Faias/Pinhal Novo (Escola)-via Brejos do Poço

Transporte Urbano de Pinhal Novo:

  • Circuito Urbano - Escola Básica Alberto Valente/Escola Básica Alberto Valente (Faz volta)
 
Estação de Pinhal Novo, nos finais do Século XIX.

HistóriaEditar

Século XIXEditar

Inauguração e ligação a SetúbalEditar

A estação do Pinhal Novo situa-se no troço da Linha do Alentejo entre Barreiro e Bombel, que entrou ao serviço em 15 de Junho de 1857, pela Companhia Nacional dos Caminhos de Ferro ao Sul do Tejo.[5]

Em 1 de Fevereiro de 1861, a Companhia Nacional abriu à exploração o troço desde o Pinhal Novo até Setúbal e Vendas Novas,[6][7] igualmente na bitola de 1,44 m.[8] No entanto, a Companhia do Sueste estava a construir a continuação da linha de Vendas Novas até Beja e Évora, utilizando bitola ibérica, o que forçava ao transbordo dos passageiros e mercadorias em Vendas Novas.[5] De forma a unificar a gestão da rede ferroviária a Sul do Rio Tejo, o estado nacionalizou as linhas da Companhia Nacional em 1861.[5] Em Abril de 1864, foram integradas na Companhia do Sueste, que as devia adaptar para a bitola ibérica.[9]

O Pinhal Novo era nessa altura uma charneca coberta de matas silvestres, constituída principalmente por pinheiros, que deram o nome à zona.[10] O estabelecimento da bifurcação ferroviária foi um dos principais factores para a criação de uma localidade, que conheceu um franco desenvolvimento ao longo dos Séculos 19 e 20.[10]

Em 1869, a Companhia do Sueste foi nacionalizada, tendo as linhas ficado sob a gestão directa do Estado até 1898, data em que foi criada a divisão dos Caminhos de Ferro do Estado, para explorar as linhas governamentais.[11]

 
Horários de 1916, incluindo os comboios de Lisboa (Barreiro) até Montijo, então denominado de Aldegallega.

Século XXEditar

Abertura do Ramal do MontijoEditar

 Ver artigo principal: Ramal do Montijo

Em 1906, o presidente da Câmara Municipal de Aldeia Galega (Montijo), aprovou a construção do ramal até aquela localidade, a iniciar-se na estação do Pinhal Novo.[12]

O Ramal do Montijo abriu à exploração em 4 de Outubro de 1908.[7][13]

Década de 1920Editar

Na década de 1920, as instalações oficinais no Barreiro revelaram-se insuficientes para as actividades de reparação e manutenção do material circulante, pelo que o conselho de administração dos Caminhos de Ferro do Estado ordenou a instalação de novas oficinas no mesmo local.[14] No entanto, apurou-se que para a construção dos novos edifícios seria necessário paralisar as operações de manutenção durante cerca de 2 anos nas antigas oficinas, pelo que, em Março de 1924, o conselho de administração ordenou a suspensão das obras, e que em vez disso fossem construídas no Pinhal Novo.[14] Esta estação era um ponto natural para a construção do complexo oficinal, pois situava-se num entroncamento entre duas linhas, além que o conselho de administração alegou que no Barreiro existia um forte clima de indisciplina social.[14] Esta decisão não era suportada por bases técnicas, uma vez que a localização no Pinhal Novo não traria vantagens para a operação das oficinas; com efeito, nessa altura a freguesia não possuía uma concentração industrial adequada para o estabelecimento de um grande complexo oficinal ferroviário, nem era um centro populacional que pudesse fornecer a grande quantidade de mão-de-obra necessária para o funcionamento das oficinas, obrigando à deslocação dos operários e construção dos seus alojamentos.[14] Além disso, a alegação da instabilidade social no Barreiro foi disputada pelas autoridades locais, que reclamaram junto do governo.[14] A decisão de mudar as oficinas para o Pinhal Novo foi posteriormente anulada pelo governo, tendo-se em vez disso resolvido construir as estações noutro local do Barreiro.[14]

Em 1927 os Caminhos de Ferro do Estado foram integrados na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses;[15] nesse ano, a CP iniciou um programa de renovação da via, incluindo o troço entre o Lavradio e o Pinhal Novo.[16] No ano seguinte, estava a ser projectado o prolongamento dos serviços tramways até ao Pinhal Novo, utilizando carruagens centrais como as utilizadas nos comboios até Sintra e Vila Franca de Xira.[17]

 
Obras de via durante a expansão da estação do Pinhal Novo, na Década de 1930.

Década de 1930Editar

Em 15 de Agosto de 1932, foi concluída a segunda via entre Lavradio e o Pinhal Novo.[18][19] No mesmo ano, terminaram os trabalhos de balastragem com brita no troço da Linha do Sul desde esta estação até Setúbal.[16]

Em 1933, começaram as obras de balastragem com brita entre o Pinhal Novo, Beja e Funcheira.[16] Nesse ano, um despacho ministerial aprovou, após um parecer favorável do Conselho Superior de Obras Públicas, um projecto, proposto pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, para a ampliação da Estação de Pinhal Novo[20] devido às necessidades da exploração ferroviária.[16] Em Julho, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações já tinha autorizado a adjudicação desta empreitada ao empresário Amadeu Gaudêncio, por 345.000$00.[21] Este projecto, que se iniciou no mesmo ano,[16] estava inserido num programa de melhoramentos na Divisão do Sul e Sueste da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses;[22] as obras consistiram no alargamento das vias de ligação entre as Linhas do Sado e do Sul e o Ramal do Montijo, e na construção de várias habitações para trabalhadores dos caminhos de ferro, um novo edifício da estação, novos cais, e um poço de grandes dimensões para abastecer a estação, com uma bomba elevatória para o depósito.[23] Foi igualmente edificado um viaduto nas proximidades da estação, para substituir uma passagem de nível da estrada entre o Montijo e Setúbal.[23] As obras foram visitadas pelo Ministro das Obras Públicas, no âmbito de uma viagem de inspecção às obras ferroviárias na região Sul do país.[23]

Em 1934, a Companhia construiu uma passagem superior rodoviária junto à estação, e instalou as ligações telefónicas até ao Barreiro por via telefónica.[24]

Em Janeiro de 1935, as obras já tinham sido concluídas,[25] tendo a estação passado de cinco linhas, de reduzido comprimento e mal ligadas, para oito linhas de circulação e cinco linhas de saco; os trabalhos não provocaram interrupções na circulação, apesar de terem sido realizadas num período de grande movimento, devido ao transporte das colheitas do Alentejo e de adubos.[26] Este projecto contemplou a alteração do perfil longitudinal da estação, e a construção de duas variantes, uma para a Linha do Sado e outra para o Ramal do Montijo.[26] Nesta altura, o Pinhal Novo assumia-se como uma das estações mais importantes da Linha do Sul, unindo aquele caminho de ferro à Linha do Sado e ao Ramal do Montijo; também era aqui que se iniciava a via dupla até ao Barreiro.[26] Em Abril desse ano, o novo edifício da estação estava quase concluído,[27] estando já terminado em Julho de 1937.[26] Este empreendimento, que constituiu a empreitada n.º 4, foi entregue ao empreiteiro Amadeu Gaudêncio, e incluiu a construção do edifício, uma retrete, uma fossa do tipo mouras, um poço absorvente e as canalizações respectivas, a plataforma para passageiros junto ao edifício, a marquise, e uma porta metálica extensível.[28] O edifício da estação foi construído no estilo tradicional português.[15]

Em 1938, foi inaugurada a torre de sinalização, planeada pelo arquitecto Cottinelli Telmo em 1936.[29] Uma das primeiras estruturas deste tipo em Portugal,[30] veio substituir o método manual que até então era utilizado, por um sistema eléctrico automatizado de manobras, que controlava as agulhas e sinalização.[31] O estilo arquitectónico da torre foi considerado na época como revolucionário.[15] Foi também neste ano que foram colocados os painéis de azulejos,[32] produzidos pela Fábrica Battistini- Maria de Portugal.[33]

 
Antigo edificio da estação do Pinhal Novo, em 2006.

Décadas de 1950 e 1960Editar

No XIII Concurso das Estações Floridas, organizado em 1954 pelo Secretariado Nacional de Informação e pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, o Pinhal Novo foi premiado com uma menção honrosa e um prémio de persistência.[34]

Em 16 de Agosto de 1968, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro estava a preparar um contrato para a remodelação de via em grande parte da rede, a ser entregue a um consórcio das empresas SOMAFEL, Somapre, A. Borie e A. Dehé; estava contemplada, neste programa, a renovação integral do troço entre o Barreiro, Setúbal e Faro, e a renovação parcial do Setil a Vendas Novas e ao Pinhal Novo.[35]

Encerramento do Ramal do MontijoEditar

O Ramal do Montijo foi encerrado em 1989.[36]

 
Comboio regional no Pinhal Novo, em 2008.

Década de 1990Editar

Em 1990 foi feito o concurso para o projecto SISSUL - Sistemas Integrados de Sinalização do Sul, que previa a ressinalização dos troços no chamado Itinerário do Carvão, incluindo do Pinhal Novo ao Poceirão e a Águas de Moura via Setúbal.[37]

Em finais de 1992 foi lançado o concurso público de pré-qualificação para a instalação do Eixo Ferroviário Norte - Sul.[38] Este projecto consistiu numa ligação ferroviária entre as margens Norte e Sul do Rio Tejo, utilizando a Ponte 25 de Abril, permitindo assim a circulação de comboios de longo curso e suburbanos entre as duas margens.[39] A nova linha, em via dupla electrificada, devia entroncar com a rede ferroviária no Pinhal Novo.[39] O primeiro troço a construir devia ser de Chelas a Coina, sendo posteriormente prolongado até Penalva, onde uniria com o ramal já existente do Pinhal Novo a Palmela, que servia a Autoeuropa, e que seria duplicado.[39][40] Também servia duplicada a Linha do Sul entre o Pinhal Novo e Setúbal, para facilitar o trânsito ferroviário, especialmente dos comboios Intercidades para Setúbal.[39] Em 1994, este projeto estava em discussão entre o Gabinete do Nó Ferroviário de Lisboa e um consórcio liderado pela empresa alemã Siemens, prevendo-se que a nova linha chegasse ao Fogueteiro no segundo trimestre de 1998.[41] A circulação ferroviária pela Ponte iniciou-se em 29 de Julho de 1999.[42]

Nos dias 9 e 10 de Maio de 1995, vários representantes do governo, incluindo o Secretário de Estado das Obras Públicas, foram até ao Algarve para visitar a Via do Infante e outras obras da Junta Autónoma das Estradas na região, tendo sido utilizado o comboio no percurso entre o Pinhal Novo e Faro.[43]

 
Zona subterrânea na estação de Pinhal Novo, em 2010.

Século XXIEditar

No Século XXI, a estação foi alvo de grandes obras de remodelação, lideradas pelo arquiteto Motta Guedes; neste projecto, procurou-se aliar os aspectos antigo e moderno, preservando-se a torre de controle e os painéis de azulejos.[32] A nova estação foi construída predominantemente abaixo do nível do solo.[32] Em 2002, a Rede Ferroviária Nacional lançou o concurso para a nova estação.[44]

Em 20 de Janeiro de de 2003, foi organizada uma viagem especial no troço em obras entre Coina e Pinhal Novo, onde participou o ministro das Obras Públicas, Luís Valente de Oliveira.[40] Este projecto, cuja conclusão estava prevista para Abril de 2004, ligaria o Pinhal Novo à linha vinda de Lisboa pela Ponte 25 de Abril, permitindo a realização de comboios directos entre a capital e as regiões do Alentejo e Algarve, e o prolongamento dos serviços suburbanos da Fertagus até Setúbal.[40] Como tinha sido programado, a nova linha aproveitava o troço já construído do Pinhal Novo até Palmela.[40] Naquela altura, a estação do Pinhal Novo dispunha de 250 lugares de estacionamento.[40]

Referências literáriasEditar

No seu livro Narrative of a Spring Tour in Portugal, o escritor Alfred Charles Smith descreve a passagem pela estação de Pinhal Novo:

Também Fialho de Almeida fez referência à estação do Pinhal Novo durante uma viagem pelo Alentejo, na sua obra A Cidade do Vício:

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Comboios Urbanos > Lisboa - Praias do Sado A / Barreiro» (PDF). Comboios de Portugal. 11 de Setembro de 2016. Consultado em 28 de Junho de 2018 
  2. «Estação de Pinhal Novo». Fertagus. Consultado em 28 de Junho de 2018 
  3. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  4. «Estação de Pinhal Novo». Comboios de Portugal. Consultado em 16 de Dezembro de 2015 
  5. a b c SANTOS, 1995:108-109
  6. MARTINS et al, 1996:11
  7. a b «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  8. REIS et al, 2006:12, 19
  9. «Os Caminhos de ferro do Sul e a Agricultura» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (342). 16 de Março de 1902. p. 81-84. Consultado em 27 de Dezembro de 2014 
  10. a b FONSECA, 2005:167
  11. REIS et al, 2006:12
  12. TORRES et al, 2007:115
  13. REIS et al, 2006:12
  14. a b c d e f «Resumo histórico das novas oficinas gerais do Sul e Sueste» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1143). 1 de Agosto de 1935. p. 331-334. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
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  18. MARTINS et al,1996:258
  19. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1932» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1081). 1 de Janeiro de 1933. p. 10-14. Consultado em 13 de Março de 2012 
  20. «Viagens e transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1087). 1 de Abril de 1933. p. 215. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  21. «Linhas Portuguesas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1093). 1 de Julho de 1933. p. 402. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  22. SOUSA, José Fernando de (1 de Janeiro de 1934). «Os Caminhos de Ferro em 1933» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1105). p. 5-8. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  23. a b c «A Linha Ferrea do Alto Alentejo vai ser concluida dentro de alguns mêses» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1104). 16 de Dezembro de 1933. p. 653-655. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  24. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  25. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1241). 1 de Setembro de 1939. p. 419-420. Consultado em 27 de Dezembro de 2014 
  26. a b c d «Rêde do Sul e Sueste» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 42. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  27. «Caminhos de Ferro Nacionais» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1136). 16 de Abril de 1935. p. 172. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  28. «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1191). 1 de Agosto de 1937. p. 386-388. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  29. MARTINS et al, 1996:132
  30. MARTINS et al, 1996:154
  31. REIS et al, 2006:89
  32. a b c «Pinhal Novo». Fertagus. Consultado em 4 de Outubro de 2014 
  33. PEREIRA, p. 419
  34. «XIII Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 67 (1608). 16 de Dezembro de 1954. p. 365. Consultado em 4 de Fevereiro de 2017 
  35. «Vão melhorar os serviços da C. P.» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 81 (1928). 16 de Agosto de 1968. p. 96. Consultado em 1 de Janeiro de 2014 
  36. REIS et al, 2006:150
  37. MARTINS et al, 1996:158
  38. MARTINS et al, 1996:216
  39. a b c d MARTINS et al, 1996:217
  40. a b c d e CIPRIANO, Carlos (21 de Janeiro de 2003). «Viajar de Entrecampos para Faro em comboio directo vai ser possível já no próximo Verão». Público. 13 (4687). Público, Comunicação Social, S. A. p. 46 
  41. ORDÓÑEZ, José (Julho–Agosto de 1994). «Siemens y Alcatel-Alsthom explotarán una línea de cercanías en Lisboa». Via Libre (em espanhol). 31 (367). Madrid: Fundación de los Ferrocarriles Españoles. p. 19-20. ISSN 1134-1416 
  42. «Fertagus mais nove anos na ponte 25 de Abril». Diário de Notícias. 22 de Fevereiro de 2011. Consultado em 1 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 23 de setembro de 2015 
  43. A Rede Rodoviária Nacional, 1995:Anexo 4
  44. «Projecto Travessia Norte-Sul». Relatório e Contas 2002. Rede Ferroviária Nacional. 2003. p. 28-29 
CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços:   Sado (CP+Soflusa)  Sintra (CP)
  Fertagus  Azambuja (CP)  Cascais (CP)


(n) Azambuja 
   
 
   
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
   
 
   
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
   
 
   
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
   
 
   
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
       
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
       
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
       
 Penteado (a)
(n) Alverca 
         
 Moita (a)
(n) Póvoa 
         
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
         
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
         
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
         
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
         
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
       
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
       
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
       
 Penalva (u)
(z) Marvila 
       
 Coina (u)
 
       
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
       
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
       
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
       
 Pragal (u)
 
 
 
 
 
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
         
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
         
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
         
 Santos (c)
**(z) Alcântara - Terra 
 
 
 
 
 Alcântara - Mar (c)**
(s) Amadora 
           
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
           
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
           
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
           
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
           
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
 
     
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
       
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
       
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
       
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
       
 São Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
       
 São João Estoril (c)
 
       
 Estoril (c)
(c) Cascais 
       
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) vd. Pass. Sup. Alcântara

Fonte: Página oficial, 2018.11
(nomes das estações de acordo com a fonte)

BibliografiaEditar

  • A Rede Rodoviária Nacional. Lisboa: Junta Autónoma de Estradas. 1995. 52 páginas 
  • ALMEIDA, Fialho de (1982) [1882]. A Cidade do Vício 10.ª ed. Lisboa: Clássica Editora. 293 páginas 
  • FONSECA, João (2005). Dicionário do Nome das Terras 1.ª ed. Cruz Quebrada: Casa das Letras / Editoral Notícias. 251 páginas. ISBN 972-1613-4 Verifique |isbn= (ajuda) 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • PEREIRA, Paulo (1995). História da Arte Portuguesa. III. Barcelona: Círculo de Leitores. 695 páginas. ISBN 972-42-1225-4 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SANTOS, Luís (1995). Os Acessos a Faro e aos Concelhos Limítrofes na Segunda Metade do Séc. XIX. Faro: Câmara Municipal de Faro. 213 páginas 
  • SMITH, Alfred (1870). Narrative of a Spring Tour in Portugal. Londres: Longmans, Green, and Co. 220 páginas 
  • TORRES, Alcídio; AZEVEDO, Rosa Bela; LEAL, Armando (2007). Montijo (Aldeia Galega): Cem anos de História Municipal 14.ª ed. Lisboa: Âncora Editora. 339 páginas. ISBN 972-780-124-2 

Leitura recomendadaEditar

  • Ligação Lisboa - Algarve: troço Pinhal Novo - Faro. Lisboa: Rede Ferroviária Nacional - REFER EP. 2004. 47 páginas 
  • Memórias de ferroviários de Pinhal Novo: para a história da vila e da comunidade ferroviária. Palmela: Câmara Municipal de Palmela. 2003. 421 páginas. ISBN 972-8497-32-6 
 
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Ligações externasEditar